Archive for the ‘Conservadorismo’ Category

Patrícia Lelis diz que foi atacada sexualmente, e em seguida, agredida fisicamente pelo Deputado Marcos Feliciano, agressão essa que deixou hematomas, segundo ela e a mãe, que serviria como testemunha. Por que então ela não foi imediatamente à polícia, deixando passar várias semanas do ocorrido? Principalmente por, segundo ela, já ter sido vítima de tal crime anteriormente.

Bastante simples.

Porque prestando queixa formal na delegacia, ela seria encaminhada para a perícia técnica – que poderia comprovar se realmente houve agressão ou não. É publicamente sabido que, passado tanto tempo, não tem mais como fazer perícia, porque os resultados se tornam inconclusivos. Lembram do caso da Maria Fuzil e a orgia com trinta e seis traficantes, e posteriormente, a criação da lei que torna a palavra da mulher em prova? Taí o objetivo. Qualquer mulher atrás de atenção, fama, ou vingancinha mesquinha, pode acusar qualquer homem de estupro, bastando para isso se esquivar da perícia. E como a palavra do acusado não tem o mesmo peso, como ele vai provar que não estuprou? Isso deixa acusado à mercê de pessoas que agem emocionalmente, e do corporativismo de gênero. O que geralmente resulta na prisão, e destruição da reputação e da vida pessoal do acusado, antes da verdade eventualmente vir à tona.

Aqui vemos a Esquerda marxista transformar um crime bárbaro em arma política, e a eliminação da presunção de inocência (mas apenas quando o acusado for homem).

Entendeu agora por que a turma da justiça social defende ferrenhamente que falsas acusadoras não sejam legalmente punidas? Ou você acredita mesmo que é porque punir mentirosas inibiria mulheres verdadeiramente vítimas de prestar queixa?

Aonde o discursinho “temos que nos unir” realmente leva…

Quanto ao Feliciano, ele é culpado pelo próprio infortúnio. Mesmo que seja inocente da acusação, algo a ser provado pelas autoridades competentes, não pela imprensa marrom brasileira e tribunais de facebook, ele deu guarida para a Lelis, quando vários grupos, inclusive de eleitores dele, alertaram sobre dar palco para ela, e outras pessoas semelhantes. Não só ele deu margem para um escândalo que pode prejudicá-lo, como possibilitou o que a Esquerda ainda não havia conseguido fazer, que é atacar a Direita por dentro. E com certeza, haverá mais disso pela frente.

Via de regra, se a mulher foge da perícia, e depois procura a mídia, ao invés da polícia, pode considerá-la mentirosa, e investigar a armação por trás da acusação. Não embarquem no sensacionalismo da imprensa e na histeria dos esquerdistas; isso é manipulação emocional da massa. E se há interesse de formar uma Direita no Brasil, melhor começar a considerar o modelo da Direita Alternativa, porque o modelo atual, que prega a cooperação desmiolada, e não age com base na realidade, não tem capacidade de combater alinskitas’ e feministas.


¹ Regras Para Radicais, do Saul Alinsky, é o livro de cabeceira da esquerda moderna. Quem quiser uma idéia do que se trata, pode ler esta resenha. Esse livro mostra porque Esquerdistas não devem ser tolerados numa sociedade civilizada, mais do que qualquer outro criminoso o é.

Políticos de direita deveriam obrigatoriamente ler este livro, para evitar justamente esse tipo de situação.

Advertisements

Tradução: Abigail Pereira Aranha

Isto é uma peça bastante longa, mas ler isto dará a você uma introspecção muito boa em por que o feminismo tornou-se tão dominante no Ocidente, e por que toda a sua vida será negativamente afetada por ele; particularmente se você é um homem.

O Feminismo tem muito pouco a ver com a igualdade entre os gêneros, e também tem muito pouco a ver com os direitos das mulheres.

Primeiro e acima de tudo, o feminismo é questão de vários grupos procurando adquirir poder e dinheiro, e construir enormes impérios de auto-serviço nos quais milhões – literalmente milhões – de pessoas hoje em dia têm um interesse investido – interesse investido que é, de fato, altamente prejudicial para as sociedades em que elas operam.

Para ver como se joga o jogo, só quero que você imagine uma sociedade – uma sociedade um tanto idealizada – onde as mulheres são felizes em passar os seus dias sendo intimamente associadas com suas casas e seus filhos, enquanto os homens jovens e os pais são razoavelmente felizes em marchar para o local de trabalho – qualquer lugar onde possa ser.

E, além disso, quero que você imagine que a maioria das pessoas nesta sociedade estão decididamente contentes com sua situação.

Em outras palavras, é um lugar razoavelmente feliz.

E agora a questão que quero que você contemple profundamente é esta aqui.

O que o governo ganha com isso?

Como podem o governo – e os trabalhadores do governo – se beneficiar em ter de existir dentro de uma sociedade de pessoas que parecem estar muito felizes e em paz umas com as outras?

Com que fundamentos o governo pode dizer ao povo “você precisa de mais governo. Dê-nos mais dinheiro de impostos”?

Bem, claramente, em uma sociedade tão idílica, seria muito difícil mesmo convencer as pessoas a participar com mais de seus próprios recursos – adquiridos através de seus próprios trabalhos – para financiar “mais governo”.

No entanto, se esta sociedade razoavelmente feliz puder ser perturbada por alguma força ou outra – uma força que induz “desarmonia” no seio da população (um aumento no crime, por exemplo) – então o governo achará muito mais fácil extrair um pedaço maior da torta da sociedade. Por exemplo, se houver um aumento da criminalidade, as pessoas muito mais prontamente concordarão em financiar uma força de polícia maior. Se os homens e as mulheres começam a brigar uns contra os outros, e começarem a apartar, com casais se divorciando, então, o governo pode justificar a extração de mais recursos do povo a fim de criar u’a maior força de trabalho de serviços sociais para cuidar de mulheres e crianças que estão agora à própria sorte.

E esse é o ponto que eu estou tentando atravessar aqui.

Os governos se beneficiam não pelas pessoas estando em paz umas com as outras, mas por elas estarem em guerra umas com as outras de alguma forma.

Claro, os governos podem se beneficiar a partir de muitas outras coisas também, mas o ponto aqui é este. Os governos claramente se beneficiam do que doravante simplesmente chamarei “desarmonia” – desarmonia social; como a criminalidade.

E porque os governos têm enorme poder em comparação com indivíduos normais, eles tenderão a usar esse poder para criar cada vez mais desarmonia social – com muito sucesso. Claro que eles vão fazer isso. Por que? Bem, porque os governos, e milhões de trabalhadores do governo, se beneficiam de desarmonia, e eles não vão usar sua enorme força coletiva para minar a si mesmos – o que a redução da “desarmonia” faria.

No mínimo, os trabalhadores do governo não querem perder o seu financiamento, seus empregos, sua segurança, suas pensões etc etc etc. E então eles precisam ser percebidos como necessários.

Melhor ainda para eles, são maiores impérios com maiores salários, e muito mais status e poder.

Afinal, a este respeito, eles são não são diferentes de qualquer outra pessoa!

E, coletivamente, por bem ou por mal, estes trabalhadores do governo podem criar, e criarão, a mais monumental força a fim de obter esses vários benefícios para si mesmos; uma força que as pessoas simplesmente não podem contrariar.

De fato, seria beirar o absurdo acreditar que um corpo tão enorme de funcionários do governo não iria exercer uma força na direção da que eles próprios iriam conseguir benefícios.

Afinal de contas, essas pessoas não são deuses. Eles são seres humanos!

Resumindo: esses trabalhadores do governo querem impérios maiores com maiores salários e pensões maiores. Eles querem mais status e mais poder. E, coletivamente, eles irão exercer uma força tão grande que ninguém pode realmente impedi-los de conseguir estas coisas; como demonstrou claramente o crescimento monumental no governo ao longo dos últimos 120 anos, mais ou menos no Ocidente. (Governos centrais têm crescido mais de cem vezes ao longo dos últimos 120 anos.)

Agora, visto que o objetivo principal das feministas é criar tanta desarmonia quanto possível entre homens e mulheres a fim de financiar seus próprios impérios, os governos simplesmente os amam; porque, lembre-se: para os governos, quanto mais desarmonia, melhor.

Então, retornemos à nossa sociedade super-simplificada, e vejamos o que acontece quando casais casados com crianças dentro deste lugar razoavelmente feliz começam mais frequentemente a se divorciar e se separar.

Bem, normalmente, os homens vão sair e viver do seu próprio jeito em algum lugar, mas eles vão continuar trabalhando. As mulheres, no entanto, terão que escolher alguma combinação de sair para o trabalho e ficar em casa com as crianças.

