Patrícia Lelis diz que foi atacada sexualmente, e em seguida, agredida fisicamente pelo Deputado Marcos Feliciano, agressão essa que deixou hematomas, segundo ela e a mãe, que serviria como testemunha. Por que então ela não foi imediatamente à polícia, deixando passar várias semanas do ocorrido? Principalmente por, segundo ela, já ter sido vítima de tal crime anteriormente.

Bastante simples.

Porque prestando queixa formal na delegacia, ela seria encaminhada para a perícia técnica – que poderia comprovar se realmente houve agressão ou não. É publicamente sabido que, passado tanto tempo, não tem mais como fazer perícia, porque os resultados se tornam inconclusivos. Lembram do caso da Maria Fuzil e a orgia com trinta e seis traficantes, e posteriormente, a criação da lei que torna a palavra da mulher em prova? Taí o objetivo. Qualquer mulher atrás de atenção, fama, ou vingancinha mesquinha, pode acusar qualquer homem de estupro, bastando para isso se esquivar da perícia. E como a palavra do acusado não tem o mesmo peso, como ele vai provar que não estuprou? Isso deixa acusado à mercê de pessoas que agem emocionalmente, e do corporativismo de gênero. O que geralmente resulta na prisão, e destruição da reputação e da vida pessoal do acusado, antes da verdade eventualmente vir à tona.

Aqui vemos a Esquerda marxista transformar um crime bárbaro em arma política, e a eliminação da presunção de inocência (mas apenas quando o acusado for homem).

Entendeu agora por que a turma da justiça social defende ferrenhamente que falsas acusadoras não sejam legalmente punidas? Ou você acredita mesmo que é porque punir mentirosas inibiria mulheres verdadeiramente vítimas de prestar queixa?

Aonde o discursinho “temos que nos unir” realmente leva…

Quanto ao Feliciano, ele é culpado pelo próprio infortúnio. Mesmo que seja inocente da acusação, algo a ser provado pelas autoridades competentes, não pela imprensa marrom brasileira e tribunais de facebook, ele deu guarida para a Lelis, quando vários grupos, inclusive de eleitores dele, alertaram sobre dar palco para ela, e outras pessoas semelhantes. Não só ele deu margem para um escândalo que pode prejudicá-lo, como possibilitou o que a Esquerda ainda não havia conseguido fazer, que é atacar a Direita por dentro. E com certeza, haverá mais disso pela frente.

Via de regra, se a mulher foge da perícia, e depois procura a mídia, ao invés da polícia, pode considerá-la mentirosa, e investigar a armação por trás da acusação. Não embarquem no sensacionalismo da imprensa e na histeria dos esquerdistas; isso é manipulação emocional da massa. E se há interesse de formar uma Direita no Brasil, melhor começar a considerar o modelo da Direita Alternativa, porque o modelo atual, que prega a cooperação desmiolada, e não age com base na realidade, não tem capacidade de combater alinskitas’ e feministas.


¹ Regras Para Radicais, do Saul Alinsky, é o livro de cabeceira da esquerda moderna. Quem quiser uma idéia do que se trata, pode ler esta resenha. Esse livro mostra porque Esquerdistas não devem ser tolerados numa sociedade civilizada, mais do que qualquer outro criminoso o é.

Políticos de direita deveriam obrigatoriamente ler este livro, para evitar justamente esse tipo de situação.

Por Guilherme Macalossi

Shin Dong-hyuk nasceu na Coreia do Norte, em um campo de concentração, em 1982. Manuela d’Ávila nasceu no Brasil, em Porto Alegre, em 1981. Shin passou a infância comendo ratos e sendo torturado por oficiais do regime comunista de seu país. Manuela passou a infância de cidade em cidade, uma vez que sua mãe trabalhava como juíza. Falando em mãe, em 1996, Shin foi torturado e delatou a sua para os responsáveis pelo campo de concentração. Ela pretendia fugir com o irmão, e ele temia ser punido por causa deles. A delação de Shin valeu a execução de sua mãe e de seu irmão. Em 1999, Manuela se filiou a União da Juventude Socialista, e, em 2001, ao Partido Comunista do Brasil. Em 2004, Manuela é eleita a vereadora mais jovem da história de POA. Em 2005, Shin foi obrigado a trabalhar em uma cerca elétrica, por onde conseguiu fugir do Campo de Concentração. Manuela passou os anos que se seguiram defendendo o PCdoB, as bandeiras de esquerda e disputando outros pleitos até ser a recordista de votos em sua eleição para deputada estadual, em 2014.

Shin não desfrutou da liberdade dos comunistas burgueses do ocidente.

Shin passou os anos que se seguiram fugindo dos agentes comunistas e posteriormente se reintegrando socialmente ao mundo civilizado, na Coréia do Sul. Manuela continua comunista, tendo crescido saudavelmente em um país livre. Shin continua oprimido pelos fantasmas do passado, “ainda evoluindo de animal para humano”, segundo suas palavras ao 60 Minutes. As histórias de Shin e Manuela são paralelas, mas se entrecruzam pela força da hipocrisia de quem só vende o comunismo idílico porque passou a vida a se empanturrar de capitalismo, e pela força da tragédia de quem teve sua vida despedaçada porque passou toda ela encarando o comunismo de verdade.

A vida de Shin Dong-hyuk foi narrada em detalhes no impactante livro “Fuga do Campo 14”, de autoria de Blaine Harden. Não deixem de ler.

Link para o post original.


O que possibilita gente como Manuela D’Ávila professar tamanha escrotice e sair incólume, é a leniência com os denominados “idiotas úteis”. Idiotas úteis são, tecnicamente, vítimas do sistema. Mas eles também são promotores do sistema que vitima não apenas a eles. Não dá pra ser leniente com energúmenos que ainda hoje insistem que Cuba é um paraíso socialista, quando Alina Fernandez, a própria filha do Fidel – que teve que fugir, pra sair de lá – diz que Cuba é o inferno. E eles irão morrer repetindo essas imbecilidades, porque não existem consequências imediatas para eles; eles não vão se ferrar por apoiar um regime totalitário e genocida, até que consigam implantar tal regime dentro da sua própria sociedade.

E é por isso que os idiotas úteis devem ser não apenas refutados, mas esculhambados publicamente, para que todos os leigos vejam o que realmente está por trás do discurso de salvador da humanidade que eles professam. Isso pode ser feito como na apresentação de TV aonde a jornalista cubana Marlen Gonzalez desancou Benício Del Toro por sua interpretação de um Che Guevara versão liberalóide.

Também pode-se divulgar material como o da jovem cubana Zoe María Martínez, que explica como as coisas realmente são em Cuba, e manda os otários que a criticam irem morar lá – e não voltarem, porque ninguém sentirá falta.

A diferença deve ser sempre o foco em expor e refutar o lixo que o ativista mongolóide está defendendo, ao invés de meramente atacar o caráter do idiota útil, sem qualquer base argumentativa, como os esquerdistas fazem.

Mais um ENEM, mais estudantes atrasados chorando na mídia para ver se ganham uma bolsinha, mais controvérsia sobre o conteúdo da prova. Dessa vez, nem se deram ao trabalho de serem discretos – Primeira questão em pseudo-ciências: ideologia vitimista. Já é uma piada por si só classificar feminismo e ideologia de gênero como ciência.

É verdade. Feministas, por exemplo, tornam-se vacas, antas ou porcas, porque ser mulher é muito opressivo.

Aparentemente, a redação também foi sobre a vitimização sistêmica da mulher, e isso quando temos uma média de sessenta mil assassinatos por ano, dos quais apenas aproximadamente cinco mil vítimas são mulheres. O vlogger Clarion já fez um bom vídeo explicando essa “cultura do estupro das estatísticas” praticada pelas feministas, basta seguir o link. E claro, temos a mancada hilária do IPEA.

Que a educação pública brasileira é uma das piores do mundo, não é segredo para ninguém. E não é de hoje que se protesta contra o sistema educacional ruim. Fora o dinheiro do contribuinte sendo desperdiçado com vândalos, traficantes, e terroristas – nacionais e internacionais.

O problema é a insistência em exigir que se consertem as deficiências intelectuais e morais num sistema que foi projetado pra ser moral e intelectualmente falido. Depois de todas as falcatruas que já foram expostas até agora, ainda tem mesmo gente que espera que o governo moralize a educação? Não só a tendência é a educação piorar, como agora você deve concordar com as imbecilidades de um bando de pseudo-intelectuais medíocres, ou ter sua oportunidade de ensino negada.

Isso só é possível por conta do baixo investimento na educação privada, a máfia sindical dos doutrinadores, e a criminalização do homeschooling – o que deixa a população à mercê da educação pública, que é formulada pelo governo. O Brasil segue um modelo de educação nazista (para quem acha que eu estou exagerando ou de sacanagem, leia O Modelo Nazista para a Educação Orientada para Resultados, e A escola totalitária). Não adianta ensinar seu filho em casa que mentir e roubar é errado, se ele vai à escola para aprender socialismo. 

Pode escrever “a gente vamos”, mas se discordar do tema, leva zero.

As pessoas que conseguem ver claramente a degradação intelectual e a manipulação por trás destas “provas”, não deveriam perder tempo reclamando do sistema e do governo. As campanhas contra o sistema deveriam girar em torno:

  • do investimento no ensino privado – mais escolas privadas significa concorrência na oferta de qualidade de ensino e preços. Não apenas isso, mas os colégios privados, no intuito de preservar a maior parte da clientela, dificilmente irá tolerar a delinquência dos vagabundos “dazumana”.
  • da descriminalização do homeschooling – aqueles que tem condição, poderiam educar seus filhos. A exemplo do casal que foi perseguido pelo governo por tirar os filhos da escola, mas cujos filhos obtiveram resultado melhor em exames, do que os alunos do ensino público. No exterior, existem grupos de estudo, como se fosse professor particular, para alunos que não frequentam o ensino público, de modo que mesmo famílias que não tem muita renda tenham alguma escolha.   

O objetivo de qualquer campanha séria em prol da limpeza da educação brasileira, deve ser tirar da esquerda o monopólio da educação, porque se houverem opções, ninguém mais vai precisar se sujeitar a essas merdas para poder estudar. Se houverem opções, passemos à fase 2: questionar o uso do dinheiro do contribuinte em pardieiros. 

Ontem pela manhã, topei com mais uma sumidade das vitimistas, o link para o post original é este, e resumindo, se trata da história de uma “garota” de dezessete anos, com um nível de ingenuidade e passividade que beira a ficção científica, oprimida pelo pai, manipulada por um homem e abandonada grávida, oprimida pela sociedade, e morta por um aborto ilegal. O pacote Opressão Patriarcal ++ completo.

O texto é completamente desprovido de argumentos, sendo constituído de pura manipulação emocional, e isso fica claro para qualquer um com QI 100 (o das feministas gira em torno de 72, e o dos chimpanzés, 68), provido de racionalidade, e com vergonha na cara. É sabido que os conceitos de racionalidade e vergonha na cara foram criados por homens – obviamente com o intuito de oprimir as mulheres – e por isso, feministas também os rejeitam. Provavelmente se trata mais de comiseração, ou reforço ideológico para mulheres já perdidas para o feminismo, do que material para atrair leigas incautas. Sequer vem casado com alguma daquelas estatísticas 1-em-4 que já foram refutadas dezenas de vezes. Provavelmente porque não foi elaborado por uma “expert” acadêmica, mas por uma guria emo de quinze anos querendo causar.

Então, que tal variarmos um pouco, para sair da mesmice? Ao invés da habitual comiseração e conformidade ideológica, que tal olhar o texto considerando as mulheres como homens, como elas tanto sonham? – não o playboy cafajeste, o burocrata corrupto, ou o bandido consumado, que parecem ser o tipo de homem com quem elas exigem equiparação, mas com o indivíduo adulto, que será responsabilizado pelas próprias escolhas, e pelas ramificações de sua associação voluntária com estelionatários. 

O texto original segue em itálico, e meus comentários, em negrito. Já que o namoradinho é um sujeito oculto aleatório, vou tratá-lo aqui por Cafinha.

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“Joana, com 17
namorando a mais de um mês
Já pagou até boquete
mas sexo ela não fez

Joana é uma hipócrita, ou como popularmente são conhecidas, uma falsa certinha. Ao longo do texto, existem referências que implicam que Joana pertença a uma família com valores conservadores, ou a alguma religião organizada (no Brasil, certamente o Cristianismo). Só que cristãs praticantes (e teoricamente, também as conservadoras) não pagam boquete para um cara que conheceram há um par de meses, porque acreditam em guardar castidade, e compromisso antes de se entregar a intimidades sexuais. Já as mulheres liberais, que seguem apenas a parte do Cristianismo/conservadorismo que lhes é conveniente, porque gostam de receber tratamento deferencial, não verão problema em fazê-lo, contanto que isso não afete sua imagem pública de moça correta, que é a maior preocupação das falsas certinhas. 

