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O texto a seguir é a transcrição de um discurso de Jack Donovan, autor do livro The Way of Men, e fala sobre como os homens se tornaram párias dentro da sociedade decadente americana, e como responderem aos abusos do governo e seus asseclas.

Políticos corruptos, imprensa mentirosa e comprada, regalias para grupos vitimistas (feministas, gayzistas, afronazistas) às custas dos outros, e a demonização dos homens, da heterossexualidade, e do cristianismo.

Podemos fazer bom uso desse texto.


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– Jack Donovan

Pode haver um colapso. Poderia acontecer. Poderia acontecer amanhã. Deuses vingativos poderiam arremessar rochedos dos céus, varrendo a terra com incêndios e inundações. Poderia haver sangue nas ruas e ranger de dentes. Uma praga de gafanhotos ou abelhas assassinas, alguma gripe chinesa ou o Apocalipse Zumbi. Seus cartões de crédito podem estourar e seus “smart”phones podem ficar estúpidos. Nós podemos ser forçados a nos bandearmos em gangues primitivas e lutar pela sobrevivência. Nós podemos ser forçados pela circunstância além de nosso controle para redescobrir caminhos mais familiares para nossa espécie – para nossos cérebros ancestrais – que esse alastramento infinito banal de parques corporativos e shoppings.

Ou você pode simplesmente conquistar aquele dia como leão, morrer como nasceu, chutando e berrando e coberto no sangue de alguém.

Isso tem certo apelo.

Mas enquanto qualquer ou todas dessas coisas poderiam ocorrer (e tudo isso poderia correr amanhã), também é possível que esse sistema corrupto e falido continue capengando por um longo tempo.

Sim, ele deve cair catastroficamente. Ele merece cair. Mas não importa o quanto o mundo precise de um ajuste de contas ou um botão de resetar, é muito mais fácil quotidianamente para as pessoas em cada nível da sociedade continuar remendando tudo junto e fazendo o melhor possível até que se acabem os remendos.

Assim…até que chegue esse dia…até que se esgotem todos os remendos… Até então, quase todo mundo, mesmo líderes americanos, parecem concordar que a América está em declínio.

E durante este declínio, nós podemos esperar ver mais do que já temos visto. Para a maioria das pessoas, isso significará uma redução “progressiva” da qualidade de vida e a redução das expectativas.

O que não veremos é algum “grande despertar” ou uma mudança dramática em liderança ou direção. As pessoas que governam a América não vão “cair na razão”.

Conforme a América decai e se torna um Estado falido, as corporações e empresários e burocratas que a governam continuarão a pregar globalismo e multiculturalismo e feminismo.

Eles continuarão a condenar tudo que possa ser considerado racismo ou tribalismo – especialmente entre brancos – até que estes estejam seguramente na minoria. Eles continuarão a condenar o “sexismo masculino” e continuarão a promover qualquer tipo de sexismo feminino que emascule ou desvalorize homens. Eles continuarão a promover reverência por sua própria classe sacerdotal acadêmica ao mesmo tempo condenando como “extrema” qualquer crença religiosa que desafie a autoridade moral das crenças progressistas. Eles continuarão a promover a dependência no Estado para segurança e renda e saúde – para a própria vida.

E, não importa quantos “conflitos” eles incitem ou quantas pessoas eles matem ou aprisionem ou quão militarizados seus capangas policiais se tornam, eles oficialmente continuarão a condenar a violência.

Eles continuarão a fazer tudo isso porque isso faz total sentido para eles.

Se vocês fossem os governantes de uma nação em declínio, cuja população está fadada a perder riqueza e status e vocês quisessem proteger seus próprios interesses e preservar suas cabeças, por que vocês não iriam querer manter essa população dividida, emasculada, fraca, dependente, desenganada, temerosa e “não-violenta?”

Líderes podem vir e ir, mas eu não vejo qualquer razão pela qual a mensagem venha a mudar.

Muitos de vocês podem se ver como homens civilizados. Homens sãos em um mundo cada vez mais insano, vulgar e bárbaro.

Mas vocês estão errados! Vocês são os novos bárbaros.

A mensagem oficial continuará a ser que:

  • Se você acredita que os homens não foram criados todos iguais.
  • Se você acredita que homens livres devem ter acesso a armas de fogo.
  • Se você acredita que não se pode confiar ao governo a regulação de todos os aspectos da sua vida.
  • Se você acredita que raça significa sangue e herança – e não apenas “cor da pele”.
  • Se você vê que homens e mulheres são diferentes e crê que eles devem ter papéis diferentes.
  • Se você acredita que homens devem agir como homens.
  • Se você acredita que paradas de orgulho gay e casamento gay são ridículos.
  • Se você acredita em alguma “religião obsoleta”.

Se você acredita em qualquer dessas coisas, então, segundo o Estado e as corporações, a Academia e a mídia, você é um neandertal reacionário, homofóbico retrógrado, misógino espancador de mulheres, neonazista, caipira, psicótico e estúpido.

Você sabe. Dance para isso. Transforme em um remix techno. Porque não se engane: você é perigoso, traidor e muito possivelmente sedicioso.

Bem, isso me lembra as palavras do rapper Eminem:

I am whatever you say I am
If I wasn’t then why would I say I am
In the papers the news, every day I am
Radio won’t even play my jam

Não importa o que você pensa que você é. Você é o que quer que eles digam que você é. Eles controlam a mensagem. Não importa quão razoável seja sua mensagem, a rádio não vai tocar sua música. Não importa o que vocês pensam que são, para eles, vocês são os bárbaros. Então sejam. E, se vocês começarão a ser os bárbaros, então comecem a pensar como bárbaros.

O que isso significa? O que significa ser um bárbaro? Classicamente falando, um bárbaro é alguém que não é do Estado, da pólis. O bárbaro não é apropriadamente civilizado – segundo o padrão dominante do Estado. Seus modos são estranhos e tribais. O bárbaro é um forasteiro, um alógeno.

Como deve se modificar o pensamento de um homem quando ele é alienado pelo Estado de seu nascimento?

Como vai um homem de ser um homem da pólis a ser um forasteiro – um bárbaro – em sua própria terra natal?

Essas são questões importantes porque se você não vê solução política viável para a trajetória inana e inumana do Estado progressista – e eu não vejo – então qualquer mudança significativa demandará muito mais do que coletar assinaturas ou apelar ao “bom senso” do público ou eleger o candidato correto.

O que você precisa é criar uma mudança fundamental na maneira que os homens veem a si mesmos e sua relação com o Estado. Não se preocupa com mudar o Estado. Mude os homens. Corte o cordão umbilical. E deixe-os nascerem para um estado mental para além do Estado.

Mostre a eles como se tornarem bárbaros e romper o domínio do Estado. Como fazer isso? Bem, isso é algo em que estarei pensando e escrevendo pelos próximos anos.

Mas eu posso oferecer quatro linhas de pensamento que eu penso poderem ser úteis.

1- Separar “Nós” e “Eles

Essa conferência é sobre o futuro da identidade. Que identidade? Sobre quem estamos falando? Quem somos “nós”? Quando eu falo com o pessoal sobre o que está acontecendo no mundo agora, eles são rápidos em me dizer o que deveríamos fazer sobre isso, mas quem é esse “nós”?

Você e as corporações que te vendem comida lixo, arruínam sua terra e exportam seus trabalhos? Você e os “especialistas” que transformam seus valores em “problemas psicológicos”? Você e a mídia que zomba de você? Você e os banqueiros de Wall Street que financiarizaram a economia em benefício próprio? Você e os burocratas que querem te desarmar e microgerenciar cada aspecto da sua vida? Você e os políticos que abrem as fronteiras e se dobram todos para agradar um novo grupo de eleitores potenciais ao invés de trabalharem para os interesses dos cidadãos de fato do país que eles juraram representar?

Que “nós?”

Os americanos, especialmente, estão acostumados a falar em termos de “Nós o povo”. Mas há 300 milhões de pessoas nos EUA e isso são muitos “nós”. Seja mais específico.

Seja mais tribal.

