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Ontem pela manhã, topei com mais uma sumidade das vitimistas, o link para o post original é este, e resumindo, se trata da história de uma “garota” de dezessete anos, com um nível de ingenuidade e passividade que beira a ficção científica, oprimida pelo pai, manipulada por um homem e abandonada grávida, oprimida pela sociedade, e morta por um aborto ilegal. O pacote Opressão Patriarcal ++ completo.

O texto é completamente desprovido de argumentos, sendo constituído de pura manipulação emocional, e isso fica claro para qualquer um com QI 100 (o das feministas gira em torno de 72, e o dos chimpanzés, 68), provido de racionalidade, e com vergonha na cara. É sabido que os conceitos de racionalidade e vergonha na cara foram criados por homens – obviamente com o intuito de oprimir as mulheres – e por isso, feministas também os rejeitam. Provavelmente se trata mais de comiseração, ou reforço ideológico para mulheres já perdidas para o feminismo, do que material para atrair leigas incautas. Sequer vem casado com alguma daquelas estatísticas 1-em-4 que já foram refutadas dezenas de vezes. Provavelmente porque não foi elaborado por uma “expert” acadêmica, mas por uma guria emo de quinze anos querendo causar.

Então, que tal variarmos um pouco, para sair da mesmice? Ao invés da habitual comiseração e conformidade ideológica, que tal olhar o texto considerando as mulheres como homens, como elas tanto sonham? – não o playboy cafajeste, o burocrata corrupto, ou o bandido consumado, que parecem ser o tipo de homem com quem elas exigem equiparação, mas com o indivíduo adulto, que será responsabilizado pelas próprias escolhas, e pelas ramificações de sua associação voluntária com estelionatários. 

O texto original segue em itálico, e meus comentários, em negrito. Já que o namoradinho é um sujeito oculto aleatório, vou tratá-lo aqui por Cafinha.

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“Joana, com 17
namorando a mais de um mês
Já pagou até boquete
mas sexo ela não fez

Joana é uma hipócrita, ou como popularmente são conhecidas, uma falsa certinha. Ao longo do texto, existem referências que implicam que Joana pertença a uma família com valores conservadores, ou a alguma religião organizada (no Brasil, certamente o Cristianismo). Só que cristãs praticantes (e teoricamente, também as conservadoras) não pagam boquete para um cara que conheceram há um par de meses, porque acreditam em guardar castidade, e compromisso antes de se entregar a intimidades sexuais. Já as mulheres liberais, que seguem apenas a parte do Cristianismo/conservadorismo que lhes é conveniente, porque gostam de receber tratamento deferencial, não verão problema em fazê-lo, contanto que isso não afete sua imagem pública de moça correta, que é a maior preocupação das falsas certinhas. 

“Não quero putaria”
falava o papai

Porque na esmagadora maioria das vezes, quem tem que arcar com os custos financeiros da putaria da filhinha, é o papai. E o problema não se restringe ao campo financeiro. Mesmo quando a mãe solteira menor de idade arruma um trabalho para aliviar o custo financeiro que ela gerou, alguém tem que cuidar do filho dela, e a tarefa acaba caindo no colo dos pais da menina. Mas aparentemente, no mundo das feministas, o pai não querer que a filha faça algo que vai resultar em futuros problemas e prejuízo para ele, é uma tremenda opressão.

mas o namoradinho ria
haha
“não quero nem saber”
você vai fazer, se me ama”
só quero saber de papai
com mamãe
na minha cama

E do que estamos tratando aqui? Um adulto olhando feio para uma criança de seis anos? Dois meses certamente é pouco para se conhecer a fundo uma pessoa, mas pode ser o bastante para colher informações gerais sobre ela. Cafinha, por exemplo, não está nem aí para os valores que Joana teoricamente segue. Ele ri abertamente desses valores. Mesmo sendo Joana uma cristã de festim, seria do melhor interesse dela não se envolver com um cara que não tá nem aí, porque isso poderia complicar a posição dela. Uma cristã praticante então, nem se fala. Mas aqui é onde geralmente vem racionalizações do tipo “ninguém manda no coração”, usadas para se isentar da responsabilidade de perpetuar relacionamentos com quem já deu sinais de que não vale muita coisa. ‘Coração’ é um eufemismo para instintos e emoções. Sabe quem mais é guiado por instintos e emoções, incapaz de exercer controle sobre estes? Animais irracionais.

