Archive for the ‘Relacionamentos’ Category

Ontem pela manhã, topei com mais uma sumidade das vitimistas, o link para o post original é este, e resumindo, se trata da história de uma “garota” de dezessete anos, com um nível de ingenuidade e passividade que beira a ficção científica, oprimida pelo pai, manipulada por um homem e abandonada grávida, oprimida pela sociedade, e morta por um aborto ilegal. O pacote Opressão Patriarcal ++ completo.

O texto é completamente desprovido de argumentos, sendo constituído de pura manipulação emocional, e isso fica claro para qualquer um com QI 100 (o das feministas gira em torno de 72, e o dos chimpanzés, 68), provido de racionalidade, e com vergonha na cara. É sabido que os conceitos de racionalidade e vergonha na cara foram criados por homens – obviamente com o intuito de oprimir as mulheres – e por isso, feministas também os rejeitam. Provavelmente se trata mais de comiseração, ou reforço ideológico para mulheres já perdidas para o feminismo, do que material para atrair leigas incautas. Sequer vem casado com alguma daquelas estatísticas 1-em-4 que já foram refutadas dezenas de vezes. Provavelmente porque não foi elaborado por uma “expert” acadêmica, mas por uma guria emo de quinze anos querendo causar.

Então, que tal variarmos um pouco, para sair da mesmice? Ao invés da habitual comiseração e conformidade ideológica, que tal olhar o texto considerando as mulheres como homens, como elas tanto sonham? – não o playboy cafajeste, o burocrata corrupto, ou o bandido consumado, que parecem ser o tipo de homem com quem elas exigem equiparação, mas com o indivíduo adulto, que será responsabilizado pelas próprias escolhas, e pelas ramificações de sua associação voluntária com estelionatários. 

O texto original segue em itálico, e meus comentários, em negrito. Já que o namoradinho é um sujeito oculto aleatório, vou tratá-lo aqui por Cafinha.

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“Joana, com 17
namorando a mais de um mês
Já pagou até boquete
mas sexo ela não fez

Joana é uma hipócrita, ou como popularmente são conhecidas, uma falsa certinha. Ao longo do texto, existem referências que implicam que Joana pertença a uma família com valores conservadores, ou a alguma religião organizada (no Brasil, certamente o Cristianismo). Só que cristãs praticantes (e teoricamente, também as conservadoras) não pagam boquete para um cara que conheceram há um par de meses, porque acreditam em guardar castidade, e compromisso antes de se entregar a intimidades sexuais. Já as mulheres liberais, que seguem apenas a parte do Cristianismo/conservadorismo que lhes é conveniente, porque gostam de receber tratamento deferencial, não verão problema em fazê-lo, contanto que isso não afete sua imagem pública de moça correta, que é a maior preocupação das falsas certinhas. 

“Não quero putaria”
falava o papai

Porque na esmagadora maioria das vezes, quem tem que arcar com os custos financeiros da putaria da filhinha, é o papai. E o problema não se restringe ao campo financeiro. Mesmo quando a mãe solteira menor de idade arruma um trabalho para aliviar o custo financeiro que ela gerou, alguém tem que cuidar do filho dela, e a tarefa acaba caindo no colo dos pais da menina. Mas aparentemente, no mundo das feministas, o pai não querer que a filha faça algo que vai resultar em futuros problemas e prejuízo para ele, é uma tremenda opressão.

mas o namoradinho ria
haha
“não quero nem saber”
você vai fazer, se me ama”
só quero saber de papai
com mamãe
na minha cama

E do que estamos tratando aqui? Um adulto olhando feio para uma criança de seis anos? Dois meses certamente é pouco para se conhecer a fundo uma pessoa, mas pode ser o bastante para colher informações gerais sobre ela. Cafinha, por exemplo, não está nem aí para os valores que Joana teoricamente segue. Ele ri abertamente desses valores. Mesmo sendo Joana uma cristã de festim, seria do melhor interesse dela não se envolver com um cara que não tá nem aí, porque isso poderia complicar a posição dela. Uma cristã praticante então, nem se fala. Mas aqui é onde geralmente vem racionalizações do tipo “ninguém manda no coração”, usadas para se isentar da responsabilidade de perpetuar relacionamentos com quem já deu sinais de que não vale muita coisa. ‘Coração’ é um eufemismo para instintos e emoções. Sabe quem mais é guiado por instintos e emoções, incapaz de exercer controle sobre estes? Animais irracionais.

No outro dia
o pai tava lá embaixo
a Joana também! por baixo do namorado!
Ela sendo despida
ele pelado

E aqui nós vemos que a falha não foi do pai opressor. O velho fez a parte dele, e depois confiou nela para seguir o que foi ensinado. Ela já tem dezessete, e não nove, caramba. 

Talvez fosse responsabilidade parcial do pai, caso o velho fosse um liberal bundão que pregasse rédea livre e zero responsabilidade. Se você passou todos os valores que tinha adiante, e ainda assim precisa vigiar sua filha, praticamente uma adulta, vinte e quatro horas por dia, ou acorrentá-la no porão para ela não fazer merda, é porque a índole dela é bem ruinzinha, e não há muito que se faça que vai adiantar muita coisa. O jeito é esperar que ela crie problemas após os 21 – quando a responsabilidade será exclusivamente dela. Mas Joana não podia esperar.

E apesar de tudo que diziam
ela sabia que não era um pecado
“coloca a camisinha”
“ô Joana, sem é mais gossstoso,
é só reza pra deus,
ele benze o meu gozo”
Joana não queria, mas acabaram fazendo

Peraí. Para saber que sexo não é pecado (na verdade é fornicação; sexo fora do casamento – ilícito), ela é capaz de pensar por si mesma. Mas na hora de recusar uma transa sem proteção, ela vai pela cabeça do Cafinha? Esse é um exemplo típico de quando a mulher se faz de burra para se eximir de responsabilidade pessoal. Ao se fazer de inocente, ela joga a culpa toda no Cafinha, quando a decisão de transar sem preservativo também foi dela. Imagina o Cafinha, na frente do juiz da Vara Familiar que está decidindo a pensão, dizendo que não queria fazer sexo, ela que obrigou? O juiz ainda era capaz de colocar ele em cana por deboche. 

Mesmo que ele ou ela fossem estéreis, existem outros fatores. E se o cara tivesse AIDS? (que ela provavelmente já contraiu, engolindo porra, mas para não desviar do texto, finjamos que os boquetes eram feitos com camisinha).

O que a falsa certinha não queria, era repercussão. Se ela realmente não quisesse sexo, gritaria estupro, e Cafinha iria para a prisão ou para o cemitério, dependendo do pai de Joana estar armado ou não. “Ah, mas ela fez por amor”… Ah, e com um par de meses ela já ama loucamente o Cafinha pra fazer o que ele quer. Mas para seguir a determinação do otário que deu teto, roupa e comida pra ela por dezessete anos, aí é opressivo? Mais evidência de que tipo de mulher Joana realmente é. 

fizeram na fé
“Deus, eu fico te devendo”
Mas Deus não perdoou…

Fé, Deus… Bão, se fosse fosse questão de religião, teriam guardado castidade, e feito depois do casamento, onde gravidez não seria um problema. Mas como Joana é hipócrita…

A pílula falhou!
Chazinho não funcionou!!
Joana enjoou!!!
Será que engravidou???

Todo modernete imbecil debocha das pessoas que tem algum princípio moral, dizendo que eles consideram que sexo é só para procriação – só que os mesmos modernetes tratam sexo como se fosse apenas para recreação, ignorando que a função biológica do sexo É a procriação da espécie. Exceto em casos de esterilidade, encher uma mulher de leite tem sempre uma porcentagem variável de chance de resultar em gravidez, ainda mais ela estando no auge da fertilidade, enquanto nova.

(Será amor? amor…?)
namorado fugiu
pra onde ele foi? alguém viu?

Naaaahh, que absurdo! Quem poderia imaginar que o Cafinha iria comer e sumir? Afinal, cafajestes são famosos por honrar compromissos e assumir responsabilidades, e não o contrário, certo?
Certo? 
É claro que os homens devem ser responsáveis e não sair engravidando mulheres por aí, e caso o façam, devem assumir a responsabilidade sobre a criança. E basta um nível de inteligência rudimentar para saber que os cafajestes são estelionatários, só pensam em si mesmos, em tirar proveito dos outros, e não vão assumir porra nenhuma. Exatamente por isso eles são rotulados como cafajestes.   

Exatamente por isso, a responsabilidade final sobre o sexo recai sobre a mulher, que vai arcar com as ramificações do ato sexual – A gravidez. Cabe a mulher negar sexo à homens que não prestam, ou exigir compromisso na criação dos filhos resultantes do ato. Mas essas mulheres alternam de fortes e independentes à vítimas incapazes, para se eximirem da própria responsabilidade sexual, e não se privarem de trepar casualmente com a escória do sexo masculino. As mesmas mulheres que choramingam sobre a conotação ruim trazida pelo rótulo ‘vadia’, porque fazem do rótulo ‘cafajeste’ um distintivo de honra.

Aqui também, curiosamente, Joana nem sequer cogita tratar do aspecto Legal das ações de Cafinha. Ainda que Cafinha não deva porra nenhuma à Joana (agradeça ao feminismo por ter te libertado, Joana), ele tem obrigações legais para com a criança. Quando os Cafinhas tem a grana de um Neymar, as mulheres instantaneamente procuram os direitos da criança (bem como a guarda primária), e não se importam nem um pouco com a fama de interesseira e golpista. Talvez o volume de dinheiro atenue o sofrimento de um tratamento tão injusto… 

“O que eu vou fazer?
Pra quem eu vou contar?
Não quero esse filho, eu vou é me matar!

Até parece.

Não… vou falar pra Maria, do salão
Ela vai entender a minha situação”
Joana, contou todos os lances
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém!!!”
Joana…
todo mundo já sabe do teu neném!