Uma das melhores dicas de escrita que já recebi foi: jamais diga “pessoas” quando você quer dizer “homens”. Bem, meu conselho é jamais diga “nós” quando você quer dizer “eles”. Pare de usar linguagem democrática. Pare de fingir que estamos todos no mesmo time, porque não estamos. E não temos que estar. Decida com quem você realmente se importa. Descubra o que vocês tem em comum. Defina suas fronteiras. Decida quem está dentro e quem está fora. As pessoas que estão dentro são “nós”. Todos os outros são “eles”.

2- Parar de ficar furioso pelas coisas não fazerem sentido!

Quase nada que você lê ou ouve nas notícias hoje parece fazer qualquer sentido.

As pessoas ficam tão furiosas, tão frustradas, tão traídas. É como se “nossos líderes” fossem loucos ou estúpidos, ou as duas coisas. Não faz sentido colocar mulheres na infantaria. Isso é obviamente loucura! Não faz sentido encorajar jovens a pegar empréstimos universitários que eles nunca vão conseguir pagar. Não faz sentido trazer pessoas para o país quando você já não consegue cuidar das que já estão lá. Tudo isso é loucura!

Não faz sentido começar guerras e então dizer que você está tentando “conquistar corações e mentes”. A guerra não é uma boa maneira de conquistar corações e mentes! E se preocupar com corações e mentes não é uma boa maneira de vencer uma guerra!

Não faz sentido que banqueiros e CEOs ganhem páraquedas dourados e saiam de férias ou recebam empregos na administração logo após conscientemente e intencionalmente destruírem companhias, vidas, empregos, o meio-ambiente – segmentos inteiros da economia!

Mas se você perceber que eles – as pessoas que governam o país – estão fazendo coisas para beneficiar a eles e não a vocês, então tudo faz sentido.

Considere a possibilidade de que os líderes americanos não se importam realmente se soldados americanos vivem ou morrem. Considere a possibilidade de que faculdades e banqueiros americanos não se importam se você vive o resto da vida em dívida com eles. Eles provavelmente preferem que isso aconteça. Considere a possibilidade de que políticos americanos se importam mais com manter seus empregos e ficar bem na mídia do que com o que acontece com as pessoas de seu próprio país a longo prazo. Considere a possibilidade de que “você” não é parte de um “nós” com o qual “eles” se importam. Eu prometo que se você meditar sobre isso, as coisas vão começar a fazer mais sentido.

Se você abandonar a idéia de que essas pessoas deveriam se importar com você ou com o país, e se permitir vê-los como gangues e indivíduos trabalhando para avançar seus próprios interesses, você pode relaxar e apreciar sua estratégia engenhosa.

Abandone as expectativas tolas sobre o que essas pessoas deveriam estar fazendo. Dê um passo para trás e os veja pelo que são. Não fica com raiva. Não fique indignado. Seja sábio. Como Nietzsche recomendou: seja despreocupado, zombeteiro e violento.

3- Desuniversalizar a moralidade

Homens criados com valores americanos, igualitários, “ocidentais” querem ser “homens bons”. Eles querem ser justos, e querem ser justos com todos. Isso pode ser absolutamente paralisante.

Isso cria um conflito interno para homens – bons homens – que são especialmente atléticos ou que tem algum tipo de background militar ou policial. Eles foram ensinados a acreditar em espírito esportivo e justiça.

Eles querem fazer a “coisa certa”, não importando as circunstâncias. Eles querem ser o Batman.

Porém, também está na natureza desses homens – ainda mais que na de outros homens – pensar verticalmente, hierarquicamente, tribalmente, pensar em termos de “nós” e “eles”. Avaliar os outros naturalmente, primariamente, pelas virtudes táticas masculinas de força, coragem, domínio e honra.

Mas assim que acaba o jogo de futebol americano ou o filme de super-herói, a América progressista volta a odiar e punir essas virtudes. A América progressista volta a odiar e punir homens que agem como homens. Esses “homens bons”…esses caras que querem ser heróis são culpados e enganados e abandonados e tratados como lixo.

Não importa qual seja a mensagem da América progressista, no que concerne homens que agem como homens – especialmente homens brancos – ninguém realmente se importa se eles são tratados de forma justa.

Ainda assim, esses homens bons não querem excluir as mulheres de nada porque isso parece injusto. Eles tem irmãs e mães e querem que todos tenham uma chance. Mas as mulheres – enquanto grupo – não se importam quando homens se sentem excluídos.

Na verdade, quando homens levantam qualquer objeção, grupos de mulheres são os primeiros a chamá-los de “reclamões” e “perdedores”. Homens brancos “bons” se importam com o que acontece com negros enquanto grupo. Eles querem garantir que os negros sejam tratados com justiça e de forma igualitária e saem do próprio caminho para garantir que não estejam “discriminando”.

Os negros enquanto grupo se importam com o que acontece com os brancos enquanto grupo? Um pai mexicano com três bebês se importa se alguma criança branca dos subúrbios consegue arranjar algum emprego de verão?

O problema desses valores ocidentais tardios é que eles funcionam melhor como valores intratribais.

Eles só funcionam quando todos estão conectados e são interdependentes. Justiça e espírito esportivo promovem harmonia dentro da comunidade. Mas em algum ponto você tem que traçar essa linha. Você tem que decidir quem é parte da comunidade e quem não é.

Você não pode jogar limpo com pessoas que não se importam se você for varrido do mapa. Você não tem que odiar todos que não são parte da sua tribo, mas é idiotice continuar a se importar com pessoas que não se importam com você.

Esses tipos heróicos são os guardiões naturais de qualquer tribo, mas suas naturezas heróicas são desperdiçadas e abusadas quando se demanda deles que protejam a todos, até inimigos e ingratos que os desprezam.

Se os Bárbaros Ocidentais vão preservar alguma porção de sua herança e identidade ocidentais, eles precisam resolver esses conflitos morais.

Eles não precisam necessariamente abandonar a moralidade ou a virtude moral, mas eles precisam erguer sua aegis e se tornar, como na República de Platão, “nobres cães que são gentis com seus familiares e o oposto com estranhos”.

Seja moralmente responsável. Mas apenas perante a tribo.

Se eles vão prosperar e perdurar em uma nação decadente, os Novos Bárbaros precisam desistir da trágica e incompreendida rotina de herói e perceber que eles não são o Batman. Por que alguém gostaria de ser?

4- Se tornar independente do Estado, e interdependente um com o outro

Os Estados Unidos da América e suas corporações principais oferecem uma grande gama de produtos e serviços. Todos eles possuem cordas atadas e quanto mais você depende deles, mais fácil é para que eles te controlem.

Não é uma grande ameaça para eles se você entra online e “curte” uma página subversiva ou vocifera sua ira solitária impotente, desde que o resto da sua identidade se encaixe adequadamente no estilo de vida burguês americano.

Desde que você continua trabalhando em alguma grande empresa e se mantenha ocupado por 40 ou 50 ou 60 horas por semana para que você possa comprar a sua grande gama de produtos e serviços.

E então, no tempo que te sobrar, você entra na internet e você pode brincar de ser o ortodoxo ou o romano ou o odinista e postar imagens legais de vikings e centuriões e cruzados.

Mas isso não é uma identidade real ou uma tribo real ou uma comunidade real. De todas as maneiras, use o Estado Progressista e tome dele o que você puder enquanto ainda há algo para tomar, mas se você realmente quer algum tipo de “estilo de vida alternativo” ao que o Estado tem a oferecer, se vocÊ quer manter algum tipo de identidade tribal que possa perdurar ao declínio e colapso da América – também conhecido como uma súbita ausência de produtos e serviços adequados – ao invés de “organizar comunidade” na internet usando cuecas ou recuar para um refúgio rural com mulher e crianças, traga algumas dessas pessoas da internet para perto de você e vivam umas próximas às outras. Tomem o controle de uma vizinhança ou um complexo de apartamentos, comecem negócios e forneçam serviços de que as pessoas realmente necessitem.

É ótimo ter escritores e pensadores, mas vocês também precisam de mecânicos e encanadores e costureiras. Sirva a todos, mas seja leal às pessoas “na família” e faça delas “suas”.

Não é necessário ser algo formal. Apenas comece a silenciosamente construir uma comunidade de homens e mulheres que pensem parecido em algum lugar. Qualquer lugar.

