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O texto a seguir é a transcrição de um discurso de Jack Donovan, autor do livro The Way of Men, e fala sobre como os homens se tornaram párias dentro da sociedade decadente americana, e como responderem aos abusos do governo e seus asseclas.

Políticos corruptos, imprensa mentirosa e comprada, regalias para grupos vitimistas (feministas, gayzistas, afronazistas) às custas dos outros, e a demonização dos homens, da heterossexualidade, e do cristianismo.

Podemos fazer bom uso desse texto.


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– Jack Donovan

Pode haver um colapso. Poderia acontecer. Poderia acontecer amanhã. Deuses vingativos poderiam arremessar rochedos dos céus, varrendo a terra com incêndios e inundações. Poderia haver sangue nas ruas e ranger de dentes. Uma praga de gafanhotos ou abelhas assassinas, alguma gripe chinesa ou o Apocalipse Zumbi. Seus cartões de crédito podem estourar e seus “smart”phones podem ficar estúpidos. Nós podemos ser forçados a nos bandearmos em gangues primitivas e lutar pela sobrevivência. Nós podemos ser forçados pela circunstância além de nosso controle para redescobrir caminhos mais familiares para nossa espécie – para nossos cérebros ancestrais – que esse alastramento infinito banal de parques corporativos e shoppings.

Ou você pode simplesmente conquistar aquele dia como leão, morrer como nasceu, chutando e berrando e coberto no sangue de alguém.

Isso tem certo apelo.

Mas enquanto qualquer ou todas dessas coisas poderiam ocorrer (e tudo isso poderia correr amanhã), também é possível que esse sistema corrupto e falido continue capengando por um longo tempo.

Sim, ele deve cair catastroficamente. Ele merece cair. Mas não importa o quanto o mundo precise de um ajuste de contas ou um botão de resetar, é muito mais fácil quotidianamente para as pessoas em cada nível da sociedade continuar remendando tudo junto e fazendo o melhor possível até que se acabem os remendos.

Assim…até que chegue esse dia…até que se esgotem todos os remendos… Até então, quase todo mundo, mesmo líderes americanos, parecem concordar que a América está em declínio.

E durante este declínio, nós podemos esperar ver mais do que já temos visto. Para a maioria das pessoas, isso significará uma redução “progressiva” da qualidade de vida e a redução das expectativas.

O que não veremos é algum “grande despertar” ou uma mudança dramática em liderança ou direção. As pessoas que governam a América não vão “cair na razão”.

Conforme a América decai e se torna um Estado falido, as corporações e empresários e burocratas que a governam continuarão a pregar globalismo e multiculturalismo e feminismo.

Eles continuarão a condenar tudo que possa ser considerado racismo ou tribalismo – especialmente entre brancos – até que estes estejam seguramente na minoria. Eles continuarão a condenar o “sexismo masculino” e continuarão a promover qualquer tipo de sexismo feminino que emascule ou desvalorize homens. Eles continuarão a promover reverência por sua própria classe sacerdotal acadêmica ao mesmo tempo condenando como “extrema” qualquer crença religiosa que desafie a autoridade moral das crenças progressistas. Eles continuarão a promover a dependência no Estado para segurança e renda e saúde – para a própria vida.

E, não importa quantos “conflitos” eles incitem ou quantas pessoas eles matem ou aprisionem ou quão militarizados seus capangas policiais se tornam, eles oficialmente continuarão a condenar a violência.

Eles continuarão a fazer tudo isso porque isso faz total sentido para eles.

Se vocês fossem os governantes de uma nação em declínio, cuja população está fadada a perder riqueza e status e vocês quisessem proteger seus próprios interesses e preservar suas cabeças, por que vocês não iriam querer manter essa população dividida, emasculada, fraca, dependente, desenganada, temerosa e “não-violenta?”

Líderes podem vir e ir, mas eu não vejo qualquer razão pela qual a mensagem venha a mudar.

Muitos de vocês podem se ver como homens civilizados. Homens sãos em um mundo cada vez mais insano, vulgar e bárbaro.

Mas vocês estão errados! Vocês são os novos bárbaros.

A mensagem oficial continuará a ser que:

  • Se você acredita que os homens não foram criados todos iguais.
  • Se você acredita que homens livres devem ter acesso a armas de fogo.
  • Se você acredita que não se pode confiar ao governo a regulação de todos os aspectos da sua vida.
  • Se você acredita que raça significa sangue e herança – e não apenas “cor da pele”.
  • Se você vê que homens e mulheres são diferentes e crê que eles devem ter papéis diferentes.
  • Se você acredita que homens devem agir como homens.
  • Se você acredita que paradas de orgulho gay e casamento gay são ridículos.
  • Se você acredita em alguma “religião obsoleta”.

Se você acredita em qualquer dessas coisas, então, segundo o Estado e as corporações, a Academia e a mídia, você é um neandertal reacionário, homofóbico retrógrado, misógino espancador de mulheres, neonazista, caipira, psicótico e estúpido.

Você sabe. Dance para isso. Transforme em um remix techno. Porque não se engane: você é perigoso, traidor e muito possivelmente sedicioso.

Bem, isso me lembra as palavras do rapper Eminem:

I am whatever you say I am
If I wasn’t then why would I say I am
In the papers the news, every day I am
Radio won’t even play my jam

Não importa o que você pensa que você é. Você é o que quer que eles digam que você é. Eles controlam a mensagem. Não importa quão razoável seja sua mensagem, a rádio não vai tocar sua música. Não importa o que vocês pensam que são, para eles, vocês são os bárbaros. Então sejam. E, se vocês começarão a ser os bárbaros, então comecem a pensar como bárbaros.

O que isso significa? O que significa ser um bárbaro? Classicamente falando, um bárbaro é alguém que não é do Estado, da pólis. O bárbaro não é apropriadamente civilizado – segundo o padrão dominante do Estado. Seus modos são estranhos e tribais. O bárbaro é um forasteiro, um alógeno.

Como deve se modificar o pensamento de um homem quando ele é alienado pelo Estado de seu nascimento?

Como vai um homem de ser um homem da pólis a ser um forasteiro – um bárbaro – em sua própria terra natal?

Essas são questões importantes porque se você não vê solução política viável para a trajetória inana e inumana do Estado progressista – e eu não vejo – então qualquer mudança significativa demandará muito mais do que coletar assinaturas ou apelar ao “bom senso” do público ou eleger o candidato correto.

O que você precisa é criar uma mudança fundamental na maneira que os homens veem a si mesmos e sua relação com o Estado. Não se preocupa com mudar o Estado. Mude os homens. Corte o cordão umbilical. E deixe-os nascerem para um estado mental para além do Estado.

Mostre a eles como se tornarem bárbaros e romper o domínio do Estado. Como fazer isso? Bem, isso é algo em que estarei pensando e escrevendo pelos próximos anos.

Mas eu posso oferecer quatro linhas de pensamento que eu penso poderem ser úteis.

1- Separar “Nós” e “Eles

Essa conferência é sobre o futuro da identidade. Que identidade? Sobre quem estamos falando? Quem somos “nós”? Quando eu falo com o pessoal sobre o que está acontecendo no mundo agora, eles são rápidos em me dizer o que deveríamos fazer sobre isso, mas quem é esse “nós”?

Você e as corporações que te vendem comida lixo, arruínam sua terra e exportam seus trabalhos? Você e os “especialistas” que transformam seus valores em “problemas psicológicos”? Você e a mídia que zomba de você? Você e os banqueiros de Wall Street que financiarizaram a economia em benefício próprio? Você e os burocratas que querem te desarmar e microgerenciar cada aspecto da sua vida? Você e os políticos que abrem as fronteiras e se dobram todos para agradar um novo grupo de eleitores potenciais ao invés de trabalharem para os interesses dos cidadãos de fato do país que eles juraram representar?

Que “nós?”

Os americanos, especialmente, estão acostumados a falar em termos de “Nós o povo”. Mas há 300 milhões de pessoas nos EUA e isso são muitos “nós”. Seja mais específico.

Seja mais tribal.

Uma das melhores dicas de escrita que já recebi foi: jamais diga “pessoas” quando você quer dizer “homens”. Bem, meu conselho é jamais diga “nós” quando você quer dizer “eles”. Pare de usar linguagem democrática. Pare de fingir que estamos todos no mesmo time, porque não estamos. E não temos que estar. Decida com quem você realmente se importa. Descubra o que vocês tem em comum. Defina suas fronteiras. Decida quem está dentro e quem está fora. As pessoas que estão dentro são “nós”. Todos os outros são “eles”.

2- Parar de ficar furioso pelas coisas não fazerem sentido!

Quase nada que você lê ou ouve nas notícias hoje parece fazer qualquer sentido.

As pessoas ficam tão furiosas, tão frustradas, tão traídas. É como se “nossos líderes” fossem loucos ou estúpidos, ou as duas coisas. Não faz sentido colocar mulheres na infantaria. Isso é obviamente loucura! Não faz sentido encorajar jovens a pegar empréstimos universitários que eles nunca vão conseguir pagar. Não faz sentido trazer pessoas para o país quando você já não consegue cuidar das que já estão lá. Tudo isso é loucura!

Não faz sentido começar guerras e então dizer que você está tentando “conquistar corações e mentes”. A guerra não é uma boa maneira de conquistar corações e mentes! E se preocupar com corações e mentes não é uma boa maneira de vencer uma guerra!

Não faz sentido que banqueiros e CEOs ganhem páraquedas dourados e saiam de férias ou recebam empregos na administração logo após conscientemente e intencionalmente destruírem companhias, vidas, empregos, o meio-ambiente – segmentos inteiros da economia!

Mas se você perceber que eles – as pessoas que governam o país – estão fazendo coisas para beneficiar a eles e não a vocês, então tudo faz sentido.

Considere a possibilidade de que os líderes americanos não se importam realmente se soldados americanos vivem ou morrem. Considere a possibilidade de que faculdades e banqueiros americanos não se importam se você vive o resto da vida em dívida com eles. Eles provavelmente preferem que isso aconteça. Considere a possibilidade de que políticos americanos se importam mais com manter seus empregos e ficar bem na mídia do que com o que acontece com as pessoas de seu próprio país a longo prazo. Considere a possibilidade de que “você” não é parte de um “nós” com o qual “eles” se importam. Eu prometo que se você meditar sobre isso, as coisas vão começar a fazer mais sentido.

