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Uma coisa tem chamado a atenção nas reportagens e artigos sobre a festa da Copa. Mais especificamente, sobre a festa das brasileiras na Copa. Uma festa de contradições. Essa festa meio que começou durante aquela hilária revolta contra a Adidas e a sexualização das brasileiras para o exterior.

“Brasileira não é mercadoria sexual” era o mote das vitimistas. Até os afrocoitadistas tiraram uma casquinha da situação para aparecer, usando as mulatas como desculpa. Simultaneamente, tínhamos curso de línguas estrangeiras para prostitutas, e um governo muitíssimo interessado em legalizar a prostituição, para o bem das moças, é claro. Nada a ver com o fato de que, apesar de não ser um modelo de moralidade e dignidade, prostitutas conseguem fazer uma boa quantia de dinheiro – isenta de impostos.

Claro, aqui as feministas podem fugir da acusação de hipocrisia por condenarem a objetificação de um lado enquanto apoiam do outro, com a desculpa de que o feminismo é um movimento heterogêneo, e, portanto contém grupos que defendem situações diametralmente opostas. Como por exemplo, as feministas anti-objetificação descendo a lenha na suposta campanha de sexualização da Adidas (da qual essas mulheres tecnicamente não levam um centavo), enquanto as feministas sexopositivas são todas alegria atrás do governo e a luta pela dignidade das prostitutas – e a subsequente taxação do novo nicho trabalhista regularizado, o que significa mais dinheiro público para o nosso honestíssimo governo, e claro, uma parcela da bolada para organizações feministas, seja na forma de doação ou cabide de emprego, pelo excelente serviço prestado. Que modelo de altruísmo e preocupação com o bem estar das mulheres…

O último capítulo dessa novela foi a crucificação do Luciano Huck, enquanto as gaúchas rodavam na praça com os gringos.

A coisa toda poderia ser resumida em “vamos meter o pau no Huck por sugerir aquilo que as mulheres já estão fazendo de qualquer modo, e fazem questão de exibir como se fosse motivo de orgulho”.

E no meio do tiroteio, os cegos…

Eu tenho visto muitos caras revoltados e reclamando pelos cotovelos com toda essa situação. Mas por que ficar revoltado com os negócios de costume? Mulheres fazendo vitimismo para atenuar a fama de vagabunda, e claro, exigindo tratamento de dama da sociedade. E aqui é onde esses homens erram. A situação é mais do mesmo: exigências para o cara comum, buceta para o destacado. Apenas que nesse caso, o ‘destacado’ são os gringos. Esse é um direito que elas têm, e reclamar disso é realmente recalque. Na verdade, a situação toda se torna muito cômoda para as feministas. As mulheres deslumbradas engajadas em promiscuidade casual, enquanto elas escrevem artigos e mais artigos debochando dos homens brasileiros e cuspindo nos acordos de decoro moral vigentes.

 Imponha o Do ut Des (ou Lex Talionis, que é mais divertido)

O erro dos homens é se engajarem em falação inútil com as mulheres.  Principalmente no que tange a regular o comportamento delas. Ninguém perde a vida inteira tentando convencer um mentiroso notório de que ele está agindo errado. Simplesmente pára-se de acreditar nele, e que se foda. Ele que arque com os prejuízos da conduta dele, e enfie as reclamações no rabo. As pessoas que falham em fazer isso, passam a vida inteira levando golpes, amargando prejuízos, e ainda sendo ridicularizadas pelos enganadores. Ao invés de bonzinhos, estão sendo otários.

No fim, as marias-gringo só têm a ficar felizes. Se esfregam nos destacados, e ainda tem um exército de betas chorões para esnobarem. Se uma mulher quer agir como vagabunda, o direito é dela. A obrigação de educar é dos pais dela, e se eles falharam em fazê-lo, ou ela resolveu rejeitar a educação recebida, o problema é dela. Se você perde seu tempo chamando vagabundas de puta, e criticando o comportamento delas, você está sendo burro e otário; tá bancando o capitão salva-putas. Ou você usa os serviços das putas, ou você despreza a elas, e procura mulheres de melhor nível.

O que os homens podem fazer, e é seu direito, é tratar as promíscuas como mulheres sexualmente banais – o tipo de mulher que se fizer cu doce ou exigir compromisso, romantismo, ou tratamento de dama da sociedade, você vira as costas e procura outra. Rir da cara delas é opcional. E se o homem em questão não for do tipo que pega vagabunda por questão de princípios, o tratamento é desprezo e abandono. E se elas não gostarem, podem meter o dedo no cu e rasgar, porque elas não têm direito de (ou moral para) cobrar nada dos homens, ou regular sua conduta – exatamente porque elas não aceitam que isso seja feito com elas. E o pau que dá em Chico, dá em Francisco também. Se no mundinho delas, respeito não vem por mérito, o problema é delas, não dos homens. Não importa como elas acham que devem ser tratadas, o negócio é tratar elas como elas merecem.

E já cobrindo o erro subsequente a esse curso de ação, que se dá quando elas começarem a choramingar, e os posts feministas começarem a pipocar – e isso vai acontecer: Exigir dos destacados implica em rejeição. Se os caras comuns rejeitam as exigências delas e dão o desprezo, elas ficam reduzidas a oferecerem sexo pros destacados em troca de status social insignificante, o que evidencia elas como vagabundas.