Não se preocupe com criar algum movimento político de massas ou recrutar milhares ou milhões de pessoas. Não se preocupe com mudar o Estado. Bárbaros não se preocupam com mudar o Estado. Isso é para homens do Estado – que acreditam e pertencem ao Estado.

Foque em umas 150 pessoas. Uma pequena comunidade de pessoas trabalhando juntas para se tornarem menos dependentes do Estado e mais dependentes umas das outras. Imigrantes recentes – muitos dos quais literalmente “não são do Estado” – podem servir de exemplo. Não era há muito tempo atrás que os irlandeses e italianos viviam em comunidades insulares. Pense nas partes russas da cidade.

Olhe para lugares como Chinatown em São Francisco: de tantas em tantas quadras, você vê prédios marcados. Alguma coisa…alguma coisa…alguma coisa…”Associação Beneficente”.

Parece legal, certo? Pode ser uma frente para a Tríade. Pode estar ali para ajudar crianças chinesas. Eu não tenho idéia. Mas eu tenho certeza que é para pessoas chinesas. Também há consultórios médicos e escritórios de advocacia e lojas de conserto e mercados. Há toda uma rede de pessoas cuidando de seu próprio povo em primeiro lugar.

Há uma comunidade ali de pessoas que são exclusivas, insulares e interdependentes. Elas procuram umas as outras primeiros pelo que precisam. Elas são mais difíceis de vigiar e mais difíceis de controlar. Elas dependem menos do Estado e mais umas das outras. E quando o colapso vier, elas vão cuidar umas das outras primeiro, enquanto todo o resto está esperando o Estado “fazer alguma coisa”.

Qualquer seja o seu “nós”, qualquer seja a sua “tribo”, ela é apenas uma idéia na sua cabeça até que você tenha um grupo de pessoas realmente interdependentes que partilham do mesmo destino. É isso que é uma tribo. É isso que é uma comunidade. Esse é o futuro da identidade na América.

A terra pertence àqueles que a tomam e a mantém. E essa terra não é mais sua terra ou minha terra – oficialmente é a terra deles. Você pode não ser capaz de retomá-la, pelo menos não por enquanto, mas vocês podem se tornar e viver como bárbaros felizes, como forasteiros interiores, e trabalhar para construir os tipos de comunidades resilientes e redes de pessoas habilidades que possam sobreviver ao colapso e preservar suas identidades após a Queda.


Link para a transcrição original: Radix – Becoming the New Barbarians

Link para o discurso original: Youtube – Becoming the New Barbarians

Link para a página do autor: Jack Donovan

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Mais um ENEM, mais estudantes atrasados chorando na mídia para ver se ganham uma bolsinha, mais controvérsia sobre o conteúdo da prova. Dessa vez, nem se deram ao trabalho de serem discretos – Primeira questão em pseudo-ciências: ideologia vitimista. Já é uma piada por si só classificar feminismo e ideologia de gênero como ciência.

É verdade. Feministas, por exemplo, tornam-se vacas, antas ou porcas, porque ser mulher é muito opressivo.

Aparentemente, a redação também foi sobre a vitimização sistêmica da mulher, e isso quando temos uma média de sessenta mil assassinatos por ano, dos quais apenas aproximadamente cinco mil vítimas são mulheres. O vlogger Clarion já fez um bom vídeo explicando essa “cultura do estupro das estatísticas” praticada pelas feministas, basta seguir o link. E claro, temos a mancada hilária do IPEA.

Que a educação pública brasileira é uma das piores do mundo, não é segredo para ninguém. E não é de hoje que se protesta contra o sistema educacional ruim. Fora o dinheiro do contribuinte sendo desperdiçado com vândalos, traficantes, e terroristas – nacionais e internacionais.

O problema é a insistência em exigir que se consertem as deficiências intelectuais e morais num sistema que foi projetado pra ser moral e intelectualmente falido. Depois de todas as falcatruas que já foram expostas até agora, ainda tem mesmo gente que espera que o governo moralize a educação? Não só a tendência é a educação piorar, como agora você deve concordar com as imbecilidades de um bando de pseudo-intelectuais medíocres, ou ter sua oportunidade de ensino negada.

Isso só é possível por conta do baixo investimento na educação privada, a máfia sindical dos doutrinadores, e a criminalização do homeschooling – o que deixa a população à mercê da educação pública, que é formulada pelo governo. O Brasil segue um modelo de educação nazista (para quem acha que eu estou exagerando ou de sacanagem, leia O Modelo Nazista para a Educação Orientada para Resultados, e A escola totalitária). Não adianta ensinar seu filho em casa que mentir e roubar é errado, se ele vai à escola para aprender socialismo. 

Pode escrever “a gente vamos”, mas se discordar do tema, leva zero.

As pessoas que conseguem ver claramente a degradação intelectual e a manipulação por trás destas “provas”, não deveriam perder tempo reclamando do sistema e do governo. As campanhas contra o sistema deveriam girar em torno:

  • do investimento no ensino privado – mais escolas privadas significa concorrência na oferta de qualidade de ensino e preços. Não apenas isso, mas os colégios privados, no intuito de preservar a maior parte da clientela, dificilmente irá tolerar a delinquência dos vagabundos “dazumana”.
  • da descriminalização do homeschooling – aqueles que tem condição, poderiam educar seus filhos. A exemplo do casal que foi perseguido pelo governo por tirar os filhos da escola, mas cujos filhos obtiveram resultado melhor em exames, do que os alunos do ensino público. No exterior, existem grupos de estudo, como se fosse professor particular, para alunos que não frequentam o ensino público, de modo que mesmo famílias que não tem muita renda tenham alguma escolha.   

O objetivo de qualquer campanha séria em prol da limpeza da educação brasileira, deve ser tirar da esquerda o monopólio da educação, porque se houverem opções, ninguém mais vai precisar se sujeitar a essas merdas para poder estudar. Se houverem opções, passemos à fase 2: questionar o uso do dinheiro do contribuinte em pardieiros. 

Esclarecimento: devido à taxa monumental de analfabetismo funcional, inveja, e imbecilidade, convém elucidar que o texto não faz, em nenhum momento, apologia à cafajestagem masculina. 


Por: The Truth.

Os homens e as mulheres valorizam coisas diferentes e essas diferenças não são culturais. As feministas jamais entenderão isso. Essas diferenças são um fardo para muitas mulheres? Sim, elas são, mas elas existem. O sonho de todo o homem é ser amado sem precisar fazer nada. Mas o homem sem trabalho e sem dinheiro é insuportável para a mulher. Mas isso é um padrão da natureza feminina. Não é cultural.

O feminismo fracassou em tentar negar as diferenças naturais. Essas diferenças estão em todo lugar. As mulheres geralmente explicam essas diferenças de maneira desonesta. A mulher que deseja um homem rico está exercitando uma liberdade de escolha, mas o homem que deseja uma mulher virgem é machista. Ambos são padrões naturais, mas os padrões naturais femininos são sempre relativizados positivamente. A liberdade de escolha feminina surpreendentemente sempre aponta para o mesmo padrão. As mulheres livres desejam homens poderosos e raramente contradizem esse perfil.

A questão do sexo casual é a mesma coisa. O homem faz sexo casual porque sabe que esse comportamento é tolerado pelas mulheres. As mulheres possuem o direito de criticar isso. Elas podem taxar os homens promíscuos de safados, vulgares e imprestáveis para relacionamento sério e tudo mais, mas elas não fazem isso. Mas elas não fazem isso, não é porque elas são excessivamente humanistas. Elas não fazem isso simplesmente porque são governadas pelos instintos e são incapazes de controlá-los de modo eficaz.

As mulheres sentem atração irresistível pelo poder do homem. Isso seria mentira se os homens promíscuos fossem boicotados. Isso seria mentira se os ricos, famosos e cafajestes não conseguissem êxitos amorosos depois de anos de promiscuidade. A dinâmica social atual prova que as mulheres são incapazes de boicotar os homens poderosos. Apesar de tudo, esses homens continuam sendo valorizados pelas mulheres. Por que as mulheres não boicotam esses caras? Elas não conseguem. Elas são incapazes disso.