No outro dia
o pai tava lá embaixo
a Joana também! por baixo do namorado!
Ela sendo despida
ele pelado

E aqui nós vemos que a falha não foi do pai opressor. O velho fez a parte dele, e depois confiou nela para seguir o que foi ensinado. Ela já tem dezessete, e não nove, caramba. 

Talvez fosse responsabilidade parcial do pai, caso o velho fosse um liberal bundão que pregasse rédea livre e zero responsabilidade. Se você passou todos os valores que tinha adiante, e ainda assim precisa vigiar sua filha, praticamente uma adulta, vinte e quatro horas por dia, ou acorrentá-la no porão para ela não fazer merda, é porque a índole dela é bem ruinzinha, e não há muito que se faça que vai adiantar muita coisa. O jeito é esperar que ela crie problemas após os 21 – quando a responsabilidade será exclusivamente dela. Mas Joana não podia esperar.

E apesar de tudo que diziam
ela sabia que não era um pecado
“coloca a camisinha”
“ô Joana, sem é mais gossstoso,
é só reza pra deus,
ele benze o meu gozo”
Joana não queria, mas acabaram fazendo

Peraí. Para saber que sexo não é pecado (na verdade é fornicação; sexo fora do casamento – ilícito), ela é capaz de pensar por si mesma. Mas na hora de recusar uma transa sem proteção, ela vai pela cabeça do Cafinha? Esse é um exemplo típico de quando a mulher se faz de burra para se eximir de responsabilidade pessoal. Ao se fazer de inocente, ela joga a culpa toda no Cafinha, quando a decisão de transar sem preservativo também foi dela. Imagina o Cafinha, na frente do juiz da Vara Familiar que está decidindo a pensão, dizendo que não queria fazer sexo, ela que obrigou? O juiz ainda era capaz de colocar ele em cana por deboche. 

Mesmo que ele ou ela fossem estéreis, existem outros fatores. E se o cara tivesse AIDS? (que ela provavelmente já contraiu, engolindo porra, mas para não desviar do texto, finjamos que os boquetes eram feitos com camisinha).

O que a falsa certinha não queria, era repercussão. Se ela realmente não quisesse sexo, gritaria estupro, e Cafinha iria para a prisão ou para o cemitério, dependendo do pai de Joana estar armado ou não. “Ah, mas ela fez por amor”… Ah, e com um par de meses ela já ama loucamente o Cafinha pra fazer o que ele quer. Mas para seguir a determinação do otário que deu teto, roupa e comida pra ela por dezessete anos, aí é opressivo? Mais evidência de que tipo de mulher Joana realmente é. 

fizeram na fé
“Deus, eu fico te devendo”
Mas Deus não perdoou…

Fé, Deus… Bão, se fosse fosse questão de religião, teriam guardado castidade, e feito depois do casamento, onde gravidez não seria um problema. Mas como Joana é hipócrita…

A pílula falhou!
Chazinho não funcionou!!
Joana enjoou!!!
Será que engravidou???

Todo modernete imbecil debocha das pessoas que tem algum princípio moral, dizendo que eles consideram que sexo é só para procriação – só que os mesmos modernetes tratam sexo como se fosse apenas para recreação, ignorando que a função biológica do sexo É a procriação da espécie. Exceto em casos de esterilidade, encher uma mulher de leite tem sempre uma porcentagem variável de chance de resultar em gravidez, ainda mais ela estando no auge da fertilidade, enquanto nova.

(Será amor? amor…?)
namorado fugiu
pra onde ele foi? alguém viu?