Então isso aqui é importante: nada de perder tempo dando explicações, satisfação ou se defendendo. A base do feminismo é o vitimismo, a chantagem emocional e o escândalo. Se você debochar e desprezar disso, elas se tornam invisíveis. Mulheres atirando acusações são tão ameaçadoras quanto um peido. Você sai de perto pra evitar o mau cheiro, e o problema desaparece.

 … mas evite o Quid Pro Quo.

Um outro efeito evidente da litania feminista, é provocar revolta nos homens. Isso é proposital. Nós temos programações biológicas que nos impelem a cuidar das mulheres (embora nos dias atuais elas façam cada vez mais por desmerecer isso), e a rejeição e deboches constantes constituem tortura mental. E isso é um excelente gerador de misoginia, que se torna combustível para justificar a continuidade do feminismo, já que os homens passam a fornecer provas contra eles mesmos, ao erroneamente totalizar e hostilizar as mulheres. Mas se observarmos bem, pode-se notar páginas de facebook, blogs, e comentários pessoais de mulheres revoltadas com a conduta das vagabas, porque elas tem consciência de que a fama internacional de prostituta que a mulher brasileira tem (e seus efeitos), se estende a elas também.  Seria uma tremenda injustiça jogar essas mulheres no mesmo balaio que as vagabas, e ofendê-las e destratá-las também. Aqui cabe ao homem ser homem, e estar alerta para não deixar as emoções nublarem os seus julgamentos de valor. Deixar de observar esta regra é dar ao feminismo uma de suas principais ferramentas de recrutamento. Uma boa opção é reservar a validação social para essas mulheres, caso sejam merecedoras. O Bônus é deixar as feministas e as rampeiras ainda mais putas (trocadilho intencional).


Comentário ¹: Claro, tem caras cuja imbecilidade ou manginismo é incurável, e as vagabas e feministas sempre terão tais capachos para defenestrar. Mas o que conta é não ser um deles.

“Se o homem faz de si mesmo um verme, ele não deve se queixar quando é pisado.”
Immanuel Kant

Comentário²: As primas estão faturando alto. Jeanus uillis e a corj… er, quer dizer, aquele grupo de nobres parlamentares devem estar se lamentando por esta afronta à dignidade da mulher brasileira… E os rios de  dinheiro isentos de impostos.

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Ontem recebi um link contendo esse artigo, e achei interessante – a princípio. Mas, surpresa, é uma queixa. De uma mulher moderna. Que não é sobre os homens não fazerem o que as mulheres querem… só que é. Então resolvi deixar minha singela resposta no face da moça, resposta que transcrevo aqui, para a posteridade.


Realmente, se paramos para avaliar, existe uma grande dissonância de criação. Os meninos sendo criados para serem homens, e as meninas sendo criadas para serem… homens?

Mas, diferente do que as mulheres pensam, houveram mudanças em relação à criação dos meninos. Eles aprenderam a lavar a própria roupa. A rechear o próprio lagarto. A sobreviverem por conta própria. Aprenderam que não precisam mais se submeter à escravidão salarial, porque já não é obrigação deles proteger e prover. Porque sem a pressão para a aquisição de posses materiais, precisamos de bem pouco para ficarmos satisfeitos, sobrando mais tempo para o lazer e empreendimentos pessoais.

Eu diria que a culpa não é dos homens. Não é nem mesmo das mulheres. É dos pais progressistas, que se esqueceram de informar às suas filhas que deveriam se conformar em ficar sozinhas, e que o modelo de mulher feminista ideal, é algo que os homens além de não quererem, nem sequer precisam.

Afinal a mulher moderna é o que ela se propôs a ser. É como o nosso companheiro de cerveja, que anda ao nosso lado como igual, que bebe, tem uma carreira, fala palavrão e gosta de futebol. Bem, exceto que tem seios. E vagina.

Mas nós não paparicamos o nosso amigo de bar. E esperamos que ele não despeje os problemas triviais dele sobre nós, afinal, como homem, ele fora ensinado a engolir a dor e aguentar firme – sem pedir colinho. Nem temos interesse em morar com ele, exceto talvez por breves períodos onde é vantajoso o acúmulo de recursos. Afinal prezamos nossa liberdade, independência e privacidade. E também não temos interesse em nos relacionar com ele, porque tudo o que ele tem pra oferecer, nós já temos ou podemos conseguir por nós mesmos.

Seus pais progressistas não ensinaram isso a vocês?

Mas a solução proposta por você não é muito interessante, no nosso ponto de vista. Se as meninas não querem ser ensinadas a serem algo que não querem, por que os meninos deveriam ser ensinados a querer algo que não querem – nem precisam? Talvez funcionasse por um breve período, após o qual os homens perceberiam o que lhes foi feito, criando uma situação ainda mais desconfortável do que a atual. Talvez vocês esperem que, se os homens forem deixados sem opção, eles não tenham outra escolha senão vocês. Talvez vocês não pensem que, atingindo uma posição financeira favorável, existem mulheres no leste europeu e nordeste asiático que, mesmo com toda a educação, ainda se sentem felizes por saberem rechear um lagarto, a diferença entre alvejante e água sanitária, ou trocar fraudas. E aparelhos eletrodomésticos e palavras como submissão não provocam horror ou vontade de morrer, já que essas mulheres não foram educadas com tais psicoses.