Se você abandonar a idéia de que essas pessoas deveriam se importar com você ou com o país, e se permitir vê-los como gangues e indivíduos trabalhando para avançar seus próprios interesses, você pode relaxar e apreciar sua estratégia engenhosa.

Abandone as expectativas tolas sobre o que essas pessoas deveriam estar fazendo. Dê um passo para trás e os veja pelo que são. Não fica com raiva. Não fique indignado. Seja sábio. Como Nietzsche recomendou: seja despreocupado, zombeteiro e violento.

3- Desuniversalizar a moralidade

Homens criados com valores americanos, igualitários, “ocidentais” querem ser “homens bons”. Eles querem ser justos, e querem ser justos com todos. Isso pode ser absolutamente paralisante.

Isso cria um conflito interno para homens – bons homens – que são especialmente atléticos ou que tem algum tipo de background militar ou policial. Eles foram ensinados a acreditar em espírito esportivo e justiça.

Eles querem fazer a “coisa certa”, não importando as circunstâncias. Eles querem ser o Batman.

Porém, também está na natureza desses homens – ainda mais que na de outros homens – pensar verticalmente, hierarquicamente, tribalmente, pensar em termos de “nós” e “eles”. Avaliar os outros naturalmente, primariamente, pelas virtudes táticas masculinas de força, coragem, domínio e honra.

Mas assim que acaba o jogo de futebol americano ou o filme de super-herói, a América progressista volta a odiar e punir essas virtudes. A América progressista volta a odiar e punir homens que agem como homens. Esses “homens bons”…esses caras que querem ser heróis são culpados e enganados e abandonados e tratados como lixo.

Não importa qual seja a mensagem da América progressista, no que concerne homens que agem como homens – especialmente homens brancos – ninguém realmente se importa se eles são tratados de forma justa.

Ainda assim, esses homens bons não querem excluir as mulheres de nada porque isso parece injusto. Eles tem irmãs e mães e querem que todos tenham uma chance. Mas as mulheres – enquanto grupo – não se importam quando homens se sentem excluídos.

Na verdade, quando homens levantam qualquer objeção, grupos de mulheres são os primeiros a chamá-los de “reclamões” e “perdedores”. Homens brancos “bons” se importam com o que acontece com negros enquanto grupo. Eles querem garantir que os negros sejam tratados com justiça e de forma igualitária e saem do próprio caminho para garantir que não estejam “discriminando”.

Os negros enquanto grupo se importam com o que acontece com os brancos enquanto grupo? Um pai mexicano com três bebês se importa se alguma criança branca dos subúrbios consegue arranjar algum emprego de verão?

O problema desses valores ocidentais tardios é que eles funcionam melhor como valores intratribais.

Eles só funcionam quando todos estão conectados e são interdependentes. Justiça e espírito esportivo promovem harmonia dentro da comunidade. Mas em algum ponto você tem que traçar essa linha. Você tem que decidir quem é parte da comunidade e quem não é.

Você não pode jogar limpo com pessoas que não se importam se você for varrido do mapa. Você não tem que odiar todos que não são parte da sua tribo, mas é idiotice continuar a se importar com pessoas que não se importam com você.

Esses tipos heróicos são os guardiões naturais de qualquer tribo, mas suas naturezas heróicas são desperdiçadas e abusadas quando se demanda deles que protejam a todos, até inimigos e ingratos que os desprezam.

Se os Bárbaros Ocidentais vão preservar alguma porção de sua herança e identidade ocidentais, eles precisam resolver esses conflitos morais.

Eles não precisam necessariamente abandonar a moralidade ou a virtude moral, mas eles precisam erguer sua aegis e se tornar, como na República de Platão, “nobres cães que são gentis com seus familiares e o oposto com estranhos”.

Seja moralmente responsável. Mas apenas perante a tribo.

Se eles vão prosperar e perdurar em uma nação decadente, os Novos Bárbaros precisam desistir da trágica e incompreendida rotina de herói e perceber que eles não são o Batman. Por que alguém gostaria de ser?

4- Se tornar independente do Estado, e interdependente um com o outro

Os Estados Unidos da América e suas corporações principais oferecem uma grande gama de produtos e serviços. Todos eles possuem cordas atadas e quanto mais você depende deles, mais fácil é para que eles te controlem.

Não é uma grande ameaça para eles se você entra online e “curte” uma página subversiva ou vocifera sua ira solitária impotente, desde que o resto da sua identidade se encaixe adequadamente no estilo de vida burguês americano.

Desde que você continua trabalhando em alguma grande empresa e se mantenha ocupado por 40 ou 50 ou 60 horas por semana para que você possa comprar a sua grande gama de produtos e serviços.

E então, no tempo que te sobrar, você entra na internet e você pode brincar de ser o ortodoxo ou o romano ou o odinista e postar imagens legais de vikings e centuriões e cruzados.

Mas isso não é uma identidade real ou uma tribo real ou uma comunidade real. De todas as maneiras, use o Estado Progressista e tome dele o que você puder enquanto ainda há algo para tomar, mas se você realmente quer algum tipo de “estilo de vida alternativo” ao que o Estado tem a oferecer, se vocÊ quer manter algum tipo de identidade tribal que possa perdurar ao declínio e colapso da América – também conhecido como uma súbita ausência de produtos e serviços adequados – ao invés de “organizar comunidade” na internet usando cuecas ou recuar para um refúgio rural com mulher e crianças, traga algumas dessas pessoas da internet para perto de você e vivam umas próximas às outras. Tomem o controle de uma vizinhança ou um complexo de apartamentos, comecem negócios e forneçam serviços de que as pessoas realmente necessitem.

É ótimo ter escritores e pensadores, mas vocês também precisam de mecânicos e encanadores e costureiras. Sirva a todos, mas seja leal às pessoas “na família” e faça delas “suas”.

Não é necessário ser algo formal. Apenas comece a silenciosamente construir uma comunidade de homens e mulheres que pensem parecido em algum lugar. Qualquer lugar.

Não se preocupe com criar algum movimento político de massas ou recrutar milhares ou milhões de pessoas. Não se preocupe com mudar o Estado. Bárbaros não se preocupam com mudar o Estado. Isso é para homens do Estado – que acreditam e pertencem ao Estado.

Foque em umas 150 pessoas. Uma pequena comunidade de pessoas trabalhando juntas para se tornarem menos dependentes do Estado e mais dependentes umas das outras. Imigrantes recentes – muitos dos quais literalmente “não são do Estado” – podem servir de exemplo. Não era há muito tempo atrás que os irlandeses e italianos viviam em comunidades insulares. Pense nas partes russas da cidade.

Olhe para lugares como Chinatown em São Francisco: de tantas em tantas quadras, você vê prédios marcados. Alguma coisa…alguma coisa…alguma coisa…”Associação Beneficente”.

Parece legal, certo? Pode ser uma frente para a Tríade. Pode estar ali para ajudar crianças chinesas. Eu não tenho idéia. Mas eu tenho certeza que é para pessoas chinesas. Também há consultórios médicos e escritórios de advocacia e lojas de conserto e mercados. Há toda uma rede de pessoas cuidando de seu próprio povo em primeiro lugar.

Há uma comunidade ali de pessoas que são exclusivas, insulares e interdependentes. Elas procuram umas as outras primeiros pelo que precisam. Elas são mais difíceis de vigiar e mais difíceis de controlar. Elas dependem menos do Estado e mais umas das outras. E quando o colapso vier, elas vão cuidar umas das outras primeiro, enquanto todo o resto está esperando o Estado “fazer alguma coisa”.

Qualquer seja o seu “nós”, qualquer seja a sua “tribo”, ela é apenas uma idéia na sua cabeça até que você tenha um grupo de pessoas realmente interdependentes que partilham do mesmo destino. É isso que é uma tribo. É isso que é uma comunidade. Esse é o futuro da identidade na América.

A terra pertence àqueles que a tomam e a mantém. E essa terra não é mais sua terra ou minha terra – oficialmente é a terra deles. Você pode não ser capaz de retomá-la, pelo menos não por enquanto, mas vocês podem se tornar e viver como bárbaros felizes, como forasteiros interiores, e trabalhar para construir os tipos de comunidades resilientes e redes de pessoas habilidades que possam sobreviver ao colapso e preservar suas identidades após a Queda.


Link para a transcrição original: Radix – Becoming the New Barbarians

Link para o discurso original: Youtube – Becoming the New Barbarians

Link para a página do autor: Jack Donovan

Por Guilherme Macalossi

Shin Dong-hyuk nasceu na Coreia do Norte, em um campo de concentração, em 1982. Manuela d’Ávila nasceu no Brasil, em Porto Alegre, em 1981. Shin passou a infância comendo ratos e sendo torturado por oficiais do regime comunista de seu país. Manuela passou a infância de cidade em cidade, uma vez que sua mãe trabalhava como juíza. Falando em mãe, em 1996, Shin foi torturado e delatou a sua para os responsáveis pelo campo de concentração. Ela pretendia fugir com o irmão, e ele temia ser punido por causa deles. A delação de Shin valeu a execução de sua mãe e de seu irmão. Em 1999, Manuela se filiou a União da Juventude Socialista, e, em 2001, ao Partido Comunista do Brasil. Em 2004, Manuela é eleita a vereadora mais jovem da história de POA. Em 2005, Shin foi obrigado a trabalhar em uma cerca elétrica, por onde conseguiu fugir do Campo de Concentração. Manuela passou os anos que se seguiram defendendo o PCdoB, as bandeiras de esquerda e disputando outros pleitos até ser a recordista de votos em sua eleição para deputada estadual, em 2014.

Shin não desfrutou da liberdade dos comunistas burgueses do ocidente.

