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O texto a seguir é a transcrição de um discurso de Jack Donovan, autor do livro The Way of Men, e fala sobre como os homens se tornaram párias dentro da sociedade decadente americana, e como responderem aos abusos do governo e seus asseclas.

Políticos corruptos, imprensa mentirosa e comprada, regalias para grupos vitimistas (feministas, gayzistas, afronazistas) às custas dos outros, e a demonização dos homens, da heterossexualidade, e do cristianismo.

Podemos fazer bom uso desse texto.


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– Jack Donovan

Pode haver um colapso. Poderia acontecer. Poderia acontecer amanhã. Deuses vingativos poderiam arremessar rochedos dos céus, varrendo a terra com incêndios e inundações. Poderia haver sangue nas ruas e ranger de dentes. Uma praga de gafanhotos ou abelhas assassinas, alguma gripe chinesa ou o Apocalipse Zumbi. Seus cartões de crédito podem estourar e seus “smart”phones podem ficar estúpidos. Nós podemos ser forçados a nos bandearmos em gangues primitivas e lutar pela sobrevivência. Nós podemos ser forçados pela circunstância além de nosso controle para redescobrir caminhos mais familiares para nossa espécie – para nossos cérebros ancestrais – que esse alastramento infinito banal de parques corporativos e shoppings.

Ou você pode simplesmente conquistar aquele dia como leão, morrer como nasceu, chutando e berrando e coberto no sangue de alguém.

Isso tem certo apelo.

Mas enquanto qualquer ou todas dessas coisas poderiam ocorrer (e tudo isso poderia correr amanhã), também é possível que esse sistema corrupto e falido continue capengando por um longo tempo.

Sim, ele deve cair catastroficamente. Ele merece cair. Mas não importa o quanto o mundo precise de um ajuste de contas ou um botão de resetar, é muito mais fácil quotidianamente para as pessoas em cada nível da sociedade continuar remendando tudo junto e fazendo o melhor possível até que se acabem os remendos.

Assim…até que chegue esse dia…até que se esgotem todos os remendos… Até então, quase todo mundo, mesmo líderes americanos, parecem concordar que a América está em declínio.

E durante este declínio, nós podemos esperar ver mais do que já temos visto. Para a maioria das pessoas, isso significará uma redução “progressiva” da qualidade de vida e a redução das expectativas.

O que não veremos é algum “grande despertar” ou uma mudança dramática em liderança ou direção. As pessoas que governam a América não vão “cair na razão”.

Conforme a América decai e se torna um Estado falido, as corporações e empresários e burocratas que a governam continuarão a pregar globalismo e multiculturalismo e feminismo.

Eles continuarão a condenar tudo que possa ser considerado racismo ou tribalismo – especialmente entre brancos – até que estes estejam seguramente na minoria. Eles continuarão a condenar o “sexismo masculino” e continuarão a promover qualquer tipo de sexismo feminino que emascule ou desvalorize homens. Eles continuarão a promover reverência por sua própria classe sacerdotal acadêmica ao mesmo tempo condenando como “extrema” qualquer crença religiosa que desafie a autoridade moral das crenças progressistas. Eles continuarão a promover a dependência no Estado para segurança e renda e saúde – para a própria vida.

E, não importa quantos “conflitos” eles incitem ou quantas pessoas eles matem ou aprisionem ou quão militarizados seus capangas policiais se tornam, eles oficialmente continuarão a condenar a violência.

Eles continuarão a fazer tudo isso porque isso faz total sentido para eles.

Se vocês fossem os governantes de uma nação em declínio, cuja população está fadada a perder riqueza e status e vocês quisessem proteger seus próprios interesses e preservar suas cabeças, por que vocês não iriam querer manter essa população dividida, emasculada, fraca, dependente, desenganada, temerosa e “não-violenta?”

Líderes podem vir e ir, mas eu não vejo qualquer razão pela qual a mensagem venha a mudar.

Muitos de vocês podem se ver como homens civilizados. Homens sãos em um mundo cada vez mais insano, vulgar e bárbaro.

Mas vocês estão errados! Vocês são os novos bárbaros.

A mensagem oficial continuará a ser que:

  • Se você acredita que os homens não foram criados todos iguais.
  • Se você acredita que homens livres devem ter acesso a armas de fogo.
  • Se você acredita que não se pode confiar ao governo a regulação de todos os aspectos da sua vida.
  • Se você acredita que raça significa sangue e herança – e não apenas “cor da pele”.
  • Se você vê que homens e mulheres são diferentes e crê que eles devem ter papéis diferentes.
  • Se você acredita que homens devem agir como homens.
  • Se você acredita que paradas de orgulho gay e casamento gay são ridículos.
  • Se você acredita em alguma “religião obsoleta”.