Resultado óbvio. A gravidez da Joana é um problema particular, que ela não deveria expor publicamente. Quando o Cafinha pulou fora, e diante da própria incompetência em resolver o problema sozinha, ela deveria aceitar as consequências e levar o problema para os pais dela E para os dele, aceitar o esporro, e dar um jeito na própria vida. Mas como boa modernete, ela preferiu seguir tratando com pessoas que não tem o menor comprometimento com ela. Joana não procurou a família porque não queria repreensão; queria comiseração e aprovação para se sentir melhor consigo mesma. 

“Vagabunda, engravidou na adolescência!
Na hora tava bom?
vadia sem consciência!

Mas é verdade. Na hora em que o Cafinha estava gozando dentro com o consentimento e cumplicidade dela, ela não estava preocupada com o futuro, estava? E agora que o futuro chegou, o quê? Ela é uma vítima sem agência, num mundo patriarcal que controla as ações das mulheres? Se fosse este o caso, o namoradinho cafajeste de Joana teria que passar pela aprovação do pai dela, e mesmo que passasse, jamais estaria sozinho no quarto com ela. A ironia é que num mundo patriarcal, Joana provavelmente não se tornaria mãe solteira.  

Olha lá? ela falou em abortar!
abortar?
Por que não pensa logo em se matar?
assume (assume!)
assume (assume!)
assume (assume!)
assume (assume!)

O que as feministas/abortistas não levam em consideração, é que a sociedade é contra Joana abortar o filho, do mesmo modo que é contra o Cafinha abortar Joana por não querer o filho. Caso contrário, o goleiro Bruno teria sido preso injustamente. “Meu dinheiro, minhas regras”. Na famigerada distopia Patriarcal alardeada pelas feministas, os homens colocariam dinheiro em “experts” para provar que “mulher grávida não é gente, é só um amontoado de células, um mero parasita que pode ser abortado sem problemas”.

Mas como os homens não fazem isso, elas então alegam que o “aborto masculino” é liberado, e acontece quando o Cafa sai fora – mas omitem que existem leis para impedir que o sujeito fuja da responsabilidade, e que oferecer sexo à esse tipo de homem sempre foi opção delas. E o sexo tem por consequência, a gravidez. O cafajeste que engravida a mulher e foge, o é porque a mulher escolheu o cafajeste para ser o pai do filho dela. Também há a alegação de que a mulher não busque a justiça por medo do que o namoradinho bandido vá fazer contra ela. Novamente, o problema começou no tipo de homem que ELA escolheu para se relacionar.

Na hora de se envolver com bandido, a vida é dela, a decisão é dela e ninguém tem nada com isso. Na hora em que os problemas surgem, “ain, sou vítima, não tive nenhuma escolha”. Essas mulheres, e todas as que as defendem, não valem porra nenhuma. 

E lava esse teu perfume de vagabunda
que nojo dessa buceta
cobre essa tua bunda!”
cala tua boca, ANDA DE BURCA!

Vitimismo purinho. Fez merda e acha que, por ser repreendida, está sendo tratada como muçulmana. Se fosse o caso, Joana estaria MORTA por ter atentado contra a honra da família.

Joana chorava,
não tem mais ninguém
ta que nem muita prostituta
sem família, e com neném

Mais vitimismo. Já foi o tempo em que prostituta era sinônimo de mulher destituída, sem qualquer outra opção na vida. Tem bastante prostituta hoje que é garota de classe média, universitária, visando dinheiro fácil. Assim como as prostitutas universitárias, Joana está longe de ser uma coitadinha. Ambas fizeram uma escolha. E escolhas tem consequências.

E agora, e agora?
meu pai vai me espancar
mas ah, tem jeito

mamãe me ensinou a tricotar.
Sangue e choro… no chão do banheiro
morreu mais uma vagabunda
aos olhos do Brasil inteiro

A morte de Joana é resultado das escolhas de merda que ela fez em vida. Ignorar o pai. Se envolver com um vagabundo. Abrir as pernas sem proteção. Tornar seu problema público, em busca de aprovação. Descontar covardemente seu problema no próprio filho, ao invés de assumir a responsabilidade pelo que fez. 

aborto sem sucesso
país sem progresso

Me traz mais um chá de canela
que a próxima deve ser a Gabriela.”

Provavelmente porque Gabriela é outra vagabunda sonsa e burra.

‪#‎LegalizeOAborto‬ ‪#‎VentreLivre‬

Tentar explicar para uma feminista/abortista que o corpo da criança não é dela, que ela tem responsabilidades e não apenas direitos, e que não pode sair matando ao bel prazer, é como explicar leis e moralidade a ladrões, traficantes, e qualquer outro animal falante incivilizado. 

Assim como latrocínio, e tráfico de drogas, aborto – salvo em casos de estupro e risco de vida – é crime previsto no código penal. Mulheres que morrem praticando aborto clandestino não são vítimas, são criminosas, e as que sobrevivem ao procedimento, deveriam ir para a cadeia – coisa que não acontece porque historicamente, a sociedade, opressora que é, passa a mão na cabeça das mulheres.

Alguns dos argumentos mais comuns (que não implicam no uso de estatísticas falsificadas) é o de que mulheres ricas abortam com impunidade, enquanto às pobres tem que arriscar a vida. O que é basicamente o argumento que os petistas usam sobre o porque os políticos do PT deveriam cometer crimes e ficarem impunes: porque os do PSDB também ficaram impunes. Ao invés de lutar por um sistema legal eficiente e por menos impunidade, essas pessoas lutam para legalizar o crime e por mais impunidade. O nível de inveja, estupidez, e falta de caráter é surreal.  

A morte dessas mulheres deve ser tão lamentada quanto a do assassino/traficante que morre durante a prática do crime, ao trocar tiros com a polícia. 

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Tradução: Abigail Pereira Aranha

Isto é uma peça bastante longa, mas ler isto dará a você uma introspecção muito boa em por que o feminismo tornou-se tão dominante no Ocidente, e por que toda a sua vida será negativamente afetada por ele; particularmente se você é um homem.

O Feminismo tem muito pouco a ver com a igualdade entre os gêneros, e também tem muito pouco a ver com os direitos das mulheres.

Primeiro e acima de tudo, o feminismo é questão de vários grupos procurando adquirir poder e dinheiro, e construir enormes impérios de auto-serviço nos quais milhões – literalmente milhões – de pessoas hoje em dia têm um interesse investido – interesse investido que é, de fato, altamente prejudicial para as sociedades em que elas operam.

Para ver como se joga o jogo, só quero que você imagine uma sociedade – uma sociedade um tanto idealizada – onde as mulheres são felizes em passar os seus dias sendo intimamente associadas com suas casas e seus filhos, enquanto os homens jovens e os pais são razoavelmente felizes em marchar para o local de trabalho – qualquer lugar onde possa ser.

E, além disso, quero que você imagine que a maioria das pessoas nesta sociedade estão decididamente contentes com sua situação.

Em outras palavras, é um lugar razoavelmente feliz.

E agora a questão que quero que você contemple profundamente é esta aqui.

O que o governo ganha com isso?

Como podem o governo – e os trabalhadores do governo – se beneficiar em ter de existir dentro de uma sociedade de pessoas que parecem estar muito felizes e em paz umas com as outras?

Com que fundamentos o governo pode dizer ao povo “você precisa de mais governo. Dê-nos mais dinheiro de impostos”?

Bem, claramente, em uma sociedade tão idílica, seria muito difícil mesmo convencer as pessoas a participar com mais de seus próprios recursos – adquiridos através de seus próprios trabalhos – para financiar “mais governo”.

No entanto, se esta sociedade razoavelmente feliz puder ser perturbada por alguma força ou outra – uma força que induz “desarmonia” no seio da população (um aumento no crime, por exemplo) – então o governo achará muito mais fácil extrair um pedaço maior da torta da sociedade. Por exemplo, se houver um aumento da criminalidade, as pessoas muito mais prontamente concordarão em financiar uma força de polícia maior. Se os homens e as mulheres começam a brigar uns contra os outros, e começarem a apartar, com casais se divorciando, então, o governo pode justificar a extração de mais recursos do povo a fim de criar u’a maior força de trabalho de serviços sociais para cuidar de mulheres e crianças que estão agora à própria sorte.

E esse é o ponto que eu estou tentando atravessar aqui.

Os governos se beneficiam não pelas pessoas estando em paz umas com as outras, mas por elas estarem em guerra umas com as outras de alguma forma.

Claro, os governos podem se beneficiar a partir de muitas outras coisas também, mas o ponto aqui é este. Os governos claramente se beneficiam do que doravante simplesmente chamarei “desarmonia” – desarmonia social; como a criminalidade.

E porque os governos têm enorme poder em comparação com indivíduos normais, eles tenderão a usar esse poder para criar cada vez mais desarmonia social – com muito sucesso. Claro que eles vão fazer isso. Por que? Bem, porque os governos, e milhões de trabalhadores do governo, se beneficiam de desarmonia, e eles não vão usar sua enorme força coletiva para minar a si mesmos – o que a redução da “desarmonia” faria.

No mínimo, os trabalhadores do governo não querem perder o seu financiamento, seus empregos, sua segurança, suas pensões etc etc etc. E então eles precisam ser percebidos como necessários.

Melhor ainda para eles, são maiores impérios com maiores salários, e muito mais status e poder.

Afinal, a este respeito, eles são não são diferentes de qualquer outra pessoa!

E, coletivamente, por bem ou por mal, estes trabalhadores do governo podem criar, e criarão, a mais monumental força a fim de obter esses vários benefícios para si mesmos; uma força que as pessoas simplesmente não podem contrariar.

De fato, seria beirar o absurdo acreditar que um corpo tão enorme de funcionários do governo não iria exercer uma força na direção da que eles próprios iriam conseguir benefícios.