“Não quero putaria”
falava o papai

Porque na esmagadora maioria das vezes, quem tem que arcar com os custos financeiros da putaria da filhinha, é o papai. E o problema não se restringe ao campo financeiro. Mesmo quando a mãe solteira menor de idade arruma um trabalho para aliviar o custo financeiro que ela gerou, alguém tem que cuidar do filho dela, e a tarefa acaba caindo no colo dos pais da menina. Mas aparentemente, no mundo das feministas, o pai não querer que a filha faça algo que vai resultar em futuros problemas e prejuízo para ele, é uma tremenda opressão.

mas o namoradinho ria
haha
“não quero nem saber”
você vai fazer, se me ama”
só quero saber de papai
com mamãe
na minha cama

E do que estamos tratando aqui? Um adulto olhando feio para uma criança de seis anos? Dois meses certamente é pouco para se conhecer a fundo uma pessoa, mas pode ser o bastante para colher informações gerais sobre ela. Cafinha, por exemplo, não está nem aí para os valores que Joana teoricamente segue. Ele ri abertamente desses valores. Mesmo sendo Joana uma cristã de festim, seria do melhor interesse dela não se envolver com um cara que não tá nem aí, porque isso poderia complicar a posição dela. Uma cristã praticante então, nem se fala. Mas aqui é onde geralmente vem racionalizações do tipo “ninguém manda no coração”, usadas para se isentar da responsabilidade de perpetuar relacionamentos com quem já deu sinais de que não vale muita coisa. ‘Coração’ é um eufemismo para instintos e emoções. Sabe quem mais é guiado por instintos e emoções, incapaz de exercer controle sobre estes? Animais irracionais.

No outro dia
o pai tava lá embaixo
a Joana também! por baixo do namorado!
Ela sendo despida
ele pelado

E aqui nós vemos que a falha não foi do pai opressor. O velho fez a parte dele, e depois confiou nela para seguir o que foi ensinado. Ela já tem dezessete, e não nove, caramba. 

Talvez fosse responsabilidade parcial do pai, caso o velho fosse um liberal bundão que pregasse rédea livre e zero responsabilidade. Se você passou todos os valores que tinha adiante, e ainda assim precisa vigiar sua filha, praticamente uma adulta, vinte e quatro horas por dia, ou acorrentá-la no porão para ela não fazer merda, é porque a índole dela é bem ruinzinha, e não há muito que se faça que vai adiantar muita coisa. O jeito é esperar que ela crie problemas após os 21 – quando a responsabilidade será exclusivamente dela. Mas Joana não podia esperar.

E apesar de tudo que diziam
ela sabia que não era um pecado
“coloca a camisinha”
“ô Joana, sem é mais gossstoso,
é só reza pra deus,
ele benze o meu gozo”
Joana não queria, mas acabaram fazendo

Peraí. Para saber que sexo não é pecado (na verdade é fornicação; sexo fora do casamento – ilícito), ela é capaz de pensar por si mesma. Mas na hora de recusar uma transa sem proteção, ela vai pela cabeça do Cafinha? Esse é um exemplo típico de quando a mulher se faz de burra para se eximir de responsabilidade pessoal. Ao se fazer de inocente, ela joga a culpa toda no Cafinha, quando a decisão de transar sem preservativo também foi dela. Imagina o Cafinha, na frente do juiz da Vara Familiar que está decidindo a pensão, dizendo que não queria fazer sexo, ela que obrigou? O juiz ainda era capaz de colocar ele em cana por deboche. 

Mesmo que ele ou ela fossem estéreis, existem outros fatores. E se o cara tivesse AIDS? (que ela provavelmente já contraiu, engolindo porra, mas para não desviar do texto, finjamos que os boquetes eram feitos com camisinha).

O que a falsa certinha não queria, era repercussão. Se ela realmente não quisesse sexo, gritaria estupro, e Cafinha iria para a prisão ou para o cemitério, dependendo do pai de Joana estar armado ou não. “Ah, mas ela fez por amor”… Ah, e com um par de meses ela já ama loucamente o Cafinha pra fazer o que ele quer. Mas para seguir a determinação do otário que deu teto, roupa e comida pra ela por dezessete anos, aí é opressivo? Mais evidência de que tipo de mulher Joana realmente é. 

fizeram na fé
“Deus, eu fico te devendo”
Mas Deus não perdoou…

Fé, Deus… Bão, se fosse fosse questão de religião, teriam guardado castidade, e feito depois do casamento, onde gravidez não seria um problema. Mas como Joana é hipócrita…

A pílula falhou!
Chazinho não funcionou!!
Joana enjoou!!!
Será que engravidou???

Todo modernete imbecil debocha das pessoas que tem algum princípio moral, dizendo que eles consideram que sexo é só para procriação – só que os mesmos modernetes tratam sexo como se fosse apenas para recreação, ignorando que a função biológica do sexo É a procriação da espécie. Exceto em casos de esterilidade, encher uma mulher de leite tem sempre uma porcentagem variável de chance de resultar em gravidez, ainda mais ela estando no auge da fertilidade, enquanto nova.

(Será amor? amor…?)
namorado fugiu
pra onde ele foi? alguém viu?

Naaaahh, que absurdo! Quem poderia imaginar que o Cafinha iria comer e sumir? Afinal, cafajestes são famosos por honrar compromissos e assumir responsabilidades, e não o contrário, certo?
Certo? 
É claro que os homens devem ser responsáveis e não sair engravidando mulheres por aí, e caso o façam, devem assumir a responsabilidade sobre a criança. E basta um nível de inteligência rudimentar para saber que os cafajestes são estelionatários, só pensam em si mesmos, em tirar proveito dos outros, e não vão assumir porra nenhuma. Exatamente por isso eles são rotulados como cafajestes.   

Exatamente por isso, a responsabilidade final sobre o sexo recai sobre a mulher, que vai arcar com as ramificações do ato sexual – A gravidez. Cabe a mulher negar sexo à homens que não prestam, ou exigir compromisso na criação dos filhos resultantes do ato. Mas essas mulheres alternam de fortes e independentes à vítimas incapazes, para se eximirem da própria responsabilidade sexual, e não se privarem de trepar casualmente com a escória do sexo masculino. As mesmas mulheres que choramingam sobre a conotação ruim trazida pelo rótulo ‘vadia’, porque fazem do rótulo ‘cafajeste’ um distintivo de honra.

Aqui também, curiosamente, Joana nem sequer cogita tratar do aspecto Legal das ações de Cafinha. Ainda que Cafinha não deva porra nenhuma à Joana (agradeça ao feminismo por ter te libertado, Joana), ele tem obrigações legais para com a criança. Quando os Cafinhas tem a grana de um Neymar, as mulheres instantaneamente procuram os direitos da criança (bem como a guarda primária), e não se importam nem um pouco com a fama de interesseira e golpista. Talvez o volume de dinheiro atenue o sofrimento de um tratamento tão injusto… 

“O que eu vou fazer?
Pra quem eu vou contar?
Não quero esse filho, eu vou é me matar!

Até parece.

Não… vou falar pra Maria, do salão
Ela vai entender a minha situação”
Joana, contou todos os lances
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém!!!”
Joana…
todo mundo já sabe do teu neném!

Resultado óbvio. A gravidez da Joana é um problema particular, que ela não deveria expor publicamente. Quando o Cafinha pulou fora, e diante da própria incompetência em resolver o problema sozinha, ela deveria aceitar as consequências e levar o problema para os pais dela E para os dele, aceitar o esporro, e dar um jeito na própria vida. Mas como boa modernete, ela preferiu seguir tratando com pessoas que não tem o menor comprometimento com ela. Joana não procurou a família porque não queria repreensão; queria comiseração e aprovação para se sentir melhor consigo mesma. 

“Vagabunda, engravidou na adolescência!
Na hora tava bom?
vadia sem consciência!

Mas é verdade. Na hora em que o Cafinha estava gozando dentro com o consentimento e cumplicidade dela, ela não estava preocupada com o futuro, estava? E agora que o futuro chegou, o quê? Ela é uma vítima sem agência, num mundo patriarcal que controla as ações das mulheres? Se fosse este o caso, o namoradinho cafajeste de Joana teria que passar pela aprovação do pai dela, e mesmo que passasse, jamais estaria sozinho no quarto com ela. A ironia é que num mundo patriarcal, Joana provavelmente não se tornaria mãe solteira.  

Olha lá? ela falou em abortar!
abortar?
Por que não pensa logo em se matar?
assume (assume!)
assume (assume!)
assume (assume!)
assume (assume!)

O que as feministas/abortistas não levam em consideração, é que a sociedade é contra Joana abortar o filho, do mesmo modo que é contra o Cafinha abortar Joana por não querer o filho. Caso contrário, o goleiro Bruno teria sido preso injustamente. “Meu dinheiro, minhas regras”. Na famigerada distopia Patriarcal alardeada pelas feministas, os homens colocariam dinheiro em “experts” para provar que “mulher grávida não é gente, é só um amontoado de células, um mero parasita que pode ser abortado sem problemas”.

Mas como os homens não fazem isso, elas então alegam que o “aborto masculino” é liberado, e acontece quando o Cafa sai fora – mas omitem que existem leis para impedir que o sujeito fuja da responsabilidade, e que oferecer sexo à esse tipo de homem sempre foi opção delas. E o sexo tem por consequência, a gravidez. O cafajeste que engravida a mulher e foge, o é porque a mulher escolheu o cafajeste para ser o pai do filho dela. Também há a alegação de que a mulher não busque a justiça por medo do que o namoradinho bandido vá fazer contra ela. Novamente, o problema começou no tipo de homem que ELA escolheu para se relacionar.

Na hora de se envolver com bandido, a vida é dela, a decisão é dela e ninguém tem nada com isso. Na hora em que os problemas surgem, “ain, sou vítima, não tive nenhuma escolha”. Essas mulheres, e todas as que as defendem, não valem porra nenhuma. 

E lava esse teu perfume de vagabunda
que nojo dessa buceta
cobre essa tua bunda!”
cala tua boca, ANDA DE BURCA!

Vitimismo purinho. Fez merda e acha que, por ser repreendida, está sendo tratada como muçulmana. Se fosse o caso, Joana estaria MORTA por ter atentado contra a honra da família.

Joana chorava,
não tem mais ninguém
ta que nem muita prostituta
sem família, e com neném

Mais vitimismo. Já foi o tempo em que prostituta era sinônimo de mulher destituída, sem qualquer outra opção na vida. Tem bastante prostituta hoje que é garota de classe média, universitária, visando dinheiro fácil. Assim como as prostitutas universitárias, Joana está longe de ser uma coitadinha. Ambas fizeram uma escolha. E escolhas tem consequências.

E agora, e agora?
meu pai vai me espancar
mas ah, tem jeito

mamãe me ensinou a tricotar.
Sangue e choro… no chão do banheiro
morreu mais uma vagabunda
aos olhos do Brasil inteiro

A morte de Joana é resultado das escolhas de merda que ela fez em vida. Ignorar o pai. Se envolver com um vagabundo. Abrir as pernas sem proteção. Tornar seu problema público, em busca de aprovação. Descontar covardemente seu problema no próprio filho, ao invés de assumir a responsabilidade pelo que fez. 

aborto sem sucesso
país sem progresso

Me traz mais um chá de canela
que a próxima deve ser a Gabriela.”

Provavelmente porque Gabriela é outra vagabunda sonsa e burra.

‪#‎LegalizeOAborto‬ ‪#‎VentreLivre‬

Tentar explicar para uma feminista/abortista que o corpo da criança não é dela, que ela tem responsabilidades e não apenas direitos, e que não pode sair matando ao bel prazer, é como explicar leis e moralidade a ladrões, traficantes, e qualquer outro animal falante incivilizado. 

Assim como latrocínio, e tráfico de drogas, aborto – salvo em casos de estupro e risco de vida – é crime previsto no código penal. Mulheres que morrem praticando aborto clandestino não são vítimas, são criminosas, e as que sobrevivem ao procedimento, deveriam ir para a cadeia – coisa que não acontece porque historicamente, a sociedade, opressora que é, passa a mão na cabeça das mulheres.

Alguns dos argumentos mais comuns (que não implicam no uso de estatísticas falsificadas) é o de que mulheres ricas abortam com impunidade, enquanto às pobres tem que arriscar a vida. O que é basicamente o argumento que os petistas usam sobre o porque os políticos do PT deveriam cometer crimes e ficarem impunes: porque os do PSDB também ficaram impunes. Ao invés de lutar por um sistema legal eficiente e por menos impunidade, essas pessoas lutam para legalizar o crime e por mais impunidade. O nível de inveja, estupidez, e falta de caráter é surreal.  

A morte dessas mulheres deve ser tão lamentada quanto a do assassino/traficante que morre durante a prática do crime, ao trocar tiros com a polícia. 

Tradução: Abigail Pereira Aranha

Isto é uma peça bastante longa, mas ler isto dará a você uma introspecção muito boa em por que o feminismo tornou-se tão dominante no Ocidente, e por que toda a sua vida será negativamente afetada por ele; particularmente se você é um homem.

O Feminismo tem muito pouco a ver com a igualdade entre os gêneros, e também tem muito pouco a ver com os direitos das mulheres.

Primeiro e acima de tudo, o feminismo é questão de vários grupos procurando adquirir poder e dinheiro, e construir enormes impérios de auto-serviço nos quais milhões – literalmente milhões – de pessoas hoje em dia têm um interesse investido – interesse investido que é, de fato, altamente prejudicial para as sociedades em que elas operam.

Para ver como se joga o jogo, só quero que você imagine uma sociedade – uma sociedade um tanto idealizada – onde as mulheres são felizes em passar os seus dias sendo intimamente associadas com suas casas e seus filhos, enquanto os homens jovens e os pais são razoavelmente felizes em marchar para o local de trabalho – qualquer lugar onde possa ser.