Se você acredita em qualquer dessas coisas, então, segundo o Estado e as corporações, a Academia e a mídia, você é um neandertal reacionário, homofóbico retrógrado, misógino espancador de mulheres, neonazista, caipira, psicótico e estúpido.

Você sabe. Dance para isso. Transforme em um remix techno. Porque não se engane: você é perigoso, traidor e muito possivelmente sedicioso.

Bem, isso me lembra as palavras do rapper Eminem:

I am whatever you say I am
If I wasn’t then why would I say I am
In the papers the news, every day I am
Radio won’t even play my jam

Não importa o que você pensa que você é. Você é o que quer que eles digam que você é. Eles controlam a mensagem. Não importa quão razoável seja sua mensagem, a rádio não vai tocar sua música. Não importa o que vocês pensam que são, para eles, vocês são os bárbaros. Então sejam. E, se vocês começarão a ser os bárbaros, então comecem a pensar como bárbaros.

O que isso significa? O que significa ser um bárbaro? Classicamente falando, um bárbaro é alguém que não é do Estado, da pólis. O bárbaro não é apropriadamente civilizado – segundo o padrão dominante do Estado. Seus modos são estranhos e tribais. O bárbaro é um forasteiro, um alógeno.

Como deve se modificar o pensamento de um homem quando ele é alienado pelo Estado de seu nascimento?

Como vai um homem de ser um homem da pólis a ser um forasteiro – um bárbaro – em sua própria terra natal?

Essas são questões importantes porque se você não vê solução política viável para a trajetória inana e inumana do Estado progressista – e eu não vejo – então qualquer mudança significativa demandará muito mais do que coletar assinaturas ou apelar ao “bom senso” do público ou eleger o candidato correto.

O que você precisa é criar uma mudança fundamental na maneira que os homens veem a si mesmos e sua relação com o Estado. Não se preocupa com mudar o Estado. Mude os homens. Corte o cordão umbilical. E deixe-os nascerem para um estado mental para além do Estado.

Mostre a eles como se tornarem bárbaros e romper o domínio do Estado. Como fazer isso? Bem, isso é algo em que estarei pensando e escrevendo pelos próximos anos.

Mas eu posso oferecer quatro linhas de pensamento que eu penso poderem ser úteis.

1- Separar “Nós” e “Eles

Essa conferência é sobre o futuro da identidade. Que identidade? Sobre quem estamos falando? Quem somos “nós”? Quando eu falo com o pessoal sobre o que está acontecendo no mundo agora, eles são rápidos em me dizer o que deveríamos fazer sobre isso, mas quem é esse “nós”?

Você e as corporações que te vendem comida lixo, arruínam sua terra e exportam seus trabalhos? Você e os “especialistas” que transformam seus valores em “problemas psicológicos”? Você e a mídia que zomba de você? Você e os banqueiros de Wall Street que financiarizaram a economia em benefício próprio? Você e os burocratas que querem te desarmar e microgerenciar cada aspecto da sua vida? Você e os políticos que abrem as fronteiras e se dobram todos para agradar um novo grupo de eleitores potenciais ao invés de trabalharem para os interesses dos cidadãos de fato do país que eles juraram representar?

Que “nós?”

Os americanos, especialmente, estão acostumados a falar em termos de “Nós o povo”. Mas há 300 milhões de pessoas nos EUA e isso são muitos “nós”. Seja mais específico.

Seja mais tribal.

Uma das melhores dicas de escrita que já recebi foi: jamais diga “pessoas” quando você quer dizer “homens”. Bem, meu conselho é jamais diga “nós” quando você quer dizer “eles”. Pare de usar linguagem democrática. Pare de fingir que estamos todos no mesmo time, porque não estamos. E não temos que estar. Decida com quem você realmente se importa. Descubra o que vocês tem em comum. Defina suas fronteiras. Decida quem está dentro e quem está fora. As pessoas que estão dentro são “nós”. Todos os outros são “eles”.

2- Parar de ficar furioso pelas coisas não fazerem sentido!

Quase nada que você lê ou ouve nas notícias hoje parece fazer qualquer sentido.

As pessoas ficam tão furiosas, tão frustradas, tão traídas. É como se “nossos líderes” fossem loucos ou estúpidos, ou as duas coisas. Não faz sentido colocar mulheres na infantaria. Isso é obviamente loucura! Não faz sentido encorajar jovens a pegar empréstimos universitários que eles nunca vão conseguir pagar. Não faz sentido trazer pessoas para o país quando você já não consegue cuidar das que já estão lá. Tudo isso é loucura!