Afinal de contas, essas pessoas não são deuses. Eles são seres humanos!

Resumindo: esses trabalhadores do governo querem impérios maiores com maiores salários e pensões maiores. Eles querem mais status e mais poder. E, coletivamente, eles irão exercer uma força tão grande que ninguém pode realmente impedi-los de conseguir estas coisas; como demonstrou claramente o crescimento monumental no governo ao longo dos últimos 120 anos, mais ou menos no Ocidente. (Governos centrais têm crescido mais de cem vezes ao longo dos últimos 120 anos.)

Agora, visto que o objetivo principal das feministas é criar tanta desarmonia quanto possível entre homens e mulheres a fim de financiar seus próprios impérios, os governos simplesmente os amam; porque, lembre-se: para os governos, quanto mais desarmonia, melhor.

Então, retornemos à nossa sociedade super-simplificada, e vejamos o que acontece quando casais casados com crianças dentro deste lugar razoavelmente feliz começam mais frequentemente a se divorciar e se separar.

Bem, normalmente, os homens vão sair e viver do seu próprio jeito em algum lugar, mas eles vão continuar trabalhando. As mulheres, no entanto, terão que escolher alguma combinação de sair para o trabalho e ficar em casa com as crianças.

Se as mulheres decidem ficar em casa, então deve ser dada a elas uma fonte de renda pelo governo. Isto significa que o governo deve tirar dinheiro de outros para financiá-los. E, já, isto significa criar todo um sistema de leis que envolve advogados, juízes, administradores, assessores sociais, escritórios financeiros e vários sistemas burocráticos aliados.

Em outras palavras, divórcio e separação fornecem toda uma infinidade de benefícios para os governos e os seus trabalhadores.

Além disso, é claro, ninguém na população quer ver mulheres e crianças deixadas na miséria, e então o governo agora têm o benefício de mais algum apoio popular para seus esforços. Assim, o governo também ganha nesta contagem.

E, claro, as mulheres que são colocadas nesta posição com os seus filhos estão agora à mercê do governo.

Em outras palavras, eles se tornam dependentes do governo; o que também é ótimo para o governo.

“Se vocês mulheres não votarem em nós, então vocês terão um rendimento menor vindo do governo!”

Agora, claro, as mulheres que se divorciaram – se tiveram ou não filhos – podem em vez disso decidir sair para o trabalho; caso em que o governo ganha mais uma vez – porque agora tem mais trabalhadores de quem pode levar dinheiro através do sistema fiscal.

Em outras palavras, incentivar o divórcio e a separação é uma estratégia vencedora para o governo.

Na verdade, é um ganha-ganha de qualquer forma.

E, mais importante, isto continua a ser verdade se as mulheres têm filhos ou não, e se elas saem para trabalhar ou não. É a crescente divisão entre homens e mulheres que é a chave para a estratégia vencedora do governo.

Em resumo, portanto, o governo tem uma quantia enorme a ganhar aumentando o fosso entre homens e mulheres, porque isso permite que os trabalhadores do governo justifiquem a criação e o controle de muitos grandes impérios, eles podem mais facilmente extrair impostos mais elevados, eles podem tributar mais pessoas, eles podem fazer mais pessoas dependentes deles e eles podem ganhar eles mesmos algum apoio popular extra.

Mas isso é só o começo.

Muitos, muitos outros benefícios são revertidos para o governo quando as relações próximas entre homens e mulheres se esfacelam. Por exemplo, as consequências sociais negativas de não ter pais fortes em torno de seus filhos são positivamente enormes. Estas tendem a afetar mais diretamente os meninos, mas as repercussões reverberam em toda a sociedade – por décadas.

Por exemplo, os jovens – meninas e meninos – sem os pais em casa são muito mais propensos a…

… viver na pobreza e privação,… serem problemáticos na escola,… têm mais dificuldade em conviver com outras pessoas,… ter mais problemas de saúde,… sofrer de abuso físico, emocional e/ou sexual,… fugir de casa,… pegar doenças sexuais,… tornar-se pais adolescentes,… atentar contra a lei,… fumar, beber álcool e usar drogas,… matar aula,… serem expulsos da escola,… comportar-se violentamente,… desistir da educação em idade precoce,… fazer ajustes pobres para a idade adulta,… atingir pouco no caminho das qualificações,… experimentar o desemprego,… ter baixos rendimentos,… estar na assistência social,… serem moradores de rua,… ir para a cadeia,… sofrer de problemas emocionais e psicológicos de longo prazo,… envolver-se apenas em relações casuais,… ter filhos fora do casamento ou, de fato, fora de qualquer relacionamento estável.

Com efeito, uma cascata inteira de problemas sociais – ou seja, uma grande quantidade de “desarmonia” – é gerada pelos efeitos dos jovens não terem pais ao redor.

Mas, claramente, os governos se beneficiam fantasticamente disto; porque os governos podem usar estes enormes problemas para justificar aumentos ainda maiores em impostos e poder.

Afinal, as pessoas querem ser protegidas de todas as consequências sociais negativas da ausência do pai – e, claro, as próprias vítimas claramente poderiam fazer algo com um pouco de ajuda extra.

E então, os governos podem justificar (e, portanto, trapacear e extrair) muito mais dinheiro do povo a fim de adquirir mais policiais, mais guardas, mais oficiais, mais oficiais de bem-estar, mais advogados, juízes e outro pessoal de tribunal, mais psicólogos, psiquiatras, terapeutas, médicos, enfermeiros, assistentes sociais, educadores corretores e, com efeito, mesmo mais limpadores de rua! – e, claro, muitos, muitos mais burocratas para monitorar e de exercer o controle em todas estas áreas.

E os aumentos de impostos e o poder que os governos podem sugar para si mesmos como resultado destas consequências sociais negativas são realmente enormes.

E, se você não pode acreditar nisso, eu ainda não mencionei sequer todos aqueles advogados, juízes e burocratas que fazem parte do sistema de divórcio propriamente dito; juntamente com todos aqueles profissionais que têm de se envolver em questões relacionadas com a pensão alimentícia, guarda dos filhos e pensão alimentícia. Com efeito, mesmo se esquecermos todos os inúmeros problemas sociais e pessoais mencionados nos parágrafos anteriores, a própria indústria do divórcio é, hoje em dia, uma indústria multibilionária.

Além disso, é claro, no que respeita a vida nos anos posteriores, quebrar as relações entre homens e mulheres garante que as pessoas idosas e doentes sejam menos prováveis de receber ajuda de quem está perto delas, porque, muito simplesmente, menos pessoas acabam estando perto delas. E isso muitas vezes significa que essas pessoas vulneráveis ou são abandonadas para definhar sozinhas, ou elas são colocados em lares e hospitais – muitas vezes administrados pelo governo – onde os funcionários tendem a tratá-los com, no máximo, desinteresse clínico. (Na verdade, um relatório recente no Reino Unido declarou que os problemas mais comuns dos idosos derivam de solidão e de viver sozinhos.)

Assim, se pode resumir a situação da seguinte maneira.

Quebrar as relações entre homens e mulheres cria uma mina de ouro absoluta para o governo. Da infância à velhice, avarias de relacionamento causam numerosos problemas para toda a sociedade, mas dão origem a inúmeros benefícios para o governo.

Agora, tudo isso não é para dizer que tudo o que o governo faz é ruim – particularmente a nível micro.

De modo algum.

Por exemplo, é claramente o caso de que alguns homens e mulheres precisam ser mantidos longe um do outro. Precisamos realmente de nossos governos para ajudar as mulheres e as crianças que estão à própria sorte. Precisamos realmente de lares e hospitais para velhos e doentes. Precisamos de policiais e prisões. E assim por diante.

Mas isso não altera o fato de que quanto mais fazemos as relações entre homens e mulheres se quebrarem, mais o governo se beneficia. E se beneficia enormemente – conforme acima.

E você realmente teria que esticar sua credulidade para níveis ridículos para acreditar que milhões de trabalhadores que estão empregados pelo governo estão trabalhando diligentemente para destruir as enormes indústrias sociais/pessoais/jurídicas/financeiras das quais eles próprios têm tanto para ganhar.

Além disso, já vimos claramente os governos ocidentais – particularmente os governos de esquerda – usando seu enorme poder ao longo dos anos para incentivar os relacionamentos das pessoas a quebrar.

Com efeito, estes governos não deixaram quase pedra sobre pedra em sua busca para danificar os relacionamentos alheios.

Eles gastaram bilhões de dólares inundando a população com falsas estatísticas relativas ao “abuso de relacionamento” de vários tipos, com a linguagem jurídica sendo propositadamente distorcida para fazer parecer que as mulheres são perpetuamente violadas por homens de alguma forma.

Por exemplo, eles têm falsificado as definições dos vários tipos de “abuso” de tal forma absurda que, por exemplo, criticar a mãe de uma mulher hoje em dia pode ser visto como um ato de violência – “violência doméstica” -, chamar alguém de “querida” como um ato de assédio sexual, e engajar-se em sexo consensual é mais tarde um arrependimento como um ato de estupro.

(A idéia por trás de tudo isso é provocar tanto ódio contra os homens quanto medo dos homens, e isso também é projetado para encorajar tantas mulheres quanto possível para fazer falsas alegações de “abuso”).

Eles gastaram bilhões de dólares financiando numerosos grupos de vítima que parecem passar mais tempo dispensando propaganda anti-homem do que ajudando quaisquer supostas vítimas.

Eles têm se dedicado e/ou financiado inúmeras campanhas de mídia projetadas para retratar todos os homens como sendo prováveis de serem abusivos contra mulheres e crianças de alguma forma.

E os governos continuam a oferecer às mulheres inúmeros incentivos – financeiros e outros – para fazer falsas alegações.