Naaaahh, que absurdo! Quem poderia imaginar que o Cafinha iria comer e sumir? Afinal, cafajestes são famosos por honrar compromissos e assumir responsabilidades, e não o contrário, certo?
Certo? 
É claro que os homens devem ser responsáveis e não sair engravidando mulheres por aí, e caso o façam, devem assumir a responsabilidade sobre a criança. E basta um nível de inteligência rudimentar para saber que os cafajestes são estelionatários, só pensam em si mesmos, em tirar proveito dos outros, e não vão assumir porra nenhuma. Exatamente por isso eles são rotulados como cafajestes.   

Exatamente por isso, a responsabilidade final sobre o sexo recai sobre a mulher, que vai arcar com as ramificações do ato sexual – A gravidez. Cabe a mulher negar sexo à homens que não prestam, ou exigir compromisso na criação dos filhos resultantes do ato. Mas essas mulheres alternam de fortes e independentes à vítimas incapazes, para se eximirem da própria responsabilidade sexual, e não se privarem de trepar casualmente com a escória do sexo masculino. As mesmas mulheres que choramingam sobre a conotação ruim trazida pelo rótulo ‘vadia’, porque fazem do rótulo ‘cafajeste’ um distintivo de honra.

Aqui também, curiosamente, Joana nem sequer cogita tratar do aspecto Legal das ações de Cafinha. Ainda que Cafinha não deva porra nenhuma à Joana (agradeça ao feminismo por ter te libertado, Joana), ele tem obrigações legais para com a criança. Quando os Cafinhas tem a grana de um Neymar, as mulheres instantaneamente procuram os direitos da criança (bem como a guarda primária), e não se importam nem um pouco com a fama de interesseira e golpista. Talvez o volume de dinheiro atenue o sofrimento de um tratamento tão injusto… 

“O que eu vou fazer?
Pra quem eu vou contar?
Não quero esse filho, eu vou é me matar!

Até parece.

Não… vou falar pra Maria, do salão
Ela vai entender a minha situação”
Joana, contou todos os lances
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém!!!”
Joana…
todo mundo já sabe do teu neném!

Resultado óbvio. A gravidez da Joana é um problema particular, que ela não deveria expor publicamente. Quando o Cafinha pulou fora, e diante da própria incompetência em resolver o problema sozinha, ela deveria aceitar as consequências e levar o problema para os pais dela E para os dele, aceitar o esporro, e dar um jeito na própria vida. Mas como boa modernete, ela preferiu seguir tratando com pessoas que não tem o menor comprometimento com ela. Joana não procurou a família porque não queria repreensão; queria comiseração e aprovação para se sentir melhor consigo mesma. 

“Vagabunda, engravidou na adolescência!
Na hora tava bom?
vadia sem consciência!

Mas é verdade. Na hora em que o Cafinha estava gozando dentro com o consentimento e cumplicidade dela, ela não estava preocupada com o futuro, estava? E agora que o futuro chegou, o quê? Ela é uma vítima sem agência, num mundo patriarcal que controla as ações das mulheres? Se fosse este o caso, o namoradinho cafajeste de Joana teria que passar pela aprovação do pai dela, e mesmo que passasse, jamais estaria sozinho no quarto com ela. A ironia é que num mundo patriarcal, Joana provavelmente não se tornaria mãe solteira.  

Olha lá? ela falou em abortar!
abortar?
Por que não pensa logo em se matar?
assume (assume!)
assume (assume!)
assume (assume!)
assume (assume!)

O que as feministas/abortistas não levam em consideração, é que a sociedade é contra Joana abortar o filho, do mesmo modo que é contra o Cafinha abortar Joana por não querer o filho. Caso contrário, o goleiro Bruno teria sido preso injustamente. “Meu dinheiro, minhas regras”. Na famigerada distopia Patriarcal alardeada pelas feministas, os homens colocariam dinheiro em “experts” para provar que “mulher grávida não é gente, é só um amontoado de células, um mero parasita que pode ser abortado sem problemas”.