Se as mulheres decidem ficar em casa, então deve ser dada a elas uma fonte de renda pelo governo. Isto significa que o governo deve tirar dinheiro de outros para financiá-los. E, já, isto significa criar todo um sistema de leis que envolve advogados, juízes, administradores, assessores sociais, escritórios financeiros e vários sistemas burocráticos aliados.

Em outras palavras, divórcio e separação fornecem toda uma infinidade de benefícios para os governos e os seus trabalhadores.

Além disso, é claro, ninguém na população quer ver mulheres e crianças deixadas na miséria, e então o governo agora têm o benefício de mais algum apoio popular para seus esforços. Assim, o governo também ganha nesta contagem.

E, claro, as mulheres que são colocadas nesta posição com os seus filhos estão agora à mercê do governo.

Em outras palavras, eles se tornam dependentes do governo; o que também é ótimo para o governo.

“Se vocês mulheres não votarem em nós, então vocês terão um rendimento menor vindo do governo!”

Agora, claro, as mulheres que se divorciaram – se tiveram ou não filhos – podem em vez disso decidir sair para o trabalho; caso em que o governo ganha mais uma vez – porque agora tem mais trabalhadores de quem pode levar dinheiro através do sistema fiscal.

Em outras palavras, incentivar o divórcio e a separação é uma estratégia vencedora para o governo.

Na verdade, é um ganha-ganha de qualquer forma.

E, mais importante, isto continua a ser verdade se as mulheres têm filhos ou não, e se elas saem para trabalhar ou não. É a crescente divisão entre homens e mulheres que é a chave para a estratégia vencedora do governo.

Em resumo, portanto, o governo tem uma quantia enorme a ganhar aumentando o fosso entre homens e mulheres, porque isso permite que os trabalhadores do governo justifiquem a criação e o controle de muitos grandes impérios, eles podem mais facilmente extrair impostos mais elevados, eles podem tributar mais pessoas, eles podem fazer mais pessoas dependentes deles e eles podem ganhar eles mesmos algum apoio popular extra.

Mas isso é só o começo.

Muitos, muitos outros benefícios são revertidos para o governo quando as relações próximas entre homens e mulheres se esfacelam. Por exemplo, as consequências sociais negativas de não ter pais fortes em torno de seus filhos são positivamente enormes. Estas tendem a afetar mais diretamente os meninos, mas as repercussões reverberam em toda a sociedade – por décadas.

Por exemplo, os jovens – meninas e meninos – sem os pais em casa são muito mais propensos a…

… viver na pobreza e privação,… serem problemáticos na escola,… têm mais dificuldade em conviver com outras pessoas,… ter mais problemas de saúde,… sofrer de abuso físico, emocional e/ou sexual,… fugir de casa,… pegar doenças sexuais,… tornar-se pais adolescentes,… atentar contra a lei,… fumar, beber álcool e usar drogas,… matar aula,… serem expulsos da escola,… comportar-se violentamente,… desistir da educação em idade precoce,… fazer ajustes pobres para a idade adulta,… atingir pouco no caminho das qualificações,… experimentar o desemprego,… ter baixos rendimentos,… estar na assistência social,… serem moradores de rua,… ir para a cadeia,… sofrer de problemas emocionais e psicológicos de longo prazo,… envolver-se apenas em relações casuais,… ter filhos fora do casamento ou, de fato, fora de qualquer relacionamento estável.

Com efeito, uma cascata inteira de problemas sociais – ou seja, uma grande quantidade de “desarmonia” – é gerada pelos efeitos dos jovens não terem pais ao redor.

Mas, claramente, os governos se beneficiam fantasticamente disto; porque os governos podem usar estes enormes problemas para justificar aumentos ainda maiores em impostos e poder.

Afinal, as pessoas querem ser protegidas de todas as consequências sociais negativas da ausência do pai – e, claro, as próprias vítimas claramente poderiam fazer algo com um pouco de ajuda extra.

E então, os governos podem justificar (e, portanto, trapacear e extrair) muito mais dinheiro do povo a fim de adquirir mais policiais, mais guardas, mais oficiais, mais oficiais de bem-estar, mais advogados, juízes e outro pessoal de tribunal, mais psicólogos, psiquiatras, terapeutas, médicos, enfermeiros, assistentes sociais, educadores corretores e, com efeito, mesmo mais limpadores de rua! – e, claro, muitos, muitos mais burocratas para monitorar e de exercer o controle em todas estas áreas.

E os aumentos de impostos e o poder que os governos podem sugar para si mesmos como resultado destas consequências sociais negativas são realmente enormes.

E, se você não pode acreditar nisso, eu ainda não mencionei sequer todos aqueles advogados, juízes e burocratas que fazem parte do sistema de divórcio propriamente dito; juntamente com todos aqueles profissionais que têm de se envolver em questões relacionadas com a pensão alimentícia, guarda dos filhos e pensão alimentícia. Com efeito, mesmo se esquecermos todos os inúmeros problemas sociais e pessoais mencionados nos parágrafos anteriores, a própria indústria do divórcio é, hoje em dia, uma indústria multibilionária.

Além disso, é claro, no que respeita a vida nos anos posteriores, quebrar as relações entre homens e mulheres garante que as pessoas idosas e doentes sejam menos prováveis de receber ajuda de quem está perto delas, porque, muito simplesmente, menos pessoas acabam estando perto delas. E isso muitas vezes significa que essas pessoas vulneráveis ou são abandonadas para definhar sozinhas, ou elas são colocados em lares e hospitais – muitas vezes administrados pelo governo – onde os funcionários tendem a tratá-los com, no máximo, desinteresse clínico. (Na verdade, um relatório recente no Reino Unido declarou que os problemas mais comuns dos idosos derivam de solidão e de viver sozinhos.)

Assim, se pode resumir a situação da seguinte maneira.

Quebrar as relações entre homens e mulheres cria uma mina de ouro absoluta para o governo. Da infância à velhice, avarias de relacionamento causam numerosos problemas para toda a sociedade, mas dão origem a inúmeros benefícios para o governo.

Agora, tudo isso não é para dizer que tudo o que o governo faz é ruim – particularmente a nível micro.

De modo algum.

Por exemplo, é claramente o caso de que alguns homens e mulheres precisam ser mantidos longe um do outro. Precisamos realmente de nossos governos para ajudar as mulheres e as crianças que estão à própria sorte. Precisamos realmente de lares e hospitais para velhos e doentes. Precisamos de policiais e prisões. E assim por diante.

Mas isso não altera o fato de que quanto mais fazemos as relações entre homens e mulheres se quebrarem, mais o governo se beneficia. E se beneficia enormemente – conforme acima.

E você realmente teria que esticar sua credulidade para níveis ridículos para acreditar que milhões de trabalhadores que estão empregados pelo governo estão trabalhando diligentemente para destruir as enormes indústrias sociais/pessoais/jurídicas/financeiras das quais eles próprios têm tanto para ganhar.

Além disso, já vimos claramente os governos ocidentais – particularmente os governos de esquerda – usando seu enorme poder ao longo dos anos para incentivar os relacionamentos das pessoas a quebrar.

Com efeito, estes governos não deixaram quase pedra sobre pedra em sua busca para danificar os relacionamentos alheios.

Eles gastaram bilhões de dólares inundando a população com falsas estatísticas relativas ao “abuso de relacionamento” de vários tipos, com a linguagem jurídica sendo propositadamente distorcida para fazer parecer que as mulheres são perpetuamente violadas por homens de alguma forma.

Por exemplo, eles têm falsificado as definições dos vários tipos de “abuso” de tal forma absurda que, por exemplo, criticar a mãe de uma mulher hoje em dia pode ser visto como um ato de violência – “violência doméstica” -, chamar alguém de “querida” como um ato de assédio sexual, e engajar-se em sexo consensual é mais tarde um arrependimento como um ato de estupro.

(A idéia por trás de tudo isso é provocar tanto ódio contra os homens quanto medo dos homens, e isso também é projetado para encorajar tantas mulheres quanto possível para fazer falsas alegações de “abuso”).

Eles gastaram bilhões de dólares financiando numerosos grupos de vítima que parecem passar mais tempo dispensando propaganda anti-homem do que ajudando quaisquer supostas vítimas.

Eles têm se dedicado e/ou financiado inúmeras campanhas de mídia projetadas para retratar todos os homens como sendo prováveis de serem abusivos contra mulheres e crianças de alguma forma.

E os governos continuam a oferecer às mulheres inúmeros incentivos – financeiros e outros – para fazer falsas alegações.

Eles gastaram ainda mais bilhões no “bem-estar” para fazer os homens tão redundantes quanto possível quando se trata de mulheres e da família.

Eles têm degradado e feminizado propositadamente o sistema educacional para que nossos homens jovens alcançem muito menos educacionalmente do que nossas mulheres jovens – algo que frustra futuras relações em grande escala, dado que as mulheres tendem a preferir parceiros que têm mais instrução do que elas mesmas.