Eles gastaram ainda mais bilhões no “bem-estar” para fazer os homens tão redundantes quanto possível quando se trata de mulheres e da família.

Eles têm degradado e feminizado propositadamente o sistema educacional para que nossos homens jovens alcançem muito menos educacionalmente do que nossas mulheres jovens – algo que frustra futuras relações em grande escala, dado que as mulheres tendem a preferir parceiros que têm mais instrução do que elas mesmas.

Eles têm estado discriminando homens no local de trabalho em todos os níveis (para reduzir o valor dos homens), sob o fundamento espúrio que as próprias mulheres estavam sendo injustamente discriminadas por homens.

Eles reduziram o salário dos homens em numerosos trabalhos controlados pelo governo simplesmente com o fundamento de que os homens tendem a ser atraídos para esses postos de trabalho mais ainda do que as mulheres são, e eles fizeram o inverso para aqueles trabalhos para que as mulheres tendem mais a ser atraídas. (O argumento ridículo que atualmente está sendo testado sobre a população é que “produtividade, trabalho duro e lucro são maneiras ‘antiquadas’ de avaliar o quanto alguém deve ser pago.”)

Eles corromperam a lei de tal forma que todos os homens estão agora à mercê de suas parceiras quando se trata de falsas acusações de “abuso”, questões de custódia de criança e pagamentos de pensão alimentícia ridiculamente altos – a idéia é seduzir mulheres a quebrar seus relacionamentos porque elas têm pouco a perder e, frequentemente, muito a ganhar fazendo isso – e, claro, fazer os homens temerosos de até mesmo embarcar em relacionamentos de longo prazo.

Eles corromperam o sistema de Justiça de tal forma, quando se trata das relações entre homens e crianças, que agora é extremamente desaconselhável para homens terem alguma coisa a ver com crianças.

E, nas nossas escolas, as crianças mesmo com oito anos de idade estão sendo doutrinadas com o absurdo de inspiração feminista de que os homens têm oprimido as mulheres há milhares de anos.

Na verdade, agora também sendo argumentado – com muito sucesso – que pessoas íntimas deveriam tratar umas às outras como se fossem estranhos. Por exemplo, Estupro Estranho agora é dito ser tão mau como o Estupro de Relacionamento. Fotografar seu próprio filho sendo amamentado, se diz que é produzir pornografia infantil. E por aí vai.

E parece-me bastante claro para mim que o objetivo final é forçar as pessoas a tratar umas às outras como se fossem estranhos por colocá-las em algum tipo de risco jurídico significativo se elas não o fizerem. Até mesmo um professor de música que coloca as mãos de uma criança corretamente no instrumento agora corre o risco de suspensão de trabalho e de alegações de abuso.

A idéia é cortar, ou manchar com desconfiança, qualquer proximidade – não importa quão pequena – que possa existir entre as pessoas.

Na verdade, eu não penso em qualquer lei decretada nas últimas três décadas que impacta nos relacionamentos próximos das pessoas – diretamente ou indiretamente – que não tenha sido projetada para incentivar que essas relações se rompam.

E, essencialmente, os governos têm estado quebrando os relacionamentos entre as pessoas para que eles possam abrir caminho a cotoveladas cada vez mais profundamente dentro das conexões – sociais, pessoais e financeiras – que uma vez ligaram as pessoas.

Além disso, para quem fica de pé a olhar para a imagem global que tem estado surgindo ao longo das últimas décadas, duas coisas tornam-se muito claras.

Em primeiro lugar, os motivos dos trabalhadores do governo nesta área tem muito pouco a ver com o aumento do bem-estar das pessoas. Pelo contrário, esses motivos são muitas vezes maliciosos, e eles têm a ver principalmente com os trabalhadores do governo pretendendo servir-se de alguma forma causando “desarmonia”; com a frase “dividir e governar” encapsulando muito do que está acontecendo.

(Na verdade, só se tem que olhar para como os governos ocidentais têm estado na vanguarda de incentivar a ausência do pai – e, daí, os inúmeros problemas sociais consequentes mencionados acima – nas últimas quatro décadas para ver quão maliciosos eles têm sido.)

Em segundo lugar, os governos ocidentais estão agora tão grandes (empregando diretamente ou indiretamente cerca de 20% de toda a população) que os trabalhadores do governo agora representam, eles próprios, a mais enorme força política para o “grande governo”; que, essencialmente, significa um governo de esquerda. Como tal, nós realmente já não vivemos em “democracias”.

Por exemplo, quando os políticos de esquerda dos EUA como Joe Biden bombeiam bilhões de dólares em grupos associados com a VAWA [a Lei Maria da Penha estadunidense], ele não está só entregando enormes quantidades de dinheiro a serviços que fornecem auxílio às vítimas de violência doméstica. Ele está, na verdade, distribuindo este dinheiro para numerosos grupos de trabalhadores do governo ao longo dos Estados Unidos que dependem deste dinheiro para seus empregos e suas pensões, e que, sem surpresa, darão seu apoio político a Joe Biden.

E, claro, há milhões de outros funcionários públicos (professores da educação básica, assistentes sociais, acadêmicos, etc etc) que também vão apoiar o governo de esquerda precisamente pelas mesmas razões de autosserviço.

(Apenas para um exemplo, muitos acadêmicos que dependem de financiamento do governo vão angariar provas para dar suporte ao ponto de vista do governo, ou seu financiamento vai sumir.)

E, tão importante quanto isso, esses milhões de trabalhadores também fornecerão e promoverão a propaganda política que é projetada para servir a eles mesmos; com estes trabalhadores do governo agora tão entranhado em quase todas as áreas da vida que sua propaganda hoje em dia se derrama nas mentes da população de quase todas as fontes de informação imagináveis – mesmo na escola.

(Além disso, é claro, muitos bilhões destes dólares vão diretamente na prestação de assistência social de algum tipo; garantindo assim que milhões de pessoas que se beneficiam com isto irão votar no governo de esquerda.)

O resultado é que a população está, na maioria, muito fortemente infectada hoje em dia com a visão de que as políticas que promovem governo maior e mais poderoso são as melhores políticas para as pessoas; e então, claro, as pessoas tendem a votar neles.

Mas as pessoas estão sendo enganadas, porque não está sendo dita a verdade a elas. Elas estão sendo inundadas com propaganda de autosserviço de muitas fontes de autosserviço, e a evidência de que estas fontes estão enganando a elas em várias frentes e de muitas maneiras, é simplesmente irrefutável.

Mas quem pode se opor a esta enorme besta do governo? Este organismo que se serve?

Afinal, o governo tem centenas de bilhões de dólares à sua disposição – todos os anos -, vastos impérios burocráticos que invadem cada canto de nossas vidas, e milhões de pessoas organizadas trabalhando para ele. Além disso, é o governo que faz as leis.

Então, quem pode competir com ele?

E quem pode competir com os vastos recursos do governo, quando se trata de “debater as questões” e colocar um determinado ponto de vista?

Bem, não há nenhum outro organismo que chegue perto de ser capaz de competir com esta besta governamental.

Cem anos atrás, os governos ocidentais eram realmente muito pequenos quando comparados com hoje. E, frouxamente falando, a direita representava os ricos e o número crescente de poderosos industriais e empresários, e a esquerda representava os trabalhadores comuns e os pobres.

Os da direita consideravam que o povo estaria melhor servido permitindo-lhes continuar com o trabalho de criação de riqueza e poder, enquanto os da esquerda consideravam que o governo deveria intervir mais diretamente, e mais frequentemente, para ajudar aqueles que eram os mais necessitados.

Traduzido para o mundo de hoje, isso pode ser vagamente descrito como as empresas grandes e poderosas sendo representadas por aqueles da direita, e as pessoas comuns sendo representadas por aqueles da esquerda.

Mas os tempos mudaram de forma completamente dramática desde aqueles dias distantes; e agora há um garoto novo no quarteirão.

O próprio governo.

E esse garoto novo agora é muito mais poderoso do que “os negócios” ou “o povo” – por um caminho muito longo.

Com efeito, não só esse garoto novo tem o poder dos músculos, o poder organizacional, o poder financeiro e o poder legal para conseguir o que ele quer, ele também tem o poder de propaganda para convencer as pessoas de seu ponto de vista.

E é absolutamente evidente que esse garoto novo tem usado este enorme poder para servir a si mesmo.

Basta dar uma olhada para como os governos ocidentais têm crescido ao longo dos últimos 100 anos – ou até mesmo nos últimos 10 anos. Olhe para a crescente tomada de imposto. Olha para os números crescentes de pessoas empregadas pelo governo. Veja os milhares e milhares de leis, regulamentos, restrições e diretivas que anualmente são impostos pelos governos ocidentais sobre seus próprios povos.

Estes governos só crescem e crescem e crescem – não só em termos de tamanho, mas também em termos de poder e riqueza. E eles estão se infiltrando em todos os aspectos da vida das pessoas; controlando, acompanhando, regulando, dirigindo, estipulando, coagindo – sempre em uma medida cada vez maior.

Mas quem pode detê-los?

Por exemplo, quem pode competir com os bilhões de dólares que os esquerdistas Joe Bidens deste mundo derrama sobre causas de esquerda, empregos de esquerda, benefícios de esquerda e, portanto, em propaganda de esquerda e votos de esquerda para um governo ainda maior?

Quem tem o dinheiro para competir com isso?

Ninguém e nenhuma organização, tem uma esperança de competir com tal força.

Com efeito, e por exemplo, apesar do fato de que os estadunidenses são famosos no mundo inteiro por sua crença quase maníaco no governo pequeno e na liberdade individual, isto não parou seu governo federal de crescer e crescer e, com efeito, de andar sempre em cima deles.

E a razão para isto é porque os governos ocidentais têm se tornado demasiado poderosos.