Shin passou os anos que se seguiram fugindo dos agentes comunistas e posteriormente se reintegrando socialmente ao mundo civilizado, na Coréia do Sul. Manuela continua comunista, tendo crescido saudavelmente em um país livre. Shin continua oprimido pelos fantasmas do passado, “ainda evoluindo de animal para humano”, segundo suas palavras ao 60 Minutes. As histórias de Shin e Manuela são paralelas, mas se entrecruzam pela força da hipocrisia de quem só vende o comunismo idílico porque passou a vida a se empanturrar de capitalismo, e pela força da tragédia de quem teve sua vida despedaçada porque passou toda ela encarando o comunismo de verdade.

A vida de Shin Dong-hyuk foi narrada em detalhes no impactante livro “Fuga do Campo 14”, de autoria de Blaine Harden. Não deixem de ler.

Link para o post original.


O que possibilita gente como Manuela D’Ávila professar tamanha escrotice e sair incólume, é a leniência com os denominados “idiotas úteis”. Idiotas úteis são, tecnicamente, vítimas do sistema. Mas eles também são promotores do sistema que vitima não apenas a eles. Não dá pra ser leniente com energúmenos que ainda hoje insistem que Cuba é um paraíso socialista, quando Alina Fernandez, a própria filha do Fidel – que teve que fugir, pra sair de lá – diz que Cuba é o inferno. E eles irão morrer repetindo essas imbecilidades, porque não existem consequências imediatas para eles; eles não vão se ferrar por apoiar um regime totalitário e genocida, até que consigam implantar tal regime dentro da sua própria sociedade.

E é por isso que os idiotas úteis devem ser não apenas refutados, mas esculhambados publicamente, para que todos os leigos vejam o que realmente está por trás do discurso de salvador da humanidade que eles professam. Isso pode ser feito como na apresentação de TV aonde a jornalista cubana Marlen Gonzalez desancou Benício Del Toro por sua interpretação de um Che Guevara versão liberalóide.

Também pode-se divulgar material como o da jovem cubana Zoe María Martínez, que explica como as coisas realmente são em Cuba, e manda os otários que a criticam irem morar lá – e não voltarem, porque ninguém sentirá falta.

A diferença deve ser sempre o foco em expor e refutar o lixo que o ativista mongolóide está defendendo, ao invés de meramente atacar o caráter do idiota útil, sem qualquer base argumentativa, como os esquerdistas fazem.

Mais um ENEM, mais estudantes atrasados chorando na mídia para ver se ganham uma bolsinha, mais controvérsia sobre o conteúdo da prova. Dessa vez, nem se deram ao trabalho de serem discretos – Primeira questão em pseudo-ciências: ideologia vitimista. Já é uma piada por si só classificar feminismo e ideologia de gênero como ciência.

É verdade. Feministas, por exemplo, tornam-se vacas, antas ou porcas, porque ser mulher é muito opressivo.

Aparentemente, a redação também foi sobre a vitimização sistêmica da mulher, e isso quando temos uma média de sessenta mil assassinatos por ano, dos quais apenas aproximadamente cinco mil vítimas são mulheres. O vlogger Clarion já fez um bom vídeo explicando essa “cultura do estupro das estatísticas” praticada pelas feministas, basta seguir o link. E claro, temos a mancada hilária do IPEA.

Que a educação pública brasileira é uma das piores do mundo, não é segredo para ninguém. E não é de hoje que se protesta contra o sistema educacional ruim. Fora o dinheiro do contribuinte sendo desperdiçado com vândalos, traficantes, e terroristas – nacionais e internacionais.

O problema é a insistência em exigir que se consertem as deficiências intelectuais e morais num sistema que foi projetado pra ser moral e intelectualmente falido. Depois de todas as falcatruas que já foram expostas até agora, ainda tem mesmo gente que espera que o governo moralize a educação? Não só a tendência é a educação piorar, como agora você deve concordar com as imbecilidades de um bando de pseudo-intelectuais medíocres, ou ter sua oportunidade de ensino negada.

Isso só é possível por conta do baixo investimento na educação privada, a máfia sindical dos doutrinadores, e a criminalização do homeschooling – o que deixa a população à mercê da educação pública, que é formulada pelo governo. O Brasil segue um modelo de educação nazista (para quem acha que eu estou exagerando ou de sacanagem, leia O Modelo Nazista para a Educação Orientada para Resultados, e A escola totalitária). Não adianta ensinar seu filho em casa que mentir e roubar é errado, se ele vai à escola para aprender socialismo. 

Pode escrever “a gente vamos”, mas se discordar do tema, leva zero.

As pessoas que conseguem ver claramente a degradação intelectual e a manipulação por trás destas “provas”, não deveriam perder tempo reclamando do sistema e do governo. As campanhas contra o sistema deveriam girar em torno:

  • do investimento no ensino privado – mais escolas privadas significa concorrência na oferta de qualidade de ensino e preços. Não apenas isso, mas os colégios privados, no intuito de preservar a maior parte da clientela, dificilmente irá tolerar a delinquência dos vagabundos “dazumana”.
  • da descriminalização do homeschooling – aqueles que tem condição, poderiam educar seus filhos. A exemplo do casal que foi perseguido pelo governo por tirar os filhos da escola, mas cujos filhos obtiveram resultado melhor em exames, do que os alunos do ensino público. No exterior, existem grupos de estudo, como se fosse professor particular, para alunos que não frequentam o ensino público, de modo que mesmo famílias que não tem muita renda tenham alguma escolha.   

O objetivo de qualquer campanha séria em prol da limpeza da educação brasileira, deve ser tirar da esquerda o monopólio da educação, porque se houverem opções, ninguém mais vai precisar se sujeitar a essas merdas para poder estudar. Se houverem opções, passemos à fase 2: questionar o uso do dinheiro do contribuinte em pardieiros. 

Tradução: Abigail Pereira Aranha

Isto é uma peça bastante longa, mas ler isto dará a você uma introspecção muito boa em por que o feminismo tornou-se tão dominante no Ocidente, e por que toda a sua vida será negativamente afetada por ele; particularmente se você é um homem.

O Feminismo tem muito pouco a ver com a igualdade entre os gêneros, e também tem muito pouco a ver com os direitos das mulheres.

Primeiro e acima de tudo, o feminismo é questão de vários grupos procurando adquirir poder e dinheiro, e construir enormes impérios de auto-serviço nos quais milhões – literalmente milhões – de pessoas hoje em dia têm um interesse investido – interesse investido que é, de fato, altamente prejudicial para as sociedades em que elas operam.

Para ver como se joga o jogo, só quero que você imagine uma sociedade – uma sociedade um tanto idealizada – onde as mulheres são felizes em passar os seus dias sendo intimamente associadas com suas casas e seus filhos, enquanto os homens jovens e os pais são razoavelmente felizes em marchar para o local de trabalho – qualquer lugar onde possa ser.

E, além disso, quero que você imagine que a maioria das pessoas nesta sociedade estão decididamente contentes com sua situação.

Em outras palavras, é um lugar razoavelmente feliz.

E agora a questão que quero que você contemple profundamente é esta aqui.

O que o governo ganha com isso?

Como podem o governo – e os trabalhadores do governo – se beneficiar em ter de existir dentro de uma sociedade de pessoas que parecem estar muito felizes e em paz umas com as outras?

Com que fundamentos o governo pode dizer ao povo “você precisa de mais governo. Dê-nos mais dinheiro de impostos”?

Bem, claramente, em uma sociedade tão idílica, seria muito difícil mesmo convencer as pessoas a participar com mais de seus próprios recursos – adquiridos através de seus próprios trabalhos – para financiar “mais governo”.

No entanto, se esta sociedade razoavelmente feliz puder ser perturbada por alguma força ou outra – uma força que induz “desarmonia” no seio da população (um aumento no crime, por exemplo) – então o governo achará muito mais fácil extrair um pedaço maior da torta da sociedade. Por exemplo, se houver um aumento da criminalidade, as pessoas muito mais prontamente concordarão em financiar uma força de polícia maior. Se os homens e as mulheres começam a brigar uns contra os outros, e começarem a apartar, com casais se divorciando, então, o governo pode justificar a extração de mais recursos do povo a fim de criar u’a maior força de trabalho de serviços sociais para cuidar de mulheres e crianças que estão agora à própria sorte.

E esse é o ponto que eu estou tentando atravessar aqui.

Os governos se beneficiam não pelas pessoas estando em paz umas com as outras, mas por elas estarem em guerra umas com as outras de alguma forma.

Claro, os governos podem se beneficiar a partir de muitas outras coisas também, mas o ponto aqui é este. Os governos claramente se beneficiam do que doravante simplesmente chamarei “desarmonia” – desarmonia social; como a criminalidade.

E porque os governos têm enorme poder em comparação com indivíduos normais, eles tenderão a usar esse poder para criar cada vez mais desarmonia social – com muito sucesso. Claro que eles vão fazer isso. Por que? Bem, porque os governos, e milhões de trabalhadores do governo, se beneficiam de desarmonia, e eles não vão usar sua enorme força coletiva para minar a si mesmos – o que a redução da “desarmonia” faria.

No mínimo, os trabalhadores do governo não querem perder o seu financiamento, seus empregos, sua segurança, suas pensões etc etc etc. E então eles precisam ser percebidos como necessários.

Melhor ainda para eles, são maiores impérios com maiores salários, e muito mais status e poder.

Afinal, a este respeito, eles são não são diferentes de qualquer outra pessoa!

E, coletivamente, por bem ou por mal, estes trabalhadores do governo podem criar, e criarão, a mais monumental força a fim de obter esses vários benefícios para si mesmos; uma força que as pessoas simplesmente não podem contrariar.

De fato, seria beirar o absurdo acreditar que um corpo tão enorme de funcionários do governo não iria exercer uma força na direção da que eles próprios iriam conseguir benefícios.

Afinal de contas, essas pessoas não são deuses. Eles são seres humanos!

Resumindo: esses trabalhadores do governo querem impérios maiores com maiores salários e pensões maiores. Eles querem mais status e mais poder. E, coletivamente, eles irão exercer uma força tão grande que ninguém pode realmente impedi-los de conseguir estas coisas; como demonstrou claramente o crescimento monumental no governo ao longo dos últimos 120 anos, mais ou menos no Ocidente. (Governos centrais têm crescido mais de cem vezes ao longo dos últimos 120 anos.)