Não faz sentido começar guerras e então dizer que você está tentando “conquistar corações e mentes”. A guerra não é uma boa maneira de conquistar corações e mentes! E se preocupar com corações e mentes não é uma boa maneira de vencer uma guerra!

Não faz sentido que banqueiros e CEOs ganhem páraquedas dourados e saiam de férias ou recebam empregos na administração logo após conscientemente e intencionalmente destruírem companhias, vidas, empregos, o meio-ambiente – segmentos inteiros da economia!

Mas se você perceber que eles – as pessoas que governam o país – estão fazendo coisas para beneficiar a eles e não a vocês, então tudo faz sentido.

Considere a possibilidade de que os líderes americanos não se importam realmente se soldados americanos vivem ou morrem. Considere a possibilidade de que faculdades e banqueiros americanos não se importam se você vive o resto da vida em dívida com eles. Eles provavelmente preferem que isso aconteça. Considere a possibilidade de que políticos americanos se importam mais com manter seus empregos e ficar bem na mídia do que com o que acontece com as pessoas de seu próprio país a longo prazo. Considere a possibilidade de que “você” não é parte de um “nós” com o qual “eles” se importam. Eu prometo que se você meditar sobre isso, as coisas vão começar a fazer mais sentido.

Se você abandonar a idéia de que essas pessoas deveriam se importar com você ou com o país, e se permitir vê-los como gangues e indivíduos trabalhando para avançar seus próprios interesses, você pode relaxar e apreciar sua estratégia engenhosa.

Abandone as expectativas tolas sobre o que essas pessoas deveriam estar fazendo. Dê um passo para trás e os veja pelo que são. Não fica com raiva. Não fique indignado. Seja sábio. Como Nietzsche recomendou: seja despreocupado, zombeteiro e violento.

3- Desuniversalizar a moralidade

Homens criados com valores americanos, igualitários, “ocidentais” querem ser “homens bons”. Eles querem ser justos, e querem ser justos com todos. Isso pode ser absolutamente paralisante.

Isso cria um conflito interno para homens – bons homens – que são especialmente atléticos ou que tem algum tipo de background militar ou policial. Eles foram ensinados a acreditar em espírito esportivo e justiça.

Eles querem fazer a “coisa certa”, não importando as circunstâncias. Eles querem ser o Batman.

Porém, também está na natureza desses homens – ainda mais que na de outros homens – pensar verticalmente, hierarquicamente, tribalmente, pensar em termos de “nós” e “eles”. Avaliar os outros naturalmente, primariamente, pelas virtudes táticas masculinas de força, coragem, domínio e honra.

Mas assim que acaba o jogo de futebol americano ou o filme de super-herói, a América progressista volta a odiar e punir essas virtudes. A América progressista volta a odiar e punir homens que agem como homens. Esses “homens bons”…esses caras que querem ser heróis são culpados e enganados e abandonados e tratados como lixo.

Não importa qual seja a mensagem da América progressista, no que concerne homens que agem como homens – especialmente homens brancos – ninguém realmente se importa se eles são tratados de forma justa.

Ainda assim, esses homens bons não querem excluir as mulheres de nada porque isso parece injusto. Eles tem irmãs e mães e querem que todos tenham uma chance. Mas as mulheres – enquanto grupo – não se importam quando homens se sentem excluídos.

Na verdade, quando homens levantam qualquer objeção, grupos de mulheres são os primeiros a chamá-los de “reclamões” e “perdedores”. Homens brancos “bons” se importam com o que acontece com negros enquanto grupo. Eles querem garantir que os negros sejam tratados com justiça e de forma igualitária e saem do próprio caminho para garantir que não estejam “discriminando”.

Os negros enquanto grupo se importam com o que acontece com os brancos enquanto grupo? Um pai mexicano com três bebês se importa se alguma criança branca dos subúrbios consegue arranjar algum emprego de verão?

O problema desses valores ocidentais tardios é que eles funcionam melhor como valores intratribais.

Eles só funcionam quando todos estão conectados e são interdependentes. Justiça e espírito esportivo promovem harmonia dentro da comunidade. Mas em algum ponto você tem que traçar essa linha. Você tem que decidir quem é parte da comunidade e quem não é.

Você não pode jogar limpo com pessoas que não se importam se você for varrido do mapa. Você não tem que odiar todos que não são parte da sua tribo, mas é idiotice continuar a se importar com pessoas que não se importam com você.

