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Por Guilherme Macalossi

Shin Dong-hyuk nasceu na Coreia do Norte, em um campo de concentração, em 1982. Manuela d’Ávila nasceu no Brasil, em Porto Alegre, em 1981. Shin passou a infância comendo ratos e sendo torturado por oficiais do regime comunista de seu país. Manuela passou a infância de cidade em cidade, uma vez que sua mãe trabalhava como juíza. Falando em mãe, em 1996, Shin foi torturado e delatou a sua para os responsáveis pelo campo de concentração. Ela pretendia fugir com o irmão, e ele temia ser punido por causa deles. A delação de Shin valeu a execução de sua mãe e de seu irmão. Em 1999, Manuela se filiou a União da Juventude Socialista, e, em 2001, ao Partido Comunista do Brasil. Em 2004, Manuela é eleita a vereadora mais jovem da história de POA. Em 2005, Shin foi obrigado a trabalhar em uma cerca elétrica, por onde conseguiu fugir do Campo de Concentração. Manuela passou os anos que se seguiram defendendo o PCdoB, as bandeiras de esquerda e disputando outros pleitos até ser a recordista de votos em sua eleição para deputada estadual, em 2014.

Shin não desfrutou da liberdade dos comunistas burgueses do ocidente.

Shin passou os anos que se seguiram fugindo dos agentes comunistas e posteriormente se reintegrando socialmente ao mundo civilizado, na Coréia do Sul. Manuela continua comunista, tendo crescido saudavelmente em um país livre. Shin continua oprimido pelos fantasmas do passado, “ainda evoluindo de animal para humano”, segundo suas palavras ao 60 Minutes. As histórias de Shin e Manuela são paralelas, mas se entrecruzam pela força da hipocrisia de quem só vende o comunismo idílico porque passou a vida a se empanturrar de capitalismo, e pela força da tragédia de quem teve sua vida despedaçada porque passou toda ela encarando o comunismo de verdade.

A vida de Shin Dong-hyuk foi narrada em detalhes no impactante livro “Fuga do Campo 14”, de autoria de Blaine Harden. Não deixem de ler.

Link para o post original.


O que possibilita gente como Manuela D’Ávila professar tamanha escrotice e sair incólume, é a leniência com os denominados “idiotas úteis”. Idiotas úteis são, tecnicamente, vítimas do sistema. Mas eles também são promotores do sistema que vitima não apenas a eles. Não dá pra ser leniente com energúmenos que ainda hoje insistem que Cuba é um paraíso socialista, quando Alina Fernandez, a própria filha do Fidel – que teve que fugir, pra sair de lá – diz que Cuba é o inferno. E eles irão morrer repetindo essas imbecilidades, porque não existem consequências imediatas para eles; eles não vão se ferrar por apoiar um regime totalitário e genocida, até que consigam implantar tal regime dentro da sua própria sociedade.

E é por isso que os idiotas úteis devem ser não apenas refutados, mas esculhambados publicamente, para que todos os leigos vejam o que realmente está por trás do discurso de salvador da humanidade que eles professam. Isso pode ser feito como na apresentação de TV aonde a jornalista cubana Marlen Gonzalez desancou Benício Del Toro por sua interpretação de um Che Guevara versão liberalóide.

Também pode-se divulgar material como o da jovem cubana Zoe María Martínez, que explica como as coisas realmente são em Cuba, e manda os otários que a criticam irem morar lá – e não voltarem, porque ninguém sentirá falta.

A diferença deve ser sempre o foco em expor e refutar o lixo que o ativista mongolóide está defendendo, ao invés de meramente atacar o caráter do idiota útil, sem qualquer base argumentativa, como os esquerdistas fazem.

Ontem pela manhã, topei com mais uma sumidade das vitimistas, o link para o post original é este, e resumindo, se trata da história de uma “garota” de dezessete anos, com um nível de ingenuidade e passividade que beira a ficção científica, oprimida pelo pai, manipulada por um homem e abandonada grávida, oprimida pela sociedade, e morta por um aborto ilegal. O pacote Opressão Patriarcal ++ completo.