E mesmo para aqueles que não terão tais recursos, a maioria, eu creio, ser solteiro ainda é a melhor escolha. E nem é tão difícil, já que homens foram feitos para aguentar privação. Projetar seus medos em nós é inútil. “Antes só do que mal acompanhado”, lembra? Como seus pais progressistas falharam em ensinar isso a vocês?

Deveriam ao menos ter ensinado que relacionamentos são baseados em voluntarismo e reciprocidade. Você estaria bem menos confusa sobre o porque não consegue vender gelo para um esquimó.

E francamente, a velha rotina da insegurança masculina? Você se sente insegura por não comprar um elefante branco, só porque o elefante diz que você precisa dele?

Mas você tem razão. O mundo girou, e não vai voltar atrás. Nada mais de cavalheirismo, de deferência, de tratamento especial por ser o sexo frágil. As mulheres abdicaram de tudo isso quando rasgaram o antigo contrato social e assinaram o novo. Talvez não tenham lido as letras pequenas, mas isso já é problema delas. Bem vindas ao novo contrato social, de relacionamentos de curto prazo e sexo casual.

O mundo não vai girar atrás de vocês, e tampouco vão os homens. Nossos interesses não mais coincidem. Aqui é o ponto onde nós cumprimentamos vocês, desejamos boa sorte em seus empreendimentos, e seguimos por caminhos diferentes.

Mesmo sendo algo nocivo à sociedade por promover a destruição da unidade familiar, da civilidade, da moral, do sistema legal, e mesmo de profissões inteiras, o feminismo foi o sistema de engenharia social mais bem sucedido dos últimos dois séculos, e continua expandindo sua influência no meio acadêmico e na mídia, encontrando poucas denúncias ou oposição consistente, tendo já sido socializado no Ocidente, em partes do Oriente, e com algumas aparições no mundo islâmico.

Em teoria, o feminismo é uma ideologia que, tal qual o marxismo, baseia sua conclusão em premissas recortadas da realidade, para manipular o maior número possível de otários, perdedores, e frustrados, a perseguirem metas que conduzirão ou facilitarão os verdadeiros objetivos dos intelectuais por trás da ideologia. Mas porque é tão difícil expor o esquema pelo que ele realmente é?
Porque além daqueles que defendem e divulgam o feminismo por lucro pessoal ou por ignorância, aqueles que combatem o feminismo:

  1. Ou falham em fazê-lo por combater apenas os efeitos evidentes;
  2. Ou combatem apenas os efeitos prejudiciais aos próprios interesses (como os esquerdistas “anti-feministas” Robert Briffault e Ernest Belfort Bax);
  3. Ou falham em diagnosticar as causas que criam e mantém o feminismo, acabando por indiretamente contribuir com ele.

Guerra de muitos frontes

O feminismo precisou de bem mais do que lésbicas e brancas desocupadas de classe média-alta queimando sutiãs para ser bem sucedido. Entre alguns fatores que contribuem para o feminismo, podemos citar:

  • O feminismo é uma versão cancerígena dos papéis de sexo: os papéis foram fundamentados na biologia. Hoje, há quem diga que essa divisão era “injusta”, porém, essas pessoas não sabem e nem se interessam em saber sobre o cenário histórico onde essas divisões ocorreram e se aprofundaram. Não passa pela cabeça deles que, em tempos onde não existia tecnologia, ou o conceito de ‘polícia’, uma mulher grávida era um peso morto, e um alvo fácil para predadores, ou homens de tribos rivais. Conforme as sociedades foram se tornando mais ordeiras e menos perigosas, os papéis de sexo foram se balanceando naturalmente. O feminismo é uma intervenção artificial nestes papéis, pleiteando direitos sem deveres para as mulheres, e até certo ponto, que os homens possam abdicar de alguns deveres (é desse modo que elas conseguem seguidores masculinos) – contanto que tais deveres masculinos não sejam aqueles que beneficiam as mulheres. Você jamais verá uma feminista defendendo o direito dos homens optarem por não se importar com os problemas das mulheres, mesmo sendo as mulheres legalmente responsáveis por si mesmas, e por tanto, as únicas obrigadas a resolverem os próprios problemas. Mesmo que na prática, as mulheres não vejam problema em não se importar com problemas dos homens – mesmo os que elas mesmas causam. Isso é fundamentado em dois imperativos biológicos: o feminino, de reclamar para obter recursos para si e para a prole, e o masculino, de proteger e prover para os membros mais fracos da espécie. Ah, as mulheres não são fracas? Que tal uma greve policial, só que dessa vez nenhum homem protege nenhuma mulher?
  • Muitos não sabem o que de fato é ginocentrismo (que existe dentro do andronormativismo e nos trouxe até aqui), e tratam como se fosse ginonormativismo (feminismo) e ginolatria (manginismo).
  • Muitos homens contra o feminismo, o promovem indiretamente: mesmo com todos os pontos claramente anti-homem, e muitas vezes, algum conhecimento acerca do viés político do feminismo, muitos homens terminam por promovê-lo, seja por ginolatria, por ser uma notória rota de fuga de responsabilidades sociais, ou mesmo por ganhos materiais. Porém, o pior quadro são os homens anti-feministas que acabam promovendo o feminismo indiretamente, seja por não querer abrir mão de certos aspectos derivados do feminismo, como a promiscuidade feminina, seja financiando o movimento através de gastos com a indústria do entretenimento (revista Playboy, alguém?), a indústria do divórcio, do aborto, o consumismo de produtos de entidades ligadas as fundações internacionais, etc. Há os chefes manginas, que criam facilidades ou mesmo estropiam as normas de conduta nas empresas para acomodar os caprichos das mulheres, e mesmo as religiões abraâmicas ocidentais, que tem se modernizado, e com isso, adquirido uma postura relaxada em relação ao feminismo/esquerdismo dentro da Igreja – uma atitude não muito inteligente, visto que tais ideologias tem como um de seus objetivos, a destruição das instituições religiosas e sua substituição pelo Estado, na vida das pessoas.
  • O feminismo, assim como o socialismo, é um movimento heterogêneo, motivado por uma fantasia utópica em comum. Sendo consequencialistas que defendem a justificativa dos meios pelo fim, isso lhes permite adotar qualquer tática para atingir sua meta: um grupo de feministas agride incessantemente as mulheres não feministas, enquanto outro grupo oferece acordos de paz e promessas de benefícios, defendem e fazem apologia à piranhagem das mulheres¹ ao mesmo tempo em que condenam a objetificação das mesmas. Alegam interesse no bem estar dos homens enquanto utilizam um instituto de pesquisa econômica do governo e a mídia para fazer parecer que todos os homens do país são estupradores. A lista é extensa. Assim como no socialismo, todas as falhas, mentiras e buracos na teoria feminista serão atribuídas à agentes humanos, mantendo a definição utópica incólume, e apontando as “feministas boazinhas” (que são apenas trouxas idealistas alegóricas e inócuas) como as verdadeiras representantes do movimento, ao invés das líderes – estas sim, psicopatas e lesbonazistas.
  • O feminismo é financiado por homens: O feminismo era um bando de lésbicas e riquinhas mimadas insatisfeitas, sem qualquer importância, que encontraram sua porta de entrada para a sociedade quando se filiaram a esquerda ideológica – os marxistas/socialistas/comunistas. Várias líderes feministas de todas as épocas são publicamente conhecidas por terem laços (parentes, marido), ou mesmo serem membros de tais partidos. Margareth Sanger rodava na mão dos amigos socialistas do marido. Simone de Beauvoir era pratinho de micro-ondas de Sartre e cia. Betty Friedan era comuna. E como braço do movimento marxista, o feminismo é financiado pelas grandes fundações dos socialistas fabianos, como a Fundação Ford, e a Fundação Rockefeller – o cabeça da Rockefeller, Steven Rockefeller, admite que é socialista (6:49)². Muitos homens passam o tempo sendo contra as mulheres e esquecem esse pequeno – mas fundamental – detalhe.

Conhece o teu inimigo

A primeira coisa que toda pessoa contra o feminismo deve fazer, é exatamente aquilo que as feministas mandam todos fazerem, mas não fazem: aprender sobre o feminismo. Do contrário, opositores do feminismo continuarão combatendo efeitos variados de maneira reativa, sem jamais se aproximar da causa do problema de maneira proativa.


1 Tinha uma foto de marcha das vadias que era uma paranaense linda, mas infelizmente não consegui mais encontrar para linkar. As outras vadias devem ter apagado por inveja. O resto, num vale a pena botar link.
² Muitos se dizem socialistas e acham absurda a idéia de um bilionário que financia um movimento que diz ser contra pessoas como ele; eles não entendem o que é o socialismo ou como ele funciona. Por isso são chamados de idiotas úteis. A maioria das feministas se enquadra no termo pelos mesmos motivos.

Já não é de hoje que uma briguinha entre olavetes e realistas se arrasta através da internet. Na maior parte, tudo não passa de implicância e perda de tempo, consistindo em apontar imperfeições no conservadorismo ou no realismo – briga de jardim de infância; nenhum dos sistemas jamais se propôs ser perfeito (talvez apenas na cabeça de alguns de seus aderentes mais empolgados) e nem poderia, já que ambos foram desenvolvidos por humanos igualmente imperfeitos.

Não vou abonar ou justificar os membros da real que agem como imbecis descerebrados. Eles são um caso de ignorância invencível e eu não perderei mais meu tempo questionando as atitudes deles.

Porém, o outro lado não está isento de erro – só que se aproveita do estatuto automático de vítima criado pelo feminismo para se isentar de responsabilidade sobre o ocorrido, e frequentemente lançar provocações, para então capitalizar simpatia e bajulação dentro de seu atual grupo. Vamos ao texto: (Texto original em itálico; meus comentários em negrito)

O FEMINISMO é tão bem pensado que planejou o modus operandi ideal dos homens que se apresentariam como seus inimigos. Eu odeio o feminismo e não gosto, tampouco, de movimentos masculinistas porque são frutos do feminismo. O mesmo rancor, ilusória tristeza, sensação de perda e necessidade de contra-ataque que se usou para aliciar as mulheres a entrarem no lixo feminista, usa-se para aliciar homens com histórias dramáticas a entrarem em movimentos caricatos, heterogêneos, faccionados e infrutíferos como a “real”.