E, além disso, quero que você imagine que a maioria das pessoas nesta sociedade estão decididamente contentes com sua situação.

Em outras palavras, é um lugar razoavelmente feliz.

E agora a questão que quero que você contemple profundamente é esta aqui.

O que o governo ganha com isso?

Como podem o governo – e os trabalhadores do governo – se beneficiar em ter de existir dentro de uma sociedade de pessoas que parecem estar muito felizes e em paz umas com as outras?

Com que fundamentos o governo pode dizer ao povo “você precisa de mais governo. Dê-nos mais dinheiro de impostos”?

Bem, claramente, em uma sociedade tão idílica, seria muito difícil mesmo convencer as pessoas a participar com mais de seus próprios recursos – adquiridos através de seus próprios trabalhos – para financiar “mais governo”.

No entanto, se esta sociedade razoavelmente feliz puder ser perturbada por alguma força ou outra – uma força que induz “desarmonia” no seio da população (um aumento no crime, por exemplo) – então o governo achará muito mais fácil extrair um pedaço maior da torta da sociedade. Por exemplo, se houver um aumento da criminalidade, as pessoas muito mais prontamente concordarão em financiar uma força de polícia maior. Se os homens e as mulheres começam a brigar uns contra os outros, e começarem a apartar, com casais se divorciando, então, o governo pode justificar a extração de mais recursos do povo a fim de criar u’a maior força de trabalho de serviços sociais para cuidar de mulheres e crianças que estão agora à própria sorte.

E esse é o ponto que eu estou tentando atravessar aqui.

Os governos se beneficiam não pelas pessoas estando em paz umas com as outras, mas por elas estarem em guerra umas com as outras de alguma forma.

Claro, os governos podem se beneficiar a partir de muitas outras coisas também, mas o ponto aqui é este. Os governos claramente se beneficiam do que doravante simplesmente chamarei “desarmonia” – desarmonia social; como a criminalidade.

E porque os governos têm enorme poder em comparação com indivíduos normais, eles tenderão a usar esse poder para criar cada vez mais desarmonia social – com muito sucesso. Claro que eles vão fazer isso. Por que? Bem, porque os governos, e milhões de trabalhadores do governo, se beneficiam de desarmonia, e eles não vão usar sua enorme força coletiva para minar a si mesmos – o que a redução da “desarmonia” faria.

No mínimo, os trabalhadores do governo não querem perder o seu financiamento, seus empregos, sua segurança, suas pensões etc etc etc. E então eles precisam ser percebidos como necessários.

Melhor ainda para eles, são maiores impérios com maiores salários, e muito mais status e poder.

Afinal, a este respeito, eles são não são diferentes de qualquer outra pessoa!

E, coletivamente, por bem ou por mal, estes trabalhadores do governo podem criar, e criarão, a mais monumental força a fim de obter esses vários benefícios para si mesmos; uma força que as pessoas simplesmente não podem contrariar.

De fato, seria beirar o absurdo acreditar que um corpo tão enorme de funcionários do governo não iria exercer uma força na direção da que eles próprios iriam conseguir benefícios.

Afinal de contas, essas pessoas não são deuses. Eles são seres humanos!

Resumindo: esses trabalhadores do governo querem impérios maiores com maiores salários e pensões maiores. Eles querem mais status e mais poder. E, coletivamente, eles irão exercer uma força tão grande que ninguém pode realmente impedi-los de conseguir estas coisas; como demonstrou claramente o crescimento monumental no governo ao longo dos últimos 120 anos, mais ou menos no Ocidente. (Governos centrais têm crescido mais de cem vezes ao longo dos últimos 120 anos.)

Agora, visto que o objetivo principal das feministas é criar tanta desarmonia quanto possível entre homens e mulheres a fim de financiar seus próprios impérios, os governos simplesmente os amam; porque, lembre-se: para os governos, quanto mais desarmonia, melhor.

Então, retornemos à nossa sociedade super-simplificada, e vejamos o que acontece quando casais casados com crianças dentro deste lugar razoavelmente feliz começam mais frequentemente a se divorciar e se separar.

Bem, normalmente, os homens vão sair e viver do seu próprio jeito em algum lugar, mas eles vão continuar trabalhando. As mulheres, no entanto, terão que escolher alguma combinação de sair para o trabalho e ficar em casa com as crianças.

Se as mulheres decidem ficar em casa, então deve ser dada a elas uma fonte de renda pelo governo. Isto significa que o governo deve tirar dinheiro de outros para financiá-los. E, já, isto significa criar todo um sistema de leis que envolve advogados, juízes, administradores, assessores sociais, escritórios financeiros e vários sistemas burocráticos aliados.

Em outras palavras, divórcio e separação fornecem toda uma infinidade de benefícios para os governos e os seus trabalhadores.

Além disso, é claro, ninguém na população quer ver mulheres e crianças deixadas na miséria, e então o governo agora têm o benefício de mais algum apoio popular para seus esforços. Assim, o governo também ganha nesta contagem.

E, claro, as mulheres que são colocadas nesta posição com os seus filhos estão agora à mercê do governo.

Em outras palavras, eles se tornam dependentes do governo; o que também é ótimo para o governo.

“Se vocês mulheres não votarem em nós, então vocês terão um rendimento menor vindo do governo!”

Agora, claro, as mulheres que se divorciaram – se tiveram ou não filhos – podem em vez disso decidir sair para o trabalho; caso em que o governo ganha mais uma vez – porque agora tem mais trabalhadores de quem pode levar dinheiro através do sistema fiscal.

Em outras palavras, incentivar o divórcio e a separação é uma estratégia vencedora para o governo.

Na verdade, é um ganha-ganha de qualquer forma.

E, mais importante, isto continua a ser verdade se as mulheres têm filhos ou não, e se elas saem para trabalhar ou não. É a crescente divisão entre homens e mulheres que é a chave para a estratégia vencedora do governo.

Em resumo, portanto, o governo tem uma quantia enorme a ganhar aumentando o fosso entre homens e mulheres, porque isso permite que os trabalhadores do governo justifiquem a criação e o controle de muitos grandes impérios, eles podem mais facilmente extrair impostos mais elevados, eles podem tributar mais pessoas, eles podem fazer mais pessoas dependentes deles e eles podem ganhar eles mesmos algum apoio popular extra.

Mas isso é só o começo.

Muitos, muitos outros benefícios são revertidos para o governo quando as relações próximas entre homens e mulheres se esfacelam. Por exemplo, as consequências sociais negativas de não ter pais fortes em torno de seus filhos são positivamente enormes. Estas tendem a afetar mais diretamente os meninos, mas as repercussões reverberam em toda a sociedade – por décadas.

Por exemplo, os jovens – meninas e meninos – sem os pais em casa são muito mais propensos a…

… viver na pobreza e privação,… serem problemáticos na escola,… têm mais dificuldade em conviver com outras pessoas,… ter mais problemas de saúde,… sofrer de abuso físico, emocional e/ou sexual,… fugir de casa,… pegar doenças sexuais,… tornar-se pais adolescentes,… atentar contra a lei,… fumar, beber álcool e usar drogas,… matar aula,… serem expulsos da escola,… comportar-se violentamente,… desistir da educação em idade precoce,… fazer ajustes pobres para a idade adulta,… atingir pouco no caminho das qualificações,… experimentar o desemprego,… ter baixos rendimentos,… estar na assistência social,… serem moradores de rua,… ir para a cadeia,… sofrer de problemas emocionais e psicológicos de longo prazo,… envolver-se apenas em relações casuais,… ter filhos fora do casamento ou, de fato, fora de qualquer relacionamento estável.

Com efeito, uma cascata inteira de problemas sociais – ou seja, uma grande quantidade de “desarmonia” – é gerada pelos efeitos dos jovens não terem pais ao redor.

Mas, claramente, os governos se beneficiam fantasticamente disto; porque os governos podem usar estes enormes problemas para justificar aumentos ainda maiores em impostos e poder.

Afinal, as pessoas querem ser protegidas de todas as consequências sociais negativas da ausência do pai – e, claro, as próprias vítimas claramente poderiam fazer algo com um pouco de ajuda extra.

E então, os governos podem justificar (e, portanto, trapacear e extrair) muito mais dinheiro do povo a fim de adquirir mais policiais, mais guardas, mais oficiais, mais oficiais de bem-estar, mais advogados, juízes e outro pessoal de tribunal, mais psicólogos, psiquiatras, terapeutas, médicos, enfermeiros, assistentes sociais, educadores corretores e, com efeito, mesmo mais limpadores de rua! – e, claro, muitos, muitos mais burocratas para monitorar e de exercer o controle em todas estas áreas.

E os aumentos de impostos e o poder que os governos podem sugar para si mesmos como resultado destas consequências sociais negativas são realmente enormes.

E, se você não pode acreditar nisso, eu ainda não mencionei sequer todos aqueles advogados, juízes e burocratas que fazem parte do sistema de divórcio propriamente dito; juntamente com todos aqueles profissionais que têm de se envolver em questões relacionadas com a pensão alimentícia, guarda dos filhos e pensão alimentícia. Com efeito, mesmo se esquecermos todos os inúmeros problemas sociais e pessoais mencionados nos parágrafos anteriores, a própria indústria do divórcio é, hoje em dia, uma indústria multibilionária.

Além disso, é claro, no que respeita a vida nos anos posteriores, quebrar as relações entre homens e mulheres garante que as pessoas idosas e doentes sejam menos prováveis de receber ajuda de quem está perto delas, porque, muito simplesmente, menos pessoas acabam estando perto delas. E isso muitas vezes significa que essas pessoas vulneráveis ou são abandonadas para definhar sozinhas, ou elas são colocados em lares e hospitais – muitas vezes administrados pelo governo – onde os funcionários tendem a tratá-los com, no máximo, desinteresse clínico. (Na verdade, um relatório recente no Reino Unido declarou que os problemas mais comuns dos idosos derivam de solidão e de viver sozinhos.)

Assim, se pode resumir a situação da seguinte maneira.

Quebrar as relações entre homens e mulheres cria uma mina de ouro absoluta para o governo. Da infância à velhice, avarias de relacionamento causam numerosos problemas para toda a sociedade, mas dão origem a inúmeros benefícios para o governo.

Agora, tudo isso não é para dizer que tudo o que o governo faz é ruim – particularmente a nível micro.

De modo algum.

Por exemplo, é claramente o caso de que alguns homens e mulheres precisam ser mantidos longe um do outro. Precisamos realmente de nossos governos para ajudar as mulheres e as crianças que estão à própria sorte. Precisamos realmente de lares e hospitais para velhos e doentes. Precisamos de policiais e prisões. E assim por diante.

Mas isso não altera o fato de que quanto mais fazemos as relações entre homens e mulheres se quebrarem, mais o governo se beneficia. E se beneficia enormemente – conforme acima.

E você realmente teria que esticar sua credulidade para níveis ridículos para acreditar que milhões de trabalhadores que estão empregados pelo governo estão trabalhando diligentemente para destruir as enormes indústrias sociais/pessoais/jurídicas/financeiras das quais eles próprios têm tanto para ganhar.

Além disso, já vimos claramente os governos ocidentais – particularmente os governos de esquerda – usando seu enorme poder ao longo dos anos para incentivar os relacionamentos das pessoas a quebrar.

Com efeito, estes governos não deixaram quase pedra sobre pedra em sua busca para danificar os relacionamentos alheios.

Eles gastaram bilhões de dólares inundando a população com falsas estatísticas relativas ao “abuso de relacionamento” de vários tipos, com a linguagem jurídica sendo propositadamente distorcida para fazer parecer que as mulheres são perpetuamente violadas por homens de alguma forma.

Por exemplo, eles têm falsificado as definições dos vários tipos de “abuso” de tal forma absurda que, por exemplo, criticar a mãe de uma mulher hoje em dia pode ser visto como um ato de violência – “violência doméstica” -, chamar alguém de “querida” como um ato de assédio sexual, e engajar-se em sexo consensual é mais tarde um arrependimento como um ato de estupro.

(A idéia por trás de tudo isso é provocar tanto ódio contra os homens quanto medo dos homens, e isso também é projetado para encorajar tantas mulheres quanto possível para fazer falsas alegações de “abuso”).

Eles gastaram bilhões de dólares financiando numerosos grupos de vítima que parecem passar mais tempo dispensando propaganda anti-homem do que ajudando quaisquer supostas vítimas.

Eles têm se dedicado e/ou financiado inúmeras campanhas de mídia projetadas para retratar todos os homens como sendo prováveis de serem abusivos contra mulheres e crianças de alguma forma.

E os governos continuam a oferecer às mulheres inúmeros incentivos – financeiros e outros – para fazer falsas alegações.

Eles gastaram ainda mais bilhões no “bem-estar” para fazer os homens tão redundantes quanto possível quando se trata de mulheres e da família.

Eles têm degradado e feminizado propositadamente o sistema educacional para que nossos homens jovens alcançem muito menos educacionalmente do que nossas mulheres jovens – algo que frustra futuras relações em grande escala, dado que as mulheres tendem a preferir parceiros que têm mais instrução do que elas mesmas.

Eles têm estado discriminando homens no local de trabalho em todos os níveis (para reduzir o valor dos homens), sob o fundamento espúrio que as próprias mulheres estavam sendo injustamente discriminadas por homens.