A imoralidade masculina é incentivada pela languidez de caráter das mulheres. Quanto mais fraca a moralidade feminina é, mais canalhas os homens ficam. E a verdade é que os canalhas são quase sempre perdoados, desde que eles tenham muito poder. E esse poder pode ser traduzido em riquezas, fama e corpo musculoso.

As mulheres possuem o direito de criticar o comportamento masculino. E muitas realmente criticam. Elas dizem que os cafajestes são machistas. Mas quem elas colocam como prioridade na vida delas? Os cafajestes! O machismo elitista é um padrão incentivado pelas mulheres. As mulheres exigem dominância dos homens e perdoam todos os erros cometidos pelos homens dominantes. São as mulheres que não possuem coerência ética. Elas criticam o machismo, mas elas são super machistas!

O sexo casual é uma verdadeira nivelação por baixo. As mulheres imitam o machismo elitista dos cafajestes, como se isso fosse a coisa mais bela do mundo e justificam esse comportamento a partir desse padrão imoral que elas imitam. Nenhum homem sério admira o cafajeste. Se a mulher idolatra o cafajeste, a distorção moral é dela. Se ela quer fazer sexo casual, então que ela faça sem considerar isso um ato de igualdade. Supõe-se que essa igualdade envolva alguma nobreza, mas ela é uma grande popularização da imoralidade.

Julgá-la pela boa aparência e tetas fantásticas é objetificar. Então vamos julgá-la pelas suas idéias e ações. Feminista. Vadia. Err…

O poder de regular é feminino. Se existem cafajestes, eles só existem porque as mulheres possuem moralidade fraca e não os boicotam. A mulher concede poder ao cafajeste e depois reclama dos homens, como se ela não tivesse responsabilidade alguma? As mulheres regulam os homens sim e regulam mal.

As mulheres não regulam bem os homens e ainda querem imitar o que há de pior nos homens. Elas boicotam o próprio sexo com essa postura, pois os critérios masculinos e femininos são diferentes. Mas aí começa o impasse. A mulher admira a imoralidade dos cafajestes e acha que a igualdade consiste na imitação dessa imoralidade. Pior do que isso, ela acha que não pode ser criticada por gostar dessa imoralidade. Ou seja, além da mulher não boicotar o que há de pior nos homens, ela institui esse pior como valor social bom.

O cafajeste gosta de mulheres promíscuas? É aí que a lógica feminina falha. O homem só é imoral porque a mulher permite, mas ele mesmo não quer uma mulher imoral. Então o cafajeste transa com todas, mas não casa com a mulher que faz sexo casual. O cafajeste é um falso amigo e um falso amante das mulheres. O cafajeste valoriza a mulher apenas como objeto sexual. Depois que o sexo acaba e começam as exigências amorosas, os cafajestes simplesmente saem fora. Os cafajestes toleram a imoralidade, enquanto o sexo é o foco dos relacionamentos. Quando o amor é exigido, eles saem fora.

A mulher possui uma moralidade tão fraca que consegue amar os homens que ela transa casualmente. Ela consegue amar de tal forma o cafajeste que é incapaz de perceber que o amor dela é um padrão doentio, incompatível com o amor masculino. Se os homens que boicotam mulheres liberais e promíscuas são machistas, por que as mulheres não boicotam os homens promíscuos e liberais? Elas não conseguem! Elas são incapazes disso!

O homem não gosta de mulher que faz sexo casual e nunca gostará. Se eles fazem sexo casual, eles só agem assim porque as mulheres permitem. Se a mulher imita a promiscuidade do cafajeste, ela quebra a cara sozinha, porque o cafajeste tem o apoio das mulheres de moralidade fraca, mas os homens não toleram o liberalismo sexual feminino. A mulher quer imitar um padrão que é incompatível com a natureza do homem. Ela quer ser cafajeste porque ama um. Mas o homem só é cafajeste porque é tolerado e não é assim porque ama a mulher promíscua, que faz sexo casual.

O erro feminino é fundamentado numa admiração do que é imoral no comportamento masculino e isso só prova que as mulheres querem ser homens. Elas acham que imitando o comportamento masculino, elas terão a mesma dominância masculina. Elas erram duplamente nesse caso. Num primeiro momento, elas erram quando não boicotam os comportamentos antiéticos dos homens. Num segundo caso, elas erram porque elas querem imitar esses comportamentos.

Se as mulheres são incapazes de afirmar padrões bons e saudáveis, como elas não querem ser criticadas? A sociedade está piorando por causa delas. Mas como? São elas que regulam os comportamentos masculinos atualmente. O poder dos cafajestes é concedido pelas mulheres. Sem o apoio da moralidade fraca das mulheres, os cafajestes seriam mendigos emocionais. As mulheres não são capazes de mudar esses caras, pois elas os admiram e querem imitá-los. Criticar as mulheres é a única forma de salvar a sociedade de hoje da degeneração total. Se as mulheres possuem o poder e não o usam de forma positiva, o que podemos esperar delas?


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Conforme os setores não feministas da sociedade vão se tornando cada vez mais expressivos e claros, os setores ainda não conscientes da natureza venenosa dessa ideologia reagem com um conjunto de argumentos que apenas revelam que a realidade fatual não é ainda inteiramente conhecida pelo público.

Diga-me com quem andas...

Algum tempo atrás, um grupo de feministas de cafeteria tentava me convencer que o feminismo não é tão mau quanto eu digo que é e que se eu apenas lesse mais sobre feminismo, eu eventualmente entenderia. Como um exemplo para apoiar essa tese, as citadas feministas me recomendaram que lesse os escritos de Simone de Beauvoir, a Marxista-feminista conhecida por seu livro O Segundo Sexo. Naturalmente aquelas feministas foram incapazes de conceber que alguém tivesse levado sua ideologia a sério o suficiente para ler sua literatura e então, racionalmente, acabar por rejeitá-la. Como para qualquer outro culto, tal coisa é inconcebível para os verdadeiros crentes da seita.

No cabeçalho desta postagem, uma série de alegações foi feita sobre a eminente feminista e é justo que se apresentem provas – o que é exatamente o que será feito nas linhas a seguir.

Entre 1943 e 1944, quando a França estava sob ocupação nazista, Simone de Beauvoir trabalhou como diretora de sonografia para a Rádio Vichy.1  Radio Vichy era a estação de rádio estatal na assim chamadazone libre (zona livre) da França, após a capitulação da República Francesa diante da Alemanha nazista em 1940. Dizemos “assim chamada” porque o regime de Vichy, embora teoricamente neutro do ponto de vista militar, era de fato um colaborador ativo do regime nazista2 e hoje é fato reconhecido por todos os lados envolvidos que a Rádio Vichy era porta-voz de fato da propaganda nazista nas ondas de rádio francesas.

Defensores de Beauvoir podem dizer que ela foi obrigada pelas circunstâncias a trabalhar lá, assim como muitos indivíduos agora alegam ter sido forçados a colaborar com a “Securitate” durante o regime comunista. Mas os manuscritos de Beauvoir durante o período, revelados posteriormente, contam uma história diferente.

Mesmo autores feministas, como a Dra. Ingrid Galster, que dedicou anos de sua vida a estudar Simone de Beauvoir, têm que admitir, mesmo a contragosto, que a atitude manifesta por Beauvoir como diretora de sonografia na máquina de propaganda nazista era, no mínimo, de colaboracionismo sutil3 e a forma pela qual ela chegou àquele trabalho não foi via coerção – mas sim por uma escolha perfeitamente consciente. Beauvoir já era membro do sindicato de funcionários públicos e poderia ter optado por trabalhar numa prefeitura, por exemplo. Mas ela tinha que escolher trabalhar em algo que não fosse ensinar, pois sua carreira como professora estava encerrada – apesar de já ter as qualificações e o prestígio necessário para ensinar, dado que ela tinha tido o segundo melhor desempenho como estudante de doutorado em sua geração, ficando apenas atrás de seu amante de toda a vida, Jean-Paul Sartre.4

A razão pela qual ela não podia mais lecionar está relacionada exatamente à pedofilia e a Sartre. Em 1943, Simone de Beauvoir foi demitida por comportamento que levara a corrupção de menor.5

Novamente, os apologistas de Beauvoir poderão apressar-se em dizer que o momento em 1943 foi um incidente singular ou, como já me disseram, um incidente simplesmente inventado pelos nazistas que não podiam suportá-la após entenderam que ela uma mulher marxista independente e empoderada. Mas isso está longe da verdade.