O texto é completamente desprovido de argumentos, sendo constituído de pura manipulação emocional, e isso fica claro para qualquer um com QI 100 (o das feministas gira em torno de 72, e o dos chimpanzés, 68), provido de racionalidade, e com vergonha na cara. É sabido que os conceitos de racionalidade e vergonha na cara foram criados por homens – obviamente com o intuito de oprimir as mulheres – e por isso, feministas também os rejeitam. Provavelmente se trata mais de comiseração, ou reforço ideológico para mulheres já perdidas para o feminismo, do que material para atrair leigas incautas. Sequer vem casado com alguma daquelas estatísticas 1-em-4 que já foram refutadas dezenas de vezes. Provavelmente porque não foi elaborado por uma “expert” acadêmica, mas por uma guria emo de quinze anos querendo causar.

Então, que tal variarmos um pouco, para sair da mesmice? Ao invés da habitual comiseração e conformidade ideológica, que tal olhar o texto considerando as mulheres como homens, como elas tanto sonham? – não o playboy cafajeste, o burocrata corrupto, ou o bandido consumado, que parecem ser o tipo de homem com quem elas exigem equiparação, mas com o indivíduo adulto, que será responsabilizado pelas próprias escolhas, e pelas ramificações de sua associação voluntária com estelionatários. 

O texto original segue em itálico, e meus comentários, em negrito. Já que o namoradinho é um sujeito oculto aleatório, vou tratá-lo aqui por Cafinha.

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“Joana, com 17
namorando a mais de um mês
Já pagou até boquete
mas sexo ela não fez

Joana é uma hipócrita, ou como popularmente são conhecidas, uma falsa certinha. Ao longo do texto, existem referências que implicam que Joana pertença a uma família com valores conservadores, ou a alguma religião organizada (no Brasil, certamente o Cristianismo). Só que cristãs praticantes (e teoricamente, também as conservadoras) não pagam boquete para um cara que conheceram há um par de meses, porque acreditam em guardar castidade, e compromisso antes de se entregar a intimidades sexuais. Já as mulheres liberais, que seguem apenas a parte do Cristianismo/conservadorismo que lhes é conveniente, porque gostam de receber tratamento deferencial, não verão problema em fazê-lo, contanto que isso não afete sua imagem pública de moça correta, que é a maior preocupação das falsas certinhas. 

“Não quero putaria”
falava o papai

Porque na esmagadora maioria das vezes, quem tem que arcar com os custos financeiros da putaria da filhinha, é o papai. E o problema não se restringe ao campo financeiro. Mesmo quando a mãe solteira menor de idade arruma um trabalho para aliviar o custo financeiro que ela gerou, alguém tem que cuidar do filho dela, e a tarefa acaba caindo no colo dos pais da menina. Mas aparentemente, no mundo das feministas, o pai não querer que a filha faça algo que vai resultar em futuros problemas e prejuízo para ele, é uma tremenda opressão.

mas o namoradinho ria
haha
“não quero nem saber”
você vai fazer, se me ama”
só quero saber de papai
com mamãe
na minha cama

E do que estamos tratando aqui? Um adulto olhando feio para uma criança de seis anos? Dois meses certamente é pouco para se conhecer a fundo uma pessoa, mas pode ser o bastante para colher informações gerais sobre ela. Cafinha, por exemplo, não está nem aí para os valores que Joana teoricamente segue. Ele ri abertamente desses valores. Mesmo sendo Joana uma cristã de festim, seria do melhor interesse dela não se envolver com um cara que não tá nem aí, porque isso poderia complicar a posição dela. Uma cristã praticante então, nem se fala. Mas aqui é onde geralmente vem racionalizações do tipo “ninguém manda no coração”, usadas para se isentar da responsabilidade de perpetuar relacionamentos com quem já deu sinais de que não vale muita coisa. ‘Coração’ é um eufemismo para instintos e emoções. Sabe quem mais é guiado por instintos e emoções, incapaz de exercer controle sobre estes? Animais irracionais.

No outro dia
o pai tava lá embaixo
a Joana também! por baixo do namorado!
Ela sendo despida
ele pelado

E aqui nós vemos que a falha não foi do pai opressor. O velho fez a parte dele, e depois confiou nela para seguir o que foi ensinado. Ela já tem dezessete, e não nove, caramba. 