Agora, visto que o objetivo principal das feministas é criar tanta desarmonia quanto possível entre homens e mulheres a fim de financiar seus próprios impérios, os governos simplesmente os amam; porque, lembre-se: para os governos, quanto mais desarmonia, melhor.

Então, retornemos à nossa sociedade super-simplificada, e vejamos o que acontece quando casais casados com crianças dentro deste lugar razoavelmente feliz começam mais frequentemente a se divorciar e se separar.

Bem, normalmente, os homens vão sair e viver do seu próprio jeito em algum lugar, mas eles vão continuar trabalhando. As mulheres, no entanto, terão que escolher alguma combinação de sair para o trabalho e ficar em casa com as crianças.

Se as mulheres decidem ficar em casa, então deve ser dada a elas uma fonte de renda pelo governo. Isto significa que o governo deve tirar dinheiro de outros para financiá-los. E, já, isto significa criar todo um sistema de leis que envolve advogados, juízes, administradores, assessores sociais, escritórios financeiros e vários sistemas burocráticos aliados.

Em outras palavras, divórcio e separação fornecem toda uma infinidade de benefícios para os governos e os seus trabalhadores.

Além disso, é claro, ninguém na população quer ver mulheres e crianças deixadas na miséria, e então o governo agora têm o benefício de mais algum apoio popular para seus esforços. Assim, o governo também ganha nesta contagem.

E, claro, as mulheres que são colocadas nesta posição com os seus filhos estão agora à mercê do governo.

Em outras palavras, eles se tornam dependentes do governo; o que também é ótimo para o governo.

“Se vocês mulheres não votarem em nós, então vocês terão um rendimento menor vindo do governo!”

Agora, claro, as mulheres que se divorciaram – se tiveram ou não filhos – podem em vez disso decidir sair para o trabalho; caso em que o governo ganha mais uma vez – porque agora tem mais trabalhadores de quem pode levar dinheiro através do sistema fiscal.

Em outras palavras, incentivar o divórcio e a separação é uma estratégia vencedora para o governo.

Na verdade, é um ganha-ganha de qualquer forma.

E, mais importante, isto continua a ser verdade se as mulheres têm filhos ou não, e se elas saem para trabalhar ou não. É a crescente divisão entre homens e mulheres que é a chave para a estratégia vencedora do governo.

Em resumo, portanto, o governo tem uma quantia enorme a ganhar aumentando o fosso entre homens e mulheres, porque isso permite que os trabalhadores do governo justifiquem a criação e o controle de muitos grandes impérios, eles podem mais facilmente extrair impostos mais elevados, eles podem tributar mais pessoas, eles podem fazer mais pessoas dependentes deles e eles podem ganhar eles mesmos algum apoio popular extra.

Mas isso é só o começo.

Muitos, muitos outros benefícios são revertidos para o governo quando as relações próximas entre homens e mulheres se esfacelam. Por exemplo, as consequências sociais negativas de não ter pais fortes em torno de seus filhos são positivamente enormes. Estas tendem a afetar mais diretamente os meninos, mas as repercussões reverberam em toda a sociedade – por décadas.

Por exemplo, os jovens – meninas e meninos – sem os pais em casa são muito mais propensos a…

… viver na pobreza e privação,… serem problemáticos na escola,… têm mais dificuldade em conviver com outras pessoas,… ter mais problemas de saúde,… sofrer de abuso físico, emocional e/ou sexual,… fugir de casa,… pegar doenças sexuais,… tornar-se pais adolescentes,… atentar contra a lei,… fumar, beber álcool e usar drogas,… matar aula,… serem expulsos da escola,… comportar-se violentamente,… desistir da educação em idade precoce,… fazer ajustes pobres para a idade adulta,… atingir pouco no caminho das qualificações,… experimentar o desemprego,… ter baixos rendimentos,… estar na assistência social,… serem moradores de rua,… ir para a cadeia,… sofrer de problemas emocionais e psicológicos de longo prazo,… envolver-se apenas em relações casuais,… ter filhos fora do casamento ou, de fato, fora de qualquer relacionamento estável.

Com efeito, uma cascata inteira de problemas sociais – ou seja, uma grande quantidade de “desarmonia” – é gerada pelos efeitos dos jovens não terem pais ao redor.

Mas, claramente, os governos se beneficiam fantasticamente disto; porque os governos podem usar estes enormes problemas para justificar aumentos ainda maiores em impostos e poder.

Afinal, as pessoas querem ser protegidas de todas as consequências sociais negativas da ausência do pai – e, claro, as próprias vítimas claramente poderiam fazer algo com um pouco de ajuda extra.

E então, os governos podem justificar (e, portanto, trapacear e extrair) muito mais dinheiro do povo a fim de adquirir mais policiais, mais guardas, mais oficiais, mais oficiais de bem-estar, mais advogados, juízes e outro pessoal de tribunal, mais psicólogos, psiquiatras, terapeutas, médicos, enfermeiros, assistentes sociais, educadores corretores e, com efeito, mesmo mais limpadores de rua! – e, claro, muitos, muitos mais burocratas para monitorar e de exercer o controle em todas estas áreas.

E os aumentos de impostos e o poder que os governos podem sugar para si mesmos como resultado destas consequências sociais negativas são realmente enormes.

E, se você não pode acreditar nisso, eu ainda não mencionei sequer todos aqueles advogados, juízes e burocratas que fazem parte do sistema de divórcio propriamente dito; juntamente com todos aqueles profissionais que têm de se envolver em questões relacionadas com a pensão alimentícia, guarda dos filhos e pensão alimentícia. Com efeito, mesmo se esquecermos todos os inúmeros problemas sociais e pessoais mencionados nos parágrafos anteriores, a própria indústria do divórcio é, hoje em dia, uma indústria multibilionária.

Além disso, é claro, no que respeita a vida nos anos posteriores, quebrar as relações entre homens e mulheres garante que as pessoas idosas e doentes sejam menos prováveis de receber ajuda de quem está perto delas, porque, muito simplesmente, menos pessoas acabam estando perto delas. E isso muitas vezes significa que essas pessoas vulneráveis ou são abandonadas para definhar sozinhas, ou elas são colocados em lares e hospitais – muitas vezes administrados pelo governo – onde os funcionários tendem a tratá-los com, no máximo, desinteresse clínico. (Na verdade, um relatório recente no Reino Unido declarou que os problemas mais comuns dos idosos derivam de solidão e de viver sozinhos.)

Assim, se pode resumir a situação da seguinte maneira.

Quebrar as relações entre homens e mulheres cria uma mina de ouro absoluta para o governo. Da infância à velhice, avarias de relacionamento causam numerosos problemas para toda a sociedade, mas dão origem a inúmeros benefícios para o governo.

Agora, tudo isso não é para dizer que tudo o que o governo faz é ruim – particularmente a nível micro.

De modo algum.

Por exemplo, é claramente o caso de que alguns homens e mulheres precisam ser mantidos longe um do outro. Precisamos realmente de nossos governos para ajudar as mulheres e as crianças que estão à própria sorte. Precisamos realmente de lares e hospitais para velhos e doentes. Precisamos de policiais e prisões. E assim por diante.

Mas isso não altera o fato de que quanto mais fazemos as relações entre homens e mulheres se quebrarem, mais o governo se beneficia. E se beneficia enormemente – conforme acima.

E você realmente teria que esticar sua credulidade para níveis ridículos para acreditar que milhões de trabalhadores que estão empregados pelo governo estão trabalhando diligentemente para destruir as enormes indústrias sociais/pessoais/jurídicas/financeiras das quais eles próprios têm tanto para ganhar.

Além disso, já vimos claramente os governos ocidentais – particularmente os governos de esquerda – usando seu enorme poder ao longo dos anos para incentivar os relacionamentos das pessoas a quebrar.

Com efeito, estes governos não deixaram quase pedra sobre pedra em sua busca para danificar os relacionamentos alheios.

Eles gastaram bilhões de dólares inundando a população com falsas estatísticas relativas ao “abuso de relacionamento” de vários tipos, com a linguagem jurídica sendo propositadamente distorcida para fazer parecer que as mulheres são perpetuamente violadas por homens de alguma forma.

Por exemplo, eles têm falsificado as definições dos vários tipos de “abuso” de tal forma absurda que, por exemplo, criticar a mãe de uma mulher hoje em dia pode ser visto como um ato de violência – “violência doméstica” -, chamar alguém de “querida” como um ato de assédio sexual, e engajar-se em sexo consensual é mais tarde um arrependimento como um ato de estupro.

(A idéia por trás de tudo isso é provocar tanto ódio contra os homens quanto medo dos homens, e isso também é projetado para encorajar tantas mulheres quanto possível para fazer falsas alegações de “abuso”).

Eles gastaram bilhões de dólares financiando numerosos grupos de vítima que parecem passar mais tempo dispensando propaganda anti-homem do que ajudando quaisquer supostas vítimas.

Eles têm se dedicado e/ou financiado inúmeras campanhas de mídia projetadas para retratar todos os homens como sendo prováveis de serem abusivos contra mulheres e crianças de alguma forma.

E os governos continuam a oferecer às mulheres inúmeros incentivos – financeiros e outros – para fazer falsas alegações.

Eles gastaram ainda mais bilhões no “bem-estar” para fazer os homens tão redundantes quanto possível quando se trata de mulheres e da família.

Eles têm degradado e feminizado propositadamente o sistema educacional para que nossos homens jovens alcançem muito menos educacionalmente do que nossas mulheres jovens – algo que frustra futuras relações em grande escala, dado que as mulheres tendem a preferir parceiros que têm mais instrução do que elas mesmas.

Eles têm estado discriminando homens no local de trabalho em todos os níveis (para reduzir o valor dos homens), sob o fundamento espúrio que as próprias mulheres estavam sendo injustamente discriminadas por homens.