Eles têm estado discriminando homens no local de trabalho em todos os níveis (para reduzir o valor dos homens), sob o fundamento espúrio que as próprias mulheres estavam sendo injustamente discriminadas por homens.

Eles reduziram o salário dos homens em numerosos trabalhos controlados pelo governo simplesmente com o fundamento de que os homens tendem a ser atraídos para esses postos de trabalho mais ainda do que as mulheres são, e eles fizeram o inverso para aqueles trabalhos para que as mulheres tendem mais a ser atraídas. (O argumento ridículo que atualmente está sendo testado sobre a população é que “produtividade, trabalho duro e lucro são maneiras ‘antiquadas’ de avaliar o quanto alguém deve ser pago.”)

Eles corromperam a lei de tal forma que todos os homens estão agora à mercê de suas parceiras quando se trata de falsas acusações de “abuso”, questões de custódia de criança e pagamentos de pensão alimentícia ridiculamente altos – a idéia é seduzir mulheres a quebrar seus relacionamentos porque elas têm pouco a perder e, frequentemente, muito a ganhar fazendo isso – e, claro, fazer os homens temerosos de até mesmo embarcar em relacionamentos de longo prazo.

Eles corromperam o sistema de Justiça de tal forma, quando se trata das relações entre homens e crianças, que agora é extremamente desaconselhável para homens terem alguma coisa a ver com crianças.

E, nas nossas escolas, as crianças mesmo com oito anos de idade estão sendo doutrinadas com o absurdo de inspiração feminista de que os homens têm oprimido as mulheres há milhares de anos.

Na verdade, agora também sendo argumentado – com muito sucesso – que pessoas íntimas deveriam tratar umas às outras como se fossem estranhos. Por exemplo, Estupro Estranho agora é dito ser tão mau como o Estupro de Relacionamento. Fotografar seu próprio filho sendo amamentado, se diz que é produzir pornografia infantil. E por aí vai.

E parece-me bastante claro para mim que o objetivo final é forçar as pessoas a tratar umas às outras como se fossem estranhos por colocá-las em algum tipo de risco jurídico significativo se elas não o fizerem. Até mesmo um professor de música que coloca as mãos de uma criança corretamente no instrumento agora corre o risco de suspensão de trabalho e de alegações de abuso.

A idéia é cortar, ou manchar com desconfiança, qualquer proximidade – não importa quão pequena – que possa existir entre as pessoas.

Na verdade, eu não penso em qualquer lei decretada nas últimas três décadas que impacta nos relacionamentos próximos das pessoas – diretamente ou indiretamente – que não tenha sido projetada para incentivar que essas relações se rompam.

E, essencialmente, os governos têm estado quebrando os relacionamentos entre as pessoas para que eles possam abrir caminho a cotoveladas cada vez mais profundamente dentro das conexões – sociais, pessoais e financeiras – que uma vez ligaram as pessoas.

Além disso, para quem fica de pé a olhar para a imagem global que tem estado surgindo ao longo das últimas décadas, duas coisas tornam-se muito claras.

Em primeiro lugar, os motivos dos trabalhadores do governo nesta área tem muito pouco a ver com o aumento do bem-estar das pessoas. Pelo contrário, esses motivos são muitas vezes maliciosos, e eles têm a ver principalmente com os trabalhadores do governo pretendendo servir-se de alguma forma causando “desarmonia”; com a frase “dividir e governar” encapsulando muito do que está acontecendo.

(Na verdade, só se tem que olhar para como os governos ocidentais têm estado na vanguarda de incentivar a ausência do pai – e, daí, os inúmeros problemas sociais consequentes mencionados acima – nas últimas quatro décadas para ver quão maliciosos eles têm sido.)

Em segundo lugar, os governos ocidentais estão agora tão grandes (empregando diretamente ou indiretamente cerca de 20% de toda a população) que os trabalhadores do governo agora representam, eles próprios, a mais enorme força política para o “grande governo”; que, essencialmente, significa um governo de esquerda. Como tal, nós realmente já não vivemos em “democracias”.

Por exemplo, quando os políticos de esquerda dos EUA como Joe Biden bombeiam bilhões de dólares em grupos associados com a VAWA [a Lei Maria da Penha estadunidense], ele não está só entregando enormes quantidades de dinheiro a serviços que fornecem auxílio às vítimas de violência doméstica. Ele está, na verdade, distribuindo este dinheiro para numerosos grupos de trabalhadores do governo ao longo dos Estados Unidos que dependem deste dinheiro para seus empregos e suas pensões, e que, sem surpresa, darão seu apoio político a Joe Biden.

E, claro, há milhões de outros funcionários públicos (professores da educação básica, assistentes sociais, acadêmicos, etc etc) que também vão apoiar o governo de esquerda precisamente pelas mesmas razões de autosserviço.

(Apenas para um exemplo, muitos acadêmicos que dependem de financiamento do governo vão angariar provas para dar suporte ao ponto de vista do governo, ou seu financiamento vai sumir.)

E, tão importante quanto isso, esses milhões de trabalhadores também fornecerão e promoverão a propaganda política que é projetada para servir a eles mesmos; com estes trabalhadores do governo agora tão entranhado em quase todas as áreas da vida que sua propaganda hoje em dia se derrama nas mentes da população de quase todas as fontes de informação imagináveis – mesmo na escola.

(Além disso, é claro, muitos bilhões destes dólares vão diretamente na prestação de assistência social de algum tipo; garantindo assim que milhões de pessoas que se beneficiam com isto irão votar no governo de esquerda.)

O resultado é que a população está, na maioria, muito fortemente infectada hoje em dia com a visão de que as políticas que promovem governo maior e mais poderoso são as melhores políticas para as pessoas; e então, claro, as pessoas tendem a votar neles.

Mas as pessoas estão sendo enganadas, porque não está sendo dita a verdade a elas. Elas estão sendo inundadas com propaganda de autosserviço de muitas fontes de autosserviço, e a evidência de que estas fontes estão enganando a elas em várias frentes e de muitas maneiras, é simplesmente irrefutável.

Mas quem pode se opor a esta enorme besta do governo? Este organismo que se serve?

Afinal, o governo tem centenas de bilhões de dólares à sua disposição – todos os anos -, vastos impérios burocráticos que invadem cada canto de nossas vidas, e milhões de pessoas organizadas trabalhando para ele. Além disso, é o governo que faz as leis.

Então, quem pode competir com ele?

E quem pode competir com os vastos recursos do governo, quando se trata de “debater as questões” e colocar um determinado ponto de vista?

Bem, não há nenhum outro organismo que chegue perto de ser capaz de competir com esta besta governamental.

Cem anos atrás, os governos ocidentais eram realmente muito pequenos quando comparados com hoje. E, frouxamente falando, a direita representava os ricos e o número crescente de poderosos industriais e empresários, e a esquerda representava os trabalhadores comuns e os pobres.

Os da direita consideravam que o povo estaria melhor servido permitindo-lhes continuar com o trabalho de criação de riqueza e poder, enquanto os da esquerda consideravam que o governo deveria intervir mais diretamente, e mais frequentemente, para ajudar aqueles que eram os mais necessitados.

Traduzido para o mundo de hoje, isso pode ser vagamente descrito como as empresas grandes e poderosas sendo representadas por aqueles da direita, e as pessoas comuns sendo representadas por aqueles da esquerda.

Mas os tempos mudaram de forma completamente dramática desde aqueles dias distantes; e agora há um garoto novo no quarteirão.

O próprio governo.

E esse garoto novo agora é muito mais poderoso do que “os negócios” ou “o povo” – por um caminho muito longo.

Com efeito, não só esse garoto novo tem o poder dos músculos, o poder organizacional, o poder financeiro e o poder legal para conseguir o que ele quer, ele também tem o poder de propaganda para convencer as pessoas de seu ponto de vista.

E é absolutamente evidente que esse garoto novo tem usado este enorme poder para servir a si mesmo.

Basta dar uma olhada para como os governos ocidentais têm crescido ao longo dos últimos 100 anos – ou até mesmo nos últimos 10 anos. Olhe para a crescente tomada de imposto. Olha para os números crescentes de pessoas empregadas pelo governo. Veja os milhares e milhares de leis, regulamentos, restrições e diretivas que anualmente são impostos pelos governos ocidentais sobre seus próprios povos.

Estes governos só crescem e crescem e crescem – não só em termos de tamanho, mas também em termos de poder e riqueza. E eles estão se infiltrando em todos os aspectos da vida das pessoas; controlando, acompanhando, regulando, dirigindo, estipulando, coagindo – sempre em uma medida cada vez maior.

Mas quem pode detê-los?

Por exemplo, quem pode competir com os bilhões de dólares que os esquerdistas Joe Bidens deste mundo derrama sobre causas de esquerda, empregos de esquerda, benefícios de esquerda e, portanto, em propaganda de esquerda e votos de esquerda para um governo ainda maior?