Mas quem pode ser surpreendido por isso, dado que milhões de trabalhadores do governo com enormes recursos e milhões de destinatários de benefícios tenderão a promover seus próprios interesses, em vez daqueles dos “negócios” ou do “povo”?

Cem anos atrás, era tudo diferente.

A tomada de impostos do governo era minúscula, as regras e regulamentos eram poucos e os números de funcionários públicos e os destinatários de benefícios foram ambos pequenos e assim, por exemplo, quando o governo distribuiu dinheiro para seus próprios trabalhadores para prosseguir uma agenda ou outra, os esforços destes trabalhadores, sua capacidade de influenciar as pessoas e o número de votos que os próprios trabalhadores do governo foram capazes de lançar em eleições eram todos relativamente pequenas em comparação com o que o “povo” poderia fazer nessas áreas.

Mas agora, esses trabalhadores do governo tem cerca de 20% dos votos, e eles também têm recursos que são absolutamente inatacáveis.

Com efeito, para rufar os tambores para este ponto, apenas imagine se você tivesse 1 bilhão de dólares anualmente para distribuir a quem desejar. E, além disso, imagine que, anualmente, você distribuiu este 1 bilhão de dólares para pessoas cujo trabalho apoiou um grupo ativista. Você certamente pode imaginar quão grande seria o impacto que este grupo ativista então seria capaz de fazer, do outro lado do país.

Apenas 1 bilhão de dólares vão fazer!

Mas os Joe Bidens deste mundo de hoje em dia distribuem bilhões de dólares anualmente para trabalhadores do governo e para destinatários de benefícios que são obrigados a apoiar “o governo” a fim de se beneficiarem.

E o resultado tem sido de que os governos ocidentais têm sido capazes, com muito sucesso, de enganar o público em acreditar – e “votar” – naquelas ideias e noções que, na verdade, são na maior parte em benefício para o governo, em vez de benefício para o povo; a quebra proposital de relacionamentos sendo apenas um exemplo disso.

Com efeito, quando se trata de questões dos homens, já vimos os governos ocidentais de todos os quadrantes mentindo, falsificando, enganando, ignorando, bloqueando e trapaceando em tantas áreas – sempre no sentido de causar mais problemas para homens, mulheres e crianças, quando se trata de seus relacionamentos – que é simplesmente impossível escapar à conclusão de que danificar relacionamentos alheios é um objetivo principal dos governos ocidentais.

E a razão para isto é muito clara.

Como já mencionei anteriormente em relação a nossa sociedade idílica fictícia, prejudicar as relações entre as pessoas cria uma mina de ouro absoluta para os governos ocidentais. É uma vitória de jackpot de loteria perpétua.

E, claro, há muitas outras maneiras através das quais os governos podem incentivar relações a se romperer – formas que vão além daquelas que têm a ver com estreitar as relações pessoais.

Por exemplo, incentivar a imigração excessiva faz com que as relações no seio das comunidades tornem-se muito mais tênues e incertas. E, claro, o governo se beneficiará com isto como resultado da crescente desarmonia e insegurança que isso causa. Além disso, o governo irá se beneficiar se os imigrantes são produtivos ou destrutivos. Se eles são produtivos, o governo obtém mais dólares de impostos. Se eles são destrutivos, o governo pode justificar mais impostos e mais poder para lidar com os problemas que se seguiram.

Assim, a imigração excessiva também é ganha-ganha de qualquer forma para o governo.

A idéia toda é, claramente, quebrar pedaços tanto quanto possível qualquer senso forte de coesão e/ou de segurança que as pessoas podem ter umas com as outras.

Com efeito, as maneiras em que este perpétuo jackpot de loteria pode ser coletado é tornar-se cada vez mais reconhecido e apreciado pelos governos em todo o mundo – é por isso que o feminismo, e a política feminista, está agora sendo retomado tão avidamente por eles – e tão rapidamente.

E outra vez, você pode ouvir um político promovendo alguma noção nova inspirada no feminismo nos Estados Unidos na segunda, e na quarta-feira, a mesma noção está sendo proposta por outro político em algum lugar na Europa ou na Ásia.

E isto é porque os ativistas e políticos experientes sabem muito bem de fato de onde vem o seu poder. E milhões deles, agora, sabem que cada noção – cada regra, regulamento, política ou lei – que incentiva relacionamentos alheios a quebrar sempre lhes traz benefícios adicionais; considerando que qualquer coisa que vai incentivar as pessoas a ficar perto uma da outra é provável de empurrar o governo – e, daí, empregos do governo – para fora da janela.

Um bom exemplo disto pode ser visto em minha peça intitulada Feministas Destroem o Planeta em que é de notar que o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, introduziu um grande número de condições para ajudar a reduzir as emissões de carbono a fim de combater o aquecimento global – alegadamente, “a questão mais importante dos nossos tempos” -, mas nem uma vez ele aborda o fato de que a tendência crescente para as pessoas a viverem sozinhas está tendo um grande impacto negativo sobre o meio ambiente – em muitos aspectos, não só através de emissões de carbono resultantes maiores.

E a razão por que Gordon Brown não vai fazer nada para incentivar as pessoas a viverem juntas – através de sua retórica ou através de suas políticas – é porque ele sabe muito bem que quanto mais pessoas vivem firmemente juntos, menos elas vão querer o governo.

E, claramente, esse querer governo é muito mais importante para ele do que aquilo que ele próprio alegou ser “a questão mais importante dos nossos tempos”.

Certamente não poderia ser mais claro. Manter a tendência crescente para que as pessoas vivam separados é realmente mais importante para Gordon Brown que reduzir as emissões de carbono – apesar de toda a sua retórica sobre o último ser uma questão de importância de escala planetária.

E isso certamente deve dar a você alguma idéia do quão importante para os governos ocidentais realmente é a quebra de relacionamentos da população.

Na verdade, os políticos ocidentais e milhões de trabalhadores do governo ficariam horrorizados se as pessoas começassem a se dar muito bem umas com as outras.

E esta é a verdadeira razão por que os governos ocidentais amam o feminismo.

É o martelo perfeito para desfazer os relacionamentos alheios.

Em Resumo:

1. Romper relacionamento é uma mina de ouro para o governo e para os trabalhadores do governo. Feminismo é, portanto, uma ideologia que serve aos interesses dos governos ocidentais e dos seus trabalhadores muito bem, de fato.

2. Os governos são agora extremamente poderosos, com políticos capazes de dar bilhões de dólares todos os anos para milhões de trabalhadores do governo que vão estar muito interessados em promover seus próprios serviços – o que eles serão capazes de fazer com muito sucesso – particularmente se adotarem o objetivo principal das feministas de quebrar os relacionamentos alheios.

3. É inconcebível que estes trabalhadores do governo não usarão sua influência enorme para se servirem.

4. É absolutamente inegável que os governos ocidentais e os trabalhadores do governo têm, ao longo dos anos, derramado uma enorme quantidade de sua energia e gasto bilhões de dólares dos nossos recursos, na criação e promoção de leis, políticas e propaganda que são especificamente projetadas para tornar as relações pessoais próximas difíceis de criar e difíceis de manter.

De fato, a atual vice-líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Harriet Harman, declarou abertamente que o casamento é “irrelevante” para políticas públicas, e na verdade, ela descreveu altas taxas de avarias de relacionamento como “desenvolvimento positivo”. (Como a maioria das feministas, ela acredita que relações estáveis entre gêneros oprimem as mulheres.)

E a única conclusão realista que alguém pode fazer é que, quando se trata de relacionamentos da população, os governos ocidentais e os trabalhadores do governo estão propositadamente procurando danificar esses relacionamentos tanto quanto possível.

NOTAS FINAIS:

1. As pessoas frequentemente acham difícil acreditar que os funcionários do governo poderiam ser tão maliciosos em relação a seu próprio povo apoiando políticas e noções que irão prejudicá-los.

E há duas coisas a dizer sobre isso.

Em primeiro lugar, não há dúvida em minha própria mente que muitas das pessoas no topo do governo e no topo de departamentos governamentais são maliciosas – friamente, insensivelmente maliciosas. E eles frequentemente sabem muito bem que o que estão fazendo é prejudicar o seu próprio povo. Mas isto é sem significado real para eles. Em outras palavras, eles não se importam. Sua única preocupação é servir-se de alguma forma.

Um bom exemplo disso é a maneira em que muitos políticos e funcionários do governo – que deviam saber melhor – têm evitado discutir a questão da ausência do pai por tanto tempo apesar do tributo pesado que ele claramente tem tomado de tantas pessoas e da sociedade como um todo.

Esse tributo pesado claramente não importa para essas pessoas.

E por que deveria? Afinal, isso lhes dá empregos, dinheiro, pensões etc etc etc

Outro exemplo seria a maneira em que educadores têm escolhido ao longo dos anos ensinar as crianças a ler usando um dos métodos mais ineficientes imagináveis – um método que estava conhecidamente colocando em desvantagem tanto os nossos meninos quanto as nossas meninas quando chegou à leitura, mas que também estava conhecidamente colocando em desvantagem os meninos muito mais.

É inconcebível para mim que educadores nos escalões mais elevados não estavam cientes da degradação em habilidades de leitura que estava ocorrendo ao longo dos anos devido à utilização de métodos de ensino ineficientes (ou seja, a degradação em curso foi sendo encoberta) e também é inconcebível para mim que eles não estavam cientes de que seus métodos de ensino eram, na verdade, ineficientes; particularmente para os meninos.

Na minha opinião, o método de ensino de leitura – juntamente com uma série de outras iniciativas educacionais que tiveram lugar ao longo dos anos, em detrimento dos meninos – foi realmente projetado para minar o progresso educacional dos meninos em relação às meninas.

E se isso é difícil de acreditar, então, por favor, tenha em mente que esses mesmos educadores, que foram durante décadas tão preocupados com a falta de modelos de papeis femininos no local de trabalho, agora estão dizendo que modelos de papeis para meninos no cenário educacional (por exemplo, ter mais professores homens nas escolas) são sem importância afinal.