Esses tipos heróicos são os guardiões naturais de qualquer tribo, mas suas naturezas heróicas são desperdiçadas e abusadas quando se demanda deles que protejam a todos, até inimigos e ingratos que os desprezam.

Se os Bárbaros Ocidentais vão preservar alguma porção de sua herança e identidade ocidentais, eles precisam resolver esses conflitos morais.

Eles não precisam necessariamente abandonar a moralidade ou a virtude moral, mas eles precisam erguer sua aegis e se tornar, como na República de Platão, “nobres cães que são gentis com seus familiares e o oposto com estranhos”.

Seja moralmente responsável. Mas apenas perante a tribo.

Se eles vão prosperar e perdurar em uma nação decadente, os Novos Bárbaros precisam desistir da trágica e incompreendida rotina de herói e perceber que eles não são o Batman. Por que alguém gostaria de ser?

4- Se tornar independente do Estado, e interdependente um com o outro

Os Estados Unidos da América e suas corporações principais oferecem uma grande gama de produtos e serviços. Todos eles possuem cordas atadas e quanto mais você depende deles, mais fácil é para que eles te controlem.

Não é uma grande ameaça para eles se você entra online e “curte” uma página subversiva ou vocifera sua ira solitária impotente, desde que o resto da sua identidade se encaixe adequadamente no estilo de vida burguês americano.

Desde que você continua trabalhando em alguma grande empresa e se mantenha ocupado por 40 ou 50 ou 60 horas por semana para que você possa comprar a sua grande gama de produtos e serviços.

E então, no tempo que te sobrar, você entra na internet e você pode brincar de ser o ortodoxo ou o romano ou o odinista e postar imagens legais de vikings e centuriões e cruzados.

Mas isso não é uma identidade real ou uma tribo real ou uma comunidade real. De todas as maneiras, use o Estado Progressista e tome dele o que você puder enquanto ainda há algo para tomar, mas se você realmente quer algum tipo de “estilo de vida alternativo” ao que o Estado tem a oferecer, se vocÊ quer manter algum tipo de identidade tribal que possa perdurar ao declínio e colapso da América – também conhecido como uma súbita ausência de produtos e serviços adequados – ao invés de “organizar comunidade” na internet usando cuecas ou recuar para um refúgio rural com mulher e crianças, traga algumas dessas pessoas da internet para perto de você e vivam umas próximas às outras. Tomem o controle de uma vizinhança ou um complexo de apartamentos, comecem negócios e forneçam serviços de que as pessoas realmente necessitem.

É ótimo ter escritores e pensadores, mas vocês também precisam de mecânicos e encanadores e costureiras. Sirva a todos, mas seja leal às pessoas “na família” e faça delas “suas”.

Não é necessário ser algo formal. Apenas comece a silenciosamente construir uma comunidade de homens e mulheres que pensem parecido em algum lugar. Qualquer lugar.

Não se preocupe com criar algum movimento político de massas ou recrutar milhares ou milhões de pessoas. Não se preocupe com mudar o Estado. Bárbaros não se preocupam com mudar o Estado. Isso é para homens do Estado – que acreditam e pertencem ao Estado.

Foque em umas 150 pessoas. Uma pequena comunidade de pessoas trabalhando juntas para se tornarem menos dependentes do Estado e mais dependentes umas das outras. Imigrantes recentes – muitos dos quais literalmente “não são do Estado” – podem servir de exemplo. Não era há muito tempo atrás que os irlandeses e italianos viviam em comunidades insulares. Pense nas partes russas da cidade.

Olhe para lugares como Chinatown em São Francisco: de tantas em tantas quadras, você vê prédios marcados. Alguma coisa…alguma coisa…alguma coisa…”Associação Beneficente”.

Parece legal, certo? Pode ser uma frente para a Tríade. Pode estar ali para ajudar crianças chinesas. Eu não tenho idéia. Mas eu tenho certeza que é para pessoas chinesas. Também há consultórios médicos e escritórios de advocacia e lojas de conserto e mercados. Há toda uma rede de pessoas cuidando de seu próprio povo em primeiro lugar.

Há uma comunidade ali de pessoas que são exclusivas, insulares e interdependentes. Elas procuram umas as outras primeiros pelo que precisam. Elas são mais difíceis de vigiar e mais difíceis de controlar. Elas dependem menos do Estado e mais umas das outras. E quando o colapso vier, elas vão cuidar umas das outras primeiro, enquanto todo o resto está esperando o Estado “fazer alguma coisa”.