Quem tem o dinheiro para competir com isso?

Ninguém e nenhuma organização, tem uma esperança de competir com tal força.

Com efeito, e por exemplo, apesar do fato de que os estadunidenses são famosos no mundo inteiro por sua crença quase maníaco no governo pequeno e na liberdade individual, isto não parou seu governo federal de crescer e crescer e, com efeito, de andar sempre em cima deles.

E a razão para isto é porque os governos ocidentais têm se tornado demasiado poderosos.

Mas quem pode ser surpreendido por isso, dado que milhões de trabalhadores do governo com enormes recursos e milhões de destinatários de benefícios tenderão a promover seus próprios interesses, em vez daqueles dos “negócios” ou do “povo”?

Cem anos atrás, era tudo diferente.

A tomada de impostos do governo era minúscula, as regras e regulamentos eram poucos e os números de funcionários públicos e os destinatários de benefícios foram ambos pequenos e assim, por exemplo, quando o governo distribuiu dinheiro para seus próprios trabalhadores para prosseguir uma agenda ou outra, os esforços destes trabalhadores, sua capacidade de influenciar as pessoas e o número de votos que os próprios trabalhadores do governo foram capazes de lançar em eleições eram todos relativamente pequenas em comparação com o que o “povo” poderia fazer nessas áreas.

Mas agora, esses trabalhadores do governo tem cerca de 20% dos votos, e eles também têm recursos que são absolutamente inatacáveis.

Com efeito, para rufar os tambores para este ponto, apenas imagine se você tivesse 1 bilhão de dólares anualmente para distribuir a quem desejar. E, além disso, imagine que, anualmente, você distribuiu este 1 bilhão de dólares para pessoas cujo trabalho apoiou um grupo ativista. Você certamente pode imaginar quão grande seria o impacto que este grupo ativista então seria capaz de fazer, do outro lado do país.

Apenas 1 bilhão de dólares vão fazer!

Mas os Joe Bidens deste mundo de hoje em dia distribuem bilhões de dólares anualmente para trabalhadores do governo e para destinatários de benefícios que são obrigados a apoiar “o governo” a fim de se beneficiarem.

E o resultado tem sido de que os governos ocidentais têm sido capazes, com muito sucesso, de enganar o público em acreditar – e “votar” – naquelas ideias e noções que, na verdade, são na maior parte em benefício para o governo, em vez de benefício para o povo; a quebra proposital de relacionamentos sendo apenas um exemplo disso.

Com efeito, quando se trata de questões dos homens, já vimos os governos ocidentais de todos os quadrantes mentindo, falsificando, enganando, ignorando, bloqueando e trapaceando em tantas áreas – sempre no sentido de causar mais problemas para homens, mulheres e crianças, quando se trata de seus relacionamentos – que é simplesmente impossível escapar à conclusão de que danificar relacionamentos alheios é um objetivo principal dos governos ocidentais.

E a razão para isto é muito clara.

Como já mencionei anteriormente em relação a nossa sociedade idílica fictícia, prejudicar as relações entre as pessoas cria uma mina de ouro absoluta para os governos ocidentais. É uma vitória de jackpot de loteria perpétua.

E, claro, há muitas outras maneiras através das quais os governos podem incentivar relações a se romperer – formas que vão além daquelas que têm a ver com estreitar as relações pessoais.

Por exemplo, incentivar a imigração excessiva faz com que as relações no seio das comunidades tornem-se muito mais tênues e incertas. E, claro, o governo se beneficiará com isto como resultado da crescente desarmonia e insegurança que isso causa. Além disso, o governo irá se beneficiar se os imigrantes são produtivos ou destrutivos. Se eles são produtivos, o governo obtém mais dólares de impostos. Se eles são destrutivos, o governo pode justificar mais impostos e mais poder para lidar com os problemas que se seguiram.

Assim, a imigração excessiva também é ganha-ganha de qualquer forma para o governo.

A idéia toda é, claramente, quebrar pedaços tanto quanto possível qualquer senso forte de coesão e/ou de segurança que as pessoas podem ter umas com as outras.

Com efeito, as maneiras em que este perpétuo jackpot de loteria pode ser coletado é tornar-se cada vez mais reconhecido e apreciado pelos governos em todo o mundo – é por isso que o feminismo, e a política feminista, está agora sendo retomado tão avidamente por eles – e tão rapidamente.

E outra vez, você pode ouvir um político promovendo alguma noção nova inspirada no feminismo nos Estados Unidos na segunda, e na quarta-feira, a mesma noção está sendo proposta por outro político em algum lugar na Europa ou na Ásia.

E isto é porque os ativistas e políticos experientes sabem muito bem de fato de onde vem o seu poder. E milhões deles, agora, sabem que cada noção – cada regra, regulamento, política ou lei – que incentiva relacionamentos alheios a quebrar sempre lhes traz benefícios adicionais; considerando que qualquer coisa que vai incentivar as pessoas a ficar perto uma da outra é provável de empurrar o governo – e, daí, empregos do governo – para fora da janela.

Um bom exemplo disto pode ser visto em minha peça intitulada Feministas Destroem o Planeta em que é de notar que o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, introduziu um grande número de condições para ajudar a reduzir as emissões de carbono a fim de combater o aquecimento global – alegadamente, “a questão mais importante dos nossos tempos” -, mas nem uma vez ele aborda o fato de que a tendência crescente para as pessoas a viverem sozinhas está tendo um grande impacto negativo sobre o meio ambiente – em muitos aspectos, não só através de emissões de carbono resultantes maiores.

E a razão por que Gordon Brown não vai fazer nada para incentivar as pessoas a viverem juntas – através de sua retórica ou através de suas políticas – é porque ele sabe muito bem que quanto mais pessoas vivem firmemente juntos, menos elas vão querer o governo.

E, claramente, esse querer governo é muito mais importante para ele do que aquilo que ele próprio alegou ser “a questão mais importante dos nossos tempos”.

Certamente não poderia ser mais claro. Manter a tendência crescente para que as pessoas vivam separados é realmente mais importante para Gordon Brown que reduzir as emissões de carbono – apesar de toda a sua retórica sobre o último ser uma questão de importância de escala planetária.

E isso certamente deve dar a você alguma idéia do quão importante para os governos ocidentais realmente é a quebra de relacionamentos da população.

Na verdade, os políticos ocidentais e milhões de trabalhadores do governo ficariam horrorizados se as pessoas começassem a se dar muito bem umas com as outras.

E esta é a verdadeira razão por que os governos ocidentais amam o feminismo.

É o martelo perfeito para desfazer os relacionamentos alheios.

Em Resumo:

1. Romper relacionamento é uma mina de ouro para o governo e para os trabalhadores do governo. Feminismo é, portanto, uma ideologia que serve aos interesses dos governos ocidentais e dos seus trabalhadores muito bem, de fato.

2. Os governos são agora extremamente poderosos, com políticos capazes de dar bilhões de dólares todos os anos para milhões de trabalhadores do governo que vão estar muito interessados em promover seus próprios serviços – o que eles serão capazes de fazer com muito sucesso – particularmente se adotarem o objetivo principal das feministas de quebrar os relacionamentos alheios.

3. É inconcebível que estes trabalhadores do governo não usarão sua influência enorme para se servirem.

4. É absolutamente inegável que os governos ocidentais e os trabalhadores do governo têm, ao longo dos anos, derramado uma enorme quantidade de sua energia e gasto bilhões de dólares dos nossos recursos, na criação e promoção de leis, políticas e propaganda que são especificamente projetadas para tornar as relações pessoais próximas difíceis de criar e difíceis de manter.

De fato, a atual vice-líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Harriet Harman, declarou abertamente que o casamento é “irrelevante” para políticas públicas, e na verdade, ela descreveu altas taxas de avarias de relacionamento como “desenvolvimento positivo”. (Como a maioria das feministas, ela acredita que relações estáveis entre gêneros oprimem as mulheres.)

E a única conclusão realista que alguém pode fazer é que, quando se trata de relacionamentos da população, os governos ocidentais e os trabalhadores do governo estão propositadamente procurando danificar esses relacionamentos tanto quanto possível.

NOTAS FINAIS:

1. As pessoas frequentemente acham difícil acreditar que os funcionários do governo poderiam ser tão maliciosos em relação a seu próprio povo apoiando políticas e noções que irão prejudicá-los.

E há duas coisas a dizer sobre isso.

Em primeiro lugar, não há dúvida em minha própria mente que muitas das pessoas no topo do governo e no topo de departamentos governamentais são maliciosas – friamente, insensivelmente maliciosas. E eles frequentemente sabem muito bem que o que estão fazendo é prejudicar o seu próprio povo. Mas isto é sem significado real para eles. Em outras palavras, eles não se importam. Sua única preocupação é servir-se de alguma forma.