Além disso, aqui no Reino Unido, tivemos tanto políticos de esquerda quanto professores de esquerda recentemente dizendo que nada deveria ser feito para ajudar nossos rapazes a alcançar as meninas. Até mesmo a assim chamada Comissão de Igualdade de Oportunidades está dizendo isto; por exemplo, veja isto no Times, “Parem de ajudar os rapazes, diz Vigilância da Igualdade”.

E a pergunta que eu continuo me fazendo é que quantas provas mais serão necessárias antes de acordar as pessoas para o fato de que os governos ocidentais – particularmente os governos de esquerda – estão fazendo tudo o que podem para minar as suas próprias sociedades – particularmente seus próprios homens – e que eles estão fazendo isso para beneficiar a si mesmos.

Agora, eu poderia dar a você muitos mais exemplos que – na minha opinião pelo menos – fornecem uma prova incontestável de que muitas dessas pessoas que trabalham para o governo são maliciosos e egoístas, mas acho que vou parar por aqui, e apenas salientar que a falta de preocupação dos governos ocidentais com a ausência do pai e com a educação pobre dos meninos não pode ser descrita como algo diferente de “mal-intencionada” quando se trata de avaliar suas atitudes verdadeiras em relação ao “povo”.

Além disso, o custo para nós todos de não fazer nada para resolver estes dois problemas específicos equivale a centenas de bilhões de dólares anualmente em todo o mundo ocidental, e isso equivale a uma enorme quantidade de infelicidade para milhões de pessoas.

Os governos, no entanto, se beneficia enormemente dessas coisas. E aqueles no topo sabem muito bem que este é o caso.

(Para mais uma prova de que os trabalhadores do governo são muitas vezes enganadores e maliciosos, veja minha obra intitulada “Não os Respeite”.)

Em segundo lugar, também é quase certamente verdade que a grande maioria dos “trabalhadores do governo” não tem idéia de que mal podem estar causando ao povo por apoiar e promover o “governo” – particularmente governo corrupto, o que é o que na maioria das vezes parece que temos hoje em dia. Suas visões tendem a ser muito restritas, e eles tendem a saber apenas o que eles precisam saber para fazer seus próprios trabalhos em particular.

No entanto, também existirão centenas de milhares de trabalhadores nas fileiras superiores que só vão empurrar um pouco aqui e um pouco ali para obter algumas vantagens para si próprios.

Por exemplo, oficiais superiores da polícia vão querer impressionar seus governantes políticos ganhando tantas condenações por estupro quanto possível. Eles vão querer ganhar mais pontos proclamando aqui e acolá que mais deve ser feito para pegar mais estupradores. E eles pedirão para sempre por mais e mais recursos.

E os policiais não vão admitir abertamente ao público o fato de que, na prática, a maioria das alegações de estupro feitas a eles são realmente falsas; porque fazer isso prejudicaria suas próprias posições.

E então, em todo o mundo ocidental, com milhares de oficiais de polícia querendo impressionar seus mestres, e com milhares querendo mais recursos para seus departamentos, o efeito deles empurrar um pouco aqui e um pouco ali (por exemplo, exagerar, deturpar os fatos etc etc) sempre no sentido de querer um pouco mais para si mesmos, equivale a uma força muito grande na verdade.

E esta grande força pode ser tão prejudicial para a sociedade como um todo, ou a um determinado grupo dentro dela, que a sua natureza pode ser muito “maliciosa” mesmo que os indivíduos que estão criando esta força (neste caso, policiais sênior) não estejam necessariamente com a intenção de ser maliciosos. Eles podem simplesmente estar servindo a si mesmos, digamos, colocando um certo giro sobre várias questões.

Mas é isso que acontece em todos os departamentos do governo.

As pessoas que os dirigem querem mais dinheiro, mais poder, mais influência, mais segurança, mais status, mais respeito e mais clientes potenciais. E então, claro, eles tenderão a fazer o máximo que puderem para alcançar estas coisas.

E então, muito claramente, as forças mal-intencionadas que podem surgir do governo podem ser fantasticamente enormes em seu impacto, apesar de que a maioria dos indivíduos que criaram estas forças não estava pretendendo ser maliciosa. Eles só estavam a tentar, digamos, promover suas próprias ambições pessoais – o que é algo que todos nós fazemos.

Em resumo: haverá aqueles no topo que estão bem conscientes do dano que estão causando às pessoas, por exemplo, incentivando conscientemente a ausência do pai (ou seja, são maliciosos), mas também haverá centenas de milhares de pessoas, ligeiramente mais abaixo na cadeia, que vão estar empurrando um pouco aqui e ali na mesma direção (incentivando a ausência do pai) simplesmente para manter seus impérios – os impérios que as pessoas mal-intencionadas acima estão promovendo e financiando.

E o resultado é uma força muito grande que é muito decididamente maliciosa.

2. Minha própria opinião é que se dermos uma olhada no poder atualmente sendo empunhado pelo governo, pelo negócio e pelo “povo” neste momento no tempo, veremos que “o povo” tem uma voz muito pequena – com “os homens” não tendo quase nenhuma voz afinal. E o gráfico a seguir provavelmente representa muito melhor do que o gráfico acima como as forças destes três grupos atualmente são correspondidas.

O governo agora tem a voz maior, e as pessoas têm a menor. (Por razões de simplificação, não mencionei a grande mídia mas, em geral, a saída da mídia é ainda muito fortemente ideologizada e restrita pelo governo e pelos negócios.)

Agora, dado que o governo serve principalmente a si mesmo, e dado que o governo tem recursos praticamente inexpugnáveis com os quais fazer isso, e dado que há, claramente, tanto mais que governo pode ganhar (e manter) quebrando continuamente os relacionamentos das pessoas, e tendo em conta que agora temos tantas provas irrefutáveis demonstrando claramente que os governos ocidentais estão, na verdade, fazendo seu melhor em muitas frentes para quebrar os relacionamentos das pessoas (um “desenvolvimento positivo”, de acordo com Harriet Harman) me parece que as pessoas devem fazer o seu melhor para minar o poder do governo.

E a maneira mais simples de fazer isso é apoiar apenas aqueles políticos que prometem escancaradamente reduzir a carga tributária e opor-se com mais veemência aos políticos que são susceptíveis de aumentá-la.

Isto normalmente significa apoiar a direita ao invés da esquerda, mas, infelizmente, a questão não é tão simples, porque os tempos realmente mudaram. E existem hoje em dia muito poucos políticos, com efeito, que têm muita preocupação com “o povo”. Os da esquerda são, a meu ver, em sua maioria corruptos – sempre buscando dar poder a si mesmos e seus comparsas através da expansão e do fortalecimento do governo independentemente do custo para as pessoas – e os da direita estão muitas vezes apelando aos desejos de grandes corporações e empresas poderosas. E então já não há mais qualquer voz forte dentro dos círculos do governo que representa pessoas reais, comuns.

E talvez a parte mais preocupante disso tudo é que qualquer político – de esquerda ou de direita – quem se atreva a defender “o povo” de qualquer forma significativa será empurrado rapidamente para relativa obscuridade pelos outros políticos que receberão apoio maciço dos quebradores muito poderosos cuja única preocupação é promover os interesses de grandes empresas ou do grande governo.

E então, apesar de tudo, me parece que não há nenhuma representação real do “povo” dentro do governo (e certamente não há nenhuma representação dos “homens” dentro dele) e, além disso, que qualquer representação do “povo” que ocorra fora do governo está atolada hoje em dia principalmente pela enorme quantidade de propaganda interesseira (particularmente de trabalhadores do governo) que se derrama a favor do “grande governo”.

E, infelizmente para nós, esse dilúvio de propaganda interesseira é proveniente de pessoas que se beneficiam muito generosamente do fato de romper e minar os relacionamentos das pessoas – e, de fato, por colocá-las umas contra as outras.

Sua estratégia global é, bem claramente, “dividir e governar”…

… o que é um dos mais antigos e um dos mais eficazes truques a ser encontrados no manual daqueles que desejam se empoderar à custa dos outros.


Angry Harry é um ativista veterano pelos direitos dos homens.

Artigo original, em inglês: http://www.angryharry.com/esWhyGovernmentsLoveFeminism.htm

Abigail Pereira Aranha é uma blogueira anti-feminista, ativa há quase uma década. Ela escreve sobre política, sociedade, e entretenimento adulto – ou putaria, como ela mesma gosta de dizer.

Artigo traduzido por Abigail Pereira Aranha, no blog A Vez dos Homens que Prestam (18+): http://avezdoshomens.blogspot.com.br/2015/10/por-que-os-governos-amam-o-feminismo.html?zx=2875fe16697088d6 (18+)

título é um baita chamariz. Mas a verdade é que isso é algo que realmente acontece. Alguém pinta a Real como o grupo do Lobo Mau, e logo aparece um “metedor de real” fazendo proselitismo, como se o crítico fosse dizer “oh! agora eu vi a luz”, e apagasse o texto.

Não seja mais um desses.

diagrama, em caso de dificuldade em interpretar textos.

Tem nego que hoje é popular por ter criticado a real, simplesmente porque realistas burros vão lá dar atenção e discutir as mesmas ladainhas de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, ad nauseam. E o que é pior, perdem a paciência e acabam sendo grosseiros – o que é tudo o que o chato quer, pra poder se vitimizar.

Isso não vai resolver a desavença com os realistas, não ajuda a real em nada, não ajuda você mesmo em nada. Mas o tal crítico, esse ganha atenção de todos os lados (realistas, não realistas e anti-realistas). Daqui a pouco o cara tem dez mil seguidores, tudo graças a um bando de manés que tratam a real como se fosse religião fundamentalista, e tudo o que o tal “crítico” precisou fazer foi dar ctrl+c ctrl+v na mesma chatice, repetidamente. E isso quando existem dezenas de textos na real alertando sobre se deixar ser manipulado.