Eles reduziram o salário dos homens em numerosos trabalhos controlados pelo governo simplesmente com o fundamento de que os homens tendem a ser atraídos para esses postos de trabalho mais ainda do que as mulheres são, e eles fizeram o inverso para aqueles trabalhos para que as mulheres tendem mais a ser atraídas. (O argumento ridículo que atualmente está sendo testado sobre a população é que “produtividade, trabalho duro e lucro são maneiras ‘antiquadas’ de avaliar o quanto alguém deve ser pago.”)

Eles corromperam a lei de tal forma que todos os homens estão agora à mercê de suas parceiras quando se trata de falsas acusações de “abuso”, questões de custódia de criança e pagamentos de pensão alimentícia ridiculamente altos – a idéia é seduzir mulheres a quebrar seus relacionamentos porque elas têm pouco a perder e, frequentemente, muito a ganhar fazendo isso – e, claro, fazer os homens temerosos de até mesmo embarcar em relacionamentos de longo prazo.

Eles corromperam o sistema de Justiça de tal forma, quando se trata das relações entre homens e crianças, que agora é extremamente desaconselhável para homens terem alguma coisa a ver com crianças.

E, nas nossas escolas, as crianças mesmo com oito anos de idade estão sendo doutrinadas com o absurdo de inspiração feminista de que os homens têm oprimido as mulheres há milhares de anos.

Na verdade, agora também sendo argumentado – com muito sucesso – que pessoas íntimas deveriam tratar umas às outras como se fossem estranhos. Por exemplo, Estupro Estranho agora é dito ser tão mau como o Estupro de Relacionamento. Fotografar seu próprio filho sendo amamentado, se diz que é produzir pornografia infantil. E por aí vai.

E parece-me bastante claro para mim que o objetivo final é forçar as pessoas a tratar umas às outras como se fossem estranhos por colocá-las em algum tipo de risco jurídico significativo se elas não o fizerem. Até mesmo um professor de música que coloca as mãos de uma criança corretamente no instrumento agora corre o risco de suspensão de trabalho e de alegações de abuso.

A idéia é cortar, ou manchar com desconfiança, qualquer proximidade – não importa quão pequena – que possa existir entre as pessoas.

Na verdade, eu não penso em qualquer lei decretada nas últimas três décadas que impacta nos relacionamentos próximos das pessoas – diretamente ou indiretamente – que não tenha sido projetada para incentivar que essas relações se rompam.

E, essencialmente, os governos têm estado quebrando os relacionamentos entre as pessoas para que eles possam abrir caminho a cotoveladas cada vez mais profundamente dentro das conexões – sociais, pessoais e financeiras – que uma vez ligaram as pessoas.

Além disso, para quem fica de pé a olhar para a imagem global que tem estado surgindo ao longo das últimas décadas, duas coisas tornam-se muito claras.

Em primeiro lugar, os motivos dos trabalhadores do governo nesta área tem muito pouco a ver com o aumento do bem-estar das pessoas. Pelo contrário, esses motivos são muitas vezes maliciosos, e eles têm a ver principalmente com os trabalhadores do governo pretendendo servir-se de alguma forma causando “desarmonia”; com a frase “dividir e governar” encapsulando muito do que está acontecendo.

(Na verdade, só se tem que olhar para como os governos ocidentais têm estado na vanguarda de incentivar a ausência do pai – e, daí, os inúmeros problemas sociais consequentes mencionados acima – nas últimas quatro décadas para ver quão maliciosos eles têm sido.)

Em segundo lugar, os governos ocidentais estão agora tão grandes (empregando diretamente ou indiretamente cerca de 20% de toda a população) que os trabalhadores do governo agora representam, eles próprios, a mais enorme força política para o “grande governo”; que, essencialmente, significa um governo de esquerda. Como tal, nós realmente já não vivemos em “democracias”.

Por exemplo, quando os políticos de esquerda dos EUA como Joe Biden bombeiam bilhões de dólares em grupos associados com a VAWA [a Lei Maria da Penha estadunidense], ele não está só entregando enormes quantidades de dinheiro a serviços que fornecem auxílio às vítimas de violência doméstica. Ele está, na verdade, distribuindo este dinheiro para numerosos grupos de trabalhadores do governo ao longo dos Estados Unidos que dependem deste dinheiro para seus empregos e suas pensões, e que, sem surpresa, darão seu apoio político a Joe Biden.

E, claro, há milhões de outros funcionários públicos (professores da educação básica, assistentes sociais, acadêmicos, etc etc) que também vão apoiar o governo de esquerda precisamente pelas mesmas razões de autosserviço.

(Apenas para um exemplo, muitos acadêmicos que dependem de financiamento do governo vão angariar provas para dar suporte ao ponto de vista do governo, ou seu financiamento vai sumir.)

E, tão importante quanto isso, esses milhões de trabalhadores também fornecerão e promoverão a propaganda política que é projetada para servir a eles mesmos; com estes trabalhadores do governo agora tão entranhado em quase todas as áreas da vida que sua propaganda hoje em dia se derrama nas mentes da população de quase todas as fontes de informação imagináveis – mesmo na escola.

(Além disso, é claro, muitos bilhões destes dólares vão diretamente na prestação de assistência social de algum tipo; garantindo assim que milhões de pessoas que se beneficiam com isto irão votar no governo de esquerda.)

O resultado é que a população está, na maioria, muito fortemente infectada hoje em dia com a visão de que as políticas que promovem governo maior e mais poderoso são as melhores políticas para as pessoas; e então, claro, as pessoas tendem a votar neles.

Mas as pessoas estão sendo enganadas, porque não está sendo dita a verdade a elas. Elas estão sendo inundadas com propaganda de autosserviço de muitas fontes de autosserviço, e a evidência de que estas fontes estão enganando a elas em várias frentes e de muitas maneiras, é simplesmente irrefutável.

Mas quem pode se opor a esta enorme besta do governo? Este organismo que se serve?

Afinal, o governo tem centenas de bilhões de dólares à sua disposição – todos os anos -, vastos impérios burocráticos que invadem cada canto de nossas vidas, e milhões de pessoas organizadas trabalhando para ele. Além disso, é o governo que faz as leis.

Então, quem pode competir com ele?

E quem pode competir com os vastos recursos do governo, quando se trata de “debater as questões” e colocar um determinado ponto de vista?

Bem, não há nenhum outro organismo que chegue perto de ser capaz de competir com esta besta governamental.

Cem anos atrás, os governos ocidentais eram realmente muito pequenos quando comparados com hoje. E, frouxamente falando, a direita representava os ricos e o número crescente de poderosos industriais e empresários, e a esquerda representava os trabalhadores comuns e os pobres.

Os da direita consideravam que o povo estaria melhor servido permitindo-lhes continuar com o trabalho de criação de riqueza e poder, enquanto os da esquerda consideravam que o governo deveria intervir mais diretamente, e mais frequentemente, para ajudar aqueles que eram os mais necessitados.

Traduzido para o mundo de hoje, isso pode ser vagamente descrito como as empresas grandes e poderosas sendo representadas por aqueles da direita, e as pessoas comuns sendo representadas por aqueles da esquerda.

Mas os tempos mudaram de forma completamente dramática desde aqueles dias distantes; e agora há um garoto novo no quarteirão.

O próprio governo.

E esse garoto novo agora é muito mais poderoso do que “os negócios” ou “o povo” – por um caminho muito longo.

Com efeito, não só esse garoto novo tem o poder dos músculos, o poder organizacional, o poder financeiro e o poder legal para conseguir o que ele quer, ele também tem o poder de propaganda para convencer as pessoas de seu ponto de vista.

E é absolutamente evidente que esse garoto novo tem usado este enorme poder para servir a si mesmo.

Basta dar uma olhada para como os governos ocidentais têm crescido ao longo dos últimos 100 anos – ou até mesmo nos últimos 10 anos. Olhe para a crescente tomada de imposto. Olha para os números crescentes de pessoas empregadas pelo governo. Veja os milhares e milhares de leis, regulamentos, restrições e diretivas que anualmente são impostos pelos governos ocidentais sobre seus próprios povos.

Estes governos só crescem e crescem e crescem – não só em termos de tamanho, mas também em termos de poder e riqueza. E eles estão se infiltrando em todos os aspectos da vida das pessoas; controlando, acompanhando, regulando, dirigindo, estipulando, coagindo – sempre em uma medida cada vez maior.

Mas quem pode detê-los?

Por exemplo, quem pode competir com os bilhões de dólares que os esquerdistas Joe Bidens deste mundo derrama sobre causas de esquerda, empregos de esquerda, benefícios de esquerda e, portanto, em propaganda de esquerda e votos de esquerda para um governo ainda maior?

Quem tem o dinheiro para competir com isso?

Ninguém e nenhuma organização, tem uma esperança de competir com tal força.

Com efeito, e por exemplo, apesar do fato de que os estadunidenses são famosos no mundo inteiro por sua crença quase maníaco no governo pequeno e na liberdade individual, isto não parou seu governo federal de crescer e crescer e, com efeito, de andar sempre em cima deles.

E a razão para isto é porque os governos ocidentais têm se tornado demasiado poderosos.

Mas quem pode ser surpreendido por isso, dado que milhões de trabalhadores do governo com enormes recursos e milhões de destinatários de benefícios tenderão a promover seus próprios interesses, em vez daqueles dos “negócios” ou do “povo”?

Cem anos atrás, era tudo diferente.

A tomada de impostos do governo era minúscula, as regras e regulamentos eram poucos e os números de funcionários públicos e os destinatários de benefícios foram ambos pequenos e assim, por exemplo, quando o governo distribuiu dinheiro para seus próprios trabalhadores para prosseguir uma agenda ou outra, os esforços destes trabalhadores, sua capacidade de influenciar as pessoas e o número de votos que os próprios trabalhadores do governo foram capazes de lançar em eleições eram todos relativamente pequenas em comparação com o que o “povo” poderia fazer nessas áreas.

Mas agora, esses trabalhadores do governo tem cerca de 20% dos votos, e eles também têm recursos que são absolutamente inatacáveis.

Com efeito, para rufar os tambores para este ponto, apenas imagine se você tivesse 1 bilhão de dólares anualmente para distribuir a quem desejar. E, além disso, imagine que, anualmente, você distribuiu este 1 bilhão de dólares para pessoas cujo trabalho apoiou um grupo ativista. Você certamente pode imaginar quão grande seria o impacto que este grupo ativista então seria capaz de fazer, do outro lado do país.

Apenas 1 bilhão de dólares vão fazer!

Mas os Joe Bidens deste mundo de hoje em dia distribuem bilhões de dólares anualmente para trabalhadores do governo e para destinatários de benefícios que são obrigados a apoiar “o governo” a fim de se beneficiarem.

E o resultado tem sido de que os governos ocidentais têm sido capazes, com muito sucesso, de enganar o público em acreditar – e “votar” – naquelas ideias e noções que, na verdade, são na maior parte em benefício para o governo, em vez de benefício para o povo; a quebra proposital de relacionamentos sendo apenas um exemplo disso.

Com efeito, quando se trata de questões dos homens, já vimos os governos ocidentais de todos os quadrantes mentindo, falsificando, enganando, ignorando, bloqueando e trapaceando em tantas áreas – sempre no sentido de causar mais problemas para homens, mulheres e crianças, quando se trata de seus relacionamentos – que é simplesmente impossível escapar à conclusão de que danificar relacionamentos alheios é um objetivo principal dos governos ocidentais.

E a razão para isto é muito clara.

Como já mencionei anteriormente em relação a nossa sociedade idílica fictícia, prejudicar as relações entre as pessoas cria uma mina de ouro absoluta para os governos ocidentais. É uma vitória de jackpot de loteria perpétua.

E, claro, há muitas outras maneiras através das quais os governos podem incentivar relações a se romperer – formas que vão além daquelas que têm a ver com estreitar as relações pessoais.

Por exemplo, incentivar a imigração excessiva faz com que as relações no seio das comunidades tornem-se muito mais tênues e incertas. E, claro, o governo se beneficiará com isto como resultado da crescente desarmonia e insegurança que isso causa. Além disso, o governo irá se beneficiar se os imigrantes são produtivos ou destrutivos. Se eles são produtivos, o governo obtém mais dólares de impostos. Se eles são destrutivos, o governo pode justificar mais impostos e mais poder para lidar com os problemas que se seguiram.

Assim, a imigração excessiva também é ganha-ganha de qualquer forma para o governo.

A idéia toda é, claramente, quebrar pedaços tanto quanto possível qualquer senso forte de coesão e/ou de segurança que as pessoas podem ter umas com as outras.

Com efeito, as maneiras em que este perpétuo jackpot de loteria pode ser coletado é tornar-se cada vez mais reconhecido e apreciado pelos governos em todo o mundo – é por isso que o feminismo, e a política feminista, está agora sendo retomado tão avidamente por eles – e tão rapidamente.

E outra vez, você pode ouvir um político promovendo alguma noção nova inspirada no feminismo nos Estados Unidos na segunda, e na quarta-feira, a mesma noção está sendo proposta por outro político em algum lugar na Europa ou na Ásia.

E isto é porque os ativistas e políticos experientes sabem muito bem de fato de onde vem o seu poder. E milhões deles, agora, sabem que cada noção – cada regra, regulamento, política ou lei – que incentiva relacionamentos alheios a quebrar sempre lhes traz benefícios adicionais; considerando que qualquer coisa que vai incentivar as pessoas a ficar perto uma da outra é provável de empurrar o governo – e, daí, empregos do governo – para fora da janela.

