O machismo no Brasil é uma invenção das feministas

Posted: December 12, 2014 in Ideologia, Misoginia e misandria, Movimento Vitimista
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Como bem sabemos, esses textos costumam ser derrubados rapidamente – já que refutar não é o forte dos esquerdistas/feministas, o jeito é apelar para difamação e censura.

Então, estou replicando o texto aqui, na íntegra, com o link e os créditos devidos ao autor. O importante é que a idéia seja passada adiante.


 

Diário da Manhã

Manoel L. Bezerra Rocha
Em recente pesquisa realizada pelo Instituto Avon e Data Popular, 96% dos jovens entrevistados, com idade entre 16 e 24 anos, afirmam viver em uma sociedade machista. Os números estatísticos dessas pesquisas apresentam muitas curiosidades não apenas pelos dados, mas, principalmente, pelas intenções ou finalidades pretendidas, mas dissimuladas. Como disse o escritor italiano Umberto Eco, durante uma entrevista numa rádio belga, “estatística é uma forma moderna de mentir”. Essas pesquisas no Brasil, em especial as que se ocupam de construir uma “verdade” no imaginário coletivo, como as que demonizam o homem hétero, escondem em si convenientes e oportunas mentiras. Por trás dos números, estão escondidos o vitimismo malandro, o discurso de ódio sexista, os interesses políticos, a promoção pessoal, a manutenção de privilégios de muita gente. Diversos segmentos de uma sociedade cretina, adotando como regra o discurso do “coitadismo”, elege o homem – claro, o hétero, essa espécie quase extinta e verdadeiramente minoria – como inimigo comum, que deve ser execrado e abominado. Chega a ser patético, como todo índice de violência ou discriminação contra qualquer segmento social é atribuído ao homem, ainda que de forma velada ou subentendida. Vejamos: “dados da Secretaria de Políticas para Mulheres, da Presidência da República, dão conta de que a cada doze segundos uma mulher sofre violência no Brasil”; “O Mapa da Violência, de 2012, diz que a cada cinco minutos, uma mulher é agredida e a cada duas horas, uma mulher á morta”; “A cada três minutos, um homossexual sofre violência no Brasil”. Esses dados, entretanto, providencialmente, com manchetes sensacionalistas e alarmistas, omitem verdades indispensáveis para serem levados a sério. Primeiro, não define o que é considerado “violência contra a mulher”. A mulher que agride o seu companheiro e este revida, é considerada vítima, não agressora. A mulher lésbica que agride a sua companheira não entra nas estatísticas como agressora, a agressão dela é deixada em silêncio e computada no imaginário coletivo, como sendo “violência do homem”. Quando relatam que um homossexual é agredido, omitem que o agressor é, na grande maioria dos casos, o seu próprio companheiro, portanto, igualmente homossexual. Essas omissões, intencional e maldosamente, propagam no inconsciente coletivo a falsa ideia de que o agressor é, por dedução, o homem. A partir disso, banalizam a concepção de que o Brasil é um “País machista”. Essas oportunistas, dependendo da conveniência do momento, ora se definem como “minoria”, ora como “maioria”. Depende do interesse em questão. O alvo do ódio, entretanto, é um só: o homem hétero. Referem-se ao termo “machismo” como se fosse algo abominável, abjeto, que deve ser extirpado. Entretanto, regozijam-se, sem constrangimento, de se intitularem “feministas”. A verdade é que, há tempos, o Brasil deixou de ser uma sociedade machista, patriarcal, paternalista. Falar que o Brasil e machista é um anacronismo mal-intencionado. O que prevalece, atualmente, é a ditadura dos vitimistas. Portanto, o Brasil pode ser machista, negrista, gayzista, lesbianista, patifista, etc. Machista, definitivamente, não! Aliás, convenhamos, qualquer movimento machista no Brasil não seria de todo ruim; seria uma questão de sobrevivência, conservação e preservação do homem. A antiga e legítima