Qualquer seja o seu “nós”, qualquer seja a sua “tribo”, ela é apenas uma idéia na sua cabeça até que você tenha um grupo de pessoas realmente interdependentes que partilham do mesmo destino. É isso que é uma tribo. É isso que é uma comunidade. Esse é o futuro da identidade na América.

A terra pertence àqueles que a tomam e a mantém. E essa terra não é mais sua terra ou minha terra – oficialmente é a terra deles. Você pode não ser capaz de retomá-la, pelo menos não por enquanto, mas vocês podem se tornar e viver como bárbaros felizes, como forasteiros interiores, e trabalhar para construir os tipos de comunidades resilientes e redes de pessoas habilidades que possam sobreviver ao colapso e preservar suas identidades após a Queda.


Link para a transcrição original: Radix – Becoming the New Barbarians

Link para o discurso original: Youtube – Becoming the New Barbarians

Link para a página do autor: Jack Donovan

Mais um ENEM, mais estudantes atrasados chorando na mídia para ver se ganham uma bolsinha, mais controvérsia sobre o conteúdo da prova. Dessa vez, nem se deram ao trabalho de serem discretos – Primeira questão em pseudo-ciências: ideologia vitimista. Já é uma piada por si só classificar feminismo e ideologia de gênero como ciência.

É verdade. Feministas, por exemplo, tornam-se vacas, antas ou porcas, porque ser mulher é muito opressivo.

Aparentemente, a redação também foi sobre a vitimização sistêmica da mulher, e isso quando temos uma média de sessenta mil assassinatos por ano, dos quais apenas aproximadamente cinco mil vítimas são mulheres. O vlogger Clarion já fez um bom vídeo explicando essa “cultura do estupro das estatísticas” praticada pelas feministas, basta seguir o link. E claro, temos a mancada hilária do IPEA.

Que a educação pública brasileira é uma das piores do mundo, não é segredo para ninguém. E não é de hoje que se protesta contra o sistema educacional ruim. Fora o dinheiro do contribuinte sendo desperdiçado com vândalos, traficantes, e terroristas – nacionais e internacionais.

O problema é a insistência em exigir que se consertem as deficiências intelectuais e morais num sistema que foi projetado pra ser moral e intelectualmente falido. Depois de todas as falcatruas que já foram expostas até agora, ainda tem mesmo gente que espera que o governo moralize a educação? Não só a tendência é a educação piorar, como agora você deve concordar com as imbecilidades de um bando de pseudo-intelectuais medíocres, ou ter sua oportunidade de ensino negada.

Isso só é possível por conta do baixo investimento na educação privada, a máfia sindical dos doutrinadores, e a criminalização do homeschooling – o que deixa a população à mercê da educação pública, que é formulada pelo governo. O Brasil segue um modelo de educação nazista (para quem acha que eu estou exagerando ou de sacanagem, leia O Modelo Nazista para a Educação Orientada para Resultados, e A escola totalitária). Não adianta ensinar seu filho em casa que mentir e roubar é errado, se ele vai à escola para aprender socialismo. 

Pode escrever “a gente vamos”, mas se discordar do tema, leva zero.

As pessoas que conseguem ver claramente a degradação intelectual e a manipulação por trás destas “provas”, não deveriam perder tempo reclamando do sistema e do governo. As campanhas contra o sistema deveriam girar em torno:

  • do investimento no ensino privado – mais escolas privadas significa concorrência na oferta de qualidade de ensino e preços. Não apenas isso, mas os colégios privados, no intuito de preservar a maior parte da clientela, dificilmente irá tolerar a delinquência dos vagabundos “dazumana”.
  • da descriminalização do homeschooling – aqueles que tem condição, poderiam educar seus filhos. A exemplo do casal que foi perseguido pelo governo por tirar os filhos da escola, mas cujos filhos obtiveram resultado melhor em exames, do que os alunos do ensino público. No exterior, existem grupos de estudo, como se fosse professor particular, para alunos que não frequentam o ensino público, de modo que mesmo famílias que não tem muita renda tenham alguma escolha.   

O objetivo de qualquer campanha séria em prol da limpeza da educação brasileira, deve ser tirar da esquerda o monopólio da educação, porque se houverem opções, ninguém mais vai precisar se sujeitar a essas merdas para poder estudar. Se houverem opções, passemos à fase 2: questionar o uso do dinheiro do contribuinte em pardieiros. 

Por Thomas Sowell, economista americano.

Um filósofo do século XVII, Thomas Hobbes, disse que as palavras são os contadores dos homens sábios, mas elas são o dinheiro dos tolos.