Talvez fosse responsabilidade parcial do pai, caso o velho fosse um liberal bundão que pregasse rédea livre e zero responsabilidade. Se você passou todos os valores que tinha adiante, e ainda assim precisa vigiar sua filha, praticamente uma adulta, vinte e quatro horas por dia, ou acorrentá-la no porão para ela não fazer merda, é porque a índole dela é bem ruinzinha, e não há muito que se faça que vai adiantar muita coisa. O jeito é esperar que ela crie problemas após os 21 – quando a responsabilidade será exclusivamente dela. Mas Joana não podia esperar.

E apesar de tudo que diziam
ela sabia que não era um pecado
“coloca a camisinha”
“ô Joana, sem é mais gossstoso,
é só reza pra deus,
ele benze o meu gozo”
Joana não queria, mas acabaram fazendo

Peraí. Para saber que sexo não é pecado (na verdade é fornicação; sexo fora do casamento – ilícito), ela é capaz de pensar por si mesma. Mas na hora de recusar uma transa sem proteção, ela vai pela cabeça do Cafinha? Esse é um exemplo típico de quando a mulher se faz de burra para se eximir de responsabilidade pessoal. Ao se fazer de inocente, ela joga a culpa toda no Cafinha, quando a decisão de transar sem preservativo também foi dela. Imagina o Cafinha, na frente do juiz da Vara Familiar que está decidindo a pensão, dizendo que não queria fazer sexo, ela que obrigou? O juiz ainda era capaz de colocar ele em cana por deboche. 

Mesmo que ele ou ela fossem estéreis, existem outros fatores. E se o cara tivesse AIDS? (que ela provavelmente já contraiu, engolindo porra, mas para não desviar do texto, finjamos que os boquetes eram feitos com camisinha).

O que a falsa certinha não queria, era repercussão. Se ela realmente não quisesse sexo, gritaria estupro, e Cafinha iria para a prisão ou para o cemitério, dependendo do pai de Joana estar armado ou não. “Ah, mas ela fez por amor”… Ah, e com um par de meses ela já ama loucamente o Cafinha pra fazer o que ele quer. Mas para seguir a determinação do otário que deu teto, roupa e comida pra ela por dezessete anos, aí é opressivo? Mais evidência de que tipo de mulher Joana realmente é. 

fizeram na fé
“Deus, eu fico te devendo”
Mas Deus não perdoou…

Fé, Deus… Bão, se fosse fosse questão de religião, teriam guardado castidade, e feito depois do casamento, onde gravidez não seria um problema. Mas como Joana é hipócrita…

A pílula falhou!
Chazinho não funcionou!!
Joana enjoou!!!
Será que engravidou???

Todo modernete imbecil debocha das pessoas que tem algum princípio moral, dizendo que eles consideram que sexo é só para procriação – só que os mesmos modernetes tratam sexo como se fosse apenas para recreação, ignorando que a função biológica do sexo É a procriação da espécie. Exceto em casos de esterilidade, encher uma mulher de leite tem sempre uma porcentagem variável de chance de resultar em gravidez, ainda mais ela estando no auge da fertilidade, enquanto nova.

(Será amor? amor…?)
namorado fugiu
pra onde ele foi? alguém viu?

Naaaahh, que absurdo! Quem poderia imaginar que o Cafinha iria comer e sumir? Afinal, cafajestes são famosos por honrar compromissos e assumir responsabilidades, e não o contrário, certo?
Certo? 
É claro que os homens devem ser responsáveis e não sair engravidando mulheres por aí, e caso o façam, devem assumir a responsabilidade sobre a criança. E basta um nível de inteligência rudimentar para saber que os cafajestes são estelionatários, só pensam em si mesmos, em tirar proveito dos outros, e não vão assumir porra nenhuma. Exatamente por isso eles são rotulados como cafajestes.   