Críticas devem ser ouvidas e analisadas

porque certamente nem a real nem os membros deste grupo são perfeitos e infalíveis, mas quem quer participar de debates, tem que saber diferenciar uma crítica válida de uma iscaTrolls e attention whores não se importam se a atenção dada a eles é boa ou ruim. De fato, eles dependem de alguém pra retrucá-los, para o eles que fazem ganhar força. O modo eficiente de se lidar com eles é dar nenhuma atenção.


O texto acima coloca os realistas como protagonistas, mas ele pode ser aplicado a qualquer grupo, em diversas situações: perder tempo refutando chavões retardados de feministas, afronazistas, zés droguinhas e gayzistas, alimentar criadores de picuinha entre católicos e protestantes, etc. 

A vida é muito curta para se perder tempo com paspalhos ativistas, caçadores de fama e desocupados. 

Esclarecimento: devido à taxa monumental de analfabetismo funcional, inveja, e imbecilidade, convém elucidar que o texto não faz, em nenhum momento, apologia à cafajestagem masculina. 


Por: The Truth.

Os homens e as mulheres valorizam coisas diferentes e essas diferenças não são culturais. As feministas jamais entenderão isso. Essas diferenças são um fardo para muitas mulheres? Sim, elas são, mas elas existem. O sonho de todo o homem é ser amado sem precisar fazer nada. Mas o homem sem trabalho e sem dinheiro é insuportável para a mulher. Mas isso é um padrão da natureza feminina. Não é cultural.

O feminismo fracassou em tentar negar as diferenças naturais. Essas diferenças estão em todo lugar. As mulheres geralmente explicam essas diferenças de maneira desonesta. A mulher que deseja um homem rico está exercitando uma liberdade de escolha, mas o homem que deseja uma mulher virgem é machista. Ambos são padrões naturais, mas os padrões naturais femininos são sempre relativizados positivamente. A liberdade de escolha feminina surpreendentemente sempre aponta para o mesmo padrão. As mulheres livres desejam homens poderosos e raramente contradizem esse perfil.

A questão do sexo casual é a mesma coisa. O homem faz sexo casual porque sabe que esse comportamento é tolerado pelas mulheres. As mulheres possuem o direito de criticar isso. Elas podem taxar os homens promíscuos de safados, vulgares e imprestáveis para relacionamento sério e tudo mais, mas elas não fazem isso. Mas elas não fazem isso, não é porque elas são excessivamente humanistas. Elas não fazem isso simplesmente porque são governadas pelos instintos e são incapazes de controlá-los de modo eficaz.

As mulheres sentem atração irresistível pelo poder do homem. Isso seria mentira se os homens promíscuos fossem boicotados. Isso seria mentira se os ricos, famosos e cafajestes não conseguissem êxitos amorosos depois de anos de promiscuidade. A dinâmica social atual prova que as mulheres são incapazes de boicotar os homens poderosos. Apesar de tudo, esses homens continuam sendo valorizados pelas mulheres. Por que as mulheres não boicotam esses caras? Elas não conseguem. Elas são incapazes disso.

A imoralidade masculina é incentivada pela languidez de caráter das mulheres. Quanto mais fraca a moralidade feminina é, mais canalhas os homens ficam. E a verdade é que os canalhas são quase sempre perdoados, desde que eles tenham muito poder. E esse poder pode ser traduzido em riquezas, fama e corpo musculoso.

As mulheres possuem o direito de criticar o comportamento masculino. E muitas realmente criticam. Elas dizem que os cafajestes são machistas. Mas quem elas colocam como prioridade na vida delas? Os cafajestes! O machismo elitista é um padrão incentivado pelas mulheres. As mulheres exigem dominância dos homens e perdoam todos os erros cometidos pelos homens dominantes. São as mulheres que não possuem coerência ética. Elas criticam o machismo, mas elas são super machistas!

O sexo casual é uma verdadeira nivelação por baixo. As mulheres imitam o machismo elitista dos cafajestes, como se isso fosse a coisa mais bela do mundo e justificam esse comportamento a partir desse padrão imoral que elas imitam. Nenhum homem sério admira o cafajeste. Se a mulher idolatra o cafajeste, a distorção moral é dela. Se ela quer fazer sexo casual, então que ela faça sem considerar isso um ato de igualdade. Supõe-se que essa igualdade envolva alguma nobreza, mas ela é uma grande popularização da imoralidade.

Julgá-la pela boa aparência e tetas fantásticas é objetificar. Então vamos julgá-la pelas suas idéias e ações. Feminista. Vadia. Err…

O poder de regular é feminino. Se existem cafajestes, eles só existem porque as mulheres possuem moralidade fraca e não os boicotam. A mulher concede poder ao cafajeste e depois reclama dos homens, como se ela não tivesse responsabilidade alguma? As mulheres regulam os homens sim e regulam mal.

As mulheres não regulam bem os homens e ainda querem imitar o que há de pior nos homens. Elas boicotam o próprio sexo com essa postura, pois os critérios masculinos e femininos são diferentes. Mas aí começa o impasse. A mulher admira a imoralidade dos cafajestes e acha que a igualdade consiste na imitação dessa imoralidade. Pior do que isso, ela acha que não pode ser criticada por gostar dessa imoralidade. Ou seja, além da mulher não boicotar o que há de pior nos homens, ela institui esse pior como valor social bom.

O cafajeste gosta de mulheres promíscuas? É aí que a lógica feminina falha. O homem só é imoral porque a mulher permite, mas ele mesmo não quer uma mulher imoral. Então o cafajeste transa com todas, mas não casa com a mulher que faz sexo casual. O cafajeste é um falso amigo e um falso amante das mulheres. O cafajeste valoriza a mulher apenas como objeto sexual. Depois que o sexo acaba e começam as exigências amorosas, os cafajestes simplesmente saem fora. Os cafajestes toleram a imoralidade, enquanto o sexo é o foco dos relacionamentos. Quando o amor é exigido, eles saem fora.

A mulher possui uma moralidade tão fraca que consegue amar os homens que ela transa casualmente. Ela consegue amar de tal forma o cafajeste que é incapaz de perceber que o amor dela é um padrão doentio, incompatível com o amor masculino. Se os homens que boicotam mulheres liberais e promíscuas são machistas, por que as mulheres não boicotam os homens promíscuos e liberais? Elas não conseguem! Elas são incapazes disso!

O homem não gosta de mulher que faz sexo casual e nunca gostará. Se eles fazem sexo casual, eles só agem assim porque as mulheres permitem. Se a mulher imita a promiscuidade do cafajeste, ela quebra a cara sozinha, porque o cafajeste tem o apoio das mulheres de moralidade fraca, mas os homens não toleram o liberalismo sexual feminino. A mulher quer imitar um padrão que é incompatível com a natureza do homem. Ela quer ser cafajeste porque ama um. Mas o homem só é cafajeste porque é tolerado e não é assim porque ama a mulher promíscua, que faz sexo casual.

O erro feminino é fundamentado numa admiração do que é imoral no comportamento masculino e isso só prova que as mulheres querem ser homens. Elas acham que imitando o comportamento masculino, elas terão a mesma dominância masculina. Elas erram duplamente nesse caso. Num primeiro momento, elas erram quando não boicotam os comportamentos antiéticos dos homens. Num segundo caso, elas erram porque elas querem imitar esses comportamentos.

Se as mulheres são incapazes de afirmar padrões bons e saudáveis, como elas não querem ser criticadas? A sociedade está piorando por causa delas. Mas como? São elas que regulam os comportamentos masculinos atualmente. O poder dos cafajestes é concedido pelas mulheres. Sem o apoio da moralidade fraca das mulheres, os cafajestes seriam mendigos emocionais. As mulheres não são capazes de mudar esses caras, pois elas os admiram e querem imitá-los. Criticar as mulheres é a única forma de salvar a sociedade de hoje da degeneração total. Se as mulheres possuem o poder e não o usam de forma positiva, o que podemos esperar delas?


Um fenômeno recente, pelo menos no exterior, é a aparição de diversas páginas de mulheres contra o feminismo. Seja em redes sociais, blogs, tumblr, vlogs, declarações de jovens atrizes, muitas mulheres parecem acreditar que o feminismo já atingiu suas metas e, portanto, é desnecessário, ou que desvirtuou e que agora é algo nocivo às próprias mulheres.

As feministas, como de costume, alegam que tais mulheres são ignorantes, e que o feminismo é mais necessário do que nunca – obviamente, pela grande quantidade de feministas profissionais, professoras de estudos para mulheres, sociologistas, e outras mulheres com graduações inúteis, que teriam que procurar uma profissão de verdade, e organizações como a NOW (central do movimento vitimista nos EUA), que são verdadeiros sifões de dinheiro (e estatísticas adulteradas para justificar o por quê de ainda precisarem do feminismo).

A diferença entre os dois grupos é evidente. As anti-feministas costumam ser mulheres mais jovens, bem arrumadas, de aparência feminina e alegre. São um colírio para os olhos, principalmente se a paisagem cotidiana é repleta de mulheres relaxadas, peludas ou obesas.

Basicamente, as alegações das anti-feministas é de que homens e mulheres têm diferenças que devem ser respeitadas, os homens não são “o inimigo”, as mulheres não são vítimas indefesas, a alegação de diferença salarial é fajuta e se baseia nas escolhas diferentes que homens e mulheres fazem na hora de seguir uma profissão, entre tantas outras que se pode acompanhar nas páginas contendo textos e cartazes.

Mas…

Há algo de podre no reino da Dinamarca…

Isso é o que os homens americanos vêm dizendo, no mínimo, pelos últimos 40 anos. Por que só agora as mulheres acordaram para o fato?