Isto é tão dolorosamente verdadeiro hoje como era há quatro séculos. Usar palavras como veículos para tentar transmitir o que você quer expressar,é muito diferente de tomar as palavras tão ao pé da letra, que as palavras é que lhe usam e confundem-no.

Pegue a simples expressão controle de aluguel”. Se você tomar essas palavras literalmente – como se fossem dinheiro no banco – você consegue uma completa distorção da realidade.

Nova York é a cidade com as leis mais antigas e mais firmes de controle de aluguel no país. São Francisco é a segunda. Mas se você olhar para as cidades com as maiores médias de aluguel, Nova York é a primeira e São Francisco é a segunda. Obviamente, as leis de “controle de aluguel” não controlam os aluguéis.

Se você verificar os fatos, em vez de confiar em palavras, você vai descobrir que as leis de controle de armamento” não controlam armas, os gastos de “estímulo” do governo não estimulam a economia, e que muitas políticas compassivas” infligem resultados cruéis, tais como a destruição da família negra.

Sabe quantos milhões de pessoas morreram na guerra para tornar o mundo seguro para a democracia” – uma guerra que levou à dinastias autocráticas sendo substituídas por ditaduras totalitárias que massacraram muito mais de seu próprio povo do que as dinastias o fizeram?

Palavras e expressões calorosas e difusas, têm uma enorme vantagem na política. Nenhuma teve tal sucesso político de longo prazo como justiça social”.

A idéia não pode ser refutada, porque não tem um significado específico. Combatê-la seria como tentar socar o nevoeiro. Não é de admirar que “justiça social” tem sido esse sucesso político há mais de um Século, e contando.

Embora o termo não tenha um significado definido, ele tem conotações emocionalmente poderosas. Há um forte senso de que simplesmente não é certo – que é injusto – que algumas pessoas estejam muito melhores na vida do que outras.

Justificação, tal qual o termo é usado em impressão e carpintaria, significa alinhar uma coisa com outra.

Mas qual o padrão pelo qual nós pensamos que renda ou outros benefícios devem ser alinhados?

A pessoa que passou anos na escola jogando conversa fora, aprontando ou brigando – desperdiçando as dezenas de milhares de dólares que os contribuintes investiram em sua Educação – deve supostamente terminar com sua renda alinhada à da pessoa que passou os mesmos anos estudando para adquirir conhecimentos e habilidades que, mais tarde, serão valiosos para si mesma e para a sociedade em geral?

Alguns defensores da “justiça social” diriam que o que é fundamentalmente injusto, é que uma pessoa nasça em circunstâncias que tornam as chances dessa pessoa na vida radicalmente diferentes das chances que outros tem – não por culpa de um e nem por mérito dos outros.

Talvez a pessoa que desperdiçou as oportunidades educacionais e desenvolveu comportamento auto-destrutivo teria terminado de modo diferente, se tivesse nascido em uma casa diferente ou uma comunidade diferente.

Isso seria, evidentemente, mais justo. Só que agora não estamos mais falando de justiça “social”, a menos que acreditemos que a culpa é toda da sociedade que diferentes famílias e comunidades tenham diferentes valores e prioridades – e que a sociedade pode “resolver” este “problema”.

Nem a pobreza ou educação deficiente podem explicar tais diferenças. Há indivíduos que foram criados por pais que eram ambos pobres e mal educados, mas que pressionaram os filhos a obterem educação que os próprios pais nunca tiveram. Muitos indivíduos e grupos não estariam onde estão hoje sem isso.

Todos os tipos de encontros ao acaso – com determinadas pessoas, informações ou todas as circunstâncias, tem marcado pontos de virada na vida de muitos indivíduos, seja em direção à realização ou à ruína.

Nenhuma dessas coisas é igual ou pode ser tornada igual. Se isso é uma injustiça, não é uma injustiça “social”, pois está além do poder da sociedade.

Você pode falar ou agir como se a sociedade fosse onisciente e onipotente. Mas, fazê-lo seria deixar as palavras se tornarem o que Thomas Hobbes as chamou, “o dinheiro dos tolos.”


Thomas Sowell é um dos meus autores prediletos.

A lei de O’Sullivan afirma que, qualquer organização ou empresa que não seja expressamente de direita, se tornará de esquerda ao longo do tempo. A lei tem o nome de jornalista britânico John O’Sullivan.

Os programas de televisão são os melhores exemplos disso. 24 Horas, House. Fundações de caridade são piores, mas mais difíceis de se ver.