Exatamente por isso, a responsabilidade final sobre o sexo recai sobre a mulher, que vai arcar com as ramificações do ato sexual – A gravidez. Cabe a mulher negar sexo à homens que não prestam, ou exigir compromisso na criação dos filhos resultantes do ato. Mas essas mulheres alternam de fortes e independentes à vítimas incapazes, para se eximirem da própria responsabilidade sexual, e não se privarem de trepar casualmente com a escória do sexo masculino. As mesmas mulheres que choramingam sobre a conotação ruim trazida pelo rótulo ‘vadia’, porque fazem do rótulo ‘cafajeste’ um distintivo de honra.

Aqui também, curiosamente, Joana nem sequer cogita tratar do aspecto Legal das ações de Cafinha. Ainda que Cafinha não deva porra nenhuma à Joana (agradeça ao feminismo por ter te libertado, Joana), ele tem obrigações legais para com a criança. Quando os Cafinhas tem a grana de um Neymar, as mulheres instantaneamente procuram os direitos da criança (bem como a guarda primária), e não se importam nem um pouco com a fama de interesseira e golpista. Talvez o volume de dinheiro atenue o sofrimento de um tratamento tão injusto… 

“O que eu vou fazer?
Pra quem eu vou contar?
Não quero esse filho, eu vou é me matar!

Até parece.

Não… vou falar pra Maria, do salão
Ela vai entender a minha situação”
Joana, contou todos os lances
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém”
“não conta pra ninguém!!!”
Joana…
todo mundo já sabe do teu neném!

Resultado óbvio. A gravidez da Joana é um problema particular, que ela não deveria expor publicamente. Quando o Cafinha pulou fora, e diante da própria incompetência em resolver o problema sozinha, ela deveria aceitar as consequências e levar o problema para os pais dela E para os dele, aceitar o esporro, e dar um jeito na própria vida. Mas como boa modernete, ela preferiu seguir tratando com pessoas que não tem o menor comprometimento com ela. Joana não procurou a família porque não queria repreensão; queria comiseração e aprovação para se sentir melhor consigo mesma. 

“Vagabunda, engravidou na adolescência!
Na hora tava bom?
vadia sem consciência!

Mas é verdade. Na hora em que o Cafinha estava gozando dentro com o consentimento e cumplicidade dela, ela não estava preocupada com o futuro, estava? E agora que o futuro chegou, o quê? Ela é uma vítima sem agência, num mundo patriarcal que controla as ações das mulheres? Se fosse este o caso, o namoradinho cafajeste de Joana teria que passar pela aprovação do pai dela, e mesmo que passasse, jamais estaria sozinho no quarto com ela. A ironia é que num mundo patriarcal, Joana provavelmente não se tornaria mãe solteira.  

Olha lá? ela falou em abortar!
abortar?
Por que não pensa logo em se matar?
assume (assume!)
assume (assume!)
assume (assume!)
assume (assume!)

O que as feministas/abortistas não levam em consideração, é que a sociedade é contra Joana abortar o filho, do mesmo modo que é contra o Cafinha abortar Joana por não querer o filho. Caso contrário, o goleiro Bruno teria sido preso injustamente. “Meu dinheiro, minhas regras”. Na famigerada distopia Patriarcal alardeada pelas feministas, os homens colocariam dinheiro em “experts” para provar que “mulher grávida não é gente, é só um amontoado de células, um mero parasita que pode ser abortado sem problemas”.

Mas como os homens não fazem isso, elas então alegam que o “aborto masculino” é liberado, e acontece quando o Cafa sai fora – mas omitem que existem leis para impedir que o sujeito fuja da responsabilidade, e que oferecer sexo à esse tipo de homem sempre foi opção delas. E o sexo tem por consequência, a gravidez. O cafajeste que engravida a mulher e foge, o é porque a mulher escolheu o cafajeste para ser o pai do filho dela. Também há a alegação de que a mulher não busque a justiça por medo do que o namoradinho bandido vá fazer contra ela. Novamente, o problema começou no tipo de homem que ELA escolheu para se relacionar.

Na hora de se envolver com bandido, a vida é dela, a decisão é dela e ninguém tem nada com isso. Na hora em que os problemas surgem, “ain, sou vítima, não tive nenhuma escolha”. Essas mulheres, e todas as que as defendem, não valem porra nenhuma. 