O interesse sexual de Beauvoir por crianças é um tema recorrente em toda sua vida. Ela estava entre os primeiros filósofos que tentaram unificar o gênero literário que se iniciou nos anos 1930 (e durou até os anos 1980 na Europa Ocidental) chamado pedofilia pedagógica feminina.6 Ela tentou essa unificação com seu ensaio “Brigitte Bardot e a Síndrome de Lolita”, publicada pela primeira vez na revista Esquire em 1959 e republicada várias vezes até meados dos anos 1970. Nesse ensaio, Beauvoir glorifica Brigitte Bardot por seu aspecto físico infantil, que retém a perfeita inocência inerente no mito da infância e então a apresenta como uma Houdini para meninas, que as liberaria e empoderaria para além das correntes que as subjugavam.7, 8

O ensaio de 1959 foi só o começo. Em 1977, Beauvoir, juntamente com a maior parte intelligentsia marxista francesa, assinou uma petição exigindo nada mais, nada menos que a legalização da pedofilia e a libertação imediata de três indivíduos condenados a cumprir longas sentenças de prisão por explorar sexualmente vários meninos e meninas com idades entre 11 e 14 anos. A petição assinada por Beauvoir e Sartre, entre outros, foi publicada no Le Monde e dizia, entre outras coisas:9

Um tempo tão longo de prisão para investigar um simples caso “vicioso” em que as crianças não foram vítimas de qualquer violência, mas ao contrário, testemunharam perante os magistrados que consentiram – embora a lei atualmente negue-lhes o direito de consentir – um tempo tão longo na prisão nós consideramos escandaloso em si. Hoje eles estão em risco de ser sentenciados a uma longa pena de prisão, por terem tido relações sexuais com menores, tanto meninos quanto meninas, ou por terem encorajado e tirado fotografias de suas brincadeiras sexuais. Nós acreditamos que há uma incongruência entre a designação como “crime”, que serve para legitimar tal severidade, e os fatos próprios; mais ainda entre a lei antiquada e a realidade cotidiana em uma sociedade que tende a conhecer sobre a sexualidade de crianças e adolescentes […].

Assim, na opinião de Beauvoir, crianças de 11 anos na França do final dos anos 1970 tendiam a ser seres sexuais. Desde que a puberdade não acontecia e até hoje ainda não ocorre naquela idade para a grande maioria das crianças, é condizente nomear a defesa feita por Beauvoir como nada além de uma advocacia da pedofilia, a despeito da definição escolhida para a palavra.

A petição de 1977 deflagrou toda uma discussão em nível da sociedade na França sobre as leis relativas à idade do consentimento, uma discussão em que os abolicionistas (entre os quais Beauvoir e seu amante) se uniram no Front de libération des Pédophiles (FLIP – a Frente de Liberação dos Pedófilos) e as intenções dos membros da FLIP eram explicadas claramente por eles próprios na discussão transmitida em abril de 1978 pela Radio France Culture.10 A FLIP seria lembrada como uma pioneira no movimento dos pedófilos franceses, embora a organização em si não tenha durado muito devido a suas discordâncias internas.11

Além de Beauvoir e Sartre, houve outras pessoas envolvidas na advocacia da pedofilia naquele período, inclusive pessoas que então acabaram por liderar os destinos da França – a exemplo de Bernard Kouchner e Jack Lang, respectivamente o Ministro da Saúde e o Ministro da Educação (!) no início dos anos 2000, no primeiro mandato de Jacques Chirac.12

Tudo isso torna Beauvoir não apenas uma apologia da pedofilia, mas uma apoiadora atuante. Porém, o que faz dela uma abusadora é sua atividade de recrutar alunas, abusando-as e passando-as para Jean-Paul Sartre, às vezes separadamente, às vezes em ménage à trois integrado. O Telegraph escreve, numa crítica do livro de Carole Seymour-Jones, Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre (“Simone de Beauvoir? Conheça Jean-Paul Sartre”), um livro dedicado a analisar o relacionamento de Beauvoir com Sartre, o seguinte:13

Por longos períodos, o casal se tornou um “trio”, embora os arranjos raramente funcionassem bem para a terceira parte envolvida: ao menos duas das ex-alunas de Beauvoir se viram a tornar-se primeiro suas amantes, então de Sartre, apenas para o casal fechar-lhes as portas, quando a diversão perdia a graça.[…]

Para Seymour-Jones, os casos de Beauvoir com suas estudantes não eram lésbicos, mas pedófilos em origem: ela as estava “preparando” para Sartre, na forma de “abuso infantil”.

Para Beauvoir (assim como para Sartre), a idade não importava, contanto que as parceiras fossem mais jovens do que ela e Sartre.14 A possibilidade de que as outras pudessem se ferir ou ser exploradas não passava nem remotamente pelo radar da eminente feminista, que pensava que “preparar” garotas para Sartre lhes tirar a virgindade (palavras de Sartre, não minhas) era em si e por si um ato de empoderamento sexual para aquelas meninas.

Mas se as escapadas com sabor de nazismo e pedofilia não convencem você do caráter questionável de Beauvoir, vamos dar uma olhada em seus escritos feministas, que estão tão repletos de misoginia que é difícil encontrar equivalente em outros setores da sociedade. Este aspecto por si não é surpreendente, visto que feminismo é em si uma ideologia misógina. Mas, não vamos tergiversar.

O livro de cabeceira de Beauvoir, O Segundo Sexo, considerado por feministas contemporâneas “notavelmente atual” – tinha o seguinte a dizer sobre mulheres casadas:15

A esposa se alimenta dele como um parasita; mas um parasita não é um mestre triunfante.

Mais de um quarto de século depois, em 1975, em um diálogo com outra feminista, Betty Friedan, Beauvoir esclareceria sua posição além de qualquer dúvida razoável. Em uma discussão sobre a forma de compensar as mães que ficam em casa e cuidam de crianças, Beauvoir respondeu de forma inequívoca:16

Não, nós não cremos que qualquer mulher deva ter essa escolha. Nenhuma mulher deveria ser autorizada a ficar em casa para criar crianças. A Sociedade deveria ser totalmente diferente. As mulheres não deveriam ter essa escolha, exatamente porque se houver tal opção, mulheres demais irão fazê-la. É uma forma de forçar as mulheres em uma certa direção.

Está claro? Na visão da eminente feminista, as mulheres são um monte de criaturas inertes, incapazes de escolher o que é bom para elas como adultos responsáveis. De fato, ninguém além de Simone de Beauvoir e sua ideologia marxista-feminista sabem o que é melhor para as mulheres. Portanto, nenhuma mulher deveria ser autorizada a escolher qualquer coisa que contrarie Beauvoir.

No mesmo diálogo, ela é ainda mais clara:17

Em minha opinião, enquanto a família e o mito da família e o mito da maternidade e o instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a ser oprimidas.

Realmente o ódio de Beauvoir em relação à maternidade e às mães em geral é muito óbvio ao longo de todo o seu livro. Vejamos alguns exemplos:

A maternidade relega a mulher a uma existência sedentária; é natural para ela ficar em casa enquanto os homens caçam, pescam e vão à guerra.18

[A mãe] é planta e animal, uma coleção de coloides, uma incubadora, um ovo; ela assusta as crianças que estão envolvidas com seus próprios corpos e provoca risos disfarçados de homens jovens, porque ela é um ser humano, consciência e liberdade, que se tornou um instrumento passivo da vida.19

E quando essa importante feminista começou a atacar os corpos das mulheres, ninguém a pôde parar:

A atitude física evocada pela servidão menstrual constitui um pesado aleijamento.