Um bom exemplo disso é a maneira em que muitos políticos e funcionários do governo – que deviam saber melhor – têm evitado discutir a questão da ausência do pai por tanto tempo apesar do tributo pesado que ele claramente tem tomado de tantas pessoas e da sociedade como um todo.

Esse tributo pesado claramente não importa para essas pessoas.

E por que deveria? Afinal, isso lhes dá empregos, dinheiro, pensões etc etc etc

Outro exemplo seria a maneira em que educadores têm escolhido ao longo dos anos ensinar as crianças a ler usando um dos métodos mais ineficientes imagináveis – um método que estava conhecidamente colocando em desvantagem tanto os nossos meninos quanto as nossas meninas quando chegou à leitura, mas que também estava conhecidamente colocando em desvantagem os meninos muito mais.

É inconcebível para mim que educadores nos escalões mais elevados não estavam cientes da degradação em habilidades de leitura que estava ocorrendo ao longo dos anos devido à utilização de métodos de ensino ineficientes (ou seja, a degradação em curso foi sendo encoberta) e também é inconcebível para mim que eles não estavam cientes de que seus métodos de ensino eram, na verdade, ineficientes; particularmente para os meninos.

Na minha opinião, o método de ensino de leitura – juntamente com uma série de outras iniciativas educacionais que tiveram lugar ao longo dos anos, em detrimento dos meninos – foi realmente projetado para minar o progresso educacional dos meninos em relação às meninas.

E se isso é difícil de acreditar, então, por favor, tenha em mente que esses mesmos educadores, que foram durante décadas tão preocupados com a falta de modelos de papeis femininos no local de trabalho, agora estão dizendo que modelos de papeis para meninos no cenário educacional (por exemplo, ter mais professores homens nas escolas) são sem importância afinal.

Além disso, aqui no Reino Unido, tivemos tanto políticos de esquerda quanto professores de esquerda recentemente dizendo que nada deveria ser feito para ajudar nossos rapazes a alcançar as meninas. Até mesmo a assim chamada Comissão de Igualdade de Oportunidades está dizendo isto; por exemplo, veja isto no Times, “Parem de ajudar os rapazes, diz Vigilância da Igualdade”.

E a pergunta que eu continuo me fazendo é que quantas provas mais serão necessárias antes de acordar as pessoas para o fato de que os governos ocidentais – particularmente os governos de esquerda – estão fazendo tudo o que podem para minar as suas próprias sociedades – particularmente seus próprios homens – e que eles estão fazendo isso para beneficiar a si mesmos.

Agora, eu poderia dar a você muitos mais exemplos que – na minha opinião pelo menos – fornecem uma prova incontestável de que muitas dessas pessoas que trabalham para o governo são maliciosos e egoístas, mas acho que vou parar por aqui, e apenas salientar que a falta de preocupação dos governos ocidentais com a ausência do pai e com a educação pobre dos meninos não pode ser descrita como algo diferente de “mal-intencionada” quando se trata de avaliar suas atitudes verdadeiras em relação ao “povo”.

Além disso, o custo para nós todos de não fazer nada para resolver estes dois problemas específicos equivale a centenas de bilhões de dólares anualmente em todo o mundo ocidental, e isso equivale a uma enorme quantidade de infelicidade para milhões de pessoas.

Os governos, no entanto, se beneficia enormemente dessas coisas. E aqueles no topo sabem muito bem que este é o caso.

(Para mais uma prova de que os trabalhadores do governo são muitas vezes enganadores e maliciosos, veja minha obra intitulada “Não os Respeite”.)

Em segundo lugar, também é quase certamente verdade que a grande maioria dos “trabalhadores do governo” não tem idéia de que mal podem estar causando ao povo por apoiar e promover o “governo” – particularmente governo corrupto, o que é o que na maioria das vezes parece que temos hoje em dia. Suas visões tendem a ser muito restritas, e eles tendem a saber apenas o que eles precisam saber para fazer seus próprios trabalhos em particular.

No entanto, também existirão centenas de milhares de trabalhadores nas fileiras superiores que só vão empurrar um pouco aqui e um pouco ali para obter algumas vantagens para si próprios.

Por exemplo, oficiais superiores da polícia vão querer impressionar seus governantes políticos ganhando tantas condenações por estupro quanto possível. Eles vão querer ganhar mais pontos proclamando aqui e acolá que mais deve ser feito para pegar mais estupradores. E eles pedirão para sempre por mais e mais recursos.

E os policiais não vão admitir abertamente ao público o fato de que, na prática, a maioria das alegações de estupro feitas a eles são realmente falsas; porque fazer isso prejudicaria suas próprias posições.

E então, em todo o mundo ocidental, com milhares de oficiais de polícia querendo impressionar seus mestres, e com milhares querendo mais recursos para seus departamentos, o efeito deles empurrar um pouco aqui e um pouco ali (por exemplo, exagerar, deturpar os fatos etc etc) sempre no sentido de querer um pouco mais para si mesmos, equivale a uma força muito grande na verdade.

E esta grande força pode ser tão prejudicial para a sociedade como um todo, ou a um determinado grupo dentro dela, que a sua natureza pode ser muito “maliciosa” mesmo que os indivíduos que estão criando esta força (neste caso, policiais sênior) não estejam necessariamente com a intenção de ser maliciosos. Eles podem simplesmente estar servindo a si mesmos, digamos, colocando um certo giro sobre várias questões.

Mas é isso que acontece em todos os departamentos do governo.

As pessoas que os dirigem querem mais dinheiro, mais poder, mais influência, mais segurança, mais status, mais respeito e mais clientes potenciais. E então, claro, eles tenderão a fazer o máximo que puderem para alcançar estas coisas.

E então, muito claramente, as forças mal-intencionadas que podem surgir do governo podem ser fantasticamente enormes em seu impacto, apesar de que a maioria dos indivíduos que criaram estas forças não estava pretendendo ser maliciosa. Eles só estavam a tentar, digamos, promover suas próprias ambições pessoais – o que é algo que todos nós fazemos.

Em resumo: haverá aqueles no topo que estão bem conscientes do dano que estão causando às pessoas, por exemplo, incentivando conscientemente a ausência do pai (ou seja, são maliciosos), mas também haverá centenas de milhares de pessoas, ligeiramente mais abaixo na cadeia, que vão estar empurrando um pouco aqui e ali na mesma direção (incentivando a ausência do pai) simplesmente para manter seus impérios – os impérios que as pessoas mal-intencionadas acima estão promovendo e financiando.

E o resultado é uma força muito grande que é muito decididamente maliciosa.

2. Minha própria opinião é que se dermos uma olhada no poder atualmente sendo empunhado pelo governo, pelo negócio e pelo “povo” neste momento no tempo, veremos que “o povo” tem uma voz muito pequena – com “os homens” não tendo quase nenhuma voz afinal. E o gráfico a seguir provavelmente representa muito melhor do que o gráfico acima como as forças destes três grupos atualmente são correspondidas.

O governo agora tem a voz maior, e as pessoas têm a menor. (Por razões de simplificação, não mencionei a grande mídia mas, em geral, a saída da mídia é ainda muito fortemente ideologizada e restrita pelo governo e pelos negócios.)

Agora, dado que o governo serve principalmente a si mesmo, e dado que o governo tem recursos praticamente inexpugnáveis com os quais fazer isso, e dado que há, claramente, tanto mais que governo pode ganhar (e manter) quebrando continuamente os relacionamentos das pessoas, e tendo em conta que agora temos tantas provas irrefutáveis demonstrando claramente que os governos ocidentais estão, na verdade, fazendo seu melhor em muitas frentes para quebrar os relacionamentos das pessoas (um “desenvolvimento positivo”, de acordo com Harriet Harman) me parece que as pessoas devem fazer o seu melhor para minar o poder do governo.

E a maneira mais simples de fazer isso é apoiar apenas aqueles políticos que prometem escancaradamente reduzir a carga tributária e opor-se com mais veemência aos políticos que são susceptíveis de aumentá-la.

Isto normalmente significa apoiar a direita ao invés da esquerda, mas, infelizmente, a questão não é tão simples, porque os tempos realmente mudaram. E existem hoje em dia muito poucos políticos, com efeito, que têm muita preocupação com “o povo”. Os da esquerda são, a meu ver, em sua maioria corruptos – sempre buscando dar poder a si mesmos e seus comparsas através da expansão e do fortalecimento do governo independentemente do custo para as pessoas – e os da direita estão muitas vezes apelando aos desejos de grandes corporações e empresas poderosas. E então já não há mais qualquer voz forte dentro dos círculos do governo que representa pessoas reais, comuns.