Nos EUA, o feminismo é consideravelmente pior do que no Brasil. Lá, as feministas conseguiram até mesmo deturpar o processo legal, e abolir a inocência até prova em contrário do homem. Enquanto isso, tem mulheres matando e saindo livres, ou no máximo, recebendo um tapinha na mão. Mas eu vou me concentrar nas similaridades entre as sociedades ocidentais para então expor minha conclusão.

Por lá, a sociedade também lembra um esquema piramidal. Destacados no topo, mulheres no meio, homens trabalhadores na base. Livres de restrições morais e deveres sociais, as mulheres podiam fazer como bem entendessem, e então passavam a juventude e a vida adulta perseguindo seus princesismos, fosse carreira ou vadiagem, enquanto se ofereciam para os destacados na esperança de serem escolhidas por eles. Para os homens da base, friendzone, ou tratamento hostil, ficando a cargo da mulher a decisão. Para isso funcionar, as mulheres se valiam do apoio incondicional de pais babacas, e das dúzias de manginas dos quais elas se cercavam, para aprovar alegremente a sua conduta e alimentar seus egos. E por que isso sempre funcionou? Porque os poucos homens que reclamavam, eram logo silenciados na base da destruição de reputação, e caso essas mulheres atingissem os 30, e não conseguissem o destacado que elas mereciam (ou assim pensavam), sempre tem a Igreja e a mídia pra taxar os homens da base da pirâmide de moleques, por só quererem se divertir ao invés de se casarem e formarem família, como os homens de verdade têm que ser.

Soa familiar?

Dos anos 90 para cá, o descontentamento masculino cresceu. E cresceu a ponto de não conseguir ser escondido. Primeiro os homens começaram a reclamar entre si, e depois, abertamente. E depois começaram a retaliar. Os homens começaram a abandonar a sociedade em grandes números. Abandonaram o casamento, e renunciaram a produção excedente, necessária para manter a sociedade funcionando. Abandonaram as universidades, que são redutos de lavagem cerebral esquerdista. Abandonaram a Igreja feminizada, e passaram a ter a mídia como indigna de valor ou confiança. Com as mulheres, só queriam relacionamentos de curto prazo e sexo casual.

Os caras que queriam casamento, começaram a buscar esposas em outras regiões, como Sudeste Asiático, Rússia, Europa Oriental, e países sul-americanos, como o Brasil.

Não estranhe. Embora as mulheres daqui sejam o que são, para os americanos, elas fazem as conservadoras parecerem feministas, e as brasileiras não vão tratar os gringos assim como tratam os brasileiros, porque:

  • – gringos têm mais dinheiro do que nós, e a possibilidade de vida mansa no exterior.
  • – contam como destacados, porque são gringos – o que significa bom humor e sexo liberado.

Diante da revolta dos homens, primeiro, as americanas, tanto feministas quanto conservadoras, caíram de pau em cima deles, esperando que se pisassem neles o suficiente, eles voltariam para a lavoura calados. Mas, salvo os manginas mais emasculados, esse truque não funciona mais, porque a quantidade de homem é muito grande pra isolar e polarizar; eles criam grupos entre eles mesmos, e cagam e andam.

Com os homens abandonando a base, o peso da pirâmide caiu nas costas das mulheres, que agora não tem outra escolha, a não ser trabalhar, num mercado ferrado pelos esquerdistas que elas elegem desde que ganharam o voto, para colher benefícios indevidos. Com o governo não tendo mais a quem explorar para financiar o assistencialismo e o empoderamento das madames, e os homens não ligando muito para o que vai acontecer de ruim em breve, e, como diz a amiga Abigail, devolvendo um pouco do egoísmo e ingratidão que receberam durante a vida toda, o anti-feminismo chegou com força, virou moda, e parece que veio pra ficar. Mas não como uma reação ao feminismo…

Quanto aos homens brasileiros… A solução para o fim da cobrança de acordos sociais unilateralmente, casamentos por capricho, “vou cortar sua pika”, e afins, está bem aí. E se começar agora, dá pra poupar umas três décadas de abuso, que os americanos foram obrigados a sofrer até se revoltarem.

Em vários blogs, vlogs, e grupos de redes sociais, podemos ver queixas generalizadas acerca dos relacionamentos modernos. O clima é de frustração, desilusão e irritação. Com o pós modernismo, se tornaram rampantes o individualismo radical e o utilitarismo, fazendo com que os relacionamentos sejam instáveis demais para durar à longo prazo. Os motivos das queixas masculinas são variados: no geral, são mulheres dizendo A e em seguida fazendo B, o abuso da descartabilidade masculina, e o sentimento de inadequação por querer ser… homem.

Uma parte desse problema se deve aos homens estarem sofrendo engenharia social para se tornarem idiotas emocionais e dependentes de aprovação feminina, o que os leva acreditar que as mulheres ficarão felizes se você fizer/der tudo o que elas querem, e a perseguir um arquétipo caricato de ‘bonzinho’, para no fim acabarem a ver navios, quando são classificados como “apenas bons amigos”.

Mas, que tal por um momento deixar a frustração de lado e parar para analisar mais racionalmente qual poderia ser o problema? Certamente que existem pessoas boas e ruins em ambos os sexos, mas todos os problemas com o relacionamento moderno não podem simplesmente ser resumidos ao eixo humano bom/humano mau. Relacionamentos de qualquer tipo são, antes de tudo, acordos. Então podemos introduzir a hipótese de que simplesmente pode ocorrer de o homem estar incautamente aceitando acordos ruins para si, sem que a mulher em questão seja realmente vadia ou mau caráter.

Economia dos relacionamentos 101

Propondo uma situação onde você tem [ABC], e que você esteja querendo [XYZ] em troca. Se você conhece uma mulher que tem [TXZ], e que esteja querendo [ABD], um relacionamento com ela ainda pode ser um bom acordo, se levarmos em consideração que todos somos imperfeitos e as chances de que você encontre uma mulher que esteja oferecendo tudo o que você quer é tão ínfima que considerá-la seria viver sonhando com princesa encantada.

Os maus acordos ocorrem quando:

– Você não tem o que está sendo requisitado para trocar: você tem [ABC], mas a mulher quer [HJK] (ou o alfabeto inteiro, no caso de algumas mulheres). Caso mais comum entre as neocons, feministas de Jesus e algumas feministas híbridas.

– Você aceita fornecer o que está sendo pedido, em troca de nada do que você originalmente gostaria de ganhar: Você tem [ABC] e quer [XYZ], mas a mulher que quer seu [ABC] quer te empurrar [NPQ]. Caso clássico da maioria das feministas, para quem agradar homem é considerado opressão.

No primeiro caso, você tem analisar o que a maioria das mulheres querem, e considerar o valor de troca. Via de regra, qualquer mulher que exija muito além do que tem a oferecer, é um mau negócio.

No segundo caso, você tem o que a mulher quer, só que o que ela está oferecendo não tem utilidade para você; porém, existe coerção social para que você aceite de qualquer maneira o que ela está oferecendo. Isso é comum dentro da esfera social de feministas e femosservadoras. Um exemplo de coerção são as acusações costumeiras de machismo e misoginia, que fazem os homens aceitarem para relacionamento de longo prazo, mulheres que tem experiência sexual e contracheque, mas prospecto inexistente de serem boas esposas e mães. Nesse segundo caso, cabe ao homem rejeitar a pressão social e a chantagem emocional, incisivamente, se necessário. A mulher só tem a ganhar com esse acordo, e a sociedade não vai ressarcir o seu prejuízo, e não existe legislação que te obrigue a aceitar uma mulher que não te traz nenhum benefício (para compensar as atribulações que eventualmente aparecem na vida familiar).

Então, a partir do momento em que você fica com peninha ou se acovarda, só pode culpar a si mesmo por ter aceito um acordo que acarreta em prejuízo.

Filtrando maus acordos

Existem circunstâncias onde o homem pode se poupar muita dor de cabeça ao analisar o que as mulheres estão propagandeando, e evitar de se investir em relacionamentos com elas, se os prospectos forem ruins para si. Aqui entra a interpretação da informação dada. Exemplos: “eu quero um homem bem resolvido” = “eu quero um homem com dinheiro”. “Pegada é fundamental” = “eu gosto de cafajestes”. Se você não atende, ou não está disposto a adquirir, tais pré-requisitos, você descarta a possibilidade de relacionamento naquele momento, ao invés de ficar semanas, meses tentando ganhar uma mulher que está pedindo algo que você não tem pra oferecer. Novamente, abandone o emocionalismo idiota. Se a mulher quer grana ou ser maltratada, o problema é dela. Não perca tempo tentando mudar as mulheres. Você não vai conseguir, vai perder tempo, e isso vai se tornar uma fonte de frustração constante na sua vida. O que se deve sempre levar em consideração é que todos têm o direito de procurar aquilo que consideram ser o melhor para si. Se mais tarde, a pessoa por algum motivo entende que o “melhor” que ela esteve procurando na verdade não é realmente melhor, o problema é dela, e você não tem que se prejudicar para que outra pessoa possa recuperar suas perdas.

Se a área aonde você se encontra é escassa em mulheres que ofereçam o que você quer, ou que desejam o que você tem a oferecer, expanda seus horizontes; comece a pesquisar outros locais e outras mulheres. Esse é outro ponto aonde você pode encontrar mais chantagem emocional e coerção social. Um exemplo básico disso, são as feministas acusando os homens de quererem escravas, quando estes procuram esposas tradicionais em detrimento delas. A queixa na verdade é sobre os homens não estarem dando o que as mulheres querem na ocasião, o que elas acham que lhes é devido. E não é.


Antes de pensar em entrar num relacionamento, deve-se considerar o que se quer, o que se está disposto a oferecer, e então pensar num acordo bom para ambas as partes. Tirar um tempinho para tais considerações pode poupar meses/anos de ressentimento e frustração.