Na verdade, a Real não sai por aí panfletando; não existem fundações multibilionárias financiando o grupo, influência na mídia ou no meio acadêmico. Existem duas maneiras através das quais homens chegam na Real: após se ferrar na vida – e isso pode ser outra coisa que não ‘levar um fora de uma garota’. Existem caras que foram pra Real porque queriam saber como não serem mais alvos de bullying, porque foram trapaceados no emprego, etc. Ou porque viram mulheres zangadas reclamando da Real, o que os levou a perguntar “o que é a Real?”.  Antes  disso , os homens geralmente não fazem a menor ideia do que é Real, e se fazem, não dão a mínima. Então, exceto os caras que chegam na Real por curiosidade, os outros já chegam na Real, decepcionados, rancorosos, tristes, e com necessidade de contra-ataque. A Real não inventou essas coisas, os homens que sofrem revés o suficiente e nem tem ideia do que é Real estão igualmente sujeitos a ficarem assim, e se a Real sumir hoje, eles vão continuar assim.

Criar homens céticos, desesperançosos, sem carinho e sem admiração pelas mulheres e, de modo geral, inimigos da cortesia e do galanteio é tudo que o feminismo conseguiu ATRAVÉS da “Filosofia da Real”.

Argumentum ad nauseam.

O feminismo odeia a mulher tradicional, mas também odeia a mulher moderna, odeia a mulher; e trabalha para destruir a admiração e necessidade mútua entre os dois sexos e a “real” é o instrumento perfeito:

Festival de distorções e inversões

diz ao homem que deve aprender a não necessitar de mulher,

No sentido de que homem não deve ser um mero escravo de seus próprios instintos, ou cair vítima de manipulações: “homem que é homem pega todas”, “um homem só é homem depois que se casar”, etc – onde a hombridade é definida de acordo com os interesses de terceiros, sem se importar com o sujeito.

diz ao homem que a mulher não merece respeito por “x” motivos,

Omissão de dados. Os posts sempre dizem a que tipo de mulher se referem.

 diz que existem diferenças entre as mulheres decentes e as modernetes, mas,

Verdadeiro.

 diz, ao mesmo tempo, que só as modernetes existem,

 Falso. Diz que as decentes são difíceis de encontrar.

 diz, que todo tipo de elogio ou favor prestado a uma mulher sem retorno ou motivo válido é “manginice”, coisa de homem fraco.

Totalização. E errada.

 Construir a imagem de um homem forte como aquele que não precisa da mulher é exatamente o que o feminismo propõe ao sexo oposto: Construir a imagem de uma mulher forte como aquela que não precisa do homem. Se nos pautarmos no conservadorismo ou no cristianismo veremos que mulheres e homens precisam uns dos outros, e as crianças precisam de ambos.

Falso. O que se propõe é que mulher não deve ser o único objetivo na vida do homem. E que ficar solteiro é preferível a entrar num casamento que resultará numa família quebrada, resultando em agravo para todos – mulher, homem, crianças. Se nos pautarmos no conservadorismo ou no cristianismo, veremos que ambos também pregam isso.

 Tudo isso, no fim, é um grande engodo para acabar com a família. O feminismo constrói uma mulher “independente” e a “real” constrói um homem “desapegado”, o casal perfeito da subversão. O casal que jamais conseguirá constituir uma família nos moldes tradicionais, e muitos serão apenas uma dupla de pessoas que jamais será um casal.

Nossa, a Real é o Goldstein das olavetes.

Os membros dessas filosofias poderão alegar, como de fato alegam, que “não são contra a família mas que apenas percebem que a situação está tão ruim que jamais terão uma família na prática”, ou que “não são obrigados a casar com qualquer pirigueti”. Corrobora essa afirmação a espontosa quantidade de homens solteiros, em idade jovem ou madura, que usam as mais diversas escusas para não manter laços matrimoniais.

Ninguém é contra a lei eclesiástica. A queixa é contra a lei civil. Uma queixa que as mulheres não tem, já que são beneficiadas por ela. Se dizem conservadoras cristãs, mas são a favor do divórcio sem culpa… posers.  

Vale ressaltar que entre os “solitários” desses grupos é quase impossível encontrar quem faça o sacrifício da castidade ou do sacerdócio.

Prove!

O discurso de “desenvolvimento pessoal” em primeiro lugar desses solteiros solapa toda a bondade, cavalheirismo, cordialidade, gentileza, altruísmo e possibilidade de casamento e família.

Toda leitura anti-feminismo realmente confiável deve incentivar o homem e a mulher a se amarem mais, se respeitarem mais e mais quererem estar juntos, o resto é tentáculo feminista. Usando um disfarce, uma nova roupagem, uma nova linguagem ou apenas mudando o lado da trincheira – das mulheres para os homens -, tudo que em finalidade desacredita a prática da família é semente feminista.