E talvez a parte mais preocupante disso tudo é que qualquer político – de esquerda ou de direita – quem se atreva a defender “o povo” de qualquer forma significativa será empurrado rapidamente para relativa obscuridade pelos outros políticos que receberão apoio maciço dos quebradores muito poderosos cuja única preocupação é promover os interesses de grandes empresas ou do grande governo.

E então, apesar de tudo, me parece que não há nenhuma representação real do “povo” dentro do governo (e certamente não há nenhuma representação dos “homens” dentro dele) e, além disso, que qualquer representação do “povo” que ocorra fora do governo está atolada hoje em dia principalmente pela enorme quantidade de propaganda interesseira (particularmente de trabalhadores do governo) que se derrama a favor do “grande governo”.

E, infelizmente para nós, esse dilúvio de propaganda interesseira é proveniente de pessoas que se beneficiam muito generosamente do fato de romper e minar os relacionamentos das pessoas – e, de fato, por colocá-las umas contra as outras.

Sua estratégia global é, bem claramente, “dividir e governar”…

… o que é um dos mais antigos e um dos mais eficazes truques a ser encontrados no manual daqueles que desejam se empoderar à custa dos outros.


Angry Harry é um ativista veterano pelos direitos dos homens.

Artigo original, em inglês: http://www.angryharry.com/esWhyGovernmentsLoveFeminism.htm

Abigail Pereira Aranha é uma blogueira anti-feminista, ativa há quase uma década. Ela escreve sobre política, sociedade, e entretenimento adulto – ou putaria, como ela mesma gosta de dizer.

Artigo traduzido por Abigail Pereira Aranha, no blog A Vez dos Homens que Prestam (18+): http://avezdoshomens.blogspot.com.br/2015/10/por-que-os-governos-amam-o-feminismo.html?zx=2875fe16697088d6 (18+)

A lei de O’Sullivan afirma que, qualquer organização ou empresa que não seja expressamente de direita, se tornará de esquerda ao longo do tempo. A lei tem o nome de jornalista britânico John O’Sullivan.

Os programas de televisão são os melhores exemplos disso. 24 Horas, House. Fundações de caridade são piores, mas mais difíceis de se ver.

Um dos motivos para isso é a intolerância esquerdista contra a tolerância direitista. Direitistas estão dispostos a contratar funcionários abertamente de esquerda, no interesse da justiça. Esquerdistas, totalmente intolerantes, não irão permitir um não-esquerdista perto deles, e irão atormentá-los em todas as oportunidades. O resultado ao longo do tempo é que os empreendimentos conservadores são infiltrados por esquerdistas, mas os empreendimentos esquerdistas permanecem os mesmos ou pioram.

Além disso, o esquerdismo é, em si, uma forma de decadência. É o que acontece não só com programas de televisão, mas com as nações, igrejas e universidades, à medida que a energia emitida pelo Big Bang de sua concepção lentamente se esvai. Ao invés de gastar vitalidade em originalidade e criação, eles se tornam obcecados com introspecção, popularidade e letargia. O esquerdismo é a entropia do espírito e do intelecto.
Outro motivo é que a natureza parasitária dos esquerdistas os atrai para o dinheiro existente.

“Errado – exceto quando sou eu quem faço.”

O Brasil chegou a um ponto onde as pessoas se aperceberam de que algo está errado, mesmo que esse algo já esteja errado há quase quarenta anos. Apesar de toda a conversa sobre como a vida do brasileiro melhorou nos últimos anos, a criminalidade aumentou, o nível da educação caiu barbaramente, o único setor público que funciona como um relógio suíço é o fisco, a corrupção no governo é explícita e generalizada, e ideólogos apologistas do governo atacam qualquer um que tente se posicionar contra a ditadura branca que hoje governa o Brasil.

Hoje, aqueles um pouco mais esclarecidos tentam buscar uma alternativa ao totalitarismo vigente, o qual a Esquerda chama carinhosamente de “Hegemonia”. Uma dessas alternativas, tem sido buscar a ressurreição da direita política e filosófica brasileira, desmantelada na época do regime militar (que esquerdistas até hoje juram que era “de direita”). Mas embora o povo reclame e debata, os resultados pela procura de abrangência são pífios.E quando se pede união, e dois ou mais grupos se reúnem e a idéia aparenta tomar uma forma coesa, de repente, a coisa implode e tudo volta ao estado anterior. Enquanto isso, os planos da Esquerda, atual Status Quo, prosseguem com regularidade, rumo a afundar o país num inferno socialista.

O problema óbvio, que é mencionado o tempo todo por diversos debatedores do assunto, é a falta de educação, e vontade de se educar. Apenas pelas andanças nas redes sociais, você percebe que existem direitistas que o são para serem “do contra”, desde que descobriram que o “sistema” é a Esquerda. Outros, tem alguma idéia do que a direita defende, mas prática, não são realmente direitistas. Como os conservadores que na verdade são neoconservadores, e os libertários que na verdade são social liberais. Mas um quesito que ninguém menciona, porque certamente irá causar mais cizânia e troca de acusações do que qualquer debate Conservadorismo x Libertarianismo, se refere ao combustível da máquina esquerdista de inchamento do Estado.

Como a esquerda marxista não pára de ganhar força, dentro de um país teoricamente de maioria cristã com tendência conservadora?

Porque os ‘direitistas’ produzem os recursos e os recrutas que os Esquerdistas precisam pra controlar ou destruir a sociedade e se manter no poder, roubando até o que estiver pregado no chão. O direitista foi transformado, pela Esquerda, em um colaborador necessário.


“A figura do cúmplice aparece em todos os ordenamentos jurídicos, embora possa ser tratada de forma diferenciada e pode haver variações sobre as diversas formas de cumplicidade. Neste sentido, tem-se por vezes uma distinção entre:

  • Cúmplice propriamente dito: aquele que colabora com a execução do crime, e mesmo sem a sua colaboração o crime poderia ter sido concretizado de qualquer maneira.
  • Colaborador necessário: aquele que colabora com a execução do crime com um ato sem o qual este não se realizaria.”

De onde vem o dinheiro pra comprar o congresso?…

Você já parou pra pensar que o governo rouba 40% de tudo o que você produz num ano, fora as coisas que você consome, que podem chegar a ter até 150% de taxação em cima do preço original? E quanto mais você buscar ter, maior será a fatia proporcional que o governo irá consumir. E esse dinheiro não serve só para comprar o congresso. Ele também compra a mídia, os “especialistas”, artistas, e o mais importante, votos. Vários motivos podem levar um homem a buscar luxo e consumismo, ao invés de conforto. Um deles é a ambição exacerbada, incentivada por uma sociedade que hoje exalta mais o TER e o PARECER, do que o SER. Outro é a necessidade de companhia. Mas numa sociedade onde as mulheres não possuem limitação moral ou noção da realidade, e fazem demandas cada vez mais absurdas, você terá homens definhando numa competição canibalística, exaurindo rapidamente os recursos disponíveis na região numa tentativa de acumular o suficiente para atrair a atenção de uma possível pretendente. Boa parte desses recursos será, então, sifonada pelo Governo, que dará uma parte às mulheres, tornando o esforço e sacrifício dos homens de pouco valor aos olhos delas, o que os levará à estivarem ainda mais; é um círculo vicioso. A exceção a esta regra será o homem inescrupuloso, que lançará mão de meios lícitos ou ilícitos para obter poder e status social. E sendo corrupto, esse tipo de homem enriquecerá mais rápido do que aquele que possui limitações morais, se fixando no topo da sociedade – o que significa acesso facilitado às mulheres por ser um “bom” partido. Fato que irá tornar esse tipo de homem um referencial para os homens mais jovens.

… E de onde sai tanto esquerdista?

Não é difícil ver em vários lugares, as idéias desajustadas dos esquerdistas sobre família, principalmente no trabalho de Engels e no Feminismo, que pregam a destruição da família como instrumento de revolução. Mulheres educadas dentro da cultura feminista tem zero empatia por crianças, enxergando-as como acessórios para a própria felicidade, na melhor das hipóteses, e estorvos ou castigos, na pior. Muitas pregam, ou mesmo praticam o aborto casual e indiscriminadamente, chegando a rotular a coisa de “profilaxia da gravidez” (ou seja, gravidez, para elas, é uma doença). Claro, isso não é regra; vadias burras terminam como mães solteiras de bastardos de cafajestes, e existem feministas que “se casam” com um doador de esperma incauto, e depois se divorciam para curtir sua “produção independente”, pela qual o doador pagará pensão. Mas se considerarmos que boa parte dos esquerdistas funcionais/feministas não fazem filhos, como o número deles só cresce, exponencialmente, a cada geração? Bem, esquerdistas são notórios por esperar alguém produzir algo de valor, para então ir lá e reivindicar direitos sobre o que outra pessoa produziu sob a édige da “justiça social”. Ocorre que isso não se limita a bens materiais. Então as feministas – que odeiam família, e odeiam crianças – irão se tornar professoras, e usurpar a educação dos filhos dos cristãos, conservadores e libertários. Num país livre, você poderia reivindicar seu direito de não deixar seus filhos sob a tutela de putas infanticidas, mas tal qual a Alemanha Nazista, o sistema educacional brasileiro é centralizado, organizado do topo pra baixo, e é criminalizada qualquer outra forma de se educar crianças que não seja internado-as em algum canil do governo – fazendo com que, embora os pais transmitam alguns valores (se é que transmitem) e se julguem bons pais, não sejam a maior influência dos jovens, pelo simples fato de que estes jovens terão tempo de convívio muito maior com a mídia corrupta, professores canalhas, e amigos igualmente bitolados. O que acarreta em pais estarrecidos ao descobrirem que seu filho, que até então parecia ser um bom rapaz, estampado na TV metido em atos de vandalismo e matando repórteres com rojão.