E lava esse teu perfume de vagabunda
que nojo dessa buceta
cobre essa tua bunda!”
cala tua boca, ANDA DE BURCA!

Vitimismo purinho. Fez merda e acha que, por ser repreendida, está sendo tratada como muçulmana. Se fosse o caso, Joana estaria MORTA por ter atentado contra a honra da família.

Joana chorava,
não tem mais ninguém
ta que nem muita prostituta
sem família, e com neném

Mais vitimismo. Já foi o tempo em que prostituta era sinônimo de mulher destituída, sem qualquer outra opção na vida. Tem bastante prostituta hoje que é garota de classe média, universitária, visando dinheiro fácil. Assim como as prostitutas universitárias, Joana está longe de ser uma coitadinha. Ambas fizeram uma escolha. E escolhas tem consequências.

E agora, e agora?
meu pai vai me espancar
mas ah, tem jeito

mamãe me ensinou a tricotar.
Sangue e choro… no chão do banheiro
morreu mais uma vagabunda
aos olhos do Brasil inteiro

A morte de Joana é resultado das escolhas de merda que ela fez em vida. Ignorar o pai. Se envolver com um vagabundo. Abrir as pernas sem proteção. Tornar seu problema público, em busca de aprovação. Descontar covardemente seu problema no próprio filho, ao invés de assumir a responsabilidade pelo que fez. 

aborto sem sucesso
país sem progresso

Me traz mais um chá de canela
que a próxima deve ser a Gabriela.”

Provavelmente porque Gabriela é outra vagabunda sonsa e burra.

‪#‎LegalizeOAborto‬ ‪#‎VentreLivre‬

Tentar explicar para uma feminista/abortista que o corpo da criança não é dela, que ela tem responsabilidades e não apenas direitos, e que não pode sair matando ao bel prazer, é como explicar leis e moralidade a ladrões, traficantes, e qualquer outro animal falante incivilizado. 

Assim como latrocínio, e tráfico de drogas, aborto – salvo em casos de estupro e risco de vida – é crime previsto no código penal. Mulheres que morrem praticando aborto clandestino não são vítimas, são criminosas, e as que sobrevivem ao procedimento, deveriam ir para a cadeia – coisa que não acontece porque historicamente, a sociedade, opressora que é, passa a mão na cabeça das mulheres.

Alguns dos argumentos mais comuns (que não implicam no uso de estatísticas falsificadas) é o de que mulheres ricas abortam com impunidade, enquanto às pobres tem que arriscar a vida. O que é basicamente o argumento que os petistas usam sobre o porque os políticos do PT deveriam cometer crimes e ficarem impunes: porque os do PSDB também ficaram impunes. Ao invés de lutar por um sistema legal eficiente e por menos impunidade, essas pessoas lutam para legalizar o crime e por mais impunidade. O nível de inveja, estupidez, e falta de caráter é surreal.  

A morte dessas mulheres deve ser tão lamentada quanto a do assassino/traficante que morre durante a prática do crime, ao trocar tiros com a polícia. 

Um fenômeno recente, pelo menos no exterior, é a aparição de diversas páginas de mulheres contra o feminismo. Seja em redes sociais, blogs, tumblr, vlogs, declarações de jovens atrizes, muitas mulheres parecem acreditar que o feminismo já atingiu suas metas e, portanto, é desnecessário, ou que desvirtuou e que agora é algo nocivo às próprias mulheres.

As feministas, como de costume, alegam que tais mulheres são ignorantes, e que o feminismo é mais necessário do que nunca – obviamente, pela grande quantidade de feministas profissionais, professoras de estudos para mulheres, sociologistas, e outras mulheres com graduações inúteis, que teriam que procurar uma profissão de verdade, e organizações como a NOW (central do movimento vitimista nos EUA), que são verdadeiros sifões de dinheiro (e estatísticas adulteradas para justificar o por quê de ainda precisarem do feminismo).

A diferença entre os dois grupos é evidente. As anti-feministas costumam ser mulheres mais jovens, bem arrumadas, de aparência feminina e alegre. São um colírio para os olhos, principalmente se a paisagem cotidiana é repleta de mulheres relaxadas, peludas ou obesas.