Um bom exemplo disto pode ser visto em minha peça intitulada Feministas Destroem o Planeta em que é de notar que o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, introduziu um grande número de condições para ajudar a reduzir as emissões de carbono a fim de combater o aquecimento global – alegadamente, “a questão mais importante dos nossos tempos” -, mas nem uma vez ele aborda o fato de que a tendência crescente para as pessoas a viverem sozinhas está tendo um grande impacto negativo sobre o meio ambiente – em muitos aspectos, não só através de emissões de carbono resultantes maiores.

E a razão por que Gordon Brown não vai fazer nada para incentivar as pessoas a viverem juntas – através de sua retórica ou através de suas políticas – é porque ele sabe muito bem que quanto mais pessoas vivem firmemente juntos, menos elas vão querer o governo.

E, claramente, esse querer governo é muito mais importante para ele do que aquilo que ele próprio alegou ser “a questão mais importante dos nossos tempos”.

Certamente não poderia ser mais claro. Manter a tendência crescente para que as pessoas vivam separados é realmente mais importante para Gordon Brown que reduzir as emissões de carbono – apesar de toda a sua retórica sobre o último ser uma questão de importância de escala planetária.

E isso certamente deve dar a você alguma idéia do quão importante para os governos ocidentais realmente é a quebra de relacionamentos da população.

Na verdade, os políticos ocidentais e milhões de trabalhadores do governo ficariam horrorizados se as pessoas começassem a se dar muito bem umas com as outras.

E esta é a verdadeira razão por que os governos ocidentais amam o feminismo.

É o martelo perfeito para desfazer os relacionamentos alheios.

Em Resumo:

1. Romper relacionamento é uma mina de ouro para o governo e para os trabalhadores do governo. Feminismo é, portanto, uma ideologia que serve aos interesses dos governos ocidentais e dos seus trabalhadores muito bem, de fato.

2. Os governos são agora extremamente poderosos, com políticos capazes de dar bilhões de dólares todos os anos para milhões de trabalhadores do governo que vão estar muito interessados em promover seus próprios serviços – o que eles serão capazes de fazer com muito sucesso – particularmente se adotarem o objetivo principal das feministas de quebrar os relacionamentos alheios.

3. É inconcebível que estes trabalhadores do governo não usarão sua influência enorme para se servirem.

4. É absolutamente inegável que os governos ocidentais e os trabalhadores do governo têm, ao longo dos anos, derramado uma enorme quantidade de sua energia e gasto bilhões de dólares dos nossos recursos, na criação e promoção de leis, políticas e propaganda que são especificamente projetadas para tornar as relações pessoais próximas difíceis de criar e difíceis de manter.

De fato, a atual vice-líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Harriet Harman, declarou abertamente que o casamento é “irrelevante” para políticas públicas, e na verdade, ela descreveu altas taxas de avarias de relacionamento como “desenvolvimento positivo”. (Como a maioria das feministas, ela acredita que relações estáveis entre gêneros oprimem as mulheres.)

E a única conclusão realista que alguém pode fazer é que, quando se trata de relacionamentos da população, os governos ocidentais e os trabalhadores do governo estão propositadamente procurando danificar esses relacionamentos tanto quanto possível.

NOTAS FINAIS:

1. As pessoas frequentemente acham difícil acreditar que os funcionários do governo poderiam ser tão maliciosos em relação a seu próprio povo apoiando políticas e noções que irão prejudicá-los.

E há duas coisas a dizer sobre isso.

Em primeiro lugar, não há dúvida em minha própria mente que muitas das pessoas no topo do governo e no topo de departamentos governamentais são maliciosas – friamente, insensivelmente maliciosas. E eles frequentemente sabem muito bem que o que estão fazendo é prejudicar o seu próprio povo. Mas isto é sem significado real para eles. Em outras palavras, eles não se importam. Sua única preocupação é servir-se de alguma forma.

Um bom exemplo disso é a maneira em que muitos políticos e funcionários do governo – que deviam saber melhor – têm evitado discutir a questão da ausência do pai por tanto tempo apesar do tributo pesado que ele claramente tem tomado de tantas pessoas e da sociedade como um todo.

Esse tributo pesado claramente não importa para essas pessoas.

E por que deveria? Afinal, isso lhes dá empregos, dinheiro, pensões etc etc etc

Outro exemplo seria a maneira em que educadores têm escolhido ao longo dos anos ensinar as crianças a ler usando um dos métodos mais ineficientes imagináveis – um método que estava conhecidamente colocando em desvantagem tanto os nossos meninos quanto as nossas meninas quando chegou à leitura, mas que também estava conhecidamente colocando em desvantagem os meninos muito mais.

É inconcebível para mim que educadores nos escalões mais elevados não estavam cientes da degradação em habilidades de leitura que estava ocorrendo ao longo dos anos devido à utilização de métodos de ensino ineficientes (ou seja, a degradação em curso foi sendo encoberta) e também é inconcebível para mim que eles não estavam cientes de que seus métodos de ensino eram, na verdade, ineficientes; particularmente para os meninos.

Na minha opinião, o método de ensino de leitura – juntamente com uma série de outras iniciativas educacionais que tiveram lugar ao longo dos anos, em detrimento dos meninos – foi realmente projetado para minar o progresso educacional dos meninos em relação às meninas.

E se isso é difícil de acreditar, então, por favor, tenha em mente que esses mesmos educadores, que foram durante décadas tão preocupados com a falta de modelos de papeis femininos no local de trabalho, agora estão dizendo que modelos de papeis para meninos no cenário educacional (por exemplo, ter mais professores homens nas escolas) são sem importância afinal.

Além disso, aqui no Reino Unido, tivemos tanto políticos de esquerda quanto professores de esquerda recentemente dizendo que nada deveria ser feito para ajudar nossos rapazes a alcançar as meninas. Até mesmo a assim chamada Comissão de Igualdade de Oportunidades está dizendo isto; por exemplo, veja isto no Times, “Parem de ajudar os rapazes, diz Vigilância da Igualdade”.

E a pergunta que eu continuo me fazendo é que quantas provas mais serão necessárias antes de acordar as pessoas para o fato de que os governos ocidentais – particularmente os governos de esquerda – estão fazendo tudo o que podem para minar as suas próprias sociedades – particularmente seus próprios homens – e que eles estão fazendo isso para beneficiar a si mesmos.

Agora, eu poderia dar a você muitos mais exemplos que – na minha opinião pelo menos – fornecem uma prova incontestável de que muitas dessas pessoas que trabalham para o governo são maliciosos e egoístas, mas acho que vou parar por aqui, e apenas salientar que a falta de preocupação dos governos ocidentais com a ausência do pai e com a educação pobre dos meninos não pode ser descrita como algo diferente de “mal-intencionada” quando se trata de avaliar suas atitudes verdadeiras em relação ao “povo”.

Além disso, o custo para nós todos de não fazer nada para resolver estes dois problemas específicos equivale a centenas de bilhões de dólares anualmente em todo o mundo ocidental, e isso equivale a uma enorme quantidade de infelicidade para milhões de pessoas.

Os governos, no entanto, se beneficia enormemente dessas coisas. E aqueles no topo sabem muito bem que este é o caso.

(Para mais uma prova de que os trabalhadores do governo são muitas vezes enganadores e maliciosos, veja minha obra intitulada “Não os Respeite”.)

Em segundo lugar, também é quase certamente verdade que a grande maioria dos “trabalhadores do governo” não tem idéia de que mal podem estar causando ao povo por apoiar e promover o “governo” – particularmente governo corrupto, o que é o que na maioria das vezes parece que temos hoje em dia. Suas visões tendem a ser muito restritas, e eles tendem a saber apenas o que eles precisam saber para fazer seus próprios trabalhos em particular.

No entanto, também existirão centenas de milhares de trabalhadores nas fileiras superiores que só vão empurrar um pouco aqui e um pouco ali para obter algumas vantagens para si próprios.

Por exemplo, oficiais superiores da polícia vão querer impressionar seus governantes políticos ganhando tantas condenações por estupro quanto possível. Eles vão querer ganhar mais pontos proclamando aqui e acolá que mais deve ser feito para pegar mais estupradores. E eles pedirão para sempre por mais e mais recursos.

E os policiais não vão admitir abertamente ao público o fato de que, na prática, a maioria das alegações de estupro feitas a eles são realmente falsas; porque fazer isso prejudicaria suas próprias posições.

E então, em todo o mundo ocidental, com milhares de oficiais de polícia querendo impressionar seus mestres, e com milhares querendo mais recursos para seus departamentos, o efeito deles empurrar um pouco aqui e um pouco ali (por exemplo, exagerar, deturpar os fatos etc etc) sempre no sentido de querer um pouco mais para si mesmos, equivale a uma força muito grande na verdade.

E esta grande força pode ser tão prejudicial para a sociedade como um todo, ou a um determinado grupo dentro dela, que a sua natureza pode ser muito “maliciosa” mesmo que os indivíduos que estão criando esta força (neste caso, policiais sênior) não estejam necessariamente com a intenção de ser maliciosos. Eles podem simplesmente estar servindo a si mesmos, digamos, colocando um certo giro sobre várias questões.

Mas é isso que acontece em todos os departamentos do governo.

As pessoas que os dirigem querem mais dinheiro, mais poder, mais influência, mais segurança, mais status, mais respeito e mais clientes potenciais. E então, claro, eles tenderão a fazer o máximo que puderem para alcançar estas coisas.

E então, muito claramente, as forças mal-intencionadas que podem surgir do governo podem ser fantasticamente enormes em seu impacto, apesar de que a maioria dos indivíduos que criaram estas forças não estava pretendendo ser maliciosa. Eles só estavam a tentar, digamos, promover suas próprias ambições pessoais – o que é algo que todos nós fazemos.

Em resumo: haverá aqueles no topo que estão bem conscientes do dano que estão causando às pessoas, por exemplo, incentivando conscientemente a ausência do pai (ou seja, são maliciosos), mas também haverá centenas de milhares de pessoas, ligeiramente mais abaixo na cadeia, que vão estar empurrando um pouco aqui e ali na mesma direção (incentivando a ausência do pai) simplesmente para manter seus impérios – os impérios que as pessoas mal-intencionadas acima estão promovendo e financiando.

E o resultado é uma força muito grande que é muito decididamente maliciosa.

2. Minha própria opinião é que se dermos uma olhada no poder atualmente sendo empunhado pelo governo, pelo negócio e pelo “povo” neste momento no tempo, veremos que “o povo” tem uma voz muito pequena – com “os homens” não tendo quase nenhuma voz afinal. E o gráfico a seguir provavelmente representa muito melhor do que o gráfico acima como as forças destes três grupos atualmente são correspondidas.

O governo agora tem a voz maior, e as pessoas têm a menor. (Por razões de simplificação, não mencionei a grande mídia mas, em geral, a saída da mídia é ainda muito fortemente ideologizada e restrita pelo governo e pelos negócios.)

Agora, dado que o governo serve principalmente a si mesmo, e dado que o governo tem recursos praticamente inexpugnáveis com os quais fazer isso, e dado que há, claramente, tanto mais que governo pode ganhar (e manter) quebrando continuamente os relacionamentos das pessoas, e tendo em conta que agora temos tantas provas irrefutáveis demonstrando claramente que os governos ocidentais estão, na verdade, fazendo seu melhor em muitas frentes para quebrar os relacionamentos das pessoas (um “desenvolvimento positivo”, de acordo com Harriet Harman) me parece que as pessoas devem fazer o seu melhor para minar o poder do governo.

E a maneira mais simples de fazer isso é apoiar apenas aqueles políticos que prometem escancaradamente reduzir a carga tributária e opor-se com mais veemência aos políticos que são susceptíveis de aumentá-la.

Isto normalmente significa apoiar a direita ao invés da esquerda, mas, infelizmente, a questão não é tão simples, porque os tempos realmente mudaram. E existem hoje em dia muito poucos políticos, com efeito, que têm muita preocupação com “o povo”. Os da esquerda são, a meu ver, em sua maioria corruptos – sempre buscando dar poder a si mesmos e seus comparsas através da expansão e do fortalecimento do governo independentemente do custo para as pessoas – e os da direita estão muitas vezes apelando aos desejos de grandes corporações e empresas poderosas. E então já não há mais qualquer voz forte dentro dos círculos do governo que representa pessoas reais, comuns.

E talvez a parte mais preocupante disso tudo é que qualquer político – de esquerda ou de direita – quem se atreva a defender “o povo” de qualquer forma significativa será empurrado rapidamente para relativa obscuridade pelos outros políticos que receberão apoio maciço dos quebradores muito poderosos cuja única preocupação é promover os interesses de grandes empresas ou do grande governo.

E então, apesar de tudo, me parece que não há nenhuma representação real do “povo” dentro do governo (e certamente não há nenhuma representação dos “homens” dentro dele) e, além disso, que qualquer representação do “povo” que ocorra fora do governo está atolada hoje em dia principalmente pela enorme quantidade de propaganda interesseira (particularmente de trabalhadores do governo) que se derrama a favor do “grande governo”.

E, infelizmente para nós, esse dilúvio de propaganda interesseira é proveniente de pessoas que se beneficiam muito generosamente do fato de romper e minar os relacionamentos das pessoas – e, de fato, por colocá-las umas contra as outras.