Não faça prisioneiros “tolerantes”…

A primeira coisa que todo homem direitista, ou que tem pretensões direitistas, que queira sair do buraco em que estamos hoje, deveria ter em mente, mais do que alianças, é não colaborar com a Esquerda de jeito nenhum, não importa que boas intenções eles aleguem, ou que chantagem emocional eles façam. Se “fazer a coisa certa” implica em terminar por fornecer recursos para pessoas mal intencionadas perpetrarem a destruição de inocentes (as gerações futuras), então o seu “bem” é de pouca valia. Você acha isso extremismo? Talvez não tenha assistido à entrevista da deputada venezuelana Maria Corina Machado, onde ela descreve que a direita venezuelana (sim, eles tem uma e nós não) seguiu fazendo acordos com Chavez, e depois Maduro, enquantos estes os enrolavam e prosseguiam com seus planos às escondidas, para então jogar os tais acordos pro alto, pois já haviam conseguido o que queriam. Agora o povo venezuelano está colhendo o que plantou, e os direitistas estão sendo cassados, ou até presos sob a acusação de “traição”.

Tudo o que teóricos esquerdistas planejam (e seus seguidores babacas executam) tem como finalidade o inchamento do Estado, e por consequência, o aumento do próprio poder. E esquerdistas são notórios por traírem seus acordos quando julgarem oportuno. Hitler e Stalin eram camaradas quando invadiram a Polônia, um quadro que mais tarde mudou. Aqui mais três exemplos emblemáticos do que se pode esperar da esquerda.

Mas alguns são pobres idiotas úteis, uns coitados…

…Como o eram os alemães que foram lobotomizados pelo sistema escolar nazista. Se naquela época, os países ficassem tentando conciliações inúteis, com peninha, hoje nem eu estaria escrevendo esse texto, e a maioria de vocês não estaria lendo, pois não somos parte da raça ariana. Não dá pra fazer acordos com quem valoriza mentira e verdade igualmente, e lançará mão de qualquer meio para fazer o que quer, baseado em “boas intenções”. Por conta dessa frouxidão travestida de tolerância, temos hoje, políticos que mentem e roubam desavergonhadamente, e são defendidos pelos punheteiros da justiça social ao justificarem que sua conduta podre é “em favor dos pobres e oprimidos”. Não tenha medo de ser acusado de “discriminar” por essa gente, porque o conceito de “discriminação” deles, é na verdade a imposição de aceitação forçada. Eu poderia listar aqui, como esses idiotas violam, casualmente, os direitos humanos sobre os quais eles vivem choramingando, e de como isso não passa de manipulação barata visando usar princípios morais contra as pessoas que os tem, mas é tanta coisa que é melhor deixar para depois.

Não inveje o mau

Uma sociedade que premia seus piores elementos, é uma sociedade da qual não vale à pena participar. Não valorize ou tome como exemplo, homens que ergueram seus impérios em conluio com o governo e se colocam acima da lei, enriqueceram às custas do povo¹, ou de outro modo ilícito, e nem os inveje. Essas pessoas merecem desprezo, não importa quanta grana tenham.


¹ Aqui, pode-se citar qualquer um dos cumpanhêros, mas não encontrei dados sobre a grana dos membros da gangue. Boa parte da formação de uma sociedade sadia implica também na formação de família e lidar com aqueles que a ameacem, mas é um assunto extenso e melhor tratado em outro post.

Já não é de hoje que uma briguinha entre olavetes e realistas se arrasta através da internet. Na maior parte, tudo não passa de implicância e perda de tempo, consistindo em apontar imperfeições no conservadorismo ou no realismo – briga de jardim de infância; nenhum dos sistemas jamais se propôs ser perfeito (talvez apenas na cabeça de alguns de seus aderentes mais empolgados) e nem poderia, já que ambos foram desenvolvidos por humanos igualmente imperfeitos.

Não vou abonar ou justificar os membros da real que agem como imbecis descerebrados. Eles são um caso de ignorância invencível e eu não perderei mais meu tempo questionando as atitudes deles.

Porém, o outro lado não está isento de erro – só que se aproveita do estatuto automático de vítima criado pelo feminismo para se isentar de responsabilidade sobre o ocorrido, e frequentemente lançar provocações, para então capitalizar simpatia e bajulação dentro de seu atual grupo. Vamos ao texto: (Texto original em itálico; meus comentários em negrito)

O FEMINISMO é tão bem pensado que planejou o modus operandi ideal dos homens que se apresentariam como seus inimigos. Eu odeio o feminismo e não gosto, tampouco, de movimentos masculinistas porque são frutos do feminismo. O mesmo rancor, ilusória tristeza, sensação de perda e necessidade de contra-ataque que se usou para aliciar as mulheres a entrarem no lixo feminista, usa-se para aliciar homens com histórias dramáticas a entrarem em movimentos caricatos, heterogêneos, faccionados e infrutíferos como a “real”.

Na verdade, a Real não sai por aí panfletando; não existem fundações multibilionárias financiando o grupo, influência na mídia ou no meio acadêmico. Existem duas maneiras através das quais homens chegam na Real: após se ferrar na vida – e isso pode ser outra coisa que não ‘levar um fora de uma garota’. Existem caras que foram pra Real porque queriam saber como não serem mais alvos de bullying, porque foram trapaceados no emprego, etc. Ou porque viram mulheres zangadas reclamando da Real, o que os levou a perguntar “o que é a Real?”.  Antes  disso , os homens geralmente não fazem a menor ideia do que é Real, e se fazem, não dão a mínima. Então, exceto os caras que chegam na Real por curiosidade, os outros já chegam na Real, decepcionados, rancorosos, tristes, e com necessidade de contra-ataque. A Real não inventou essas coisas, os homens que sofrem revés o suficiente e nem tem ideia do que é Real estão igualmente sujeitos a ficarem assim, e se a Real sumir hoje, eles vão continuar assim.

Criar homens céticos, desesperançosos, sem carinho e sem admiração pelas mulheres e, de modo geral, inimigos da cortesia e do galanteio é tudo que o feminismo conseguiu ATRAVÉS da “Filosofia da Real”.

Argumentum ad nauseam.

O feminismo odeia a mulher tradicional, mas também odeia a mulher moderna, odeia a mulher; e trabalha para destruir a admiração e necessidade mútua entre os dois sexos e a “real” é o instrumento perfeito:

Festival de distorções e inversões

diz ao homem que deve aprender a não necessitar de mulher,

No sentido de que homem não deve ser um mero escravo de seus próprios instintos, ou cair vítima de manipulações: “homem que é homem pega todas”, “um homem só é homem depois que se casar”, etc – onde a hombridade é definida de acordo com os interesses de terceiros, sem se importar com o sujeito.

diz ao homem que a mulher não merece respeito por “x” motivos,

Omissão de dados. Os posts sempre dizem a que tipo de mulher se referem.

 diz que existem diferenças entre as mulheres decentes e as modernetes, mas,

Verdadeiro.

 diz, ao mesmo tempo, que só as modernetes existem,

 Falso. Diz que as decentes são difíceis de encontrar.

 diz, que todo tipo de elogio ou favor prestado a uma mulher sem retorno ou motivo válido é “manginice”, coisa de homem fraco.

Totalização. E errada.

 Construir a imagem de um homem forte como aquele que não precisa da mulher é exatamente o que o feminismo propõe ao sexo oposto: Construir a imagem de uma mulher forte como aquela que não precisa do homem. Se nos pautarmos no conservadorismo ou no cristianismo veremos que mulheres e homens precisam uns dos outros, e as crianças precisam de ambos.

Falso. O que se propõe é que mulher não deve ser o único objetivo na vida do homem. E que ficar solteiro é preferível a entrar num casamento que resultará numa família quebrada, resultando em agravo para todos – mulher, homem, crianças. Se nos pautarmos no conservadorismo ou no cristianismo, veremos que ambos também pregam isso.