Eles reduziram o salário dos homens em numerosos trabalhos controlados pelo governo simplesmente com o fundamento de que os homens tendem a ser atraídos para esses postos de trabalho mais ainda do que as mulheres são, e eles fizeram o inverso para aqueles trabalhos para que as mulheres tendem mais a ser atraídas. (O argumento ridículo que atualmente está sendo testado sobre a população é que “produtividade, trabalho duro e lucro são maneiras ‘antiquadas’ de avaliar o quanto alguém deve ser pago.”)

Eles corromperam a lei de tal forma que todos os homens estão agora à mercê de suas parceiras quando se trata de falsas acusações de “abuso”, questões de custódia de criança e pagamentos de pensão alimentícia ridiculamente altos – a idéia é seduzir mulheres a quebrar seus relacionamentos porque elas têm pouco a perder e, frequentemente, muito a ganhar fazendo isso – e, claro, fazer os homens temerosos de até mesmo embarcar em relacionamentos de longo prazo.

Eles corromperam o sistema de Justiça de tal forma, quando se trata das relações entre homens e crianças, que agora é extremamente desaconselhável para homens terem alguma coisa a ver com crianças.

E, nas nossas escolas, as crianças mesmo com oito anos de idade estão sendo doutrinadas com o absurdo de inspiração feminista de que os homens têm oprimido as mulheres há milhares de anos.

Na verdade, agora também sendo argumentado – com muito sucesso – que pessoas íntimas deveriam tratar umas às outras como se fossem estranhos. Por exemplo, Estupro Estranho agora é dito ser tão mau como o Estupro de Relacionamento. Fotografar seu próprio filho sendo amamentado, se diz que é produzir pornografia infantil. E por aí vai.

E parece-me bastante claro para mim que o objetivo final é forçar as pessoas a tratar umas às outras como se fossem estranhos por colocá-las em algum tipo de risco jurídico significativo se elas não o fizerem. Até mesmo um professor de música que coloca as mãos de uma criança corretamente no instrumento agora corre o risco de suspensão de trabalho e de alegações de abuso.

A idéia é cortar, ou manchar com desconfiança, qualquer proximidade – não importa quão pequena – que possa existir entre as pessoas.

Na verdade, eu não penso em qualquer lei decretada nas últimas três décadas que impacta nos relacionamentos próximos das pessoas – diretamente ou indiretamente – que não tenha sido projetada para incentivar que essas relações se rompam.

E, essencialmente, os governos têm estado quebrando os relacionamentos entre as pessoas para que eles possam abrir caminho a cotoveladas cada vez mais profundamente dentro das conexões – sociais, pessoais e financeiras – que uma vez ligaram as pessoas.

Além disso, para quem fica de pé a olhar para a imagem global que tem estado surgindo ao longo das últimas décadas, duas coisas tornam-se muito claras.

Em primeiro lugar, os motivos dos trabalhadores do governo nesta área tem muito pouco a ver com o aumento do bem-estar das pessoas. Pelo contrário, esses motivos são muitas vezes maliciosos, e eles têm a ver principalmente com os trabalhadores do governo pretendendo servir-se de alguma forma causando “desarmonia”; com a frase “dividir e governar” encapsulando muito do que está acontecendo.

(Na verdade, só se tem que olhar para como os governos ocidentais têm estado na vanguarda de incentivar a ausência do pai – e, daí, os inúmeros problemas sociais consequentes mencionados acima – nas últimas quatro décadas para ver quão maliciosos eles têm sido.)

Em segundo lugar, os governos ocidentais estão agora tão grandes (empregando diretamente ou indiretamente cerca de 20% de toda a população) que os trabalhadores do governo agora representam, eles próprios, a mais enorme força política para o “grande governo”; que, essencialmente, significa um governo de esquerda. Como tal, nós realmente já não vivemos em “democracias”.

Por exemplo, quando os políticos de esquerda dos EUA como Joe Biden bombeiam bilhões de dólares em grupos associados com a VAWA [a Lei Maria da Penha estadunidense], ele não está só entregando enormes quantidades de dinheiro a serviços que fornecem auxílio às vítimas de violência doméstica. Ele está, na verdade, distribuindo este dinheiro para numerosos grupos de trabalhadores do governo ao longo dos Estados Unidos que dependem deste dinheiro para seus empregos e suas pensões, e que, sem surpresa, darão seu apoio político a Joe Biden.

E, claro, há milhões de outros funcionários públicos (professores da educação básica, assistentes sociais, acadêmicos, etc etc) que também vão apoiar o governo de esquerda precisamente pelas mesmas razões de autosserviço.

(Apenas para um exemplo, muitos acadêmicos que dependem de financiamento do governo vão angariar provas para dar suporte ao ponto de vista do governo, ou seu financiamento vai sumir.)

E, tão importante quanto isso, esses milhões de trabalhadores também fornecerão e promoverão a propaganda política que é projetada para servir a eles mesmos; com estes trabalhadores do governo agora tão entranhado em quase todas as áreas da vida que sua propaganda hoje em dia se derrama nas mentes da população de quase todas as fontes de informação imagináveis – mesmo na escola.

(Além disso, é claro, muitos bilhões destes dólares vão diretamente na prestação de assistência social de algum tipo; garantindo assim que milhões de pessoas que se beneficiam com isto irão votar no governo de esquerda.)

O resultado é que a população está, na maioria, muito fortemente infectada hoje em dia com a visão de que as políticas que promovem governo maior e mais poderoso são as melhores políticas para as pessoas; e então, claro, as pessoas tendem a votar neles.

Mas as pessoas estão sendo enganadas, porque não está sendo dita a verdade a elas. Elas estão sendo inundadas com propaganda de autosserviço de muitas fontes de autosserviço, e a evidência de que estas fontes estão enganando a elas em várias frentes e de muitas maneiras, é simplesmente irrefutável.

Mas quem pode se opor a esta enorme besta do governo? Este organismo que se serve?

Afinal, o governo tem centenas de bilhões de dólares à sua disposição – todos os anos -, vastos impérios burocráticos que invadem cada canto de nossas vidas, e milhões de pessoas organizadas trabalhando para ele. Além disso, é o governo que faz as leis.

Então, quem pode competir com ele?

E quem pode competir com os vastos recursos do governo, quando se trata de “debater as questões” e colocar um determinado ponto de vista?

Bem, não há nenhum outro organismo que chegue perto de ser capaz de competir com esta besta governamental.

Cem anos atrás, os governos ocidentais eram realmente muito pequenos quando comparados com hoje. E, frouxamente falando, a direita representava os ricos e o número crescente de poderosos industriais e empresários, e a esquerda representava os trabalhadores comuns e os pobres.

Os da direita consideravam que o povo estaria melhor servido permitindo-lhes continuar com o trabalho de criação de riqueza e poder, enquanto os da esquerda consideravam que o governo deveria intervir mais diretamente, e mais frequentemente, para ajudar aqueles que eram os mais necessitados.

Traduzido para o mundo de hoje, isso pode ser vagamente descrito como as empresas grandes e poderosas sendo representadas por aqueles da direita, e as pessoas comuns sendo representadas por aqueles da esquerda.

Mas os tempos mudaram de forma completamente dramática desde aqueles dias distantes; e agora há um garoto novo no quarteirão.

O próprio governo.

E esse garoto novo agora é muito mais poderoso do que “os negócios” ou “o povo” – por um caminho muito longo.

Com efeito, não só esse garoto novo tem o poder dos músculos, o poder organizacional, o poder financeiro e o poder legal para conseguir o que ele quer, ele também tem o poder de propaganda para convencer as pessoas de seu ponto de vista.

E é absolutamente evidente que esse garoto novo tem usado este enorme poder para servir a si mesmo.

Basta dar uma olhada para como os governos ocidentais têm crescido ao longo dos últimos 100 anos – ou até mesmo nos últimos 10 anos. Olhe para a crescente tomada de imposto. Olha para os números crescentes de pessoas empregadas pelo governo. Veja os milhares e milhares de leis, regulamentos, restrições e diretivas que anualmente são impostos pelos governos ocidentais sobre seus próprios povos.

Estes governos só crescem e crescem e crescem – não só em termos de tamanho, mas também em termos de poder e riqueza. E eles estão se infiltrando em todos os aspectos da vida das pessoas; controlando, acompanhando, regulando, dirigindo, estipulando, coagindo – sempre em uma medida cada vez maior.

Mas quem pode detê-los?

Por exemplo, quem pode competir com os bilhões de dólares que os esquerdistas Joe Bidens deste mundo derrama sobre causas de esquerda, empregos de esquerda, benefícios de esquerda e, portanto, em propaganda de esquerda e votos de esquerda para um governo ainda maior?

Quem tem o dinheiro para competir com isso?

Ninguém e nenhuma organização, tem uma esperança de competir com tal força.

Com efeito, e por exemplo, apesar do fato de que os estadunidenses são famosos no mundo inteiro por sua crença quase maníaco no governo pequeno e na liberdade individual, isto não parou seu governo federal de crescer e crescer e, com efeito, de andar sempre em cima deles.

E a razão para isto é porque os governos ocidentais têm se tornado demasiado poderosos.

Mas quem pode ser surpreendido por isso, dado que milhões de trabalhadores do governo com enormes recursos e milhões de destinatários de benefícios tenderão a promover seus próprios interesses, em vez daqueles dos “negócios” ou do “povo”?

Cem anos atrás, era tudo diferente.

A tomada de impostos do governo era minúscula, as regras e regulamentos eram poucos e os números de funcionários públicos e os destinatários de benefícios foram ambos pequenos e assim, por exemplo, quando o governo distribuiu dinheiro para seus próprios trabalhadores para prosseguir uma agenda ou outra, os esforços destes trabalhadores, sua capacidade de influenciar as pessoas e o número de votos que os próprios trabalhadores do governo foram capazes de lançar em eleições eram todos relativamente pequenas em comparação com o que o “povo” poderia fazer nessas áreas.

Mas agora, esses trabalhadores do governo tem cerca de 20% dos votos, e eles também têm recursos que são absolutamente inatacáveis.

Com efeito, para rufar os tambores para este ponto, apenas imagine se você tivesse 1 bilhão de dólares anualmente para distribuir a quem desejar. E, além disso, imagine que, anualmente, você distribuiu este 1 bilhão de dólares para pessoas cujo trabalho apoiou um grupo ativista. Você certamente pode imaginar quão grande seria o impacto que este grupo ativista então seria capaz de fazer, do outro lado do país.