reivindicação das mulheres por direitos iguais transformou-se em indisfarçável embate sexista, numa obstinada e ensandecida determinação de subjugação do homem aos seus talantes. Uma pergunta que eu sempre quis fazer para uma feminista mãe solteira e a um casal de homossexual que adota uma criança: Os filhos de vocês também se tornam machistas, mesmo tendo uma educação familiar de constante pregação de ódio ao homem e convivendo numa sociedade onde o homem é minoria? Caso seus filhos se tornem homens héteros, serão igualmente discriminados? Enquanto alguns segmentos desejam a eliminação do homem macho, ou a criminalização da heterossexualidade masculina, há, por outro lado, um terrível conflito. De um lado, um grande número de mulheres sente a falta de homens de verdade, o macho, hétero, viril, masculino na essência e na aparência. Por outro, muitos homens estão perdendo a sua identidade. Quando pensar dá trabalho, a saída é repetir clichês. A pobreza de mentalidade e a incapacidade de pensar por si mesmo, tem levado muitos homens a adotarem discursos feministas, muitas vezes na busca do aplauso fácil, jogando para a plateia, fazendo-se de “politicamente correto”, ou, outras vezes, por absoluta indigência intelectual. Dessa maneira, o homem com ideias firmes e resolutas sobre a sua importância social e biológica, vem sofrendo bullying até mesmo por parte de outros “homens”. Percebo que essa covarde e ingrata heterofobia, associada a fatores químicos, vem produzindo algumas mutações humanas preocupantes.  É fato que a raça humana sofre um relativo risco de extinção, de acordo com algumas suposições científicas pessimistas. O homem, principalmente. Cientistas indicam, que não apenas a infertilidade masculina está aumentando, mas também, o grande número de homossexuais e de casais que optam por não ter filhos. Fatores climáticos, uso de drogas durante a gravidez, alimentos transgênicos com grande quantidade de hormônios e agrotóxicos, uso de anabolizantes, exposição excessiva a radiações, têm sido apontados como uma das causas do aumento do homossexualismo. Todavia, uma curiosidade: um grande número de homens parece estar determinado a não ter aparência de homem. Isso pode até ser uma boa notícia para as misândricas, mas é preocupante para a humanidade. Homens estão ingerindo hormônio feminino para evitar queda de cabelo; estão depilando o corpo inteiro, para atender às normas de mercado e às imposições de um mundo cada vez mais gay; estão fazendo aplicação de silicone, estão tornando-se sexualmente impotentes cada vez mais jovens e adquirindo aparência feminina. Acredito que muito em breve surgirá uma geração de “homens” (se é que essa expressão resistirá ao tempo) com aparência afeminada; e o conceito clássico de homem tende a desaparecer. De acordo com o biólogo francês Jean-Baptiste Lamarck, a herança dos caracteres adquiridos é um mecanismo de hereditariedade através do qual as mudanças fisiológicas adquiridas durante a vida podem ser transmitidas à descendência. O vaticínio diz que devemos ressuscitar o Jece Valadão. Deixando a jocosidade de lado, o fato é que a sociedade encontra-se, atualmente, em um dilema crucial para a existência humana: reformular seus conceitos e adotar novos paradigmas que tornem possível uma convivência harmoniosa, com respeito e tolerância às diferenças, sem hipocrisia, ou, intensificar o embate de gênero e sexista, com reais riscos de degradação social e biológica generalizada. 

(Manoel L. Bezerra Rocha, advogado criminalista – mlbezerrarocha@gmail.com)

Link para o texto original


Certamente, haverá choro e ranger de dentes, acusações de misoginia e ódio às mulheres. Mas no combate ao esquerdismo/feminismo, não apenas esse tipo de chantagem emocional deve ser ignorada, como deve ser exposta e colada na testa dos chantagistas, junto o rótulo de mau-caráter.

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