Sua estratégia global é, bem claramente, “dividir e governar”…

… o que é um dos mais antigos e um dos mais eficazes truques a ser encontrados no manual daqueles que desejam se empoderar à custa dos outros.


Angry Harry é um ativista veterano pelos direitos dos homens.

Artigo original, em inglês: http://www.angryharry.com/esWhyGovernmentsLoveFeminism.htm

Abigail Pereira Aranha é uma blogueira anti-feminista, ativa há quase uma década. Ela escreve sobre política, sociedade, e entretenimento adulto – ou putaria, como ela mesma gosta de dizer.

Artigo traduzido por Abigail Pereira Aranha, no blog A Vez dos Homens que Prestam (18+): http://avezdoshomens.blogspot.com.br/2015/10/por-que-os-governos-amam-o-feminismo.html?zx=2875fe16697088d6 (18+)

título é um baita chamariz. Mas a verdade é que isso é algo que realmente acontece. Alguém pinta a Real como o grupo do Lobo Mau, e logo aparece um “metedor de real” fazendo proselitismo, como se o crítico fosse dizer “oh! agora eu vi a luz”, e apagasse o texto.

Não seja mais um desses.

diagrama, em caso de dificuldade em interpretar textos.

Tem nego que hoje é popular por ter criticado a real, simplesmente porque realistas burros vão lá dar atenção e discutir as mesmas ladainhas de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, ad nauseam. E o que é pior, perdem a paciência e acabam sendo grosseiros – o que é tudo o que o chato quer, pra poder se vitimizar.

Isso não vai resolver a desavença com os realistas, não ajuda a real em nada, não ajuda você mesmo em nada. Mas o tal crítico, esse ganha atenção de todos os lados (realistas, não realistas e anti-realistas). Daqui a pouco o cara tem dez mil seguidores, tudo graças a um bando de manés que tratam a real como se fosse religião fundamentalista, e tudo o que o tal “crítico” precisou fazer foi dar ctrl+c ctrl+v na mesma chatice, repetidamente. E isso quando existem dezenas de textos na real alertando sobre se deixar ser manipulado.

Críticas devem ser ouvidas e analisadas

porque certamente nem a real nem os membros deste grupo são perfeitos e infalíveis, mas quem quer participar de debates, tem que saber diferenciar uma crítica válida de uma iscaTrolls e attention whores não se importam se a atenção dada a eles é boa ou ruim. De fato, eles dependem de alguém pra retrucá-los, para o eles que fazem ganhar força. O modo eficiente de se lidar com eles é dar nenhuma atenção.


O texto acima coloca os realistas como protagonistas, mas ele pode ser aplicado a qualquer grupo, em diversas situações: perder tempo refutando chavões retardados de feministas, afronazistas, zés droguinhas e gayzistas, alimentar criadores de picuinha entre católicos e protestantes, etc. 

A vida é muito curta para se perder tempo com paspalhos ativistas, caçadores de fama e desocupados. 

E você se pergunta porque a sociedade está no buraco, e moralmente falida…

Durante suas visitas aos Estados Unidos no final dos anos setenta, Foucault ficou fascinado pelo panorama homossexual de San Francisco com suas termas, bares gay, correntes, chicotes e rituais sadomasoquistas. O sadomasoquismo em especial representava o que Foucault chamou uma “experiência-limite”, uma situação-limite existencialista na qual as forças vitalistas do ego poderiam livrar-se da “falsificação do prazer através do sexo eminentemente genital”. Foucault veio a acreditar no que Artaud discutira nos anos quarenta, que “o corpo humano é uma bateria elétrica cujas descargas foram castradas e reprimidas” por tabus civilizados. Isso incluía o toma-lá-dá-cá da dor como um ritual sexual no qual, a experiência de extremo sofrimento nos indica as fronteiras do comportamento humano”. Sob o chicote ou as pulseiras de ferro o corpo inteiro se torna um campo energizado para um “jogo da verdade” nietzschiano. […] Ao constatar que havia contraído AIDS como consequência de sua busca de perversão sexual, Foucault também deduziu que essa era apenas outra experiência-limite: o sexo como uma forma de morte, assim como também o poder de conceder a morte a outro através do sexo.

«Durante pelo menos dois anos após ter contraído AIDS (de 1982 a 1984), Michel Foucault continuou frequentando os vários locais de orgia gay, transmitindo intencionalmente a doença para seus parceiros anônimos. “Estamos inventando prazeres novos além do sexo”, falou Foucault a um entrevistador – nesse caso em particular, o sexo como assassinato.”» (Arthur Herman, A ideia de decadência na história ocidental. Record, 1999, p. 370-371)

«Michel Foucault se autoproclamou pedófilo» (Thomas E. Schmidt, La homosexualidad: compasión y claridad en el debate. Editorial Clie, 2008, p. 64)

«Foucault se opôs à criminalização do estupro.» (Terry Eagleton, A ideologia da estética. Jorge Zahar editor, 1993, p.284)

«Foucault defendia a descriminalização de todo tipo de sexo, incluindo o incesto, a pedofilia e o estupro.» (James Miller & Jim Miller, The Passion of Michel Foucault. Harvard University Press, 2000)

«Foucault via a experiência da AIDS como desdobramento da experiência orgiástica. Morrer de tanto prazer. […] O sexo como valor supremo da existência, cujo heroísmo pode ser mensurado pela busca do prazer ilimitado. O ilimitado é inatingível, conferindo valor ao signo que se arrisca nas escarpas da transgressão, buscando desfazer-se de seu ser letra, tornando-se corpo significante, corpo suporte, corpo em pedaços, à caça de sensações cada vez mais intensas, em busca do êxtase infinito, final, fatal.» (André Queiroz & Nina Velasco e Cruz, Foucault hoje? – Rio de Janeiro: 7Letras, 2007, p. 182-183)

«Michel Foucault acreditava que era mais factível encontrar a emancipação moral e política apedrejando policiais, frequentando banhos gays de São Francisco ou os clubes sadomasoquistas de Paris, do que nos bancos escolares ou nas urnas eleitorais. E em sua paranoica denúncia dos estratagemas de que segundo ele se valia o poder para submeter a opinião pública aos seus ditames, negou até o final a realidade da AIDS, a doença que o matou, considerando-o como uma fraude a mais do establishment e dos seus agentes para aterrorizar os cidadãos, impondo-lhes a repressão sexual. » (Mario Vargas Llosa, Breve discurso sobre a cultura, Revista Dicta&Contradicta, n.6)

«Foucault propunha a total renúncia às noções de razão e desrazão, de verdade e falsidade, e até mesmo do ser humano enquanto ser espiritual e mental. » (Arthur Herman, A ideia de decadência na história ocidental.Record, 1999, p.364)

«A transvaloração dos valores de Nietzsche se tornou para Foucault um programa infinito de “transgressão”, a declaração de uma guerra contra a sociedade por meio da celebração do crime e da perversão sexual. » (Arthur Herman, A ideia de decadência na história ocidental. Record, 1999, p. 366-367)

«Foucault dizia: “Não existe o corpo natural, inclusive seus atributos biológicos se criam através de discursos científicos e outros discursos sociais.”» (Mónica Cevedio, Arquitectura y género: espacio público-espacio privado. Icaria Editorial, 2003, p. 18)

Para Foucault, «o poder moderno a respeito da vida, o “bio-poder”, consiste da opressão de corpos individuais e do comando de populações, ambos se ligando em prol da normatização da reprodução». «A gestão da via se reveste de todo um aparato político. A defesa da vida enquanto tal, como fazem os movimentos contra o aborto, encobre outros desígnios; afinal o controle do corpo das mulheres e da procriação, que produzem a hierarquia e a assimetria política entre os sexos, técnica de controle das populações.» (Cf. Alfredo Veiga Neto & Margareth Rago, Para uma vida não-fascista. Autêntica, 2013, p. 390; Michel Foucault, Microfísica do poder)


Com esse tipo de “pensador” como modelo universitário, não é de se admirar que cada vez mais as universidades se tornem um aglomerado de pseudo-intelectuais vitimistas, amantes do relativismo e da liberdade irresponsável. Quando se inverte os valores morais da sociedade, ela passa a ser governada pela escumalha.

O problema é que esse tipo de lixo encontra saída por conta de uma falha na educação que ocorre em casa, que é a pregação de permissividade e tolerância ao ponto da conivência, e não ensinar ao jovem como lidar com pressão social. Como resultado, para não se sentir excluído, ele acaba cedendo ao assédio dos grupinhos de mentecaptos que aceitam cegamente tudo o que seu professor marxista prega.

O modo de combater esse tipo de “educação”, é não dourar a pílula em casa, e informar ao jovem, com que corja de filhos da puta degenerados ele terá que conviver no ensino médio e superior.

Esclarecimento: devido à taxa monumental de analfabetismo funcional, inveja, e imbecilidade, convém elucidar que o texto não faz, em nenhum momento, apologia à cafajestagem masculina. 


Por: The Truth.

Os homens e as mulheres valorizam coisas diferentes e essas diferenças não são culturais. As feministas jamais entenderão isso. Essas diferenças são um fardo para muitas mulheres? Sim, elas são, mas elas existem. O sonho de todo o homem é ser amado sem precisar fazer nada. Mas o homem sem trabalho e sem dinheiro é insuportável para a mulher. Mas isso é um padrão da natureza feminina. Não é cultural.

O feminismo fracassou em tentar negar as diferenças naturais. Essas diferenças estão em todo lugar. As mulheres geralmente explicam essas diferenças de maneira desonesta. A mulher que deseja um homem rico está exercitando uma liberdade de escolha, mas o homem que deseja uma mulher virgem é machista. Ambos são padrões naturais, mas os padrões naturais femininos são sempre relativizados positivamente. A liberdade de escolha feminina surpreendentemente sempre aponta para o mesmo padrão. As mulheres livres desejam homens poderosos e raramente contradizem esse perfil.

A questão do sexo casual é a mesma coisa. O homem faz sexo casual porque sabe que esse comportamento é tolerado pelas mulheres. As mulheres possuem o direito de criticar isso. Elas podem taxar os homens promíscuos de safados, vulgares e imprestáveis para relacionamento sério e tudo mais, mas elas não fazem isso. Mas elas não fazem isso, não é porque elas são excessivamente humanistas. Elas não fazem isso simplesmente porque são governadas pelos instintos e são incapazes de controlá-los de modo eficaz.

As mulheres sentem atração irresistível pelo poder do homem. Isso seria mentira se os homens promíscuos fossem boicotados. Isso seria mentira se os ricos, famosos e cafajestes não conseguissem êxitos amorosos depois de anos de promiscuidade. A dinâmica social atual prova que as mulheres são incapazes de boicotar os homens poderosos. Apesar de tudo, esses homens continuam sendo valorizados pelas mulheres. Por que as mulheres não boicotam esses caras? Elas não conseguem. Elas são incapazes disso.

A imoralidade masculina é incentivada pela languidez de caráter das mulheres. Quanto mais fraca a moralidade feminina é, mais canalhas os homens ficam. E a verdade é que os canalhas são quase sempre perdoados, desde que eles tenham muito poder. E esse poder pode ser traduzido em riquezas, fama e corpo musculoso.

As mulheres possuem o direito de criticar o comportamento masculino. E muitas realmente criticam. Elas dizem que os cafajestes são machistas. Mas quem elas colocam como prioridade na vida delas? Os cafajestes! O machismo elitista é um padrão incentivado pelas mulheres. As mulheres exigem dominância dos homens e perdoam todos os erros cometidos pelos homens dominantes. São as mulheres que não possuem coerência ética. Elas criticam o machismo, mas elas são super machistas!

O sexo casual é uma verdadeira nivelação por baixo. As mulheres imitam o machismo elitista dos cafajestes, como se isso fosse a coisa mais bela do mundo e justificam esse comportamento a partir desse padrão imoral que elas imitam. Nenhum homem sério admira o cafajeste. Se a mulher idolatra o cafajeste, a distorção moral é dela. Se ela quer fazer sexo casual, então que ela faça sem considerar isso um ato de igualdade. Supõe-se que essa igualdade envolva alguma nobreza, mas ela é uma grande popularização da imoralidade.

Julgá-la pela boa aparência e tetas fantásticas é objetificar. Então vamos julgá-la pelas suas idéias e ações. Feminista. Vadia. Err…

O poder de regular é feminino. Se existem cafajestes, eles só existem porque as mulheres possuem moralidade fraca e não os boicotam. A mulher concede poder ao cafajeste e depois reclama dos homens, como se ela não tivesse responsabilidade alguma? As mulheres regulam os homens sim e regulam mal.

As mulheres não regulam bem os homens e ainda querem imitar o que há de pior nos homens. Elas boicotam o próprio sexo com essa postura, pois os critérios masculinos e femininos são diferentes. Mas aí começa o impasse. A mulher admira a imoralidade dos cafajestes e acha que a igualdade consiste na imitação dessa imoralidade. Pior do que isso, ela acha que não pode ser criticada por gostar dessa imoralidade. Ou seja, além da mulher não boicotar o que há de pior nos homens, ela institui esse pior como valor social bom.