[…] o corpo de uma mulher – e especificamente uma menina – é um corpo “histérico” no sentido de que não há, por assim dizer, distância alguma entre a vida física e sua realização fisiológica. O turbilhão trazido pela descoberta, pela menina, dos problemas da puberdade, as exacerba. Porque seu corpo é suspeito para ela, ela o escrutina com ansiedade e o vê como doente: ele é doente.20

As glândulas mamárias que se desenvolvem na puberdade não têm papel na economia individual da mulher: elas podem ser removidas a qualquer momento em sua vida.21

Beauvoir então passa a explicar em seu livro como é maligna e opressiva a família para o desenvolvimento de uma menina. Se o pai tem a audácia de ter orgulho e reconhecimento pelos sucessos de sua filha, isso é outra evidência da opressão e imposição de vassalagem para a filha em relação ao pai.22 Mas se os pais são relativamente poupados, as mães que ousam disciplinar suas filhas têm uma reprovação pior ainda da renomada feminista:

As mães – veremos – são cegamente hostis ao liberar suas filhas e, mais ou menos deliberadamente, atuam em persegui-las ainda mais; para o menino adolescente, o esforço para se tornar um homem é respeitado e ele já recebe grande liberdade. A menina é obrigada a ficar em casa; suas atividades externas são monitoradas.23

Então, está claro? O fato de que alguns pais e mães não deixavam suas filhas saírem após certos horários na França ocupada por nazistas no meio da Segunda Guerra Mundial constitui opressão. E tenha em mente que Beauvoir minimiza este aspecto – sobre o qual ficam sérias dúvidas de que era generalizado – enquanto meninos de 13 e 14 anos estavam lutando na guerra,24 inclusive para mantê-la a salvo para poder escrever sua infame “filosofia” e produzir propaganda para o regime nazista – um regime que também mantinha meninos de 14 e 15 anos de idade em suas tropas.25 Fico quase tentado a dizer que ela deveria ter reconhecido seus privilégios. Mas não vou dizer.

A hipocrisia dessa mulher é fascinante em termos de estudo e revoltante ao mesmo tempo. Simone de Beauvoir, venerada até hoje como um grande ícone do “bom” feminismo dos anos 1960 e estudada nos “diálogos feministas” da Escola Nacional de Ciência Política e Administração Pública de Bucareste, defendeu com grande fervor o regime revolucionário de Ioseb Dzhugashvili (também chamado de Iosif Vissarionovich Stalin) até muito tempo após os horrores do Stalinismo terem se tornado conhecidos na Europa Ocidental.

Em outras palavras, enquanto tantos romenos deixados na URSS estavam sendo deportados para osGulags, enquanto a elite intelectual do meu país estava sendo dizimada em campos de concentração como Râmnicu Sărat, Pitești ou Aiud e enquanto até mesmo meninos de 12 anos eram torturados em prisões comunistas por conspiração contra a ordem socialista,26 Simone de Beauvoir publicava O Segundo Sexo em que ela explicava como a liberação das mulheres estava intimamente relacionada ao destino do socialismo27 – ao mesmo tempo negando veementemente, juntamente com seu parceiro, as atrocidades stalinistas que ocorriam naquele mesmo momento. E nós, pagadores de impostos romenos, agora pagamos para estudantes irem àquela Escola de Ciência Política e Administração Pública e estudar essa pessoa desprezível, como se ela fosse alguém a se admirar. Bom, esse é um exemplo real de misoginia patrocinada pelo Estado! Mas eu tenho a impressão de que a elite feminista sente-se muito confortável com isso.

Prezadas feministas de cafeteria, se vocês nos recomendam ler Simone de Beauvoir como um exemplo de feminista “do bem”, então vocês ou não a leram e a estão mencionando apenas para parecer cultas, ou, ao contrário, vocês a leram e concordam com o que ela defendeu e nesse caso, qualquer ser humano normal e não feminista teria que ser, no mínimo do mínimo, insano, para acreditar que vocês têm as melhores intenções em mente.

A ousadia com que Beauvoir propõe nada menos que a proibição sumária de certas escolhas para mulheres por essas escolhas não caberem em sua linha ideológica é o exemplo absoluto de utopia doentia para quem água quente é um conceito novo e para quem o planeta gira em torno dela. E se não girar assim, então há um problema com o planeta e ele deve ser proibido. A verdade deve ser proibida se ela for “incorreta”.

Se essas feministas fossem realmente sinceras quando dizem que querem combater a misoginia e ampliar o espectro de escolhas para as mulheres, então começariam por jogar na lata de lixo da História todo o arsenal ideológico vindo de Simone de Beauvoir. Mas, não fazem isso e nunca farão, porque feminismo é hipócrita em seus melhores dias e totalitário por natureza e prática em seus dias comuns. E nos seus piores dias, o feminismo exige o extermínio dos homens.

Prezadas feministas, sua declaração pública de admiração por Simone de Beauvoir diz muito mais sobre vocês mesmas do que qualquer coisa que qualquer um pudesse jamais dizer. Vocês mais uma vez provam que os melhores argumentos antifeministas vêm diretamente das próprias feministas. E por isso, nós lhes estendemos nossos agradecimentos!

Referencias:
Agradecimento especial a Atodiresei pelo auxílio com a documentação.

Fonte da imagem: Wikimedia Commons

1 http://my.telegraph.co.uk/expat/stephenclarke/10151800/10151800/ – Stephen Clarke – The women that France needs to remember – or forget; The Telegraph, published at September 5, 2013

2 https://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/VichyRegime.html – The Holocaust: The French Vichy Regime

3 http://www.lexpress.fr/culture/livre/ce-qu-on-n-ose-pas-voir-sur-beauvoir_822547.html – Dupuis Jérôme – Ce qu’on n’ose pas voir sur Beauvoir; L’Express, published at January 3, 2008

4 http://www.telegraph.co.uk/culture/books/non_fictionreviews/3672534/Simone-de-Beauvoir-Meet-Jean-Paul-Sartre.html – Tim Martin – Simone de Beauvoir? Meet Jean-Paul Sartre; The Telegraph, published at April 12, 2008

5 http://opinionator.blogs.nytimes.com/2013/05/19/savile-beauvoir-and-the-charms-of-the-nymph/ – Andy Martin – The Persistence of the ‘Lolita Syndrome’; The New York Times, published at May 19, 2013

6 ibidem

7 ibidem

8 Simone de Beauvoir – Brigitte Bardot and the Lolita Syndrome (with many half-tone illustrations) p.10; 14 – First Four Square Edition – The New English Library LTD., 1962

9 We received the following communication: Le Monde, January 26, 1977 – https://www.ipce.info/ipceweb/Library/00aug29b1_from_1977.htm

10 Sexual Morality and the Law, Chapter 16 of Politics, Philosophy, Culture –Interviews and Other Writings 1977-1984, p.275

11 Le Mouvement Pédophile en France – http://archive.wikiwix.com/cache/?url=http://bibliobleue.fpc.li/Revues/Gredin/N0/MvtFrance.htm

12 http://www.theguardian.com/world/2001/feb/24/jonhenley – Jon Henley – Calls for legal child sex rebound on luminaries of May 68; The Guardian, published at February 24, 2001

13 Ibidem 4

14 http://www.biographile.com/6-degrees-of-infatuation-an-ode-to-frisky-french-writers/28496/ – Kelsey Osgood – 6 Degrees of Infatuation: An Ode to Frisky French Writers; Biographile, published at February 11, 2014

15 Simone de Beauvoir – The Second Sex, p. 378 – Translated by Constance Borde and Sheila Malovany-Chevallier; Vintage Books – Random House Inc., New York, 2009

16 Sex, Society and the Female Dilemma – A Dialogue between Simone de Beauvoir and Betty Friedan; Saturday Review, publicat la 14 Iunie 1975 – p. 18 http://64.62.200.70/PERIODICAL/PDF/SaturdayRev-1975jun14/14-24/

17 Female Dilemma, op. cit. p.20

18 Second Sex, op. cit. p.70

19 Ibidem p.392-393

20 Ibidem p.257-258

21 Ibidem p.43

22 Ibidem p.255

23 Ibidem p. 258-259

24 World War II: Conscription and the Age of Soldiers – http://histclo.com/essay/war/ww2/age/ww2-age.html

25 Hitler’s Boy Soldiers – http://www.historyplace.com/worldwar2/hitleryouth/hj-boy-soldiers.htm

26 Târgșor, communist prison for children – National Romanian Television report (English subtitles included) – http://vimeo.com/73694592

27 Second Sex, op. cit. p.60

Artigo primeiramente publicado no AVFM Romania.
Tradução: Aldir Gracindo

Se você é um usuário de rede social, é praticamente impossível não ficar sabendo de certas coisas que acontecem, mesmo que você não tenha interesse nelas. Já sabe do que eu estou falando? Pois é. As fotos nuas da Mística, que nas horas de folga, assume a identidade de Jennifer Lawrence.