Um dos motivos para isso é a intolerância esquerdista contra a tolerância direitista. Direitistas estão dispostos a contratar funcionários abertamente de esquerda, no interesse da justiça. Esquerdistas, totalmente intolerantes, não irão permitir um não-esquerdista perto deles, e irão atormentá-los em todas as oportunidades. O resultado ao longo do tempo é que os empreendimentos conservadores são infiltrados por esquerdistas, mas os empreendimentos esquerdistas permanecem os mesmos ou pioram.

Além disso, o esquerdismo é, em si, uma forma de decadência. É o que acontece não só com programas de televisão, mas com as nações, igrejas e universidades, à medida que a energia emitida pelo Big Bang de sua concepção lentamente se esvai. Ao invés de gastar vitalidade em originalidade e criação, eles se tornam obcecados com introspecção, popularidade e letargia. O esquerdismo é a entropia do espírito e do intelecto.
Outro motivo é que a natureza parasitária dos esquerdistas os atrai para o dinheiro existente.

Se você é um usuário de rede social, é praticamente impossível não ficar sabendo de certas coisas que acontecem, mesmo que você não tenha interesse nelas. Já sabe do que eu estou falando? Pois é. As fotos nuas da Mística, que nas horas de folga, assume a identidade de Jennifer Lawrence.

Mucho gata!

E não foram só as dela. Várias fotos de outras mulheres famosas (das quais eu nunca tinha ouvido falar, até esse episódio) foram divulgadas alguns dias atrás, por hackers, no reduto da internet conhecido por 4chan, e de lá, se espalharam pelo reddit, google, e demais redes. Eu não vou postar fotos porque acho que elas já conseguiram ibope suficiente de outros sites, e, pessoalmente, eu gosto mais da Dani Daniels.

Você pode se perguntar por que as mulheres ainda tiram fotos nuas e armazenam, uma vez que esse tipo de vazamento se tornou comum nos últimos anos. Claro, existem leis contra divulgação indevida das imagens, mas também existem leis contra roubo e assassinato. Os ladrões estão parando de roubar e matar por causa disso?

O problema é a disseminação da idéia de que, cobrar responsabilidade pessoal das mulheres é “culpar a vítima”, promovida pela tal “cultura do estupro” – a banalização sistemática da violência sexual contra mulheres pela sociedade. O que essa empulhação intelectualmente desonesta e moralmente falida promove, na verdade, é a idéia de que as mulheres devem ter direito à liberdade (seja social ou sexual) irresponsável, e que qualquer ramificação negativa que advenha da conduta delas deve recair sobre outra pessoa.

É óbvio de que dentro de uma sociedade civilizada, deve-se trabalhar com afinco para manter a ordem, e os níveis de criminalidade e corrupção no mínimo possível. Infelizmente, criminosos, em maior ou menor escala, existem desde que o mundo é mundo, e provavelmente vão continuar existindo até o final dos tempos, é algo que é parte das sociedades humanas, e que se tem que aprender a lidar. Pessoas racionais entendem isso, bem como entendem que ser legalmente responsável por si mesmo significa, entre outras coisas, em tomar medidas para garantir a própria segurança contra os maus elementos da sociedade, mesmo que essas medidas impliquem em algumas restrições pessoais.

Já as pessoas que se passam por racionais, são incapazes de entender isso; elas querem utopia. Lembra do episódio na praia de Boa Viagem?

Pois é. Na mente dos progressistas retardados, a garota deveria poder fazer o que lhe desse na telha. Os tubarões é que tem a obrigação de não comer banhistas. Infelizmente, essa mentalidade babaca não foi de muita utilidade para a jovem mulher. E atribuir a morte da moça à escolha pessoal dela em ignorar os salva-vidas e as placas de aviso, é, na mentalidade vitimista, culpar a vítima.

No caso do fenômeno “caiu na net”, as ramificações são várias. Por conta da mentalidade de gado, garotas mais jovens seguirão o exemplo dado pelas famosas, e vão embarcar na modinha de gravar e expor sua vida íntima publicamente, sabendo que terão o ego inflado pelos manginas liberais, enquanto simultaneamente posam de vítimas da situação, para silenciar possíveis críticas de quem não vê a prática com bons olhos, e até da própria família. Também será socializada a Cultura da Liberdade Irresponsável – lembrando que essas mesmas pessoas que se recusam a assumir responsabilidade sobre si mesmas, exigem o direito de decidir os rumos da sociedade através do voto; formando a idiocracia em que vivemos.

Iuzômi?