Mas como os homens não fazem isso, elas então alegam que o “aborto masculino” é liberado, e acontece quando o Cafa sai fora – mas omitem que existem leis para impedir que o sujeito fuja da responsabilidade, e que oferecer sexo à esse tipo de homem sempre foi opção delas. E o sexo tem por consequência, a gravidez. O cafajeste que engravida a mulher e foge, o é porque a mulher escolheu o cafajeste para ser o pai do filho dela. Também há a alegação de que a mulher não busque a justiça por medo do que o namoradinho bandido vá fazer contra ela. Novamente, o problema começou no tipo de homem que ELA escolheu para se relacionar.

Na hora de se envolver com bandido, a vida é dela, a decisão é dela e ninguém tem nada com isso. Na hora em que os problemas surgem, “ain, sou vítima, não tive nenhuma escolha”. Essas mulheres, e todas as que as defendem, não valem porra nenhuma. 

E lava esse teu perfume de vagabunda
que nojo dessa buceta
cobre essa tua bunda!”
cala tua boca, ANDA DE BURCA!

Vitimismo purinho. Fez merda e acha que, por ser repreendida, está sendo tratada como muçulmana. Se fosse o caso, Joana estaria MORTA por ter atentado contra a honra da família.

Joana chorava,
não tem mais ninguém
ta que nem muita prostituta
sem família, e com neném

Mais vitimismo. Já foi o tempo em que prostituta era sinônimo de mulher destituída, sem qualquer outra opção na vida. Tem bastante prostituta hoje que é garota de classe média, universitária, visando dinheiro fácil. Assim como as prostitutas universitárias, Joana está longe de ser uma coitadinha. Ambas fizeram uma escolha. E escolhas tem consequências.

E agora, e agora?
meu pai vai me espancar
mas ah, tem jeito

mamãe me ensinou a tricotar.
Sangue e choro… no chão do banheiro
morreu mais uma vagabunda
aos olhos do Brasil inteiro

A morte de Joana é resultado das escolhas de merda que ela fez em vida. Ignorar o pai. Se envolver com um vagabundo. Abrir as pernas sem proteção. Tornar seu problema público, em busca de aprovação. Descontar covardemente seu problema no próprio filho, ao invés de assumir a responsabilidade pelo que fez. 

aborto sem sucesso
país sem progresso

Me traz mais um chá de canela
que a próxima deve ser a Gabriela.”

Provavelmente porque Gabriela é outra vagabunda sonsa e burra.

‪#‎LegalizeOAborto‬ ‪#‎VentreLivre‬

Tentar explicar para uma feminista/abortista que o corpo da criança não é dela, que ela tem responsabilidades e não apenas direitos, e que não pode sair matando ao bel prazer, é como explicar leis e moralidade a ladrões, traficantes, e qualquer outro animal falante incivilizado. 

Assim como latrocínio, e tráfico de drogas, aborto – salvo em casos de estupro e risco de vida – é crime previsto no código penal. Mulheres que morrem praticando aborto clandestino não são vítimas, são criminosas, e as que sobrevivem ao procedimento, deveriam ir para a cadeia – coisa que não acontece porque historicamente, a sociedade, opressora que é, passa a mão na cabeça das mulheres.

Alguns dos argumentos mais comuns (que não implicam no uso de estatísticas falsificadas) é o de que mulheres ricas abortam com impunidade, enquanto às pobres tem que arriscar a vida. O que é basicamente o argumento que os petistas usam sobre o porque os políticos do PT deveriam cometer crimes e ficarem impunes: porque os do PSDB também ficaram impunes. Ao invés de lutar por um sistema legal eficiente e por menos impunidade, essas pessoas lutam para legalizar o crime e por mais impunidade. O nível de inveja, estupidez, e falta de caráter é surreal.  