Essa é a sua opinião pessoal. Não se esqueça de mencionar isso. Leituras anti-feministas sérias pregam a igualdade perante a lei e o respeito pela diferença entre os sexos. Relacionamentos transcorrerão normalmente como consequência disso, mas não são o objetivo principal.

 Aí o sujeito diz: “Ambos os grupos (realistas e conservadores) odeiam o feminismo, seria muito melhor a união de forças contra um inimigo comum do que ambos serem esmagados por ele aos poucos e separadamente. Na guerra o importante são os aliados, após a vitória ocorre a separação e cada um volta a se isolar em seus próprios conhecimentos e vontades. Um grande exemplo disso: a 2ª Grande Guerra. EUA aliando-se à Rússia no combate à Alemanha nazista.”

 Essa comparação com a guerra foi quase perfeita. EUA e Rússia aliaram-se, de fato, para destruir o nazismo, mas lembre-se que o nazismo foi criado pela própria Rússia. A Rússia financiou, cedeu espaço, incentivou e inclusive estabeleceu acordos com a Alemanha. A URSS criou e usou a Alemanha, e depois usou os EUA, ou sua oportuna participação – para destruir sua própria criação. – Leia a obra: “O grande culpado” de Viktor Suvorv, ou “A Batalha de Moscou” de Andrew Nagorski. Os conservadores… bem, melhor falar por mim mesma: EU não serei usados pela “Rússia feminista” nem para o mal, nem para o suposto bem. Se nos planos de Deus estiver que caiamos ao lado da igreja e da família, nessa terra passageira, então iremos sucumbir com decência. Minha posição é, e será a cada dia reafirmada, de que nenhum conservador se alie a qualquer cria, legítima ou adotada, do feminismo ou do comunismo.

Que bonitinho. Vejamos um texto postado no Facebook, acerca de uma outra confusão envolvendo os grupos já citados, mas com a perspectiva de uma mulher neutra:


Fui perguntar esse domingo passado (09/02/2014) para uma moça realmente conservadora se a pagina dela de conservadorismo dirigido a mulher que ela tem no facebook apoiava essa palhaçada de musa e ela deu uma resposta muito bela e honrada e venho aqui a compartilhar.

“A Página ***************** (nome da pagina que ela administra) é uma página cristã, completamente oposta dessa vitrine viva chamada olavettes. Por este motivo ela repudia todas as páginas de mulheres que desejam aparecer seja da maneira como for. Quanto a página olavettes, é importante salientar que o fato delas concordarem com a opinião do Sr. Olavo de Carvalho, isso não quer dizer que sejam cristãs. Ser cristã é muito diferente do comportamento que elas adotam tanto perante as páginas quanto nos próprios perfis.

A página ***************** aprecia muito o pensamento do Sr. Olavo, entretanto, reprova o comportamento destas mulheres expondo a si mesmas, suas vidas e imagens para ter a atenção dos Homens e do Sr. Olavo como se elas fossem melhores em alguma coisa.

Que comportamento é esse, de mulheres comprometidas com seus namorados/noivos e maridos que glorificam o Sr. Olavo de Carvalho a ponto de se submeter a usar sua alcunha, expor sua vida ao invés de honrar o seu Homem e seu nome? Essa é a maior desonra que elas podem fazer aos seus respectivos companheiros ( na internet) e falham com elas próprias se intitulando base de exemplo quando cometem claramente a traição do vínculo que tem com seus Homens.

Qual é a aplicação prática dessa vitrine feminina para combater o feminismo e todo marxismo cultural? NENHUMA.

Essa página prejudica ainda mais a luta de mulheres cristãs, pois tem muitos Homens que acreditam que elas são exemplo de mulheres em luta contra o feminismo. Para a página ***************** existem dois tipos de mulheres: as cristãs e as feministas, esta última tem imensa variação de pensamento e comportamento, mas todas feministas. Algumas podem ser confundidas com as cristãs, pelos mais leigos, mas é bem fácil perceber a diferença para os que estudam o feminismo/marxismo.

A página ***************** abomina toda forma de exposição de si mesma e glorificação de atos que deveriam ser vistos como NORMAIS das mulheres. Nenhuma mulher deve ser glorificada por ter atitude honrosa, educada e feminina. Ela deve lutar contra o marxismo, feminismo e ganhar almas (mulheres) para o comportamento cristão e louvar sim (na terra) cada uma o SEU HOMEM. O que as olavettes fazem é glorificar o Sr. Olavo de Carvalho que é admirado (justo ele merece o reconhecimento) por Homens de bem, e com isso pretendem ter a sua atenção e todos os Homens. Desejam também serem vistas como mulheres honradas e cultas. Se elas desejam respeito, que façam por merecer… mas não será criando uma vitrine de mulheres que louvam um Homem do mundo”


Original

ESSA é uma mulher conservadora cristã segundo o que se espera de uma. ESSA é uma mulher merecedora de deferência, cavalheirismo e tratamento especial. Porque ela é uma mulher que se porta de acordo com o que é esperado de uma mulher conservadora cristã. Não as supostamente cristãs que usam anticoncepcional. Não as que retalham a Bíblia para cobrar os deveres dos homens segundo a lei de Deus, mas ignoram os seus e usam a lei de César quando lhes convém. Não as que citam Ester e Debora como desculpa pra serem insolentes e carreiristas.  Não as conservadoras que embromam até os 30 anos para ter (muitas vezes um único) filho. NÃO as moças solteiras de quase quarenta anos que culpam os homens por exigirem mais do que podem/merecem ter.