Basicamente, as alegações das anti-feministas é de que homens e mulheres têm diferenças que devem ser respeitadas, os homens não são “o inimigo”, as mulheres não são vítimas indefesas, a alegação de diferença salarial é fajuta e se baseia nas escolhas diferentes que homens e mulheres fazem na hora de seguir uma profissão, entre tantas outras que se pode acompanhar nas páginas contendo textos e cartazes.

Mas…

Há algo de podre no reino da Dinamarca…

Isso é o que os homens americanos vêm dizendo, no mínimo, pelos últimos 40 anos. Por que só agora as mulheres acordaram para o fato?

Nos EUA, o feminismo é consideravelmente pior do que no Brasil. Lá, as feministas conseguiram até mesmo deturpar o processo legal, e abolir a inocência até prova em contrário do homem. Enquanto isso, tem mulheres matando e saindo livres, ou no máximo, recebendo um tapinha na mão. Mas eu vou me concentrar nas similaridades entre as sociedades ocidentais para então expor minha conclusão.

Por lá, a sociedade também lembra um esquema piramidal. Destacados no topo, mulheres no meio, homens trabalhadores na base. Livres de restrições morais e deveres sociais, as mulheres podiam fazer como bem entendessem, e então passavam a juventude e a vida adulta perseguindo seus princesismos, fosse carreira ou vadiagem, enquanto se ofereciam para os destacados na esperança de serem escolhidas por eles. Para os homens da base, friendzone, ou tratamento hostil, ficando a cargo da mulher a decisão. Para isso funcionar, as mulheres se valiam do apoio incondicional de pais babacas, e das dúzias de manginas dos quais elas se cercavam, para aprovar alegremente a sua conduta e alimentar seus egos. E por que isso sempre funcionou? Porque os poucos homens que reclamavam, eram logo silenciados na base da destruição de reputação, e caso essas mulheres atingissem os 30, e não conseguissem o destacado que elas mereciam (ou assim pensavam), sempre tem a Igreja e a mídia pra taxar os homens da base da pirâmide de moleques, por só quererem se divertir ao invés de se casarem e formarem família, como os homens de verdade têm que ser.

Soa familiar?

Dos anos 90 para cá, o descontentamento masculino cresceu. E cresceu a ponto de não conseguir ser escondido. Primeiro os homens começaram a reclamar entre si, e depois, abertamente. E depois começaram a retaliar. Os homens começaram a abandonar a sociedade em grandes números. Abandonaram o casamento, e renunciaram a produção excedente, necessária para manter a sociedade funcionando. Abandonaram as universidades, que são redutos de lavagem cerebral esquerdista. Abandonaram a Igreja feminizada, e passaram a ter a mídia como indigna de valor ou confiança. Com as mulheres, só queriam relacionamentos de curto prazo e sexo casual.

Os caras que queriam casamento, começaram a buscar esposas em outras regiões, como Sudeste Asiático, Rússia, Europa Oriental, e países sul-americanos, como o Brasil.

Não estranhe. Embora as mulheres daqui sejam o que são, para os americanos, elas fazem as conservadoras parecerem feministas, e as brasileiras não vão tratar os gringos assim como tratam os brasileiros, porque:

  • – gringos têm mais dinheiro do que nós, e a possibilidade de vida mansa no exterior.
  • – contam como destacados, porque são gringos – o que significa bom humor e sexo liberado.

Diante da revolta dos homens, primeiro, as americanas, tanto feministas quanto conservadoras, caíram de pau em cima deles, esperando que se pisassem neles o suficiente, eles voltariam para a lavoura calados. Mas, salvo os manginas mais emasculados, esse truque não funciona mais, porque a quantidade de homem é muito grande pra isolar e polarizar; eles criam grupos entre eles mesmos, e cagam e andam.