A morte dessas mulheres deve ser tão lamentada quanto a do assassino/traficante que morre durante a prática do crime, ao trocar tiros com a polícia. 

Esclarecimento: devido à taxa monumental de analfabetismo funcional, inveja, e imbecilidade, convém elucidar que o texto não faz, em nenhum momento, apologia à cafajestagem masculina. 


Por: The Truth.

Os homens e as mulheres valorizam coisas diferentes e essas diferenças não são culturais. As feministas jamais entenderão isso. Essas diferenças são um fardo para muitas mulheres? Sim, elas são, mas elas existem. O sonho de todo o homem é ser amado sem precisar fazer nada. Mas o homem sem trabalho e sem dinheiro é insuportável para a mulher. Mas isso é um padrão da natureza feminina. Não é cultural.

O feminismo fracassou em tentar negar as diferenças naturais. Essas diferenças estão em todo lugar. As mulheres geralmente explicam essas diferenças de maneira desonesta. A mulher que deseja um homem rico está exercitando uma liberdade de escolha, mas o homem que deseja uma mulher virgem é machista. Ambos são padrões naturais, mas os padrões naturais femininos são sempre relativizados positivamente. A liberdade de escolha feminina surpreendentemente sempre aponta para o mesmo padrão. As mulheres livres desejam homens poderosos e raramente contradizem esse perfil.

A questão do sexo casual é a mesma coisa. O homem faz sexo casual porque sabe que esse comportamento é tolerado pelas mulheres. As mulheres possuem o direito de criticar isso. Elas podem taxar os homens promíscuos de safados, vulgares e imprestáveis para relacionamento sério e tudo mais, mas elas não fazem isso. Mas elas não fazem isso, não é porque elas são excessivamente humanistas. Elas não fazem isso simplesmente porque são governadas pelos instintos e são incapazes de controlá-los de modo eficaz.

As mulheres sentem atração irresistível pelo poder do homem. Isso seria mentira se os homens promíscuos fossem boicotados. Isso seria mentira se os ricos, famosos e cafajestes não conseguissem êxitos amorosos depois de anos de promiscuidade. A dinâmica social atual prova que as mulheres são incapazes de boicotar os homens poderosos. Apesar de tudo, esses homens continuam sendo valorizados pelas mulheres. Por que as mulheres não boicotam esses caras? Elas não conseguem. Elas são incapazes disso.

A imoralidade masculina é incentivada pela languidez de caráter das mulheres. Quanto mais fraca a moralidade feminina é, mais canalhas os homens ficam. E a verdade é que os canalhas são quase sempre perdoados, desde que eles tenham muito poder. E esse poder pode ser traduzido em riquezas, fama e corpo musculoso.

As mulheres possuem o direito de criticar o comportamento masculino. E muitas realmente criticam. Elas dizem que os cafajestes são machistas. Mas quem elas colocam como prioridade na vida delas? Os cafajestes! O machismo elitista é um padrão incentivado pelas mulheres. As mulheres exigem dominância dos homens e perdoam todos os erros cometidos pelos homens dominantes. São as mulheres que não possuem coerência ética. Elas criticam o machismo, mas elas são super machistas!

O sexo casual é uma verdadeira nivelação por baixo. As mulheres imitam o machismo elitista dos cafajestes, como se isso fosse a coisa mais bela do mundo e justificam esse comportamento a partir desse padrão imoral que elas imitam. Nenhum homem sério admira o cafajeste. Se a mulher idolatra o cafajeste, a distorção moral é dela. Se ela quer fazer sexo casual, então que ela faça sem considerar isso um ato de igualdade. Supõe-se que essa igualdade envolva alguma nobreza, mas ela é uma grande popularização da imoralidade.

Julgá-la pela boa aparência e tetas fantásticas é objetificar. Então vamos julgá-la pelas suas idéias e ações. Feminista. Vadia. Err…

O poder de regular é feminino. Se existem cafajestes, eles só existem porque as mulheres possuem moralidade fraca e não os boicotam. A mulher concede poder ao cafajeste e depois reclama dos homens, como se ela não tivesse responsabilidade alguma? As mulheres regulam os homens sim e regulam mal.