Quem acha que as mulheres merecem cavalheirismo ou qualquer tipo de tratamento especial ou deferência *apenas por serem mulheres*, são as feministas, independente de se assumirem como socialistas na esquerda, ou se iludirem pensando que são de direita.

 Obs. Não importa quanta chantagem façam contra mim. Não importa que aleguem que sou o diabo, que tenho oito amantes, que sou lésbica ou que sou uma bruxa açoriana. Ainda que vocês conseguissem acabar com a minha reputação, o meu discurso é coerente com a realidade e vocês sempre serão nada mais que um filho bastardo do feminismo.

 Não importa quão falha eu possa ser ou venha a me tornar, não permitirei que nenhuma dissonância cognitiva altere o compromisso do que DIGO com a verdade e a consciência moral. Ainda que eu viesse a descuidar da minha vida prática, não deixaria de me comprometer em defender a família e os demais pilares da cultura ocidental em níveis gerais.

Seu discurso é coerente com o de uma ex-realete que foi ridicularizada e enxotada por tentar ditar regras numa das páginas da Real. Mas isso você não tem coragem para admitir pros seus novos amigos, tem?

Aliás, se os membros brucutus da Real te incomodam tanto, por que você não bloqueia eles, como faz com os membros mais educados que argumentam ao invés de xingar? Talvez porque os educados não fornecem bons prints para você posar de vítima para os seus fãs… Uma mulher recalcada querendo se vingar está longe de ser nobre, ou moral. E parafraseando o professor Olavo de Carvalho, antes que eu me esqueça: Nazista/comunista é a sua mãe!

Pv. 16:18 “O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda.”

As pessoas que seguem blogs como este, provavelmente sabem que a ideologia política Feminismo não tem nada a ver com aquilo a que se propõe. Mas embora muito se discuta sobre os aspectos misândricos do feminismo, pouco se fala sobre a misoginia que o movimento promove, e a desvalorização do papel da mulher em suas respectivas sociedades, e os resultados disso.

A “opressaum histórica”

Historicamente, a divisão de trabalho entre seres humanos se deu segundo suas aptidões naturais. Produção, segurança e liderança para os homens, e educação, socialização e reposição populacional para as mulheres. Segundo as feministas, e sua famigerada teoria sobre o “Patriarcado”, os homens organizaram a sociedade dessa maneira para que eles pudessem obter os melhores benefícios em detrimento das mulheres, que ficaram relegadas a um segundo plano. E pegaram alguns momentos da história escolhidos a dedo para provar isso.

Bem, certamente o que se entende como sendo a estrutura de poder e status social, foi construída por homens, e é mantida por homens. Mas eles não são os maiores beneficiados por ela. Pelo menos não a vasta maioria deles.

Basicamente, a alegação das feministas é de que as mulheres não tinham o direito de definir seus próprios papéis dentro da estrutura social, sendo relegadas a tarefas inferiores como trabalho caseiro e educação dos filhos, sendo assim impedidas de realizarem todo o seu potencial como seres humanos. E basicamente, isso implica que a única maneira de se ter dignidade enquanto pessoa, é se o resultado das suas ações se traduz em ganho material imediato – geralmente sob a forma de dinheiro. Colocando nesses termos, todo homem é digno, assim como toda mulher assalariada. Mas a mulher que é dona de casa e mãe em tempo integral, não o é, porque o trabalho dela, não importa o quão bem feito seja, não se traduz em ganho material imediato. Outra alegação é de que, ao se tornar esposa e mãe em tempo integral, a mulher se torna dependente financeira do homem, e portanto, sujeita a autoridade deste. Ora, isso é verdade. Mas a mulher que não quisesse se tornar sujeita à autoridade de um homem, poderia se unir às lésbicas e outras mulheres rejeitadas para matrimônio e algumas poucas mulheres com instrução e posses, na força de trabalho. Essa opção nunca foi vetada às mulheres. O que acontece na verdade, é que a escolha da maioria das mulheres era incompatível com os objetivos do movimento feminista, e de seus financiadores e promotores. “O feminismo era profundamente contrário às concepções tradicionais de como as famílias devem ser organizados, [já que] a própria existência de donas de casa em tempo integral era incompatível com o movimento das mulheres …. Se até dez por cento das mulheres norte-americanas permanecem donas de casa em tempo integral, isso  reforçará as visões tradicionais do que as mulheres devem fazer e encorajará outras mulheres a se tornarem donas de casa em tempo integral, pelo menos enquanto seus filhos são muito jovens …. Se as mulheres desproporcionalmente tirarem uma folga de suas carreiras para terem filhos, ou se eles trabalham menos duro do que os homens em suas carreiras, enquanto seus filhos são pequenos, isso irá colocá-las em desvantagem competitiva vis-à-vis com os homens, especialmente os homens cujas esposas fazem todas as tarefas domésticas e a criação dos filhos…. Isso significa que não importa como qualquer feminista individual possa sentir-se sobre o cuidado da criança e as tarefas domésticas, o movimento como um todo teve razões para desencorajar do lar em tempo integral.” Jane J. Mansbridge, Why we lost ERA, 1986.