Com os homens abandonando a base, o peso da pirâmide caiu nas costas das mulheres, que agora não tem outra escolha, a não ser trabalhar, num mercado ferrado pelos esquerdistas que elas elegem desde que ganharam o voto, para colher benefícios indevidos. Com o governo não tendo mais a quem explorar para financiar o assistencialismo e o empoderamento das madames, e os homens não ligando muito para o que vai acontecer de ruim em breve, e, como diz a amiga Abigail, devolvendo um pouco do egoísmo e ingratidão que receberam durante a vida toda, o anti-feminismo chegou com força, virou moda, e parece que veio pra ficar. Mas não como uma reação ao feminismo…

Quanto aos homens brasileiros… A solução para o fim da cobrança de acordos sociais unilateralmente, casamentos por capricho, “vou cortar sua pika”, e afins, está bem aí. E se começar agora, dá pra poupar umas três décadas de abuso, que os americanos foram obrigados a sofrer até se revoltarem.

Uma coisa tem chamado a atenção nas reportagens e artigos sobre a festa da Copa. Mais especificamente, sobre a festa das brasileiras na Copa. Uma festa de contradições. Essa festa meio que começou durante aquela hilária revolta contra a Adidas e a sexualização das brasileiras para o exterior.

“Brasileira não é mercadoria sexual” era o mote das vitimistas. Até os afrocoitadistas tiraram uma casquinha da situação para aparecer, usando as mulatas como desculpa. Simultaneamente, tínhamos curso de línguas estrangeiras para prostitutas, e um governo muitíssimo interessado em legalizar a prostituição, para o bem das moças, é claro. Nada a ver com o fato de que, apesar de não ser um modelo de moralidade e dignidade, prostitutas conseguem fazer uma boa quantia de dinheiro – isenta de impostos.

Claro, aqui as feministas podem fugir da acusação de hipocrisia por condenarem a objetificação de um lado enquanto apoiam do outro, com a desculpa de que o feminismo é um movimento heterogêneo, e, portanto contém grupos que defendem situações diametralmente opostas. Como por exemplo, as feministas anti-objetificação descendo a lenha na suposta campanha de sexualização da Adidas (da qual essas mulheres tecnicamente não levam um centavo), enquanto as feministas sexopositivas são todas alegria atrás do governo e a luta pela dignidade das prostitutas – e a subsequente taxação do novo nicho trabalhista regularizado, o que significa mais dinheiro público para o nosso honestíssimo governo, e claro, uma parcela da bolada para organizações feministas, seja na forma de doação ou cabide de emprego, pelo excelente serviço prestado. Que modelo de altruísmo e preocupação com o bem estar das mulheres…

O último capítulo dessa novela foi a crucificação do Luciano Huck, enquanto as gaúchas rodavam na praça com os gringos.

A coisa toda poderia ser resumida em “vamos meter o pau no Huck por sugerir aquilo que as mulheres já estão fazendo de qualquer modo, e fazem questão de exibir como se fosse motivo de orgulho”.

E no meio do tiroteio, os cegos…

Eu tenho visto muitos caras revoltados e reclamando pelos cotovelos com toda essa situação. Mas por que ficar revoltado com os negócios de costume? Mulheres fazendo vitimismo para atenuar a fama de vagabunda, e claro, exigindo tratamento de dama da sociedade. E aqui é onde esses homens erram. A situação é mais do mesmo: exigências para o cara comum, buceta para o destacado. Apenas que nesse caso, o ‘destacado’ são os gringos. Esse é um direito que elas têm, e reclamar disso é realmente recalque. Na verdade, a situação toda se torna muito cômoda para as feministas. As mulheres deslumbradas engajadas em promiscuidade casual, enquanto elas escrevem artigos e mais artigos debochando dos homens brasileiros e cuspindo nos acordos de decoro moral vigentes.

 Imponha o Do ut Des (ou Lex Talionis, que é mais divertido)

O erro dos homens é se engajarem em falação inútil com as mulheres.  Principalmente no que tange a regular o comportamento delas. Ninguém perde a vida inteira tentando convencer um mentiroso notório de que ele está agindo errado. Simplesmente pára-se de acreditar nele, e que se foda. Ele que arque com os prejuízos da conduta dele, e enfie as reclamações no rabo. As pessoas que falham em fazer isso, passam a vida inteira levando golpes, amargando prejuízos, e ainda sendo ridicularizadas pelos enganadores. Ao invés de bonzinhos, estão sendo otários.