O cafajeste gosta de mulheres promíscuas? É aí que a lógica feminina falha. O homem só é imoral porque a mulher permite, mas ele mesmo não quer uma mulher imoral. Então o cafajeste transa com todas, mas não casa com a mulher que faz sexo casual. O cafajeste é um falso amigo e um falso amante das mulheres. O cafajeste valoriza a mulher apenas como objeto sexual. Depois que o sexo acaba e começam as exigências amorosas, os cafajestes simplesmente saem fora. Os cafajestes toleram a imoralidade, enquanto o sexo é o foco dos relacionamentos. Quando o amor é exigido, eles saem fora.

A mulher possui uma moralidade tão fraca que consegue amar os homens que ela transa casualmente. Ela consegue amar de tal forma o cafajeste que é incapaz de perceber que o amor dela é um padrão doentio, incompatível com o amor masculino. Se os homens que boicotam mulheres liberais e promíscuas são machistas, por que as mulheres não boicotam os homens promíscuos e liberais? Elas não conseguem! Elas são incapazes disso!

O homem não gosta de mulher que faz sexo casual e nunca gostará. Se eles fazem sexo casual, eles só agem assim porque as mulheres permitem. Se a mulher imita a promiscuidade do cafajeste, ela quebra a cara sozinha, porque o cafajeste tem o apoio das mulheres de moralidade fraca, mas os homens não toleram o liberalismo sexual feminino. A mulher quer imitar um padrão que é incompatível com a natureza do homem. Ela quer ser cafajeste porque ama um. Mas o homem só é cafajeste porque é tolerado e não é assim porque ama a mulher promíscua, que faz sexo casual.

O erro feminino é fundamentado numa admiração do que é imoral no comportamento masculino e isso só prova que as mulheres querem ser homens. Elas acham que imitando o comportamento masculino, elas terão a mesma dominância masculina. Elas erram duplamente nesse caso. Num primeiro momento, elas erram quando não boicotam os comportamentos antiéticos dos homens. Num segundo caso, elas erram porque elas querem imitar esses comportamentos.

Se as mulheres são incapazes de afirmar padrões bons e saudáveis, como elas não querem ser criticadas? A sociedade está piorando por causa delas. Mas como? São elas que regulam os comportamentos masculinos atualmente. O poder dos cafajestes é concedido pelas mulheres. Sem o apoio da moralidade fraca das mulheres, os cafajestes seriam mendigos emocionais. As mulheres não são capazes de mudar esses caras, pois elas os admiram e querem imitá-los. Criticar as mulheres é a única forma de salvar a sociedade de hoje da degeneração total. Se as mulheres possuem o poder e não o usam de forma positiva, o que podemos esperar delas?


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Conforme os setores não feministas da sociedade vão se tornando cada vez mais expressivos e claros, os setores ainda não conscientes da natureza venenosa dessa ideologia reagem com um conjunto de argumentos que apenas revelam que a realidade fatual não é ainda inteiramente conhecida pelo público.

Diga-me com quem andas...

Algum tempo atrás, um grupo de feministas de cafeteria tentava me convencer que o feminismo não é tão mau quanto eu digo que é e que se eu apenas lesse mais sobre feminismo, eu eventualmente entenderia. Como um exemplo para apoiar essa tese, as citadas feministas me recomendaram que lesse os escritos de Simone de Beauvoir, a Marxista-feminista conhecida por seu livro O Segundo Sexo. Naturalmente aquelas feministas foram incapazes de conceber que alguém tivesse levado sua ideologia a sério o suficiente para ler sua literatura e então, racionalmente, acabar por rejeitá-la. Como para qualquer outro culto, tal coisa é inconcebível para os verdadeiros crentes da seita.

No cabeçalho desta postagem, uma série de alegações foi feita sobre a eminente feminista e é justo que se apresentem provas – o que é exatamente o que será feito nas linhas a seguir.

Entre 1943 e 1944, quando a França estava sob ocupação nazista, Simone de Beauvoir trabalhou como diretora de sonografia para a Rádio Vichy.1  Radio Vichy era a estação de rádio estatal na assim chamadazone libre (zona livre) da França, após a capitulação da República Francesa diante da Alemanha nazista em 1940. Dizemos “assim chamada” porque o regime de Vichy, embora teoricamente neutro do ponto de vista militar, era de fato um colaborador ativo do regime nazista2 e hoje é fato reconhecido por todos os lados envolvidos que a Rádio Vichy era porta-voz de fato da propaganda nazista nas ondas de rádio francesas.

Defensores de Beauvoir podem dizer que ela foi obrigada pelas circunstâncias a trabalhar lá, assim como muitos indivíduos agora alegam ter sido forçados a colaborar com a “Securitate” durante o regime comunista. Mas os manuscritos de Beauvoir durante o período, revelados posteriormente, contam uma história diferente.

Mesmo autores feministas, como a Dra. Ingrid Galster, que dedicou anos de sua vida a estudar Simone de Beauvoir, têm que admitir, mesmo a contragosto, que a atitude manifesta por Beauvoir como diretora de sonografia na máquina de propaganda nazista era, no mínimo, de colaboracionismo sutil3 e a forma pela qual ela chegou àquele trabalho não foi via coerção – mas sim por uma escolha perfeitamente consciente. Beauvoir já era membro do sindicato de funcionários públicos e poderia ter optado por trabalhar numa prefeitura, por exemplo. Mas ela tinha que escolher trabalhar em algo que não fosse ensinar, pois sua carreira como professora estava encerrada – apesar de já ter as qualificações e o prestígio necessário para ensinar, dado que ela tinha tido o segundo melhor desempenho como estudante de doutorado em sua geração, ficando apenas atrás de seu amante de toda a vida, Jean-Paul Sartre.4

A razão pela qual ela não podia mais lecionar está relacionada exatamente à pedofilia e a Sartre. Em 1943, Simone de Beauvoir foi demitida por comportamento que levara a corrupção de menor.5

Novamente, os apologistas de Beauvoir poderão apressar-se em dizer que o momento em 1943 foi um incidente singular ou, como já me disseram, um incidente simplesmente inventado pelos nazistas que não podiam suportá-la após entenderam que ela uma mulher marxista independente e empoderada. Mas isso está longe da verdade.

O interesse sexual de Beauvoir por crianças é um tema recorrente em toda sua vida. Ela estava entre os primeiros filósofos que tentaram unificar o gênero literário que se iniciou nos anos 1930 (e durou até os anos 1980 na Europa Ocidental) chamado pedofilia pedagógica feminina.6 Ela tentou essa unificação com seu ensaio “Brigitte Bardot e a Síndrome de Lolita”, publicada pela primeira vez na revista Esquire em 1959 e republicada várias vezes até meados dos anos 1970. Nesse ensaio, Beauvoir glorifica Brigitte Bardot por seu aspecto físico infantil, que retém a perfeita inocência inerente no mito da infância e então a apresenta como uma Houdini para meninas, que as liberaria e empoderaria para além das correntes que as subjugavam.7, 8

O ensaio de 1959 foi só o começo. Em 1977, Beauvoir, juntamente com a maior parte intelligentsia marxista francesa, assinou uma petição exigindo nada mais, nada menos que a legalização da pedofilia e a libertação imediata de três indivíduos condenados a cumprir longas sentenças de prisão por explorar sexualmente vários meninos e meninas com idades entre 11 e 14 anos. A petição assinada por Beauvoir e Sartre, entre outros, foi publicada no Le Monde e dizia, entre outras coisas:9

Um tempo tão longo de prisão para investigar um simples caso “vicioso” em que as crianças não foram vítimas de qualquer violência, mas ao contrário, testemunharam perante os magistrados que consentiram – embora a lei atualmente negue-lhes o direito de consentir – um tempo tão longo na prisão nós consideramos escandaloso em si. Hoje eles estão em risco de ser sentenciados a uma longa pena de prisão, por terem tido relações sexuais com menores, tanto meninos quanto meninas, ou por terem encorajado e tirado fotografias de suas brincadeiras sexuais. Nós acreditamos que há uma incongruência entre a designação como “crime”, que serve para legitimar tal severidade, e os fatos próprios; mais ainda entre a lei antiquada e a realidade cotidiana em uma sociedade que tende a conhecer sobre a sexualidade de crianças e adolescentes […].

Assim, na opinião de Beauvoir, crianças de 11 anos na França do final dos anos 1970 tendiam a ser seres sexuais. Desde que a puberdade não acontecia e até hoje ainda não ocorre naquela idade para a grande maioria das crianças, é condizente nomear a defesa feita por Beauvoir como nada além de uma advocacia da pedofilia, a despeito da definição escolhida para a palavra.

A petição de 1977 deflagrou toda uma discussão em nível da sociedade na França sobre as leis relativas à idade do consentimento, uma discussão em que os abolicionistas (entre os quais Beauvoir e seu amante) se uniram no Front de libération des Pédophiles (FLIP – a Frente de Liberação dos Pedófilos) e as intenções dos membros da FLIP eram explicadas claramente por eles próprios na discussão transmitida em abril de 1978 pela Radio France Culture.10 A FLIP seria lembrada como uma pioneira no movimento dos pedófilos franceses, embora a organização em si não tenha durado muito devido a suas discordâncias internas.11

Além de Beauvoir e Sartre, houve outras pessoas envolvidas na advocacia da pedofilia naquele período, inclusive pessoas que então acabaram por liderar os destinos da França – a exemplo de Bernard Kouchner e Jack Lang, respectivamente o Ministro da Saúde e o Ministro da Educação (!) no início dos anos 2000, no primeiro mandato de Jacques Chirac.12

Tudo isso torna Beauvoir não apenas uma apologia da pedofilia, mas uma apoiadora atuante. Porém, o que faz dela uma abusadora é sua atividade de recrutar alunas, abusando-as e passando-as para Jean-Paul Sartre, às vezes separadamente, às vezes em ménage à trois integrado. O Telegraph escreve, numa crítica do livro de Carole Seymour-Jones, Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre (“Simone de Beauvoir? Conheça Jean-Paul Sartre”), um livro dedicado a analisar o relacionamento de Beauvoir com Sartre, o seguinte:13

Por longos períodos, o casal se tornou um “trio”, embora os arranjos raramente funcionassem bem para a terceira parte envolvida: ao menos duas das ex-alunas de Beauvoir se viram a tornar-se primeiro suas amantes, então de Sartre, apenas para o casal fechar-lhes as portas, quando a diversão perdia a graça.[…]

Para Seymour-Jones, os casos de Beauvoir com suas estudantes não eram lésbicos, mas pedófilos em origem: ela as estava “preparando” para Sartre, na forma de “abuso infantil”.

Para Beauvoir (assim como para Sartre), a idade não importava, contanto que as parceiras fossem mais jovens do que ela e Sartre.14 A possibilidade de que as outras pudessem se ferir ou ser exploradas não passava nem remotamente pelo radar da eminente feminista, que pensava que “preparar” garotas para Sartre lhes tirar a virgindade (palavras de Sartre, não minhas) era em si e por si um ato de empoderamento sexual para aquelas meninas.

Mas se as escapadas com sabor de nazismo e pedofilia não convencem você do caráter questionável de Beauvoir, vamos dar uma olhada em seus escritos feministas, que estão tão repletos de misoginia que é difícil encontrar equivalente em outros setores da sociedade. Este aspecto por si não é surpreendente, visto que feminismo é em si uma ideologia misógina. Mas, não vamos tergiversar.

O livro de cabeceira de Beauvoir, O Segundo Sexo, considerado por feministas contemporâneas “notavelmente atual” – tinha o seguinte a dizer sobre mulheres casadas:15

A esposa se alimenta dele como um parasita; mas um parasita não é um mestre triunfante.

Mais de um quarto de século depois, em 1975, em um diálogo com outra feminista, Betty Friedan, Beauvoir esclareceria sua posição além de qualquer dúvida razoável. Em uma discussão sobre a forma de compensar as mães que ficam em casa e cuidam de crianças, Beauvoir respondeu de forma inequívoca:16

Não, nós não cremos que qualquer mulher deva ter essa escolha. Nenhuma mulher deveria ser autorizada a ficar em casa para criar crianças. A Sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa escolha, exatamente porque se houver tal opção, mulheres demais irão fazê-la. É uma forma de forçar as mulheres em uma certa direção.

Está claro? Na visão da eminente feminista, as mulheres são um monte de criaturas inertes, incapazes de escolher o que é bom para elas como adultos responsáveis. De fato, ninguém além de Simone de Beauvoir e sua ideologia marxista-feminista sabem o que é melhor para as mulheres. Portanto, nenhuma mulher deveria ser autorizada a escolher qualquer coisa que contrarie Beauvoir.

No mesmo diálogo, ela é ainda mais clara:17

Em minha opinião, enquanto a família e o mito da família e o mito da maternidade e o instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a ser oprimidas.

Realmente o ódio de Beauvoir em relação à maternidade e às mães em geral é muito óbvio ao longo de todo o seu livro. Vejamos alguns exemplos:

A maternidade relega a mulher a uma existência sedentária; é natural para ela ficar em casa enquanto os homens caçam, pescam e vão à guerra.18

[A mãe] é planta e animal, uma coleção de coloides, uma incubadora, um ovo; ela assusta as crianças que estão envolvidas com seus próprios corpos e provoca risos disfarçados de homens jovens, porque ela é um ser humano, consciência e liberdade, que se tornou um instrumento passivo da vida.19

E quando essa importante feminista começou a atacar os corpos das mulheres, ninguém a pôde parar:

A atitude física evocada pela servidão menstrual constitui um pesado aleijamento.