Basicamente o que transcorreu na década de 60 foi o mesmo tipo de campanha coercitiva que usaram para mandar os homens para a guerra, só que com o objetivo de forçar a entrada de um grande volume de mulheres no mercado de trabalho. Entre 60 e 70, as feministas fizeram contra as donas de casa, o mesmo tipo de campanha suja de degradação moral que hoje fazem contra os homens, além de fazer lobby pelo divórcio sem culpa, bem como a derrubada das leis que beneficiavam famílias sustentadas por uma única fonte de renda e benefícios e proteções legais para esposas e mães. Segundo a socióloga Jessie Bernard, “a própria privação de apoio assegurado, enquanto viverem, pode ser uma das melhores coisas que poderiam acontecer com as mulheres” (The Future of Marriage, 1982). A idéia era que se os homens pudessem largar o casamento com impunidade, deixando as mulheres sem qualquer apoio, elas seriam forçadas trabalhar, querendo ou não. Carolyn Graglia descreve isso no livro Domestic Tranquility: A Brief Against Feminism (Spence Publishing, 1998): – O principal fator contribuindo para a feminização da pobreza foi a mudança para um sistema de divórcio sem culpa sob a qual o divórcio é facilmente obtido, mesmo quando contestado por uma das partes, e os homens são capazes de terminar casamentos sem fornecer pensão alimentícia adequada ou apoio à criança. A busca feminista para fungibilidade da mulher com os homens levou o movimento das mulheres a apoiar a invalidação de leis que beneficiavam e protegiam as mulheres. Esse foi o impulso, por exemplo, do litígio dirigido por Ruth Bader Ginsburg, quando ela era diretora do Projeto sobre Direitos das Mulheres da American Civil Liberties Union e, muitas vezes utilizando demandantes masculinos, assegurou a invalidação de leis que favoreciam as mulheres. A teoria era que a obliteração de todas as distinções sexuais legais acabaria por ser do melhor interesse das mulheres trabalhadoras; essas mulheres, incluindo donas de casa, que desejavam manter os benefícios da legislação protetora nunca foram as mulheres com cujos direitos o projeto estava preocupado” (p.295).

Cui Bono?

O resultado disso é que agora, um maior número de mulheres possuía fonte própria de renda. Mas as mulheres não foram as maiores beneficiadas com essa medida.

Os maiores beneficiados foram o governo, e os homens que financiam os políticos. Os empresários, porque com o influxo de mão de obra, agora a procura se tornara maior do que a oferta, permitindo que os empresários oferecessem um menor salário e obtivessem uma maior margem de lucro. Note que quando digo empresários, não me refiro a pequenos empreendedores, pois estes também são explorados pelo governo. Estou falando dos bilionários, os donos de cartéis e megacorporações, aqueles que financiam os políticos e suas campanhas, e que em troca, tem os interesses priorizados acima dos do povo. E o governo também lucra, porque com mais trabalhadores, você tem mais pagadores de impostos, e mais burocracia, que serve pra expandir o governo. E expandir o governo significa aumentar os impostos para pagar essas expansões.

E aqui está o golpe de mestre. O aumento dos impostos e diminuição do salário força as famílias a precisarem de duas rendas para manter um padrão de vida confortável. É um círculo vicioso, cujo resultado é todos serem obrigados a trabalhar – por um menor pagamento – enquanto os megaempresários obtém uma fatia bem maior de lucro, e o governo usa a burocracia gerada como pretexto para se expandir e aumentar os impostos, também enriquecendo às custas da população.

Mas o que essa droga toda tem a ver com deterioração social?

Com as mulheres agora almejando o mesmo papel do homem na sociedade – fosse por ganância, inveja ou medo de reprovação social – a educação, socialização e reposição populacional teriam que ser delegadas a outros. Novamente, ganho para o governo e para os empresários. A educação dos filhos era um direito inalienável dos pais. A única maneira de o governo usurpar esse direito sem iniciar uma revolta, seria convencer os pais a abrir mão dele. A isso o feminismo serviu perfeitamente bem, quando aliado ao decreto criado pelos nazistas nos anos 30, que criminalizava o homeschoolling e obrigava todas as crianças a serem matriculadas em escolas públicas.

Com os dois pais preocupados em manter as contas pagas e comida na mesa, as instituições educacionais governamentais ficaram livres para ensinar garotas a serem menos orientadas para a família, priorizarem o ganho de dinheiro acima da segurança e bem estar dos filhos, e serem mais intolerantes a comportamentos tipicamente masculinos. Esse é um processo gradativo, que aumenta um passo a cada geração. Até os dias de hoje, onde temos a normalização do aborto como garantia para a irresponsabilidade sexual feminina – e por consequência, da masculina, a completa desvalorização do casamento e da família, o que aumenta o poder do governo sobre os cidadãos, implosões demográficas em vários países, e um nível de deterioração cultural praticamente irreversível.