Apenas 1 bilhão de dólares vão fazer!

Mas os Joe Bidens deste mundo de hoje em dia distribuem bilhões de dólares anualmente para trabalhadores do governo e para destinatários de benefícios que são obrigados a apoiar “o governo” a fim de se beneficiarem.

E o resultado tem sido de que os governos ocidentais têm sido capazes, com muito sucesso, de enganar o público em acreditar – e “votar” – naquelas ideias e noções que, na verdade, são na maior parte em benefício para o governo, em vez de benefício para o povo; a quebra proposital de relacionamentos sendo apenas um exemplo disso.

Com efeito, quando se trata de questões dos homens, já vimos os governos ocidentais de todos os quadrantes mentindo, falsificando, enganando, ignorando, bloqueando e trapaceando em tantas áreas – sempre no sentido de causar mais problemas para homens, mulheres e crianças, quando se trata de seus relacionamentos – que é simplesmente impossível escapar à conclusão de que danificar relacionamentos alheios é um objetivo principal dos governos ocidentais.

E a razão para isto é muito clara.

Como já mencionei anteriormente em relação a nossa sociedade idílica fictícia, prejudicar as relações entre as pessoas cria uma mina de ouro absoluta para os governos ocidentais. É uma vitória de jackpot de loteria perpétua.

E, claro, há muitas outras maneiras através das quais os governos podem incentivar relações a se romperer – formas que vão além daquelas que têm a ver com estreitar as relações pessoais.

Por exemplo, incentivar a imigração excessiva faz com que as relações no seio das comunidades tornem-se muito mais tênues e incertas. E, claro, o governo se beneficiará com isto como resultado da crescente desarmonia e insegurança que isso causa. Além disso, o governo irá se beneficiar se os imigrantes são produtivos ou destrutivos. Se eles são produtivos, o governo obtém mais dólares de impostos. Se eles são destrutivos, o governo pode justificar mais impostos e mais poder para lidar com os problemas que se seguiram.

Assim, a imigração excessiva também é ganha-ganha de qualquer forma para o governo.

A idéia toda é, claramente, quebrar pedaços tanto quanto possível qualquer senso forte de coesão e/ou de segurança que as pessoas podem ter umas com as outras.

Com efeito, as maneiras em que este perpétuo jackpot de loteria pode ser coletado é tornar-se cada vez mais reconhecido e apreciado pelos governos em todo o mundo – é por isso que o feminismo, e a política feminista, está agora sendo retomado tão avidamente por eles – e tão rapidamente.

E outra vez, você pode ouvir um político promovendo alguma noção nova inspirada no feminismo nos Estados Unidos na segunda, e na quarta-feira, a mesma noção está sendo proposta por outro político em algum lugar na Europa ou na Ásia.

E isto é porque os ativistas e políticos experientes sabem muito bem de fato de onde vem o seu poder. E milhões deles, agora, sabem que cada noção – cada regra, regulamento, política ou lei – que incentiva relacionamentos alheios a quebrar sempre lhes traz benefícios adicionais; considerando que qualquer coisa que vai incentivar as pessoas a ficar perto uma da outra é provável de empurrar o governo – e, daí, empregos do governo – para fora da janela.

Um bom exemplo disto pode ser visto em minha peça intitulada Feministas Destroem o Planeta em que é de notar que o primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, introduziu um grande número de condições para ajudar a reduzir as emissões de carbono a fim de combater o aquecimento global – alegadamente, “a questão mais importante dos nossos tempos” -, mas nem uma vez ele aborda o fato de que a tendência crescente para as pessoas a viverem sozinhas está tendo um grande impacto negativo sobre o meio ambiente – em muitos aspectos, não só através de emissões de carbono resultantes maiores.

E a razão por que Gordon Brown não vai fazer nada para incentivar as pessoas a viverem juntas – através de sua retórica ou através de suas políticas – é porque ele sabe muito bem que quanto mais pessoas vivem firmemente juntos, menos elas vão querer o governo.

E, claramente, esse querer governo é muito mais importante para ele do que aquilo que ele próprio alegou ser “a questão mais importante dos nossos tempos”.

Certamente não poderia ser mais claro. Manter a tendência crescente para que as pessoas vivam separados é realmente mais importante para Gordon Brown que reduzir as emissões de carbono – apesar de toda a sua retórica sobre o último ser uma questão de importância de escala planetária.

E isso certamente deve dar a você alguma idéia do quão importante para os governos ocidentais realmente é a quebra de relacionamentos da população.

Na verdade, os políticos ocidentais e milhões de trabalhadores do governo ficariam horrorizados se as pessoas começassem a se dar muito bem umas com as outras.

E esta é a verdadeira razão por que os governos ocidentais amam o feminismo.

É o martelo perfeito para desfazer os relacionamentos alheios.

Em Resumo:

1. Romper relacionamento é uma mina de ouro para o governo e para os trabalhadores do governo. Feminismo é, portanto, uma ideologia que serve aos interesses dos governos ocidentais e dos seus trabalhadores muito bem, de fato.

2. Os governos são agora extremamente poderosos, com políticos capazes de dar bilhões de dólares todos os anos para milhões de trabalhadores do governo que vão estar muito interessados em promover seus próprios serviços – o que eles serão capazes de fazer com muito sucesso – particularmente se adotarem o objetivo principal das feministas de quebrar os relacionamentos alheios.

3. É inconcebível que estes trabalhadores do governo não usarão sua influência enorme para se servirem.

4. É absolutamente inegável que os governos ocidentais e os trabalhadores do governo têm, ao longo dos anos, derramado uma enorme quantidade de sua energia e gasto bilhões de dólares dos nossos recursos, na criação e promoção de leis, políticas e propaganda que são especificamente projetadas para tornar as relações pessoais próximas difíceis de criar e difíceis de manter.

De fato, a atual vice-líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Harriet Harman, declarou abertamente que o casamento é “irrelevante” para políticas públicas, e na verdade, ela descreveu altas taxas de avarias de relacionamento como “desenvolvimento positivo”. (Como a maioria das feministas, ela acredita que relações estáveis entre gêneros oprimem as mulheres.)

E a única conclusão realista que alguém pode fazer é que, quando se trata de relacionamentos da população, os governos ocidentais e os trabalhadores do governo estão propositadamente procurando danificar esses relacionamentos tanto quanto possível.

NOTAS FINAIS:

1. As pessoas frequentemente acham difícil acreditar que os funcionários do governo poderiam ser tão maliciosos em relação a seu próprio povo apoiando políticas e noções que irão prejudicá-los.

E há duas coisas a dizer sobre isso.

Em primeiro lugar, não há dúvida em minha própria mente que muitas das pessoas no topo do governo e no topo de departamentos governamentais são maliciosas – friamente, insensivelmente maliciosas. E eles frequentemente sabem muito bem que o que estão fazendo é prejudicar o seu próprio povo. Mas isto é sem significado real para eles. Em outras palavras, eles não se importam. Sua única preocupação é servir-se de alguma forma.

Um bom exemplo disso é a maneira em que muitos políticos e funcionários do governo – que deviam saber melhor – têm evitado discutir a questão da ausência do pai por tanto tempo apesar do tributo pesado que ele claramente tem tomado de tantas pessoas e da sociedade como um todo.

Esse tributo pesado claramente não importa para essas pessoas.

E por que deveria? Afinal, isso lhes dá empregos, dinheiro, pensões etc etc etc

Outro exemplo seria a maneira em que educadores têm escolhido ao longo dos anos ensinar as crianças a ler usando um dos métodos mais ineficientes imagináveis – um método que estava conhecidamente colocando em desvantagem tanto os nossos meninos quanto as nossas meninas quando chegou à leitura, mas que também estava conhecidamente colocando em desvantagem os meninos muito mais.

É inconcebível para mim que educadores nos escalões mais elevados não estavam cientes da degradação em habilidades de leitura que estava ocorrendo ao longo dos anos devido à utilização de métodos de ensino ineficientes (ou seja, a degradação em curso foi sendo encoberta) e também é inconcebível para mim que eles não estavam cientes de que seus métodos de ensino eram, na verdade, ineficientes; particularmente para os meninos.

Na minha opinião, o método de ensino de leitura – juntamente com uma série de outras iniciativas educacionais que tiveram lugar ao longo dos anos, em detrimento dos meninos – foi realmente projetado para minar o progresso educacional dos meninos em relação às meninas.

E se isso é difícil de acreditar, então, por favor, tenha em mente que esses mesmos educadores, que foram durante décadas tão preocupados com a falta de modelos de papeis femininos no local de trabalho, agora estão dizendo que modelos de papeis para meninos no cenário educacional (por exemplo, ter mais professores homens nas escolas) são sem importância afinal.

Além disso, aqui no Reino Unido, tivemos tanto políticos de esquerda quanto professores de esquerda recentemente dizendo que nada deveria ser feito para ajudar nossos rapazes a alcançar as meninas. Até mesmo a assim chamada Comissão de Igualdade de Oportunidades está dizendo isto; por exemplo, veja isto no Times, “Parem de ajudar os rapazes, diz Vigilância da Igualdade”.

E a pergunta que eu continuo me fazendo é que quantas provas mais serão necessárias antes de acordar as pessoas para o fato de que os governos ocidentais – particularmente os governos de esquerda – estão fazendo tudo o que podem para minar as suas próprias sociedades – particularmente seus próprios homens – e que eles estão fazendo isso para beneficiar a si mesmos.

Agora, eu poderia dar a você muitos mais exemplos que – na minha opinião pelo menos – fornecem uma prova incontestável de que muitas dessas pessoas que trabalham para o governo são maliciosos e egoístas, mas acho que vou parar por aqui, e apenas salientar que a falta de preocupação dos governos ocidentais com a ausência do pai e com a educação pobre dos meninos não pode ser descrita como algo diferente de “mal-intencionada” quando se trata de avaliar suas atitudes verdadeiras em relação ao “povo”.