 Tudo isso, no fim, é um grande engodo para acabar com a família. O feminismo constrói uma mulher “independente” e a “real” constrói um homem “desapegado”, o casal perfeito da subversão. O casal que jamais conseguirá constituir uma família nos moldes tradicionais, e muitos serão apenas uma dupla de pessoas que jamais será um casal.

Nossa, a Real é o Goldstein das olavetes.

Os membros dessas filosofias poderão alegar, como de fato alegam, que “não são contra a família mas que apenas percebem que a situação está tão ruim que jamais terão uma família na prática”, ou que “não são obrigados a casar com qualquer pirigueti”. Corrobora essa afirmação a espontosa quantidade de homens solteiros, em idade jovem ou madura, que usam as mais diversas escusas para não manter laços matrimoniais.

Ninguém é contra a lei eclesiástica. A queixa é contra a lei civil. Uma queixa que as mulheres não tem, já que são beneficiadas por ela. Se dizem conservadoras cristãs, mas são a favor do divórcio sem culpa… posers.  

Vale ressaltar que entre os “solitários” desses grupos é quase impossível encontrar quem faça o sacrifício da castidade ou do sacerdócio.

Prove!

O discurso de “desenvolvimento pessoal” em primeiro lugar desses solteiros solapa toda a bondade, cavalheirismo, cordialidade, gentileza, altruísmo e possibilidade de casamento e família.

Toda leitura anti-feminismo realmente confiável deve incentivar o homem e a mulher a se amarem mais, se respeitarem mais e mais quererem estar juntos, o resto é tentáculo feminista. Usando um disfarce, uma nova roupagem, uma nova linguagem ou apenas mudando o lado da trincheira – das mulheres para os homens -, tudo que em finalidade desacredita a prática da família é semente feminista.

Essa é a sua opinião pessoal. Não se esqueça de mencionar isso. Leituras anti-feministas sérias pregam a igualdade perante a lei e o respeito pela diferença entre os sexos. Relacionamentos transcorrerão normalmente como consequência disso, mas não são o objetivo principal.

 Aí o sujeito diz: “Ambos os grupos (realistas e conservadores) odeiam o feminismo, seria muito melhor a união de forças contra um inimigo comum do que ambos serem esmagados por ele aos poucos e separadamente. Na guerra o importante são os aliados, após a vitória ocorre a separação e cada um volta a se isolar em seus próprios conhecimentos e vontades. Um grande exemplo disso: a 2ª Grande Guerra. EUA aliando-se à Rússia no combate à Alemanha nazista.”

 Essa comparação com a guerra foi quase perfeita. EUA e Rússia aliaram-se, de fato, para destruir o nazismo, mas lembre-se que o nazismo foi criado pela própria Rússia. A Rússia financiou, cedeu espaço, incentivou e inclusive estabeleceu acordos com a Alemanha. A URSS criou e usou a Alemanha, e depois usou os EUA, ou sua oportuna participação – para destruir sua própria criação. – Leia a obra: “O grande culpado” de Viktor Suvorv, ou “A Batalha de Moscou” de Andrew Nagorski. Os conservadores… bem, melhor falar por mim mesma: EU não serei usados pela “Rússia feminista” nem para o mal, nem para o suposto bem. Se nos planos de Deus estiver que caiamos ao lado da igreja e da família, nessa terra passageira, então iremos sucumbir com decência. Minha posição é, e será a cada dia reafirmada, de que nenhum conservador se alie a qualquer cria, legítima ou adotada, do feminismo ou do comunismo.

Que bonitinho. Vejamos um texto postado no Facebook, acerca de uma outra confusão envolvendo os grupos já citados, mas com a perspectiva de uma mulher neutra:


Fui perguntar esse domingo passado (09/02/2014) para uma moça realmente conservadora se a pagina dela de conservadorismo dirigido a mulher que ela tem no facebook apoiava essa palhaçada de musa e ela deu uma resposta muito bela e honrada e venho aqui a compartilhar.

“A Página ***************** (nome da pagina que ela administra) é uma página cristã, completamente oposta dessa vitrine viva chamada olavettes. Por este motivo ela repudia todas as páginas de mulheres que desejam aparecer seja da maneira como for. Quanto a página olavettes, é importante salientar que o fato delas concordarem com a opinião do Sr. Olavo de Carvalho, isso não quer dizer que sejam cristãs. Ser cristã é muito diferente do comportamento que elas adotam tanto perante as páginas quanto nos próprios perfis.

A página ***************** aprecia muito o pensamento do Sr. Olavo, entretanto, reprova o comportamento destas mulheres expondo a si mesmas, suas vidas e imagens para ter a atenção dos Homens e do Sr. Olavo como se elas fossem melhores em alguma coisa.

Que comportamento é esse, de mulheres comprometidas com seus namorados/noivos e maridos que glorificam o Sr. Olavo de Carvalho a ponto de se submeter a usar sua alcunha, expor sua vida ao invés de honrar o seu Homem e seu nome? Essa é a maior desonra que elas podem fazer aos seus respectivos companheiros ( na internet) e falham com elas próprias se intitulando base de exemplo quando cometem claramente a traição do vínculo que tem com seus Homens.

Qual é a aplicação prática dessa vitrine feminina para combater o feminismo e todo marxismo cultural? NENHUMA.

Essa página prejudica ainda mais a luta de mulheres cristãs, pois tem muitos Homens que acreditam que elas são exemplo de mulheres em luta contra o feminismo. Para a página ***************** existem dois tipos de mulheres: as cristãs e as feministas, esta última tem imensa variação de pensamento e comportamento, mas todas feministas. Algumas podem ser confundidas com as cristãs, pelos mais leigos, mas é bem fácil perceber a diferença para os que estudam o feminismo/marxismo.

A página ***************** abomina toda forma de exposição de si mesma e glorificação de atos que deveriam ser vistos como NORMAIS das mulheres. Nenhuma mulher deve ser glorificada por ter atitude honrosa, educada e feminina. Ela deve lutar contra o marxismo, feminismo e ganhar almas (mulheres) para o comportamento cristão e louvar sim (na terra) cada uma o SEU HOMEM. O que as olavettes fazem é glorificar o Sr. Olavo de Carvalho que é admirado (justo ele merece o reconhecimento) por Homens de bem, e com isso pretendem ter a sua atenção e todos os Homens. Desejam também serem vistas como mulheres honradas e cultas. Se elas desejam respeito, que façam por merecer… mas não será criando uma vitrine de mulheres que louvam um Homem do mundo”


Original

ESSA é uma mulher conservadora cristã segundo o que se espera de uma. ESSA é uma mulher merecedora de deferência, cavalheirismo e tratamento especial. Porque ela é uma mulher que se porta de acordo com o que é esperado de uma mulher conservadora cristã. Não as supostamente cristãs que usam anticoncepcional. Não as que retalham a Bíblia para cobrar os deveres dos homens segundo a lei de Deus, mas ignoram os seus e usam a lei de César quando lhes convém. Não as que citam Ester e Debora como desculpa pra serem insolentes e carreiristas.  Não as conservadoras que embromam até os 30 anos para ter (muitas vezes um único) filho. NÃO as moças solteiras de quase quarenta anos que culpam os homens por exigirem mais do que podem/merecem ter.

Quem acha que as mulheres merecem cavalheirismo ou qualquer tipo de tratamento especial ou deferência *apenas por serem mulheres*, são as feministas, independente de se assumirem como socialistas na esquerda, ou se iludirem pensando que são de direita.

 Obs. Não importa quanta chantagem façam contra mim. Não importa que aleguem que sou o diabo, que tenho oito amantes, que sou lésbica ou que sou uma bruxa açoriana. Ainda que vocês conseguissem acabar com a minha reputação, o meu discurso é coerente com a realidade e vocês sempre serão nada mais que um filho bastardo do feminismo.

 Não importa quão falha eu possa ser ou venha a me tornar, não permitirei que nenhuma dissonância cognitiva altere o compromisso do que DIGO com a verdade e a consciência moral. Ainda que eu viesse a descuidar da minha vida prática, não deixaria de me comprometer em defender a família e os demais pilares da cultura ocidental em níveis gerais.

Seu discurso é coerente com o de uma ex-realete que foi ridicularizada e enxotada por tentar ditar regras numa das páginas da Real. Mas isso você não tem coragem para admitir pros seus novos amigos, tem?

Aliás, se os membros brucutus da Real te incomodam tanto, por que você não bloqueia eles, como faz com os membros mais educados que argumentam ao invés de xingar? Talvez porque os educados não fornecem bons prints para você posar de vítima para os seus fãs… Uma mulher recalcada querendo se vingar está longe de ser nobre, ou moral. E parafraseando o professor Olavo de Carvalho, antes que eu me esqueça: Nazista/comunista é a sua mãe!

Pv. 16:18 “O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda.”