Político da Direita acusado de violência contra mulher. Era tão difícil de prever?

Posted: August 9, 2016 in Conservadorismo, Ideologia, Movimento Vitimista

Patrícia Lelis diz que foi atacada sexualmente, e em seguida, agredida fisicamente pelo Deputado Marcos Feliciano, agressão essa que deixou hematomas, segundo ela e a mãe, que serviria como testemunha. Por que então ela não foi imediatamente à polícia, deixando passar várias semanas do ocorrido? Principalmente por, segundo ela, já ter sido vítima de tal crime anteriormente.

Bastante simples.

Porque prestando queixa formal na delegacia, ela seria encaminhada para a perícia técnica – que poderia comprovar se realmente houve agressão ou não. É publicamente sabido que, passado tanto tempo, não tem mais como fazer perícia, porque os resultados se tornam inconclusivos. Lembram do caso da Maria Fuzil e a orgia com trinta e seis traficantes, e posteriormente, a criação da lei que torna a palavra da mulher em prova? Taí o objetivo. Qualquer mulher atrás de atenção, fama, ou vingancinha mesquinha, pode acusar qualquer homem de estupro, bastando para isso se esquivar da perícia. E como a palavra do acusado não tem o mesmo peso, como ele vai provar que não estuprou? Isso deixa acusado à mercê de pessoas que agem emocionalmente, e do corporativismo de gênero. O que geralmente resulta na prisão, e destruição da reputação e da vida pessoal do acusado, antes da verdade eventualmente vir à tona.

Aqui vemos a Esquerda marxista transformar um crime bárbaro em arma política, e a eliminação da presunção de inocência (mas apenas quando o acusado for homem).

Entendeu agora por que a turma da justiça social defende ferrenhamente que falsas acusadoras não sejam legalmente punidas? Ou você acredita mesmo que é porque punir mentirosas inibiria mulheres verdadeiramente vítimas de prestar queixa?

Aonde o discursinho “temos que nos unir” realmente leva…

Quanto ao Feliciano, ele é culpado pelo próprio infortúnio. Mesmo que seja inocente da acusação, algo a ser provado pelas autoridades competentes, não pela imprensa marrom brasileira e tribunais de facebook, ele deu guarida para a Lelis, quando vários grupos, inclusive de eleitores dele, alertaram sobre dar palco para ela, e outras pessoas semelhantes. Não só ele deu margem para um escândalo que pode prejudicá-lo, como possibilitou o que a Esquerda ainda não havia conseguido fazer, que é atacar a Direita por dentro. E com certeza, haverá mais disso pela frente.

Via de regra, se a mulher foge da perícia, e depois procura a mídia, ao invés da polícia, pode considerá-la mentirosa, e investigar a armação por trás da acusação. Não embarquem no sensacionalismo da imprensa e na histeria dos esquerdistas; isso é manipulação emocional da massa. E se há interesse de formar uma Direita no Brasil, melhor começar a considerar o modelo da Direita Alternativa, porque o modelo atual, que prega a cooperação desmiolada, e não age com base na realidade, não tem capacidade de combater alinskitas’ e feministas.


¹ Regras Para Radicais, do Saul Alinsky, é o livro de cabeceira da esquerda moderna. Quem quiser uma idéia do que se trata, pode ler esta resenha. Esse livro mostra porque Esquerdistas não devem ser tolerados numa sociedade civilizada, mais do que qualquer outro criminoso o é.

Políticos de direita deveriam obrigatoriamente ler este livro, para evitar justamente esse tipo de situação.

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Comments
  1. Grimmwotan says:

    Eu não sou monoteísta, e na verdade eu detesto cada idiotice praticada pelo monoteísmo e pelos monoteístas, até o presente momento.

    Tenho algumas questões simples sobre o caso de Patrícia Lelis:

    1) Porque ambos os lados afirmam nada saber sobre os R$ 20.000,00 (VINTE MIL REAIS) que foram apreendidos pelo delegado Luiz Roberto Hellmeister? O lado de Feliciano nega ter conhecimento do dinheiro e ela nega saber do que se trata;

    2) A afirmação de Patrícia Lelis de que Tama Bauer a teria mantido em carcere privado e a ameaçado para fazer os vídeos nos quais negou tudo que reafirmou ao fazer B.O. contra Feliciano, foi descartada pela polícia pelas imagens no saguão do Hotel San Rafael, em São Paulo. Desta forma, porque ainda insistir na ideia de que houve carcere privado?

    3) Patricia foi afirmada como tendo recebido R$ 20.000,00 (VINTE MIL REAIS) para gravar os vídeos nos quais negou tudo que estava afirmando contra Feliciano, tendo este dinheiro sido entregue por um amigo de Patrícia Lelis, que teria testemunhado toda a negociação e gravado tudo com seu Laptop. Assim, não teria sido a própria Patrícia Lelis, vítima de seu suposto amigo que reteve o dinheiro e não permitiu que ela o pegasse, chantageando-a?

    4) Os prints retirados comprovam um envolvimento de Feliciano com Patrícia Lelis, e levantam a hipótese de que ela agiu de caso pensado, para depois chantagear Feliciano e subverter dinheiro ou vantagem posteriormente?

    • yancabral says:

      Como só existem hipóteses a respeito dos vinte mil reais, aqui vai mais uma: não é impossível que o dinheiro tenha vindo da própria Esquerda, ainda mais considerando o teatrinho com a Maria do Rosário. E no vídeo “vazado” com a Rosário, ela diz que “houveram outras” – ou seja, já dá a deixa para mais feministas acusarem o Feliciano de estupro sem provas. A tática é gerar volume de acusações, mesmo sem consistência, o que faz a situação se arrastar.

      A insistência na idéia de cárcere privado se deve ao fato de que para a esquerda, mentir é moral, e a imprensa brasileira, sendo financiada pela Esquerda com dinheiro público, se baseia no trabalho de Joseph Goebbels.

      Aqui entra o que eu acho mais bizarro. Ela diz que já foi estuprada antes (embora também não tenha apresentado provas), por que ela aceitaria grana pra ficar quieta, e deixar o seu agressor sair livre, podendo mais tarde fazer outras vítimas? E onde está esse tal amigo dela?

      Quanto aos prints, espero o parecer da polícia. Minha opinião pessoal até então é de que ela foi plantada no PSC pra causar estrago, mas só a polícia pode dizer o que realmente aconteceu. E claro, esperar que os responsáveis não sejam exonerados e substituídos por uma delegada que apresenta veredicto antes mesmo de concluir as investigações.

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