Além disso, o custo para nós todos de não fazer nada para resolver estes dois problemas específicos equivale a centenas de bilhões de dólares anualmente em todo o mundo ocidental, e isso equivale a uma enorme quantidade de infelicidade para milhões de pessoas.

Os governos, no entanto, se beneficia enormemente dessas coisas. E aqueles no topo sabem muito bem que este é o caso.

(Para mais uma prova de que os trabalhadores do governo são muitas vezes enganadores e maliciosos, veja minha obra intitulada “Não os Respeite”.)

Em segundo lugar, também é quase certamente verdade que a grande maioria dos “trabalhadores do governo” não tem idéia de que mal podem estar causando ao povo por apoiar e promover o “governo” – particularmente governo corrupto, o que é o que na maioria das vezes parece que temos hoje em dia. Suas visões tendem a ser muito restritas, e eles tendem a saber apenas o que eles precisam saber para fazer seus próprios trabalhos em particular.

No entanto, também existirão centenas de milhares de trabalhadores nas fileiras superiores que só vão empurrar um pouco aqui e um pouco ali para obter algumas vantagens para si próprios.

Por exemplo, oficiais superiores da polícia vão querer impressionar seus governantes políticos ganhando tantas condenações por estupro quanto possível. Eles vão querer ganhar mais pontos proclamando aqui e acolá que mais deve ser feito para pegar mais estupradores. E eles pedirão para sempre por mais e mais recursos.

E os policiais não vão admitir abertamente ao público o fato de que, na prática, a maioria das alegações de estupro feitas a eles são realmente falsas; porque fazer isso prejudicaria suas próprias posições.

E então, em todo o mundo ocidental, com milhares de oficiais de polícia querendo impressionar seus mestres, e com milhares querendo mais recursos para seus departamentos, o efeito deles empurrar um pouco aqui e um pouco ali (por exemplo, exagerar, deturpar os fatos etc etc) sempre no sentido de querer um pouco mais para si mesmos, equivale a uma força muito grande na verdade.

E esta grande força pode ser tão prejudicial para a sociedade como um todo, ou a um determinado grupo dentro dela, que a sua natureza pode ser muito “maliciosa” mesmo que os indivíduos que estão criando esta força (neste caso, policiais sênior) não estejam necessariamente com a intenção de ser maliciosos. Eles podem simplesmente estar servindo a si mesmos, digamos, colocando um certo giro sobre várias questões.

Mas é isso que acontece em todos os departamentos do governo.

As pessoas que os dirigem querem mais dinheiro, mais poder, mais influência, mais segurança, mais status, mais respeito e mais clientes potenciais. E então, claro, eles tenderão a fazer o máximo que puderem para alcançar estas coisas.

E então, muito claramente, as forças mal-intencionadas que podem surgir do governo podem ser fantasticamente enormes em seu impacto, apesar de que a maioria dos indivíduos que criaram estas forças não estava pretendendo ser maliciosa. Eles só estavam a tentar, digamos, promover suas próprias ambições pessoais – o que é algo que todos nós fazemos.

Em resumo: haverá aqueles no topo que estão bem conscientes do dano que estão causando às pessoas, por exemplo, incentivando conscientemente a ausência do pai (ou seja, são maliciosos), mas também haverá centenas de milhares de pessoas, ligeiramente mais abaixo na cadeia, que vão estar empurrando um pouco aqui e ali na mesma direção (incentivando a ausência do pai) simplesmente para manter seus impérios – os impérios que as pessoas mal-intencionadas acima estão promovendo e financiando.

E o resultado é uma força muito grande que é muito decididamente maliciosa.

2. Minha própria opinião é que se dermos uma olhada no poder atualmente sendo empunhado pelo governo, pelo negócio e pelo “povo” neste momento no tempo, veremos que “o povo” tem uma voz muito pequena – com “os homens” não tendo quase nenhuma voz afinal. E o gráfico a seguir provavelmente representa muito melhor do que o gráfico acima como as forças destes três grupos atualmente são correspondidas.

O governo agora tem a voz maior, e as pessoas têm a menor. (Por razões de simplificação, não mencionei a grande mídia mas, em geral, a saída da mídia é ainda muito fortemente ideologizada e restrita pelo governo e pelos negócios.)

Agora, dado que o governo serve principalmente a si mesmo, e dado que o governo tem recursos praticamente inexpugnáveis com os quais fazer isso, e dado que há, claramente, tanto mais que governo pode ganhar (e manter) quebrando continuamente os relacionamentos das pessoas, e tendo em conta que agora temos tantas provas irrefutáveis demonstrando claramente que os governos ocidentais estão, na verdade, fazendo seu melhor em muitas frentes para quebrar os relacionamentos das pessoas (um “desenvolvimento positivo”, de acordo com Harriet Harman) me parece que as pessoas devem fazer o seu melhor para minar o poder do governo.

E a maneira mais simples de fazer isso é apoiar apenas aqueles políticos que prometem escancaradamente reduzir a carga tributária e opor-se com mais veemência aos políticos que são susceptíveis de aumentá-la.

Isto normalmente significa apoiar a direita ao invés da esquerda, mas, infelizmente, a questão não é tão simples, porque os tempos realmente mudaram. E existem hoje em dia muito poucos políticos, com efeito, que têm muita preocupação com “o povo”. Os da esquerda são, a meu ver, em sua maioria corruptos – sempre buscando dar poder a si mesmos e seus comparsas através da expansão e do fortalecimento do governo independentemente do custo para as pessoas – e os da direita estão muitas vezes apelando aos desejos de grandes corporações e empresas poderosas. E então já não há mais qualquer voz forte dentro dos círculos do governo que representa pessoas reais, comuns.

E talvez a parte mais preocupante disso tudo é que qualquer político – de esquerda ou de direita – quem se atreva a defender “o povo” de qualquer forma significativa será empurrado rapidamente para relativa obscuridade pelos outros políticos que receberão apoio maciço dos quebradores muito poderosos cuja única preocupação é promover os interesses de grandes empresas ou do grande governo.

E então, apesar de tudo, me parece que não há nenhuma representação real do “povo” dentro do governo (e certamente não há nenhuma representação dos “homens” dentro dele) e, além disso, que qualquer representação do “povo” que ocorra fora do governo está atolada hoje em dia principalmente pela enorme quantidade de propaganda interesseira (particularmente de trabalhadores do governo) que se derrama a favor do “grande governo”.

E, infelizmente para nós, esse dilúvio de propaganda interesseira é proveniente de pessoas que se beneficiam muito generosamente do fato de romper e minar os relacionamentos das pessoas – e, de fato, por colocá-las umas contra as outras.

Sua estratégia global é, bem claramente, “dividir e governar”…

… o que é um dos mais antigos e um dos mais eficazes truques a ser encontrados no manual daqueles que desejam se empoderar à custa dos outros.


Angry Harry é um ativista veterano pelos direitos dos homens.

Artigo original, em inglês: http://www.angryharry.com/esWhyGovernmentsLoveFeminism.htm

Abigail Pereira Aranha é uma blogueira anti-feminista, ativa há quase uma década. Ela escreve sobre política, sociedade, e entretenimento adulto – ou putaria, como ela mesma gosta de dizer.

Artigo traduzido por Abigail Pereira Aranha, no blog A Vez dos Homens que Prestam (18+): http://avezdoshomens.blogspot.com.br/2015/10/por-que-os-governos-amam-o-feminismo.html?zx=2875fe16697088d6 (18+)

título é um baita chamariz. Mas a verdade é que isso é algo que realmente acontece. Alguém pinta a Real como o grupo do Lobo Mau, e logo aparece um “metedor de real” fazendo proselitismo, como se o crítico fosse dizer “oh! agora eu vi a luz”, e apagasse o texto.

Não seja mais um desses.

diagrama, em caso de dificuldade em interpretar textos.

Tem nego que hoje é popular por ter criticado a real, simplesmente porque realistas burros vão lá dar atenção e discutir as mesmas ladainhas de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, e de novo, ad nauseam. E o que é pior, perdem a paciência e acabam sendo grosseiros – o que é tudo o que o chato quer, pra poder se vitimizar.

Isso não vai resolver a desavença com os realistas, não ajuda a real em nada, não ajuda você mesmo em nada. Mas o tal crítico, esse ganha atenção de todos os lados (realistas, não realistas e anti-realistas). Daqui a pouco o cara tem dez mil seguidores, tudo graças a um bando de manés que tratam a real como se fosse religião fundamentalista, e tudo o que o tal “crítico” precisou fazer foi dar ctrl+c ctrl+v na mesma chatice, repetidamente. E isso quando existem dezenas de textos na real alertando sobre se deixar ser manipulado.

Críticas devem ser ouvidas e analisadas

porque certamente nem a real nem os membros deste grupo são perfeitos e infalíveis, mas quem quer participar de debates, tem que saber diferenciar uma crítica válida de uma iscaTrolls e attention whores não se importam se a atenção dada a eles é boa ou ruim. De fato, eles dependem de alguém pra retrucá-los, para o eles que fazem ganhar força. O modo eficiente de se lidar com eles é dar nenhuma atenção.


O texto acima coloca os realistas como protagonistas, mas ele pode ser aplicado a qualquer grupo, em diversas situações: perder tempo refutando chavões retardados de feministas, afronazistas, zés droguinhas e gayzistas, alimentar criadores de picuinha entre católicos e protestantes, etc. 

A vida é muito curta para se perder tempo com paspalhos ativistas, caçadores de fama e desocupados. 

E você se pergunta porque a sociedade está no buraco, e moralmente falida…

Durante suas visitas aos Estados Unidos no final dos anos setenta, Foucault ficou fascinado pelo panorama homossexual de San Francisco com suas termas, bares gay, correntes, chicotes e rituais sadomasoquistas. O sadomasoquismo em especial representava o que Foucault chamou uma “experiência-limite”, uma situação-limite existencialista na qual as forças vitalistas do ego poderiam livrar-se da “falsificação do prazer através do sexo eminentemente genital”. Foucault veio a acreditar no que Artaud discutira nos anos quarenta, que “o corpo humano é uma bateria elétrica cujas descargas foram castradas e reprimidas” por tabus civilizados. Isso incluía o toma-lá-dá-cá da dor como um ritual sexual no qual, a experiência de extremo sofrimento nos indica as fronteiras do comportamento humano”. Sob o chicote ou as pulseiras de ferro o corpo inteiro se torna um campo energizado para um “jogo da verdade” nietzschiano. […] Ao constatar que havia contraído AIDS como consequência de sua busca de perversão sexual, Foucault também deduziu que essa era apenas outra experiência-limite: o sexo como uma forma de morte, assim como também o poder de conceder a morte a outro através do sexo.