As mulheres não regulam bem os homens e ainda querem imitar o que há de pior nos homens. Elas boicotam o próprio sexo com essa postura, pois os critérios masculinos e femininos são diferentes. Mas aí começa o impasse. A mulher admira a imoralidade dos cafajestes e acha que a igualdade consiste na imitação dessa imoralidade. Pior do que isso, ela acha que não pode ser criticada por gostar dessa imoralidade. Ou seja, além da mulher não boicotar o que há de pior nos homens, ela institui esse pior como valor social bom.

O cafajeste gosta de mulheres promíscuas? É aí que a lógica feminina falha. O homem só é imoral porque a mulher permite, mas ele mesmo não quer uma mulher imoral. Então o cafajeste transa com todas, mas não casa com a mulher que faz sexo casual. O cafajeste é um falso amigo e um falso amante das mulheres. O cafajeste valoriza a mulher apenas como objeto sexual. Depois que o sexo acaba e começam as exigências amorosas, os cafajestes simplesmente saem fora. Os cafajestes toleram a imoralidade, enquanto o sexo é o foco dos relacionamentos. Quando o amor é exigido, eles saem fora.

A mulher possui uma moralidade tão fraca que consegue amar os homens que ela transa casualmente. Ela consegue amar de tal forma o cafajeste que é incapaz de perceber que o amor dela é um padrão doentio, incompatível com o amor masculino. Se os homens que boicotam mulheres liberais e promíscuas são machistas, por que as mulheres não boicotam os homens promíscuos e liberais? Elas não conseguem! Elas são incapazes disso!

O homem não gosta de mulher que faz sexo casual e nunca gostará. Se eles fazem sexo casual, eles só agem assim porque as mulheres permitem. Se a mulher imita a promiscuidade do cafajeste, ela quebra a cara sozinha, porque o cafajeste tem o apoio das mulheres de moralidade fraca, mas os homens não toleram o liberalismo sexual feminino. A mulher quer imitar um padrão que é incompatível com a natureza do homem. Ela quer ser cafajeste porque ama um. Mas o homem só é cafajeste porque é tolerado e não é assim porque ama a mulher promíscua, que faz sexo casual.

O erro feminino é fundamentado numa admiração do que é imoral no comportamento masculino e isso só prova que as mulheres querem ser homens. Elas acham que imitando o comportamento masculino, elas terão a mesma dominância masculina. Elas erram duplamente nesse caso. Num primeiro momento, elas erram quando não boicotam os comportamentos antiéticos dos homens. Num segundo caso, elas erram porque elas querem imitar esses comportamentos.

Se as mulheres são incapazes de afirmar padrões bons e saudáveis, como elas não querem ser criticadas? A sociedade está piorando por causa delas. Mas como? São elas que regulam os comportamentos masculinos atualmente. O poder dos cafajestes é concedido pelas mulheres. Sem o apoio da moralidade fraca das mulheres, os cafajestes seriam mendigos emocionais. As mulheres não são capazes de mudar esses caras, pois elas os admiram e querem imitá-los. Criticar as mulheres é a única forma de salvar a sociedade de hoje da degeneração total. Se as mulheres possuem o poder e não o usam de forma positiva, o que podemos esperar delas?


Vivemos em uma época em que a esquerda tem tido grande êxito em criminalizar e enterrar os modelos em quem os homens tendem a se inspirar, bem como sabotar identidades masculinas positivas – como ser pai de família e/ou ter uma carreira bem sucedida (através da destruição da família e da iniciativa privada), criando uma geração de homens apáticos, ressentidos, e incertos quanto ao futuro.

E é neste cenário que alguns modelos nada convencionais tem despontado, circunventando a falta de incentivo e as constantes campanhas vexatórias promovidas pelo movimento vitimista e pelos punheteiros da justiça social. Aqui, faço uma análise de dois modelos.