Mucho gata!

E não foram só as dela. Várias fotos de outras mulheres famosas (das quais eu nunca tinha ouvido falar, até esse episódio) foram divulgadas alguns dias atrás, por hackers, no reduto da internet conhecido por 4chan, e de lá, se espalharam pelo reddit, google, e demais redes. Eu não vou postar fotos porque acho que elas já conseguiram ibope suficiente de outros sites, e, pessoalmente, eu gosto mais da Dani Daniels.

Você pode se perguntar por que as mulheres ainda tiram fotos nuas e armazenam, uma vez que esse tipo de vazamento se tornou comum nos últimos anos. Claro, existem leis contra divulgação indevida das imagens, mas também existem leis contra roubo e assassinato. Os ladrões estão parando de roubar e matar por causa disso?

O problema é a disseminação da idéia de que, cobrar responsabilidade pessoal das mulheres é “culpar a vítima”, promovida pela tal “cultura do estupro” – a banalização sistemática da violência sexual contra mulheres pela sociedade. O que essa empulhação intelectualmente desonesta e moralmente falida promove, na verdade, é a idéia de que as mulheres devem ter direito à liberdade (seja social ou sexual) irresponsável, e que qualquer ramificação negativa que advenha da conduta delas deve recair sobre outra pessoa.

É óbvio de que dentro de uma sociedade civilizada, deve-se trabalhar com afinco para manter a ordem, e os níveis de criminalidade e corrupção no mínimo possível. Infelizmente, criminosos, em maior ou menor escala, existem desde que o mundo é mundo, e provavelmente vão continuar existindo até o final dos tempos, é algo que é parte das sociedades humanas, e que se tem que aprender a lidar. Pessoas racionais entendem isso, bem como entendem que ser legalmente responsável por si mesmo significa, entre outras coisas, em tomar medidas para garantir a própria segurança contra os maus elementos da sociedade, mesmo que essas medidas impliquem em algumas restrições pessoais.

Já as pessoas que se passam por racionais, são incapazes de entender isso; elas querem utopia. Lembra do episódio na praia de Boa Viagem?

Pois é. Na mente dos progressistas retardados, a garota deveria poder fazer o que lhe desse na telha. Os tubarões é que tem a obrigação de não comer banhistas. Infelizmente, essa mentalidade babaca não foi de muita utilidade para a jovem mulher. E atribuir a morte da moça à escolha pessoal dela em ignorar os salva-vidas e as placas de aviso, é, na mentalidade vitimista, culpar a vítima.

No caso do fenômeno “caiu na net”, as ramificações são várias. Por conta da mentalidade de gado, garotas mais jovens seguirão o exemplo dado pelas famosas, e vão embarcar na modinha de gravar e expor sua vida íntima publicamente, sabendo que terão o ego inflado pelos manginas liberais, enquanto simultaneamente posam de vítimas da situação, para silenciar possíveis críticas de quem não vê a prática com bons olhos, e até da própria família. Também será socializada a Cultura da Liberdade Irresponsável – lembrando que essas mesmas pessoas que se recusam a assumir responsabilidade sobre si mesmas, exigem o direito de decidir os rumos da sociedade através do voto; formando a idiocracia em que vivemos.

Iuzômi?

A menos que você seja um liberal progressista, e aí não vê problema em socializar a patroa, já que monogamia é algo careta e rola algum tipo de infidelidade extra-conjugal pra “apimentar” as coisas, o melhor é evitar essas mulheres. Você nunca sabe quem mais está de posse das fotos delas, ou com quantos caras mais ela tirou fotos, e em caso da coisa ir a público, você, como parceiro ou ex-parceiro, se torna o suspeito número um. Pra não falar das atribulações de se relacionar com uma mulher relativista moral ou incapaz de exercer auto-controle.

Mulheres como a Dani Daniels e Lola Bienvenutti são vistas como um mal social, mas elas são o que são publicamente, não estão enganando ninguém, e o máximo que pode acontecer é que, mais tarde, algumas opções de vida serão mais difíceis, ou impossíveis para elas seguirem. Feministas são um problema muito pior do que atrizes pornô ou prostitutas; são mulheres que buscam a destruição da moral e da civilidade, para poderem se divertir às custas da sociedade.

Se você topar com as fotos das famosas por aí, condená-las é perda de tempo. Apenas dê uma olhada e deixe para lá. É apenas mais um catálogo com fotos de mulheres, sendo a diferença que essas são famosas. E tão dignas de pena quanto um homem que escolhe cheirar cocaína.

Um fenômeno recente, pelo menos no exterior, é a aparição de diversas páginas de mulheres contra o feminismo. Seja em redes sociais, blogs, tumblr, vlogs, declarações de jovens atrizes, muitas mulheres parecem acreditar que o feminismo já atingiu suas metas e, portanto, é desnecessário, ou que desvirtuou e que agora é algo nocivo às próprias mulheres.

As feministas, como de costume, alegam que tais mulheres são ignorantes, e que o feminismo é mais necessário do que nunca – obviamente, pela grande quantidade de feministas profissionais, professoras de estudos para mulheres, sociologistas, e outras mulheres com graduações inúteis, que teriam que procurar uma profissão de verdade, e organizações como a NOW (central do movimento vitimista nos EUA), que são verdadeiros sifões de dinheiro (e estatísticas adulteradas para justificar o por quê de ainda precisarem do feminismo).

A diferença entre os dois grupos é evidente. As anti-feministas costumam ser mulheres mais jovens, bem arrumadas, de aparência feminina e alegre. São um colírio para os olhos, principalmente se a paisagem cotidiana é repleta de mulheres relaxadas, peludas ou obesas.

Basicamente, as alegações das anti-feministas é de que homens e mulheres têm diferenças que devem ser respeitadas, os homens não são “o inimigo”, as mulheres não são vítimas indefesas, a alegação de diferença salarial é fajuta e se baseia nas escolhas diferentes que homens e mulheres fazem na hora de seguir uma profissão, entre tantas outras que se pode acompanhar nas páginas contendo textos e cartazes.

Mas…

Há algo de podre no reino da Dinamarca…

Isso é o que os homens americanos vêm dizendo, no mínimo, pelos últimos 40 anos. Por que só agora as mulheres acordaram para o fato?

Nos EUA, o feminismo é consideravelmente pior do que no Brasil. Lá, as feministas conseguiram até mesmo deturpar o processo legal, e abolir a inocência até prova em contrário do homem. Enquanto isso, tem mulheres matando e saindo livres, ou no máximo, recebendo um tapinha na mão. Mas eu vou me concentrar nas similaridades entre as sociedades ocidentais para então expor minha conclusão.

Por lá, a sociedade também lembra um esquema piramidal. Destacados no topo, mulheres no meio, homens trabalhadores na base. Livres de restrições morais e deveres sociais, as mulheres podiam fazer como bem entendessem, e então passavam a juventude e a vida adulta perseguindo seus princesismos, fosse carreira ou vadiagem, enquanto se ofereciam para os destacados na esperança de serem escolhidas por eles. Para os homens da base, friendzone, ou tratamento hostil, ficando a cargo da mulher a decisão. Para isso funcionar, as mulheres se valiam do apoio incondicional de pais babacas, e das dúzias de manginas dos quais elas se cercavam, para aprovar alegremente a sua conduta e alimentar seus egos. E por que isso sempre funcionou? Porque os poucos homens que reclamavam, eram logo silenciados na base da destruição de reputação, e caso essas mulheres atingissem os 30, e não conseguissem o destacado que elas mereciam (ou assim pensavam), sempre tem a Igreja e a mídia pra taxar os homens da base da pirâmide de moleques, por só quererem se divertir ao invés de se casarem e formarem família, como os homens de verdade têm que ser.

Soa familiar?