A menos que você seja um liberal progressista, e aí não vê problema em socializar a patroa, já que monogamia é algo careta e rola algum tipo de infidelidade extra-conjugal pra “apimentar” as coisas, o melhor é evitar essas mulheres. Você nunca sabe quem mais está de posse das fotos delas, ou com quantos caras mais ela tirou fotos, e em caso da coisa ir a público, você, como parceiro ou ex-parceiro, se torna o suspeito número um. Pra não falar das atribulações de se relacionar com uma mulher relativista moral ou incapaz de exercer auto-controle.

Mulheres como a Dani Daniels e Lola Bienvenutti são vistas como um mal social, mas elas são o que são publicamente, não estão enganando ninguém, e o máximo que pode acontecer é que, mais tarde, algumas opções de vida serão mais difíceis, ou impossíveis para elas seguirem. Feministas são um problema muito pior do que atrizes pornô ou prostitutas; são mulheres que buscam a destruição da moral e da civilidade, para poderem se divertir às custas da sociedade.

Se você topar com as fotos das famosas por aí, condená-las é perda de tempo. Apenas dê uma olhada e deixe para lá. É apenas mais um catálogo com fotos de mulheres, sendo a diferença que essas são famosas. E tão dignas de pena quanto um homem que escolhe cheirar cocaína.

Um tempo atrás alguém editou a Wikipédia com o sentido original da palavra machismo, antes do revisionismo feminazista. Claro, qualquer um pode editar a Wikipédia, então essa definição estava fadada a não durar. Por sorte, eu copiei e colei o texto, que já foi reeditado para o que reza a ideologia vitimista. É importante que essas coisas sejam salvas e divulgadas, porque as vitimistas são um bando de maoístas que destróem qualquer evidência que contradiga as idéias deturpadas delas.


 

Machismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Machismo Masculino ou chauvinismo masculino consiste em caráter de macho, ou característica puramente masculina.

Machismo consiste em caráter de macho. É o termo que remete ao exercício das características naturais masculinas e o reconhecimento das diferenças biológicas, e não está intrinsecamente ligado a violência, opressão, inferiorização e coerção.

A palavra “chauvinista” foi originalmente usada para descrever alguém fanaticamente leal ao seu país, mas a partir do movimento de libertação da mulher, nos anos 60, passou a ser usada para descrever os homens que mantém a crença na inferioridade da mulher, especialmente nos países de língua inglesa. No espaço lusófono, a expressão “chauvinista masculino” (ou, simplesmente, “chauvinista”) também é utilizada, mas “machista” é muito mais comum.1

Na América Latina, há autores que identificam o machismo com a “outra face do marianismo”.2

O machismo é muito identificado com o patriarcado, sendo este uma estrutura que relega privilégios aos homens. Embora muitos vejam os dois termos como sinônimos o machismo é apenas uma das crenças do patriarcado.

Embora haja controvérsias na definição, para muitos o Machismo não é equivalente ao feminismo, visto que alguns pensam que o Machismo prega a superioridade masculina. É uma atitude ou comportamento de quem não admite a igualdade de direitos para a mulher, sendo contrário ao feminismo que teoricamente busca em seu discurso ideológico a igualdade entre os dois sexos, só que na prática nos dois casos, a situação muda um pouco o sentido teórico. Pois o machismo esclarecido busca proteção para as mulheres, crianças e família em geral, também visando valores tradicionais e corretos para sociedade, tomando de exemplo um deles é o serviço militar obrigatório somente para homens. Enquanto o feminismo busca poder e controle baseando-se em falácias politicamente corretas, vitimismo e com propagandas sem nexo. O movimento SCUM da feminista Valerie Solanos, mostra algumas das injustiças praticadas por feministas e os discursos anti-homem.

O machismo pode ser definido como a ideologia que valoriza os bons costumes tradicionais. Dando importância para um melhor controle econômico, do Estado (leis, força policial, escola, ciência, justiça), e da Família.

O termo sexismo possui neutralidade, e é o mais correto para caracterização de discriminação de gêneros.1 3

Porém os sentidos originais consistiam na conquista das igualdades sociais de emprego, direito civis e ‘status’ social, tornando o termo “sexismo” mais correto e igualitário para a caracterização de discriminação tanto do gênero masculino como do gênero feminino.

Ver também


Comentário: O termo correto para discriminação por sexo, é sexismo. Mas o radical da palavra, “sex-“, é neutro, e portanto não evoca a idéia de algo perpetrado exclusivamente por homens. O que as vitimistas fazem seria o equivalente aos afrocoitadistas começarem a usar o termo “branquismo” no lugar de “racismo”, dando a entender que só brancos podem ser racistas (bem, na verdade eles já dão a entender isso sem precisar do termo).