«Durante pelo menos dois anos após ter contraído AIDS (de 1982 a 1984), Michel Foucault continuou frequentando os vários locais de orgia gay, transmitindo intencionalmente a doença para seus parceiros anônimos. “Estamos inventando prazeres novos além do sexo”, falou Foucault a um entrevistador – nesse caso em particular, o sexo como assassinato.”» (Arthur Herman, A ideia de decadência na história ocidental. Record, 1999, p. 370-371)

«Michel Foucault se autoproclamou pedófilo» (Thomas E. Schmidt, La homosexualidad: compasión y claridad en el debate. Editorial Clie, 2008, p. 64)

«Foucault se opôs à criminalização do estupro.» (Terry Eagleton, A ideologia da estética. Jorge Zahar editor, 1993, p.284)

«Foucault defendia a descriminalização de todo tipo de sexo, incluindo o incesto, a pedofilia e o estupro.» (James Miller & Jim Miller, The Passion of Michel Foucault. Harvard University Press, 2000)

«Foucault via a experiência da AIDS como desdobramento da experiência orgiástica. Morrer de tanto prazer. […] O sexo como valor supremo da existência, cujo heroísmo pode ser mensurado pela busca do prazer ilimitado. O ilimitado é inatingível, conferindo valor ao signo que se arrisca nas escarpas da transgressão, buscando desfazer-se de seu ser letra, tornando-se corpo significante, corpo suporte, corpo em pedaços, à caça de sensações cada vez mais intensas, em busca do êxtase infinito, final, fatal.» (André Queiroz & Nina Velasco e Cruz, Foucault hoje? – Rio de Janeiro: 7Letras, 2007, p. 182-183)

«Michel Foucault acreditava que era mais factível encontrar a emancipação moral e política apedrejando policiais, frequentando banhos gays de São Francisco ou os clubes sadomasoquistas de Paris, do que nos bancos escolares ou nas urnas eleitorais. E em sua paranoica denúncia dos estratagemas de que segundo ele se valia o poder para submeter a opinião pública aos seus ditames, negou até o final a realidade da AIDS, a doença que o matou, considerando-o como uma fraude a mais do establishment e dos seus agentes para aterrorizar os cidadãos, impondo-lhes a repressão sexual. » (Mario Vargas Llosa, Breve discurso sobre a cultura, Revista Dicta&Contradicta, n.6)

«Foucault propunha a total renúncia às noções de razão e desrazão, de verdade e falsidade, e até mesmo do ser humano enquanto ser espiritual e mental. » (Arthur Herman, A ideia de decadência na história ocidental.Record, 1999, p.364)

«A transvaloração dos valores de Nietzsche se tornou para Foucault um programa infinito de “transgressão”, a declaração de uma guerra contra a sociedade por meio da celebração do crime e da perversão sexual. » (Arthur Herman, A ideia de decadência na história ocidental. Record, 1999, p. 366-367)

«Foucault dizia: “Não existe o corpo natural, inclusive seus atributos biológicos se criam através de discursos científicos e outros discursos sociais.”» (Mónica Cevedio, Arquitectura y género: espacio público-espacio privado. Icaria Editorial, 2003, p. 18)

Para Foucault, «o poder moderno a respeito da vida, o “bio-poder”, consiste da opressão de corpos individuais e do comando de populações, ambos se ligando em prol da normatização da reprodução». «A gestão da via se reveste de todo um aparato político. A defesa da vida enquanto tal, como fazem os movimentos contra o aborto, encobre outros desígnios; afinal o controle do corpo das mulheres e da procriação, que produzem a hierarquia e a assimetria política entre os sexos, técnica de controle das populações.» (Cf. Alfredo Veiga Neto & Margareth Rago, Para uma vida não-fascista. Autêntica, 2013, p. 390; Michel Foucault, Microfísica do poder)


Com esse tipo de “pensador” como modelo universitário, não é de se admirar que cada vez mais as universidades se tornem um aglomerado de pseudo-intelectuais vitimistas, amantes do relativismo e da liberdade irresponsável. Quando se inverte os valores morais da sociedade, ela passa a ser governada pela escumalha.

O problema é que esse tipo de lixo encontra saída por conta de uma falha na educação que ocorre em casa, que é a pregação de permissividade e tolerância ao ponto da conivência, e não ensinar ao jovem como lidar com pressão social. Como resultado, para não se sentir excluído, ele acaba cedendo ao assédio dos grupinhos de mentecaptos que aceitam cegamente tudo o que seu professor marxista prega.

O modo de combater esse tipo de “educação”, é não dourar a pílula em casa, e informar ao jovem, com que corja de filhos da puta degenerados ele terá que conviver no ensino médio e superior.

Vivemos em uma época em que a esquerda tem tido grande êxito em criminalizar e enterrar os modelos em quem os homens tendem a se inspirar, bem como sabotar identidades masculinas positivas – como ser pai de família e/ou ter uma carreira bem sucedida (através da destruição da família e da iniciativa privada), criando uma geração de homens apáticos, ressentidos, e incertos quanto ao futuro.

E é neste cenário que alguns modelos nada convencionais tem despontado, circunventando a falta de incentivo e as constantes campanhas vexatórias promovidas pelo movimento vitimista e pelos punheteiros da justiça social. Aqui, faço uma análise de dois modelos.

Aziz Sergeyevich Shavershian, O Zyzz (1989-2011)

Nada mal pra um nerd jogador de WoW, não?...

Zyzz, antes e depois.

De origem russa, mas cidadão australiano, Zyzz era o típico “frango” nerd, sem muitos amigos e invisível para as mulheres, que resolveu mudar e se tornou uma lenda entre aqueles que frequentam academia, e uma inspiração mesmo entre aqueles que não o fazem, devido ao seu discurso. Indo na contramão dos movimentos de aceitação da preguiça e feiúra, Zyzz pregava o auto-aprimoramento físico e a mudança de estilo de vida, como a saída da tristeza, apatia e falta de auto-estima, para uma vida mais feliz e plena. Apesar de criticado por muitos, pelo uso de anabolizantes (os quais ele nunca escondeu que tomava), Zyzz conseguiu a admiração até mesmo de fisiculturistas, por conta do resultado dos seus esforços pessoais.

Talvez a pedra no caminho de Zyzz tenham sido seus excessos. Zyzz foi do oito ao oitenta, passando de nerd introvertido a baladeiro. Onde antes havia apenas uma conta de jogo online, agora haviam os fins de semana gastos em baladas, raves, e bebida. Onde antes havia invisibilidade, agora haviam mulheres fazendo fila pra transar com ele. Talvez os excessos, somados ao uso de anabolizantes, tenham causado – ou agravado um possível problema congênito que levaria à – sua morte.

Talvez as maiores lições de vida deixadas por Zyzz, sejam:

– Acreditar em si mesmo;
– Motivar os outros a mudarem e se aprimorarem, seja através de palavras, exemplos ou mesmo demonstrando resultados pessoais;
– Todo mundo morre, mas nem todo mundo vive. Mesmo que excessos e erros tenham levado a um ataque cardíaco aos 22 anos, Zyzz optou por viver ao invés de apenas sobreviver, e lutou pelo que acreditava ser seu propósito maior.

Dan Bilzerian, o Blitz

Que vida chata...Dan Bilzerian é um jogador de poker profissional, e uma celebridade da internet, com suas fotos de estilo de vida extravagante. Dan teve sua vida e estudos assegurados previamente pelo pai, Paul Bilzerian, um tubarão de Wall Street que realizava tomadas corporativas (algumas dessas tomadas falhariam, e o levariam à falência e à prisão, anos depois). Falhando em ingressar nos Seals (forças especiais da marinha americana), ele ingressou na universidade, se formando em Negócios e Criminologia.

Bilzerian se tornou conhecido como jogador de poker e apostador, E mais tarde, como celebridade da internet, tendo a suas excentricidades documentadas e exibidas online. Claro, as extravagâncias de Bilzerian também lhe trouxeram revezes, tanto por brigas, quanto por excentricidades que não deram muito certo.

É pouco divulgado que Bilzerian faça algum tipo de filantropia, ou que faça jus ao seu diploma, possuindo negócios concretos; publicamente, Bilzerian é o estereótipo do playboy caçador de emoções – só que riquinhos mimados dificilmente mantém suas fortunas, quanto mais as ampliam. Bilzerian é pragmático, e tem uma noção considerável (mas não infalível) de quando assumir riscos.

A despeito dos processos, hostilidade, e especulações a respeito de seu dinheiro e a ligação com os negócios criminosos de seu pai, o fato é que Dan Bilzerian tem apostado nas cartas que a vida lhe deu – e continua ganhando.

… E nós.

Então temos dois caras diferentes, vindos de condições diferentes, com objetivos diferentes. Mas o que torna Zyzz e Bilzerian em modelos admirados por jovens, e adultos?

Ambos são homens livres que, numa época onde se criminaliza o mérito e se impõe a conformidade, traçaram objetivos para si, e fizeram como bem entenderam, dentro de suas possibilidades, sem dever satisfação a ninguém. Talvez o que falte aos homens de hoje, seja a percepção de que livres, eles já são – sendo necessária apenas a rejeição da conformidade e um profundo desprezo pelas campanhas vexatórias dos engenheiros sociais, que conduzem à conformidade e apatia.

E um objetivo, ou propósito maior, que é a parte que talvez seja mais difícil, pois exige reflexão sobre si mesmo, suas limitações e aonde se quer chegar. Depois disso, é trabalhar para expandir as próprias possibilidades, ter coragem para ousar, e temperança para evitar os excessos.