[…] o corpo de uma mulher – e especificamente uma menina – é um corpo “histérico” no sentido de que não há, por assim dizer, distância alguma entre a vida física e sua realização fisiológica. O turbilhão trazido pela descoberta, pela menina, dos problemas da puberdade, as exacerba. Porque seu corpo é suspeito para ela, ela o escrutina com ansiedade e o vê como doente: ele é doente.20

As glândulas mamárias que se desenvolvem na puberdade não têm papel na economia individual da mulher: elas podem ser removidas a qualquer momento em sua vida.21

Beauvoir então passa a explicar em seu livro como é maligna e opressiva a família para o desenvolvimento de uma menina. Se o pai tem a audácia de ter orgulho e reconhecimento pelos sucessos de sua filha, isso é outra evidência da opressão e imposição de vassalagem para a filha em relação ao pai.22 Mas se os pais são relativamente poupados, as mães que ousam disciplinar suas filhas têm uma reprovação pior ainda da renomada feminista:

As mães – veremos – são cegamente hostis ao liberar suas filhas e, mais ou menos deliberadamente, atuam em persegui-las ainda mais; para o menino adolescente, o esforço para se tornar um homem é respeitado e ele já recebe grande liberdade. A menina é obrigada a ficar em casa; suas atividades externas são monitoradas.23

Então, está claro? O fato de que alguns pais e mães não deixavam suas filhas saírem após certos horários na França ocupada por nazistas no meio da Segunda Guerra Mundial constitui opressão. E tenha em mente que Beauvoir minimiza este aspecto – sobre o qual ficam sérias dúvidas de que era generalizado – enquanto meninos de 13 e 14 anos estavam lutando na guerra,24 inclusive para mantê-la a salvo para poder escrever sua infame “filosofia” e produzir propaganda para o regime nazista – um regime que também mantinha meninos de 14 e 15 anos de idade em suas tropas.25 Fico quase tentado a dizer que ela deveria ter reconhecido seus privilégios. Mas não vou dizer.

A hipocrisia dessa mulher é fascinante em termos de estudo e revoltante ao mesmo tempo. Simone de Beauvoir, venerada até hoje como um grande ícone do “bom” feminismo dos anos 1960 e estudada nos “diálogos feministas” da Escola Nacional de Ciência Política e Administração Pública de Bucareste, defendeu com grande fervor o regime revolucionário de Ioseb Dzhugashvili (também chamado de Iosif Vissarionovich Stalin) até muito tempo após os horrores do Stalinismo terem se tornado conhecidos na Europa Ocidental.

Em outras palavras, enquanto tantos romenos deixados na URSS estavam sendo deportados para osGulags, enquanto a elite intelectual do meu país estava sendo dizimada em campos de concentração como Râmnicu Sărat, Pitești ou Aiud e enquanto até mesmo meninos de 12 anos eram torturados em prisões comunistas por conspiração contra a ordem socialista,26 Simone de Beauvoir publicava O Segundo Sexo em que ela explicava como a liberação das mulheres estava intimamente relacionada ao destino do socialismo27 – ao mesmo tempo negando veementemente, juntamente com seu parceiro, as atrocidades stalinistas que ocorriam naquele mesmo momento. E nós, pagadores de impostos romenos, agora pagamos para estudantes irem àquela Escola de Ciência Política e Administração Pública e estudar essa pessoa desprezível, como se ela fosse alguém a se admirar. Bom, esse é um exemplo real de misoginia patrocinada pelo Estado! Mas eu tenho a impressão de que a elite feminista sente-se muito confortável com isso.

Prezadas feministas de cafeteria, se vocês nos recomendam ler Simone de Beauvoir como um exemplo de feminista “do bem”, então vocês ou não a leram e a estão mencionando apenas para parecer cultas, ou, ao contrário, vocês a leram e concordam com o que ela defendeu e nesse caso, qualquer ser humano normal e não feminista teria que ser, no mínimo do mínimo, insano, para acreditar que vocês têm as melhores intenções em mente.

A ousadia com que Beauvoir propõe nada menos que a proibição sumária de certas escolhas para mulheres por essas escolhas não caberem em sua linha ideológica é o exemplo absoluto de utopia doentia para quem água quente é um conceito novo e para quem o planeta gira em torno dela. E se não girar assim, então há um problema com o planeta e ele deve ser proibido. A verdade deve ser proibida se ela for “incorreta”.

Se essas feministas fossem realmente sinceras quando dizem que querem combater a misoginia e ampliar o espectro de escolhas para as mulheres, então começariam por jogar na lata de lixo da História todo o arsenal ideológico vindo de Simone de Beauvoir. Mas, não fazem isso e nunca farão, porque feminismo é hipócrita em seus melhores dias e totalitário por natureza e prática em seus dias comuns. E nos seus piores dias, o feminismo exige o extermínio dos homens.

Prezadas feministas, sua declaração pública de admiração por Simone de Beauvoir diz muito mais sobre vocês mesmas do que qualquer coisa que qualquer um pudesse jamais dizer. Vocês mais uma vez provam que os melhores argumentos antifeministas vêm diretamente das próprias feministas. E por isso, nós lhes estendemos nossos agradecimentos!

Referencias:
Agradecimento especial a Atodiresei pelo auxílio com a documentação.

Fonte da imagem: Wikimedia Commons

1 http://my.telegraph.co.uk/expat/stephenclarke/10151800/10151800/ – Stephen Clarke – The women that France needs to remember – or forget; The Telegraph, published at September 5, 2013

2 https://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/VichyRegime.html – The Holocaust: The French Vichy Regime

3 http://www.lexpress.fr/culture/livre/ce-qu-on-n-ose-pas-voir-sur-beauvoir_822547.html – Dupuis Jérôme – Ce qu’on n’ose pas voir sur Beauvoir; L’Express, published at January 3, 2008

4 http://www.telegraph.co.uk/culture/books/non_fictionreviews/3672534/Simone-de-Beauvoir-Meet-Jean-Paul-Sartre.html – Tim Martin – Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre; The Telegraph, published at April 12, 2008

5 http://opinionator.blogs.nytimes.com/2013/05/19/savile-beauvoir-and-the-charms-of-the-nymph/ – Andy Martin – The Persistence of the ‘Lolita Syndrome’; The New York Times, published at May 19, 2013

6 ibidem

7 ibidem

8 Simone de Beauvoir – Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome (with many half-tone illustrations) p.10; 14 – First Four Square Edition – The New English Library LTD., 1962

9 We received the following communication: Le Monde, January 26, 1977 – https://www.ipce.info/ipceweb/Library/00aug29b1_from_1977.htm

10 Sexual Morality and the Law, Chapter 16 of Politics, Philosophy, Culture –Interviews and Other Writings 1977-1984, p.275

11 Le Mouvement Pédophile en France – http://archive.wikiwix.com/cache/?url=http://bibliobleue.fpc.li/Revues/Gredin/N0/MvtFrance.htm

12 http://www.theguardian.com/world/2001/feb/24/jonhenley – Jon Henley – Calls for legal child sex rebound on luminaries of May 68; The Guardian, published at February 24, 2001

13 Ibidem 4

14 http://www.biographile.com/6-degrees-of-infatuation-an-ode-to-frisky-french-writers/28496/ – Kelsey Osgood – 6 Degrees of Infatuation: An Ode to Frisky French Writers; Biographile, published at February 11, 2014

15 Simone de Beauvoir – The Second Sex, p. 378 – Translated by Constance Borde and Sheila Malovany-Chevallier; Vintage Books – Random House Inc., New York, 2009

16 Sex, Society and the Female Dilemma – A Dialogue between Simone de Beauvoir and Betty Friedan; Saturday Review, publicat la 14 Iunie 1975 – p. 18 http://64.62.200.70/PERIODICAL/PDF/SaturdayRev-1975jun14/14-24/

17 Female Dilemma, op. cit. p.20

18 Second Sex, op. cit. p.70

19 Ibidem p.392-393

20 Ibidem p.257-258

21 Ibidem p.43

22 Ibidem p.255

23 Ibidem p. 258-259

24 World War II: Conscription and the Age of Soldiers – http://histclo.com/essay/war/ww2/age/ww2-age.html

25 Hitler’s Boy Soldiers – http://www.historyplace.com/worldwar2/hitleryouth/hj-boy-soldiers.htm

26 Târgșor, communist prison for children – National Romanian Television report (English subtitles included) – http://vimeo.com/73694592

27 Second Sex, op. cit. p.60

Artigo primeiramente publicado no AVFM Romania.
Tradução: Aldir Gracindo

Vivemos em uma época em que a esquerda tem tido grande êxito em criminalizar e enterrar os modelos em quem os homens tendem a se inspirar, bem como sabotar identidades masculinas positivas – como ser pai de família e/ou ter uma carreira bem sucedida (através da destruição da família e da iniciativa privada), criando uma geração de homens apáticos, ressentidos, e incertos quanto ao futuro.

E é neste cenário que alguns modelos nada convencionais tem despontado, circunventando a falta de incentivo e as constantes campanhas vexatórias promovidas pelo movimento vitimista e pelos punheteiros da justiça social. Aqui, faço uma análise de dois modelos.

Aziz Sergeyevich Shavershian, O Zyzz (1989-2011)

Nada mal pra um nerd jogador de WoW, não?...

Zyzz, antes e depois.

De origem russa, mas cidadão australiano, Zyzz era o típico “frango” nerd, sem muitos amigos e invisível para as mulheres, que resolveu mudar e se tornou uma lenda entre aqueles que frequentam academia, e uma inspiração mesmo entre aqueles que não o fazem, devido ao seu discurso. Indo na contramão dos movimentos de aceitação da preguiça e feiúra, Zyzz pregava o auto-aprimoramento físico e a mudança de estilo de vida, como a saída da tristeza, apatia e falta de auto-estima, para uma vida mais feliz e plena. Apesar de criticado por muitos, pelo uso de anabolizantes (os quais ele nunca escondeu que tomava), Zyzz conseguiu a admiração até mesmo de fisiculturistas, por conta do resultado dos seus esforços pessoais.

Talvez a pedra no caminho de Zyzz tenham sido seus excessos. Zyzz foi do oito ao oitenta, passando de nerd introvertido a baladeiro. Onde antes havia apenas uma conta de jogo online, agora haviam os fins de semana gastos em baladas, raves, e bebida. Onde antes havia invisibilidade, agora haviam mulheres fazendo fila pra transar com ele. Talvez os excessos, somados ao uso de anabolizantes, tenham causado – ou agravado um possível problema congênito que levaria à – sua morte.

Talvez as maiores lições de vida deixadas por Zyzz, sejam:

– Acreditar em si mesmo;
– Motivar os outros a mudarem e se aprimorarem, seja através de palavras, exemplos ou mesmo demonstrando resultados pessoais;
– Todo mundo morre, mas nem todo mundo vive. Mesmo que excessos e erros tenham levado a um ataque cardíaco aos 22 anos, Zyzz optou por viver ao invés de apenas sobreviver, e lutou pelo que acreditava ser seu propósito maior.

Dan Bilzerian, o Blitz

Que vida chata...Dan Bilzerian é um jogador de poker profissional, e uma celebridade da internet, com suas fotos de estilo de vida extravagante. Dan teve sua vida e estudos assegurados previamente pelo pai, Paul Bilzerian, um tubarão de Wall Street que realizava tomadas corporativas (algumas dessas tomadas falhariam, e o levariam à falência e à prisão, anos depois). Falhando em ingressar nos Seals (forças especiais da marinha americana), ele ingressou na universidade, se formando em Negócios e Criminologia.

Bilzerian se tornou conhecido como jogador de poker e apostador, E mais tarde, como celebridade da internet, tendo a suas excentricidades documentadas e exibidas online. Claro, as extravagâncias de Bilzerian também lhe trouxeram revezes, tanto por brigas, quanto por excentricidades que não deram muito certo.

É pouco divulgado que Bilzerian faça algum tipo de filantropia, ou que faça jus ao seu diploma, possuindo negócios concretos; publicamente, Bilzerian é o estereótipo do playboy caçador de emoções – só que riquinhos mimados dificilmente mantém suas fortunas, quanto mais as ampliam. Bilzerian é pragmático, e tem uma noção considerável (mas não infalível) de quando assumir riscos.

A despeito dos processos, hostilidade, e especulações a respeito de seu dinheiro e a ligação com os negócios criminosos de seu pai, o fato é que Dan Bilzerian tem apostado nas cartas que a vida lhe deu – e continua ganhando.

… E nós.

Então temos dois caras diferentes, vindos de condições diferentes, com objetivos diferentes. Mas o que torna Zyzz e Bilzerian em modelos admirados por jovens, e adultos?

Ambos são homens livres que, numa época onde se criminaliza o mérito e se impõe a conformidade, traçaram objetivos para si, e fizeram como bem entenderam, dentro de suas possibilidades, sem dever satisfação a ninguém. Talvez o que falte aos homens de hoje, seja a percepção de que livres, eles já são – sendo necessária apenas a rejeição da conformidade e um profundo desprezo pelas campanhas vexatórias dos engenheiros sociais, que conduzem à conformidade e apatia.

E um objetivo, ou propósito maior, que é a parte que talvez seja mais difícil, pois exige reflexão sobre si mesmo, suas limitações e aonde se quer chegar. Depois disso, é trabalhar para expandir as próprias possibilidades, ter coragem para ousar, e temperança para evitar os excessos.