Aziz Sergeyevich Shavershian, O Zyzz (1989-2011)

Nada mal pra um nerd jogador de WoW, não?...

Zyzz, antes e depois.

De origem russa, mas cidadão australiano, Zyzz era o típico “frango” nerd, sem muitos amigos e invisível para as mulheres, que resolveu mudar e se tornou uma lenda entre aqueles que frequentam academia, e uma inspiração mesmo entre aqueles que não o fazem, devido ao seu discurso. Indo na contramão dos movimentos de aceitação da preguiça e feiúra, Zyzz pregava o auto-aprimoramento físico e a mudança de estilo de vida, como a saída da tristeza, apatia e falta de auto-estima, para uma vida mais feliz e plena. Apesar de criticado por muitos, pelo uso de anabolizantes (os quais ele nunca escondeu que tomava), Zyzz conseguiu a admiração até mesmo de fisiculturistas, por conta do resultado dos seus esforços pessoais.

Talvez a pedra no caminho de Zyzz tenham sido seus excessos. Zyzz foi do oito ao oitenta, passando de nerd introvertido a baladeiro. Onde antes havia apenas uma conta de jogo online, agora haviam os fins de semana gastos em baladas, raves, e bebida. Onde antes havia invisibilidade, agora haviam mulheres fazendo fila pra transar com ele. Talvez os excessos, somados ao uso de anabolizantes, tenham causado – ou agravado um possível problema congênito que levaria à – sua morte.

Talvez as maiores lições de vida deixadas por Zyzz, sejam:

– Acreditar em si mesmo;
– Motivar os outros a mudarem e se aprimorarem, seja através de palavras, exemplos ou mesmo demonstrando resultados pessoais;
– Todo mundo morre, mas nem todo mundo vive. Mesmo que excessos e erros tenham levado a um ataque cardíaco aos 22 anos, Zyzz optou por viver ao invés de apenas sobreviver, e lutou pelo que acreditava ser seu propósito maior.

Dan Bilzerian, o Blitz

Que vida chata...Dan Bilzerian é um jogador de poker profissional, e uma celebridade da internet, com suas fotos de estilo de vida extravagante. Dan teve sua vida e estudos assegurados previamente pelo pai, Paul Bilzerian, um tubarão de Wall Street que realizava tomadas corporativas (algumas dessas tomadas falhariam, e o levariam à falência e à prisão, anos depois). Falhando em ingressar nos Seals (forças especiais da marinha americana), ele ingressou na universidade, se formando em Negócios e Criminologia.

Bilzerian se tornou conhecido como jogador de poker e apostador, E mais tarde, como celebridade da internet, tendo a suas excentricidades documentadas e exibidas online. Claro, as extravagâncias de Bilzerian também lhe trouxeram revezes, tanto por brigas, quanto por excentricidades que não deram muito certo.

É pouco divulgado que Bilzerian faça algum tipo de filantropia, ou que faça jus ao seu diploma, possuindo negócios concretos; publicamente, Bilzerian é o estereótipo do playboy caçador de emoções – só que riquinhos mimados dificilmente mantém suas fortunas, quanto mais as ampliam. Bilzerian é pragmático, e tem uma noção considerável (mas não infalível) de quando assumir riscos.

A despeito dos processos, hostilidade, e especulações a respeito de seu dinheiro e a ligação com os negócios criminosos de seu pai, o fato é que Dan Bilzerian tem apostado nas cartas que a vida lhe deu – e continua ganhando.

… E nós.

Então temos dois caras diferentes, vindos de condições diferentes, com objetivos diferentes. Mas o que torna Zyzz e Bilzerian em modelos admirados por jovens, e adultos?

Ambos são homens livres que, numa época onde se criminaliza o mérito e se impõe a conformidade, traçaram objetivos para si, e fizeram como bem entenderam, dentro de suas possibilidades, sem dever satisfação a ninguém. Talvez o que falte aos homens de hoje, seja a percepção de que livres, eles já são – sendo necessária apenas a rejeição da conformidade e um profundo desprezo pelas campanhas vexatórias dos engenheiros sociais, que conduzem à conformidade e apatia.