No fim, as marias-gringo só têm a ficar felizes. Se esfregam nos destacados, e ainda tem um exército de betas chorões para esnobarem. Se uma mulher quer agir como vagabunda, o direito é dela. A obrigação de educar é dos pais dela, e se eles falharam em fazê-lo, ou ela resolveu rejeitar a educação recebida, o problema é dela. Se você perde seu tempo chamando vagabundas de puta, e criticando o comportamento delas, você está sendo burro e otário; tá bancando o capitão salva-putas. Ou você usa os serviços das putas, ou você despreza a elas, e procura mulheres de melhor nível.

O que os homens podem fazer, e é seu direito, é tratar as promíscuas como mulheres sexualmente banais – o tipo de mulher que se fizer cu doce ou exigir compromisso, romantismo, ou tratamento de dama da sociedade, você vira as costas e procura outra. Rir da cara delas é opcional. E se o homem em questão não for do tipo que pega vagabunda por questão de princípios, o tratamento é desprezo e abandono. E se elas não gostarem, podem meter o dedo no cu e rasgar, porque elas não têm direito de (ou moral para) cobrar nada dos homens, ou regular sua conduta – exatamente porque elas não aceitam que isso seja feito com elas. E o pau que dá em Chico, dá em Francisco também. Se no mundinho delas, respeito não vem por mérito, o problema é delas, não dos homens. Não importa como elas acham que devem ser tratadas, o negócio é tratar elas como elas merecem.

E já cobrindo o erro subsequente a esse curso de ação, que se dá quando elas começarem a choramingar, e os posts feministas começarem a pipocar – e isso vai acontecer: Exigir dos destacados implica em rejeição. Se os caras comuns rejeitam as exigências delas e dão o desprezo, elas ficam reduzidas a oferecerem sexo pros destacados em troca de status social insignificante, o que evidencia elas como vagabundas.

Então isso aqui é importante: nada de perder tempo dando explicações, satisfação ou se defendendo. A base do feminismo é o vitimismo, a chantagem emocional e o escândalo. Se você debochar e desprezar disso, elas se tornam invisíveis. Mulheres atirando acusações são tão ameaçadoras quanto um peido. Você sai de perto pra evitar o mau cheiro, e o problema desaparece.

 … mas evite o Quid Pro Quo.

Um outro efeito evidente da litania feminista, é provocar revolta nos homens. Isso é proposital. Nós temos programações biológicas que nos impelem a cuidar das mulheres (embora nos dias atuais elas façam cada vez mais por desmerecer isso), e a rejeição e deboches constantes constituem tortura mental. E isso é um excelente gerador de misoginia, que se torna combustível para justificar a continuidade do feminismo, já que os homens passam a fornecer provas contra eles mesmos, ao erroneamente totalizar e hostilizar as mulheres. Mas se observarmos bem, pode-se notar páginas de facebook, blogs, e comentários pessoais de mulheres revoltadas com a conduta das vagabas, porque elas tem consciência de que a fama internacional de prostituta que a mulher brasileira tem (e seus efeitos), se estende a elas também.  Seria uma tremenda injustiça jogar essas mulheres no mesmo balaio que as vagabas, e ofendê-las e destratá-las também. Aqui cabe ao homem ser homem, e estar alerta para não deixar as emoções nublarem os seus julgamentos de valor. Deixar de observar esta regra é dar ao feminismo uma de suas principais ferramentas de recrutamento. Uma boa opção é reservar a validação social para essas mulheres, caso sejam merecedoras. O Bônus é deixar as feministas e as rampeiras ainda mais putas (trocadilho intencional).


Comentário ¹: Claro, tem caras cuja imbecilidade ou manginismo é incurável, e as vagabas e feministas sempre terão tais capachos para defenestrar. Mas o que conta é não ser um deles.

“Se o homem faz de si mesmo um verme, ele não deve se queixar quando é pisado.”
Immanuel Kant

Comentário²: As primas estão faturando alto. Jeanus uillis e a corj… er, quer dizer, aquele grupo de nobres parlamentares devem estar se lamentando por esta afronta à dignidade da mulher brasileira… E os rios de  dinheiro isentos de impostos.