Dos anos 90 para cá, o descontentamento masculino cresceu. E cresceu a ponto de não conseguir ser escondido. Primeiro os homens começaram a reclamar entre si, e depois, abertamente. E depois começaram a retaliar. Os homens começaram a abandonar a sociedade em grandes números. Abandonaram o casamento, e renunciaram a produção excedente, necessária para manter a sociedade funcionando. Abandonaram as universidades, que são redutos de lavagem cerebral esquerdista. Abandonaram a Igreja feminizada, e passaram a ter a mídia como indigna de valor ou confiança. Com as mulheres, só queriam relacionamentos de curto prazo e sexo casual.

Os caras que queriam casamento, começaram a buscar esposas em outras regiões, como Sudeste Asiático, Rússia, Europa Oriental, e países sul-americanos, como o Brasil.

Não estranhe. Embora as mulheres daqui sejam o que são, para os americanos, elas fazem as conservadoras parecerem feministas, e as brasileiras não vão tratar os gringos assim como tratam os brasileiros, porque:

  • – gringos têm mais dinheiro do que nós, e a possibilidade de vida mansa no exterior.
  • – contam como destacados, porque são gringos – o que significa bom humor e sexo liberado.

Diante da revolta dos homens, primeiro, as americanas, tanto feministas quanto conservadoras, caíram de pau em cima deles, esperando que se pisassem neles o suficiente, eles voltariam para a lavoura calados. Mas, salvo os manginas mais emasculados, esse truque não funciona mais, porque a quantidade de homem é muito grande pra isolar e polarizar; eles criam grupos entre eles mesmos, e cagam e andam.

Com os homens abandonando a base, o peso da pirâmide caiu nas costas das mulheres, que agora não tem outra escolha, a não ser trabalhar, num mercado ferrado pelos esquerdistas que elas elegem desde que ganharam o voto, para colher benefícios indevidos. Com o governo não tendo mais a quem explorar para financiar o assistencialismo e o empoderamento das madames, e os homens não ligando muito para o que vai acontecer de ruim em breve, e, como diz a amiga Abigail, devolvendo um pouco do egoísmo e ingratidão que receberam durante a vida toda, o anti-feminismo chegou com força, virou moda, e parece que veio pra ficar. Mas não como uma reação ao feminismo…

Quanto aos homens brasileiros… A solução para o fim da cobrança de acordos sociais unilateralmente, casamentos por capricho, “vou cortar sua pika”, e afins, está bem aí. E se começar agora, dá pra poupar umas três décadas de abuso, que os americanos foram obrigados a sofrer até se revoltarem.

Em vários blogs, vlogs, e grupos de redes sociais, podemos ver queixas generalizadas acerca dos relacionamentos modernos. O clima é de frustração, desilusão e irritação. Com o pós modernismo, se tornaram rampantes o individualismo radical e o utilitarismo, fazendo com que os relacionamentos sejam instáveis demais para durar à longo prazo. Os motivos das queixas masculinas são variados: no geral, são mulheres dizendo A e em seguida fazendo B, o abuso da descartabilidade masculina, e o sentimento de inadequação por querer ser… homem.

Uma parte desse problema se deve aos homens estarem sofrendo engenharia social para se tornarem idiotas emocionais e dependentes de aprovação feminina, o que os leva acreditar que as mulheres ficarão felizes se você fizer/der tudo o que elas querem, e a perseguir um arquétipo caricato de ‘bonzinho’, para no fim acabarem a ver navios, quando são classificados como “apenas bons amigos”.

Mas, que tal por um momento deixar a frustração de lado e parar para analisar mais racionalmente qual poderia ser o problema? Certamente que existem pessoas boas e ruins em ambos os sexos, mas todos os problemas com o relacionamento moderno não podem simplesmente ser resumidos ao eixo humano bom/humano mau. Relacionamentos de qualquer tipo são, antes de tudo, acordos. Então podemos introduzir a hipótese de que simplesmente pode ocorrer de o homem estar incautamente aceitando acordos ruins para si, sem que a mulher em questão seja realmente vadia ou mau caráter.

Economia dos relacionamentos 101

Propondo uma situação onde você tem [ABC], e que você esteja querendo [XYZ] em troca. Se você conhece uma mulher que tem [TXZ], e que esteja querendo [ABD], um relacionamento com ela ainda pode ser um bom acordo, se levarmos em consideração que todos somos imperfeitos e as chances de que você encontre uma mulher que esteja oferecendo tudo o que você quer é tão ínfima que considerá-la seria viver sonhando com princesa encantada.

Os maus acordos ocorrem quando:

– Você não tem o que está sendo requisitado para trocar: você tem [ABC], mas a mulher quer [HJK] (ou o alfabeto inteiro, no caso de algumas mulheres). Caso mais comum entre as neocons, feministas de Jesus e algumas feministas híbridas.

– Você aceita fornecer o que está sendo pedido, em troca de nada do que você originalmente gostaria de ganhar: Você tem [ABC] e quer [XYZ], mas a mulher que quer seu [ABC] quer te empurrar [NPQ]. Caso clássico da maioria das feministas, para quem agradar homem é considerado opressão.

No primeiro caso, você tem analisar o que a maioria das mulheres querem, e considerar o valor de troca. Via de regra, qualquer mulher que exija muito além do que tem a oferecer, é um mau negócio.

No segundo caso, você tem o que a mulher quer, só que o que ela está oferecendo não tem utilidade para você; porém, existe coerção social para que você aceite de qualquer maneira o que ela está oferecendo. Isso é comum dentro da esfera social de feministas e femosservadoras. Um exemplo de coerção são as acusações costumeiras de machismo e misoginia, que fazem os homens aceitarem para relacionamento de longo prazo, mulheres que tem experiência sexual e contracheque, mas prospecto inexistente de serem boas esposas e mães. Nesse segundo caso, cabe ao homem rejeitar a pressão social e a chantagem emocional, incisivamente, se necessário. A mulher só tem a ganhar com esse acordo, e a sociedade não vai ressarcir o seu prejuízo, e não existe legislação que te obrigue a aceitar uma mulher que não te traz nenhum benefício (para compensar as atribulações que eventualmente aparecem na vida familiar).

Então, a partir do momento em que você fica com peninha ou se acovarda, só pode culpar a si mesmo por ter aceito um acordo que acarreta em prejuízo.

Filtrando maus acordos

Existem circunstâncias onde o homem pode se poupar muita dor de cabeça ao analisar o que as mulheres estão propagandeando, e evitar de se investir em relacionamentos com elas, se os prospectos forem ruins para si. Aqui entra a interpretação da informação dada. Exemplos: “eu quero um homem bem resolvido” = “eu quero um homem com dinheiro”. “Pegada é fundamental” = “eu gosto de cafajestes”. Se você não atende, ou não está disposto a adquirir, tais pré-requisitos, você descarta a possibilidade de relacionamento naquele momento, ao invés de ficar semanas, meses tentando ganhar uma mulher que está pedindo algo que você não tem pra oferecer. Novamente, abandone o emocionalismo idiota. Se a mulher quer grana ou ser maltratada, o problema é dela. Não perca tempo tentando mudar as mulheres. Você não vai conseguir, vai perder tempo, e isso vai se tornar uma fonte de frustração constante na sua vida. O que se deve sempre levar em consideração é que todos têm o direito de procurar aquilo que consideram ser o melhor para si. Se mais tarde, a pessoa por algum motivo entende que o “melhor” que ela esteve procurando na verdade não é realmente melhor, o problema é dela, e você não tem que se prejudicar para que outra pessoa possa recuperar suas perdas.

Se a área aonde você se encontra é escassa em mulheres que ofereçam o que você quer, ou que desejam o que você tem a oferecer, expanda seus horizontes; comece a pesquisar outros locais e outras mulheres. Esse é outro ponto aonde você pode encontrar mais chantagem emocional e coerção social. Um exemplo básico disso, são as feministas acusando os homens de quererem escravas, quando estes procuram esposas tradicionais em detrimento delas. A queixa na verdade é sobre os homens não estarem dando o que as mulheres querem na ocasião, o que elas acham que lhes é devido. E não é.


Antes de pensar em entrar num relacionamento, deve-se considerar o que se quer, o que se está disposto a oferecer, e então pensar num acordo bom para ambas as partes. Tirar um tempinho para tais considerações pode poupar meses/anos de ressentimento e frustração.