E um objetivo, ou propósito maior, que é a parte que talvez seja mais difícil, pois exige reflexão sobre si mesmo, suas limitações e aonde se quer chegar. Depois disso, é trabalhar para expandir as próprias possibilidades, ter coragem para ousar, e temperança para evitar os excessos.

Um tempo atrás alguém editou a Wikipédia com o sentido original da palavra machismo, antes do revisionismo feminazista. Claro, qualquer um pode editar a Wikipédia, então essa definição estava fadada a não durar. Por sorte, eu copiei e colei o texto, que já foi reeditado para o que reza a ideologia vitimista. É importante que essas coisas sejam salvas e divulgadas, porque as vitimistas são um bando de maoístas que destróem qualquer evidência que contradiga as idéias deturpadas delas.


 

Machismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Machismo Masculino ou chauvinismo masculino consiste em caráter de macho, ou característica puramente masculina.

Machismo consiste em caráter de macho. É o termo que remete ao exercício das características naturais masculinas e o reconhecimento das diferenças biológicas, e não está intrinsecamente ligado a violência, opressão, inferiorização e coerção.

A palavra “chauvinista” foi originalmente usada para descrever alguém fanaticamente leal ao seu país, mas a partir do movimento de libertação da mulher, nos anos 60, passou a ser usada para descrever os homens que mantém a crença na inferioridade da mulher, especialmente nos países de língua inglesa. No espaço lusófono, a expressão “chauvinista masculino” (ou, simplesmente, “chauvinista”) também é utilizada, mas “machista” é muito mais comum.1

Na América Latina, há autores que identificam o machismo com a “outra face do marianismo”.2

O machismo é muito identificado com o patriarcado, sendo este uma estrutura que relega privilégios aos homens. Embora muitos vejam os dois termos como sinônimos o machismo é apenas uma das crenças do patriarcado.

Embora haja controvérsias na definição, para muitos o Machismo não é equivalente ao feminismo, visto que alguns pensam que o Machismo prega a superioridade masculina. É uma atitude ou comportamento de quem não admite a igualdade de direitos para a mulher, sendo contrário ao feminismo que teoricamente busca em seu discurso ideológico a igualdade entre os dois sexos, só que na prática nos dois casos, a situação muda um pouco o sentido teórico. Pois o machismo esclarecido busca proteção para as mulheres, crianças e família em geral, também visando valores tradicionais e corretos para sociedade, tomando de exemplo um deles é o serviço militar obrigatório somente para homens. Enquanto o feminismo busca poder e controle baseando-se em falácias politicamente corretas, vitimismo e com propagandas sem nexo. O movimento SCUM da feminista Valerie Solanos, mostra algumas das injustiças praticadas por feministas e os discursos anti-homem.

O machismo pode ser definido como a ideologia que valoriza os bons costumes tradicionais. Dando importância para um melhor controle econômico, do Estado (leis, força policial, escola, ciência, justiça), e da Família.

O termo sexismo possui neutralidade, e é o mais correto para caracterização de discriminação de gêneros.1 3

Porém os sentidos originais consistiam na conquista das igualdades sociais de emprego, direito civis e ‘status’ social, tornando o termo “sexismo” mais correto e igualitário para a caracterização de discriminação tanto do gênero masculino como do gênero feminino.

Ver também


Comentário: O termo correto para discriminação por sexo, é sexismo. Mas o radical da palavra, “sex-“, é neutro, e portanto não evoca a idéia de algo perpetrado exclusivamente por homens. O que as vitimistas fazem seria o equivalente aos afrocoitadistas começarem a usar o termo “branquismo” no lugar de “racismo”, dando a entender que só brancos podem ser racistas (bem, na verdade eles já dão a entender isso sem precisar do termo).